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	<title>Arquivos Steve Jobs - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Steve Jobs - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Podcast #05: Palpites do Oscar 2016</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Feb 2016 18:25:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[A Garota Dinamarquesa]]></category>
		<category><![CDATA[A Grande Aposta]]></category>
		<category><![CDATA[Brooklin]]></category>
		<category><![CDATA[Brooklyn]]></category>
		<category><![CDATA[Carol]]></category>
		<category><![CDATA[Creed - Nascido para Lutar]]></category>
		<category><![CDATA[Divertida Mente]]></category>
		<category><![CDATA[Ex Machina]]></category>
		<category><![CDATA[Mad Max - Estrada da Fúria]]></category>
		<category><![CDATA[O Quarto de Jack]]></category>
		<category><![CDATA[O Regresso]]></category>
		<category><![CDATA[Os Oito Odiados]]></category>
		<category><![CDATA[Oscar 2016]]></category>
		<category><![CDATA[Perdido em Marte]]></category>
		<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[Ponte dos Espiões]]></category>
		<category><![CDATA[Spotlight - Segredos Revelados]]></category>
		<category><![CDATA[Steve Jobs]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sim, o Oscar 2016 já é neste domingo e nada melhor do que fazer nossas apostas para saber quem serão os grandes vencedores da premiação de cinema mais popular do mundo, certo? Foi com base nisso que fizemos nosso podcast deste mês, com as projeções de quem achamos que vai levar as estatuetas douradas para casa. Wanderley Teixeira, Enoe Lopes Pontes e Marcela Gelinski se reúnem mais uma vez e batem um papo super legal sobre as principais categorias. Além [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/podcast-5-palpites-do-oscar-2016/">Podcast #05: Palpites do Oscar 2016</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-4652" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/02/000000-620x349.jpg" alt="000000" width="620" height="349" /></p>
<p>Sim, o Oscar 2016 já é neste domingo e nada melhor do que fazer nossas apostas para saber quem serão os grandes vencedores da premiação de cinema mais popular do mundo, certo? Foi com base nisso que fizemos nosso podcast deste mês, com as projeções de quem achamos que vai levar as estatuetas douradas para casa. <strong>Wanderley Teixeira, Enoe Lopes Pontes e Marcela Gelinski</strong> se reúnem mais uma vez e batem um papo super legal sobre as principais categorias.</p>
<p>Além disso, deixamos nossas apostas sobre as demais categorias (aquelas que não mencionamos no programa) na lista abaixo para você já ir conferindo.</p>
<p>Ah, não podemos deixar de sinalizar! A equipe teve um pequeno surto durante a gravação do podcast e se referiu à Mark Ruffalo como Mark Wahlberg por algumas vezes. Sim, nós nem percebemos e só nos demos conta da falha na hora da edição. <em>Honest mistake</em> rsrsrs. Então quando escutarem Wahlberg, rodem a fita para Ruffalo. ;)</p>
<p>O Oscar 2016 será transmitido ao vivo pelo canal TNT no domingo, 28 de fevereiro, a partir das 20h30, com o tapete vermelho.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://copy.com/1UrtwAHzr4fpUxPf" target="_blank"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-4654" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/02/microfono_thumb.png" alt="microfono_thumb" width="102" height="171" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="https://copy.com/1UrtwAHzr4fpUxPf" target="_blank">Ouça aqui o podcast!</a></strong></p>
<p>Confira nossa lista de apostas!</p>
<p><strong>PALPITES DO OSCAR 2016</strong></p>
<p><strong>Melhor filme:</strong><br />
Wan: A Grande Aposta<br />
Noe: A Grande Aposta<br />
Cela: A Grande Aposta</p>
<p><strong>Melhor diretor:</strong><br />
Wan: Alejandro G. Iñárritu (O Regresso)<br />
Noe: Alejandro G. Iñárritu (O Regresso)<br />
Cela: Alejandro G. Iñárritu (O Regresso)</p>
<p><strong>Melhor roteiro original:</strong><br />
Wan: Spotlight – Segredos Revelados<br />
Noe: Spotlight – Segredos Revelados<br />
Cela: Divertida Mente</p>
<p><strong>Melhor roteiro adaptado:</strong><br />
Wan: A Grande Aposta<br />
Noe: A Grande Aposta<br />
Cela: A Grande Aposta</p>
<p><strong>Melhor atriz:</strong><br />
Wan: Brie Larson (O Quarto de Jack)<br />
Noe: Brie Larson (O Quarto de Jack)<br />
Cela: Brie Larson (O Quarto de Jack)</p>
<p><strong>Melhor ator:</strong><br />
Wan: Leonardo DiCaprio (O Regresso)<br />
Noe: Leonardo DiCaprio (O Regresso)<br />
Cela: Leonardo DiCaprio (O Regresso)</p>
