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	<title>Arquivos Star+ - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Star+ - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Grandes Hits</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Apr 2024 17:54:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É curioso como em um pequeno espaço de tempo o público brasileiro teve acesso ao brasileiro Evidências do Amor (cinemas) e Grandes Hits (Star+), duas obras românticas que têm como premissa personagens que fazem uma viagem no tempo através da música, recurso de forte memória afetiva para seus protagonistas. No entanto, enquanto Evidências do Amor assume a rota da comédia romântica, Grandes Hits assume a &#8220;chave&#8221; do drama sobre o luto. Em Grandes Hits, o diretor Ned Benson optou por construir sua história pela ótica de uma protagonista que não consegue superar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>É curioso como em um pequeno espaço de tempo o público brasileiro teve acesso ao brasileiro Evidências do Amor (cinemas) e <em><strong>Grandes Hits</strong></em> (Star+), duas obras românticas que têm como premissa personagens que fazem uma viagem no tempo através da música, recurso de forte memória afetiva para seus protagonistas. No entanto, enquanto Evidências do Amor assume a rota da comédia romântica, <em>Grandes Hits</em> assume a &#8220;chave&#8221; do drama sobre o luto. Em <em>Grandes Hits</em>, o diretor Ned Benson optou por construir sua história pela ótica de uma protagonista que não consegue superar a morte trágica do namorado. Através da sua intensa conexão com a música, ela revive algumas memórias desse amor.</p>
<p>No longa, Harriet (Lucy Boynton, de Bohemian Rhapsody) conheceu Max (David Corenswet, o futuro Superman) em um festival de música e viveu com ele uma grande história de amor interrompida por um acidente de carro que o matou e fez a jovem atravessar um coma. Participando de grupos terapêuticos, Harriet conhece David (Justin H. Min, da série Treta), um rapaz que também está passando por um luto. Ela tenta se reconectar com a vida através desse novo relacionamento, mas ainda está presa ao passado  através dessas viagens no tempo toda vez que escuta alguma música marcante na sua história com Max.</p>
<p><em><strong>Grandes Hits</strong></em> sofre de problemas semelhantes que acometeram um trabalho conhecido de Ned Benson, Dois Lados do Amor, romance com Jessica Chastain e James McAvoy que pretendia contar uma história de amor a partir de duas perspectivas, uma da personagem feminina e outra do personagem masculino. Na prática, a ideia resultou em um filme não tão arrojado quanto aparentava. <em>Grandes Hits</em> tem um resultado parecido: grandes ambições quase nunca concretizadas.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-17978" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/04/image-6.png" alt="Grandes Hits" width="751" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/04/image-6.png 751w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/04/image-6-360x240.png 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/04/image-6-720x480.png 720w" sizes="(max-width: 751px) 100vw, 751px" /></p>
<p>No longa, Benson trabalha com a ideia de que a música, ao mesmo tempo em que pode nos transporta para memórias difíceis de lidar, pode curar e construir novas lembranças. Harriet revê o falecido Max a partir das canções que de alguma forma lhe trazem a lembrança do antigo amor e constrói um novo laço com David através de momentos mediados pela música.  Isso não é explorado com tanta veemência pela história e parece estar mais na sua superfície, como algo que borbulha e clama para seu cineasta captar, mas ele acaba não conseguindo efetivamente trabalhar com muita densidade.</p>
<p>A superação do luto da protagonista também não é trabalhada com a complexidade que merecia pelo filme, que prefere ficar na zona de conforto de construções superficiais sobre a temática. O romance de <em><strong>Grandes Hits </strong></em>também sai perdendo quando aquele que deveria ser o casal principal e que mobilizaria maiores sentimentos no público, Boynton e Justin H. Min, não consegue comover o espectador a ponto de rivalizar com a forte química que a atriz exibe quando contracena com David Corenswet. Isso cria um problema considerável no engajamento do espectador com aquela história de amor que deveria inspirar a superação da sua protagonista.</p>
<p>Em mais uma empreitada nas telas, Ned Benson demonstra ser um realizador com ótimas intenções, mas que infelizmente não consegue executar suas ideias na mesma vibração das expectativas que elas geram no espectador. <em><strong>Grandes Hits</strong></em> tem a sensibilidade para estar atento aos caminhos que sua história deve percorrer, mas parece não saber muito bem o que fazer com tantos insights interessantes sobre luto, música e memórias, os grandes motes da sua trama.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Ned Benson</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Lucy Boynton, David Corenswet, Retta, Justin H. Min, Nelly Furtado, Jackson Kelly</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/fn9l9rBvbwc?si=vJEUGFaaJb3PAOrA" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Rosaline</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Oct 2022 20:28:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Baseado no romance de Rebecca Serle, Rosaline adota um ponto de vista interessante para recontar um clássico, Romeu e Julieta de William Shakespeare, que tanto já foi encenado nas telas e das mais diferentes maneiras. O filme de Karen Maine (de Acampamento do Pecado) resolve deixar a história de amor do casal principal de lado para narrar os eventos que ocorreram com Rosaline, prima de Julieta e ex-namorada de Romeu. Assumindo uma personagem &#8220;estranha&#8221; à história original, Rosaline revisa elementos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Baseado no romance de Rebecca Serle, <strong><em>Rosaline</em> </strong>adota um ponto de vista interessante para recontar um clássico, Romeu e Julieta de William Shakespeare, que tanto já foi encenado nas telas e das mais diferentes maneiras. O filme de Karen Maine (de Acampamento do Pecado) resolve deixar a história de amor do casal principal de lado para narrar os eventos que ocorreram com Rosaline, prima de Julieta e ex-namorada de Romeu.</p>
<p>Assumindo uma personagem &#8220;estranha&#8221; à história original, <strong><em>Rosaline</em> </strong>revisa elementos dramáticos do clássico e oferece ao público uma nova história. Ao ser preterida por Romeu, Rosaline começa a criar uma série de planos para sabotar o romance do ex com a prima Julieta. No entanto, Rosaline não é uma vilã e o longa de Karen Maine, claramente direcionado para um público juvenil, ainda que não crie obstáculos para o entretenimento de adultos com sua história, não quer promover uma rivalidade feminina centrada na disputa pelo coração de um mesmo homem. Assim, quando começa a despertar para os sentimentos que passa a nutrir por um dos seus pretendentes escolhidos pelo pai, Rosaline intervém na história tradicional de Shakespeare a fim de evitar que o casal principal tenha o fim trágico demarcado pelo autor.</p>
<p>O longa acerta ao trazer uma contemporaneidade aos costumes e na maneira dos personagens se comportarem que contrasta com sua reconstituição de época, mas não cria uma ruptura tão drástica assim. <strong><em>Rosaline</em> </strong>tem uma protagonista que soa à frente do seu tempo e que assume função semelhante às heroínas de comédias românticas colegiais como Cher (Alicia Silverstone) de As Patricinhas de Beverly Hills e Cady Heron (Lindsay Lohan) de Meninas Malvadas. Ela sucumbe a tomadas de posição nada altruístas, mas se redime e encontra outras perspectivas para a vida. O longa ainda traz canções como &#8220;It must be love&#8221; de Roxette, que toca em um baile a fantasia, e &#8220;All by myself&#8221; de Eric Carmen, usada para dimensionar a fossa da protagonista depois de ser abandonada