<p><strong>Melhor atriz coadjuvante:</strong><br />
Wan: Alicia Vikander (A Garota Dinamarquesa)<br />
Noe: Alicia Vikander (A Garota Dinamarquesa)<br />
Cela: Alicia Vikander (A Garota Dinamarquesa)</p>
<p><strong>Melhor ator coadjuvante:</strong><br />
Wan: Sylvester Stallone (Creed: Nascido para Lutar)<br />
Noe: Sylvester Stallone (Creed: Nascido para Lutar)<br />
Cela: Sylvester Stallone (Creed: Nascido para Lutar)</p>
<p><strong>Melhor Montagem:</strong><br />
Wan: A Grande Aposta<br />
Noe: A Grande Aposta<br />
Cela: A Grande Aposta</p>
<p><strong>Melhor Fotografia:</strong><br />
Wan: O Regresso<br />
Noe: Carol<br />
Cela: O Regresso</p>
<p><strong>Melhor Figurino:</strong><br />
Wan: Cinderela<br />
Noe: Carol<br />
Cela: Cinderela</p>
<p><strong>Melhor direção de arte:</strong><br />
Wan: Mad Max – Estrada da Fúria<br />
Noe: Mad Max &#8211; Estrada da Fúria<br />
Cela: Mad Max – Estrada da Fúria</p>
<p><strong>Melhor Trilha Sonora Original:</strong><br />
Wan: Os Oito Odiados<br />
Noe: Os Oito Odiados<br />
Cela: Os Oito Odiados</p>
<p><strong>Melhor Filme Estrangeiro:</strong><br />
Wan: O Filho de Saul<br />
Noe: O Filho de Saul<br />
Cela: O Filho de Saul</p>
<p><strong>Melhor documentário:</strong><br />
Wan: Amy<br />
Noe: Amy<br />
Cela: Amy</p>
<p><strong>Melhor Longa de Animação:</strong><br />
Wan: Divertida Mente<br />
Noe: Divertida Mente<br />
Cela: Divertida Mente</p>
<p><strong>Melhores efeitos visuais:</strong><br />
Wan: Mad Max – Estrada da Fúria<br />
Noe: Star Wars: O Despertar da Força<br />
Cela: Star Wars: O Despertar da Força</p>
<p><strong>Melhor Maquiagem:</strong><br />
Wan: Mad Max – Estrada da Fúria<br />
Noe: Mad Max – Estrada da Fúria<br />
Cela: O Regresso</p>
<p><strong>Melhor edição de som:</strong><br />
Wan: Mad Max – Estrada da Fúria<br />
Noe: Mad Max – Estrada da Fúria<br />
Cela: Mad Max – Estrada da Fúria</p>
<p><strong>Melhor Mixagem de Som:</strong><br />
Wan: Mad Max – Estrada da Fúria<br />
Noe: Mad Max – Estrada da Fúria<br />
Cela: Mad Max – Estrada da Fúria</p>
<p><strong>Melhor Canção Original:</strong><br />
Wan: “Til It Happens to You”, de The Hunting Ground<br />
Noe: “Til It Happens to You”, de The Hunting Ground<br />
Cela: “Writing’s on the Wall”, de 007 contra Spectre</p>
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		<item>
		<title>Estreias da semana: 14 a 20 de janeiro</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/estreias-da-semana-14-a-20-de-janeiro/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/estreias-da-semana-14-a-20-de-janeiro/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Jan 2016 12:26:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estreias]]></category>
		<category><![CDATA[A Grande Aposta]]></category>
		<category><![CDATA[Boi Neon]]></category>
		<category><![CDATA[Carol]]></category>
		<category><![CDATA[Creed - Nascido para Lutar]]></category>
		<category><![CDATA[Snoopy e Charlie Brown - Peanuts]]></category>
		<category><![CDATA[Steve Jobs]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As estreias dessa semana são marcadas pela chegada de Snoopy e Charlie Brown &#8211; Peanuts, O Filme aos cinemas e pelo lançamento de quatro longas que são destaque na atual temporada de premiações: Carol, Steve Jobs, A Grande Aposta e Creed &#8211; Nascido para Lutar. Além deles, Boi Neon, premiado longa do pernambucano Gabriel Mascaro, estreia no circuito em algumas cidades do país. Confira abaixo detalhes das estreias: Snoopy e Charlie Brown &#8211; Peanuts, O Filme Dir.: Steve Martino Vozes de: Noah Schnapp, Bill Melendez, Francesca Capaldi Baseada [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As estreias dessa semana são marcadas pela chegada de <em><strong>Snoopy e Charlie Brown &#8211; Peanuts, O Filme</strong> </em>aos cinemas e pelo lançamento de quatro longas que são destaque na atual temporada de premiações: <em><strong>Carol</strong></em>,<strong> </strong><strong><em>Steve Jobs</em></strong>,<strong> </strong><strong><em>A Grande Aposta </em></strong>e<strong> </strong><strong><em>Creed &#8211; Nascido para Lutar</em></strong>. Além deles, <em><strong>Boi Neon</strong></em>, premiado longa do pernambucano Gabriel Mascaro, estreia no circuito em algumas cidades do país. Confira abaixo detalhes das estreias:</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-4355" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/01/The-Peanuts-Movie-2015-620x349.jpg" alt="The-Peanuts-Movie-2015" width="620" height="349" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Snoopy e Charlie Brown &#8211; Peanuts, O Filme</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Dir.:</strong> Steve Martino</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Vozes de:</strong> Noah Schnapp, Bill Melendez, Francesca Capaldi</p>
<p style="text-align: left;">Baseada nos quadrinhos homônimos criados por Charles M. Schulz, o filme acompanha Snoopy em uma missão importante enquanto  seu amigo e dono Charlie Brown enfrenta os dilemas existenciais e amorosos de sempre.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/VI8GLwWebJs" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-4351" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/01/AP_steve_jobs_film_jt_151022_16x9_992-620x349.jpg" alt="AP_steve_jobs_film_jt_151022_16x9_992" width="620" height="349" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Steve Jobs</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Dir.:</strong> Danny Boyle</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Elenco:</strong> Michael Fassbender, Kate Winslet, Seth Rogen</p>
<p>Filme narra em três atos parte da vida do inventor, empresário e criador da Apple Steve Jobs. Entre os temas da vida do biografado, o longa traz os conflitos criativos de Jobs com os seus colegas de trabalho e sua difícil relação com a filha Lisa. O projeto é dirigido por Danny Boyle (de <em>Quem quer ser um milionário?</em>) e roteirizado por Aaron Sorkin (<em>A Rede Social</em>). Venceu dois Globos de Ouro, melhor roteiro e atriz coadjuvante (Kate Winslet) e foi indicado a dois Oscars (melhor ator para Fassbender e melhor atriz coadjuvante para Winslet). Já assistimos ao longa, confira a <a href="http://coisadecinefilo.com.br/critica-steve-jobs/">crítica aqui</a>.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/vggakOhjzAM" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>&nbsp;<br />
<img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-4352" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/01/Creed_2015-4-620x323.jpg" alt="Creed_2015-4" width="620" height="323" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Creed &#8211; Nascido para Lutar</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Dir.:</strong> Ryan Coogler</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Elenco:</strong> Michael B. Jordan, Sylvester Stallone, Tessa Thompson</p>
<p style="text-align: left;">O filho do lutador Apollo Creed decide entrar para o universo das lutas de boxe e tenta convencer o lendário Rocky Balboa a assumir o posto de seu treinador. O longa marca o retorno de Stallone ao papel que o transformou em ícone do cinema e promete dar início a uma nova série de filmes de boxe. Pelo seu desempenho no filme, Stallone recebeu o Globo de Ouro de melhor ator coadjuvante. O longa foi indicado nessa manhã ao Oscar de melhor ator coadjuvante (Sylvester Stallone). Leia a <a href="http://coisadecinefilo.com.br/creed-nascido-para-lutar/">crítica do filme aqui</a>.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/DaanI9vOeEk" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-4349" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/01/carol-620x310.jpg" alt="carol" width="620" height="310" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Carol</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Dir.:</strong> Todd Haynes</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Elenco:</strong> Cate Blanchett, Rooney Mara, Sarah Paulson</p>
<p style="text-align: left;">Baseado no romance de Patricia Highsmith, o mais recente filme de Todd Haynes (<em>Longe do Paraíso </em>e <em>Não estou lá</em>) conta a história de amor entre uma jovem atendente de uma loja de departamentos e uma sofisticada dona de casa que está prestes a se divorciar do marido. O longa foi indicado a 5 Globos de Ouro, incluindo melhor filme e melhor atriz (Cate Blanchett e Rooney Mara), e foi nomeado em 6 categorias do Oscar, incluindo melhor atriz (Blanchett) e melhor atriz coadjuvante (Mara).</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/EH3zcuRQXNo" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-4354" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/01/short_2-620x349.jpg" alt="short_2" width="620" height="349" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>A Grande Aposta</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Dir.:</strong> Adam McKay</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Elenco:</strong> Christian Bale, Steve Carell, Ryan Gosling, Brad Pitt</p>
<p>Baseado em eventos e personagens reais, o longa conta os bastidores da crise da bolha imobiliária nos EUA na metade da década passada pela perspectiva de alguns personagens que sofreram (e causaram) as consequências da crise financeira. O longa recebeu 4 indicações ao Globo de Ouro, incluindo melhor filme e ator (Christian Bale e Steve Carell) e foi nomeado em 5 categorias do Oscar, incluindo melhor filme, diretor e ator coadjuvante (Christian Bale). Leia a <a href="http://coisadecinefilo.com.br/critica-a-grande-aposta/">crítica para o filme aqui</a>.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/R0aKPegDWHY" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;<br />
<img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-4353" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/01/JulianoCazarre-620x344.jpg" alt="JulianoCazarre" width="620" height="344" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Boi Neon</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Dir.:</strong> Gabriel Mascaro</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Elenco:</strong> Juliano Cazarré, Maeve Jinkings, Vinicius de Oliveira</p>
<p>O longa acompanha a vida de um vaqueiro que viaja por todo o Nordeste e por onde passa recolhe revistas, tecidos e manequins para concretizar o maior sonho da sua vida: tornar-se um estilista. O filme ganhou o prêmio do júri em uma mostra paralela do Festival de Veneza.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/HNbqCsAwXgw" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/estreias-da-semana-14-a-20-de-janeiro/">Estreias da semana: 14 a 20 de janeiro</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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		<item>
		<title>Crítica: Steve Jobs</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-steve-jobs/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-steve-jobs/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Jan 2016 23:55:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[Aaron Sorkin]]></category>
		<category><![CDATA[Danny Boyle]]></category>
		<category><![CDATA[Jeff Daniels]]></category>
		<category><![CDATA[Kate Winslet]]></category>
		<category><![CDATA[Michael Fassbender]]></category>
		<category><![CDATA[Seth Rogen]]></category>
		<category><![CDATA[Steve Jobs]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Quando faleceu em 2011, o co-fundador da Apple Steve Jobs instantaneamente tornou-se tema de inúmeras publicações interessadas em sua biografia. Não demorou muito também para que o setor cinematográfico escolhesse Jobs como protagonista de projetos de documentários e longas de ficção que teriam como centro narrativo a sua trajetória e vida pessoal. Tratava-se de um movimento natural dada a magnitude e a representatividade da figura de Jobs no final do século XX e início do século XXI, afinal estamos [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-steve-jobs/">Crítica: Steve Jobs</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_4327" aria-describedby="caption-attachment-4327" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-4327 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/01/20-fall-preview-movies-steve-jobs-michael-stuhlbarg-michael-fassbender-kate-winslet.w750.h560.2x-620x320.jpg" alt="20-fall-preview-movies-steve-jobs-michael-stuhlbarg-michael-fassbender-kate-winslet.w750.h560.2x" width="620" height="320" /><figcaption id="caption-attachment-4327" class="wp-caption-text">Três atos: Roteiro de Aaron Sorkin constroi uma interessante estrutura para o filme.</figcaption></figure>
<div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quando faleceu em 2011, o co-fundador da Apple Steve Jobs instantaneamente tornou-se tema de inúmeras publicações interessadas em sua biografia. Não demorou muito também para que o setor cinematográfico escolhesse Jobs como protagonista de projetos de documentários e longas de ficção que teriam como centro narrativo a sua trajetória e vida pessoal. Tratava-se de um movimento natural dada a magnitude e a representatividade da figura de Jobs no final do século XX e início do século XXI, afinal estamos falando do homem que revolucionou a indústria dos computadores em diversas frentes e que mantinha um certo interesse midiático por controversos aspectos da sua vida pessoal e profissional &#8211; os mais evidentes deles eram os seus atritos com antigos companheiros de trabalho como Steve Wozniak, amigo pessoal de Jobs e peça fundamental na concepção de computadores pessoais da Apple II (modelo da empresa na década de 1970), e o antigo CEO da Apple John Sculley. Assim, multiplicaram-se os livros, documentários e filmes de ficção que buscavam explorar os meandros da ascensão de Jobs, mas talvez nenhuma dessas obras seja tão eficiente quanto<span class="apple-converted-space"> </span><i>Steve Jobs</i>, filme de Danny Boyle, que traz o ator Michael Fassbender na pele do empresário e inventor.</p>
</div>
<div>
<p><i>Steve Jobs<span class="apple-converted-space"> </span></i>traz os bastidores de três momentos importantes na vida do seu biografado: em 1984, acompanhamos o fundador da Apple no lançamento do Macintosh, no qual vislumbrava-se o potencial comercial de uma máquina cujas funções eram comandadas pelos usuários através do<span class="apple-converted-space"> </span><i>mouse</i>; o ano de 1988, quando Jobs foi desvinculado da Apple e fundou a Next, uma empresa especializada no desenvolvimento de computadores voltados para instituições de educação superior; e 1998, época em que Steve retornou a Apple e apresentava ao público o iMac. Nos três períodos, o espectador acompanha os passos da vida e da carreira de Jobs e a maneira como ele lidava com alguns dos mais importantes relacionamentos da sua vida, entre eles,  a sua complicada relação com a filha Lisa e os atritos o antigo companheiro da Apple Steve Wozniak.</p>
</div>
<figure id="attachment_4328" aria-describedby="caption-attachment-4328" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-4328 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/01/stevejobsfrançoisduhameluniversal-620x310.jpg" alt="stevejobsfrançoisduhameluniversal" width="620" height="310" /><figcaption id="caption-attachment-4328" class="wp-caption-text">Performance equilibrada: Um dos méritos do filme é o seu elenco, principalmente Michael Fassbender que evita a caricatura na pele de Steve Jobs</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para começar, o longa beneficia-se pelo incrível roteiro escrito pelo sempre afiado Aaron Sorkin, baseado no livro de Walter Isaacson. Por mais que o diretor Danny Boyle faça aqui um dos seus trabalhos mais equilibrados da sua recente filmografia, fica evidente que o realizador interfere muito pouco no trabalho do seu roteirista ao transformar<span class="apple-converted-space"> </span><i>Steve Jobs<span class="apple-converted-space"> </span></i>em uma grande peça de teatro filmada. Boyle interfere muito pouco em cena e demonstra muita maturidade ao entender que  no caso de<span class="apple-converted-space"> </span><i>Steve Jobs<span class="apple-converted-space"> </span></i>quanto menos interferência visual, melhor.</p>
<p>Com o roteiro usualmente verborrágico de Aaron Sorkin (tal qual seus trabalhos em<span class="apple-converted-space"> </span><i>A Rede Social<span class="apple-converted-space"> </span></i>de David Fincher ou na série<span class="apple-converted-space"> </span><i>West Wing</i>) e a interessante estrutura em três atos,<span class="apple-converted-space"> </span><i>Steve Jobs<span class="apple-converted-space"> </span></i>funciona como uma encenação teatral na qual os atores ocupam praticamente um mesmo espaço, basicamente os interiores dos grandes auditórios e salas de apresentação que Jobs escolhia para fazer os seus anúncios<i> </i>empresariais. Dessa forma, o que se vê são atores entrando e saindo de cena em três décadas diferentes e todas as ações e dinâmicas centradas nos relacionamentos dos seus personagens com o Steve Jobs interpretado por Michael Fassbender. Assim,<span class="apple-converted-space"> </span><i>Steve Jobs<span class="apple-converted-space"> </span></i>beneficia-se pela estrutura do seu roteiro, que soube dar conta das principais questões que rondaram a vida do seu biografado sem recorrer à clássica cartilha das biografias cinematográficas: o nascimento, a vida, a obra e a morte do protagonista. O roteiro do filme, aliado ao tom da interpretaçao dos seus atores, também acerta ao evitar transformar seus personagens em vilões ou mocinhos, ou seja, não se perde em meio a um &#8220;fascínio adolescente&#8221; pela figura de Steve Jobs. Tanto ele, quanto os demais personagens da obra tem muitas camadas e cada um traz em si defeitos e qualidades que os tornam humanos e por isso mesmo fascinantes para o público nos três atos do filme.</p>
<figure id="attachment_4329" aria-describedby="caption-attachment-4329" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-4329 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/01/stevejobsass-620x349.jpg" alt="stevejobsass" width="620" height="349" /><figcaption id="caption-attachment-4329" class="wp-caption-text">Biografia: Filme acerta ao evitar o &#8220;lugar comum&#8221; das cinebiografias.</figcaption></figure>
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<p>&nbsp;</p>
<p>Por todo o cuidado que Danny Boyle tem com o texto de Aaron Sorkin e o destaque que ele dá aos duelos de palavras entre os seus personagens, o desempenho dos atores de<span class="apple-converted-space"> </span><i>Steve Jobs<span class="apple-converted-space"> </span></i>acaba tendo importância fundamental para o êxito do filme e não há um só integrante do elenco que se saia mal. A começar pelo seu protagonista, Michael Fassbender que acerta imensamente ao evitar o <i>overacting </i>ou buscar trejeitos ou transformações físicas e vocais muito drásticas em sua performance, uma muleta recorrente em trabalhos de atores que se dedicam a interpretar personagens reais, principalmente figuras históricas como Steve Jobs (foi o caso da péssima composição de Ashton Kutcher em <i>Jobs</i>, cinebiografia mal sucedida do mesmo personagem). Fassbender acerta ao ter como principal preocupação do seu trabalho as palavras de Aaron Sorkin e os vestígios da natureza de Steve Jobs que cada uma delas oferece, sendo fiel ao biografado não por uma fisicalidade, mas por conseguir dimensiona-lo como homem, empresário, inventor, pai e amigo e, desta forma, aproximar intimamente o público da sua personalidade. Ao lado de Fassbender estão atores que conseguem magistralmente dar conta de personagens igualmente interessantes e multifacetados que engrandecem ainda mais o desempenho do  seu protagonista, entre eles, Kate Winslet, Seth Rogen, Jeff Daniels, Michael Stuhlbarg e Katherine Waterston.</p>
</div>
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<p>Mostrando-se como um rica e profunda biografia, que surpreende a plateia pela estrutura extremamente sagaz do seu roteiro, <i>Steve Jobs </i>fisga o público não apenas por ter como epicentro uma figura conhecida, uma vantagem que parte das cinebiografias ruins conseguem usufruir, mas porque é um grande filme. Com um elenco talentoso que aproveita cada cena do elegante e inteligente roteiro de Aaron Sorkin e com um diretor  como Danny Baoyle que mostra-se inteligente o suficiente para saber que muitas vezes é preciso que o cineasta saia de cena para que parte da sua equipe brilhe e revele o verdadeiro poder da sua obra, <i>Steve Jobs </i>é um longa repleto de virtudes.</p>
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		<title>Radar do Oscar: Destaques dos festivais de Veneza e Telluride abrem vantagem na temporada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Sep 2015 21:15:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os primeiros festivais internacionais de maior visibilidade desse segundo semestre encerraram suas atividades esta semana e, como é tradição, a repercussão de alguns dos títulos exibidos nesses eventos surge atrelada a temporada de premiações do cinema. De olho no Oscar e cia., os veículos especializados já apontam os nomes desses festivais que podem pintar com fortes chances nos prêmios do início do ano que vem. Confira abaixo os destaques: 01. Johnny Depp favorito aos prêmios de melhor ator por Aliança do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os primeiros festivais internacionais de maior visibilidade desse segundo semestre encerraram suas atividades esta semana e, como é tradição, a repercussão de alguns dos títulos exibidos nesses eventos surge atrelada a temporada de premiações do cinema. De olho no Oscar e cia., os veículos especializados já apontam os nomes desses festivais que podem pintar com fortes chances nos prêmios do início do ano que vem. Confira abaixo os destaques:</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/4bb9b3af-24ea-44a1-adef-fe96fff52749-2060x1236.jpeg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-3527" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/4bb9b3af-24ea-44a1-adef-fe96fff52749-2060x1236-620x372.jpeg" alt="4bb9b3af-24ea-44a1-adef-fe96fff52749-2060x1236" width="620" height="372" /></a></p>
<p><strong>01. Johnny Depp favorito aos prêmios de melhor ator por <em>Aliança do Crime</em></strong></p>
<p>Ao que tudo indica, Johnny Depp é o candidato a ser batido nas categorias de melhor ator. Depp deixou todos estarrecidos com sua interpretação no longa <strong><em>Aliança do Crime</em> </strong>(no original, <em>Black Mass</em>), de Scott Cooper (<em>Coração Louco</em>). O filme saiu do Festival de Veneza com ótimas cotações para o desempenho do ator, tido por alguns como um dos melhores da sua carreira em anos.</p>
<p>Ao lado de um elenco formado por Benedict Cumberbatch, Dakota Johnson, Joel Edgerton e Kevin Bacon, Johnny Depp interpreta um violento criminoso de Boston que era irmão de um senador e tornou-se informante do FBI.</p>
<p>Depp promete enfrentar pela frente Eddie Redmayne, de <em>A Garota Dinamarquesa</em>, e Leonardo DiCaprio, de<i> O Regresso</i>, novo filme de Alejandro Gonzalez-Iñarritu, que sequer foi visto ainda. Como a vitória de Redmayne surge com uma certa dúvida, tendo em vista que o ator ganhou vários prêmios na temporada passada com <em>A Teoria de Tudo, </em>e Depp é um dos atores mais celebrados da indústria que ainda não tem uma estatueta, o protagonista de <em>Aliança do Crime </em>tem tudo para levar alguns prêmios.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/WPOcBiymuu0" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/spotlight1.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-3218" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/spotlight1-620x349.jpg" alt="spotlight" width="620" height="349" /></a></p>
<p><strong>02.<em> Spotlight</em> é comparado a<em> Todos os Homens do Presidente</em></strong></p>
<p>O filme sobre um grupo de jornalistas de Boston que investigaram um caso envolvendo padres pedófilos foi comparado a um dos maiores filmes do gênero, <em>Todos os homens do presidente. <strong>Spotlight</strong></em> pode ser um novo <em>Zodíaco </em>ou<em> Os Suspeitos (2013) </em>e ser cultuado apenas pela crítica e por cinéfilos, mas pode também ser uma espécie de <em>Sobre Meninos e Lobos </em>e conquistar alguns prêmios.</p>
<p>No trabalho do diretor Tom McCarthy (<em>O Visitante</em>), as performances de Michael Keaton, Mark Ruffalo e Rachel McAdams foram exaltadas. É possível que, por ser um &#8220;filme de elenco&#8221;, eles concorram como coadjuvantes, o que será ótimo. McAdams pode conseguir fazer sua carreira cinematográfica finalmente decolar (merecidamente, diga-se de passagem) e Keaton não teria a sombra da concorrência de Eddie Redmayne pelo segundo ano consecutivo, tendo até mesmo chances de vencer um Oscar como coadjuvante.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/I7TYGRwZbE4" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/7dabf8d9-ba34-4ce4-9934-a668bbcb883b-2060x1236.jpeg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-3528" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/7dabf8d9-ba34-4ce4-9934-a668bbcb883b-2060x1236-620x372.jpeg" alt="7dabf8d9-ba34-4ce4-9934-a668bbcb883b-2060x1236" width="620" height="372" /></a></p>
<p><strong>03. Eddie Redmayne transforma <em>A Garota Dinamarquesa </em>em material para Oscar</strong></p>
<p><strong><em>A Garota Dinamarquesa</em></strong>, como os filmes anteriores de Tom Hooper (<em>O Discurso do Rei </em>e <em>Os Miseráveis</em>) não foi uma unanimidade da crítica. Ao ser exibido em Veneza, o filme foi questionado por um certo excesso de didatismo ao trazer para o público as questões de gênero.</p>
<p>O longa que traz a história da primeira mulher trans que se submeteu a uma cirurgia tem o vencedor do Oscar do ano passado Eddie Redmayne no papel principal. Ao contrário do filme em si, os seus atores saíram ilesos. As performances de Redmayne e Alicia Vinkander foram bastante elogiadas. A dúvida é se Vinkander concorreria como coadjuvante ou atriz.</p>
<p>Como o gosto do Oscar muitas vezes não coincide com as escolhas da crítica é bem possível que ele figure nas categorias principais como filme e por ai vai, afinal a Academia adora filmes com fortes desempenhos por ter muitos atores no seu quadro de votantes.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/XrVMJ6myjTQ" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/suffragette.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-3529" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/suffragette-605x400.jpg" alt="suffragette" width="605" height="400" /></a></p>
<p><strong>04. <i>Suffragette </i>torna Carey Mulligan favorita aos prêmios de melhor atriz</strong></p>
<p>Em Telluride, a primeira exibição de <em><strong>Suffragette</strong> </em>trouxe muitos elogios à performance de Carey Mulligan, que desponta, até o momento, como uma grande favorita aos prêmios de melhor atriz. Nem mesmo a presença de Helena Bonham Carter e Meryl Streep no elenco ofuscou o brilho da performance de Mulligan, dizem os críticos. Sobre la Streep, todos afirmam que a participação dela na história é muito pequena e praticamente se resume ao que pode ser visto no trailer da produção. Ainda assim, não está descartada uma possível indicação para elas como coadjuvantes.</p>
<p>O filme conta a história do início do movimento feminista na Inglaterra e é dirigido por Sarah Gavron, de <em>Brick Lane</em>.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/GfeBC1WYLFw" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/maxresdefault-2.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-3530" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/maxresdefault-2-620x349.jpg" alt="maxresdefault (2)" width="620" height="349" /></a></p>
<p><strong>05. Aaron Sorkin e o roteiro engenhoso de <em>Steve Jobs</em></strong></p>
<p>Biografias não têm tido muita sorte nos últimos anos, mas o roteiro de Aaron Sorkin (vencedor do Oscar por <em>A Rede Social </em>e criador de séries como <i>The West Wing </i>e <em>The Newsroom</em>) e a direção de Danny Boyle (<em>Quem quer ser um milionário?</em>) transformaram <em><strong>Steve Jobs</strong> </em>em material para Oscar, passando longe do péssimo <em>Jobs </em>com Ashton Kutcher.</p>
<p>Exibido em Telluride, <em>Steve Jobs </em>rendeu elogios à performance de Michael Fassbender, que pode ser indicado a prêmios na pele do protagonista, e Kate Winslet, séria candidata na categoria coadjuvante por interpretar Joanna Hoffman, integrante da equipe que criou o Macintosh.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/P2avRagAJK8" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/ROOM_Poster-816x460.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-3531" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/ROOM_Poster-816x460-620x350.jpg" alt="ROOM_Poster-816x460" width="620" height="350" /></a></p>
<p><strong>06.<em> </em><em>Room</em> é o <em>indie</em> do ano. Será que agora Brie Larson decola?</strong></p>
<p>Todo ano temos um <em>indie </em>que se destaca. Por enquanto, esse título é do drama<strong> <em>Room</em></strong>, de Lenny Abrahamson (diretor de <em>Frank</em>). No longa, a atriz Brie Larson vive uma mulher que cria o seu filho em um quarto, o que faz com que a única percepção que ele tenha do mundo seja a daquele cômodo.</p>
<p>Larson, que anos atrás surgiu como uma revelação em <em>Temporário 12</em>, mais uma vez desponta no circuito &#8220;alternativo&#8221; e recebeu algumas das mais calorosas críticas por seu desempenho nesse longa. Se o filme fizer uma boa campanha, é possível que ela seja indicada a prêmios de melhor atriz. O mesmo se aplica a Joan Allen, um forte palpite como atriz coadjuvante. William H. Macy também faz parte da produção.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/PPZqF_TPTGs" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/maxresdefault-3.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-3564" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/maxresdefault-3-620x349.jpg" alt="maxresdefault (3)" width="620" height="349" /></a></p>
<p><strong>07. </strong><strong>Netflix pode abocanhar o Oscar com </strong><strong><em>Beasts of no Nation</em></strong></p>
<p>A Netflix promete marcar presença na temporada com o primeiro filme produzido por eles,<strong> </strong><em><strong>Beasts of no Nation,</strong> </em>de Cary Fukunaga ( de <em>Jane Eyre </em>e da primeira temporada de <em>True Detective</em>). O longa conta a história de um jovem que luta durante a Guerra Civil em um país africano.</p>
<p>Idris Elba interpreta um militar e chamou a atenção por sua performance. O filme como um todo recebeu elogios rasgados em Telluride. O grande empecilho, dizem alguns, é a violência da história que pode afastar um setor mais conservador da Academia. No entanto, <em>Beasts of no Nation </em>é apontado por alguns críticos como um filme a ser superado na temporada. A questão é que nem sempre o gosto da crítica coincide com o gosto das comissões de votantes do Oscar, do Globo de Ouro, do SAG&#8230; É só ver o destino de <em>O Ano mais Violento </em>na temporada passada.</p>
<p>A Netflix pretende lançar o filme primeiro nos cinemas para somente depois de algum tempo disponibilizá-lo no site.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/D7gV-3PYxuM" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/radar-do-oscar-destaques-dos-festivais-de-veneza-e-telluride-abrem-vantagem-na-temporada/">Radar do Oscar: Destaques dos festivais de Veneza e Telluride abrem vantagem na temporada</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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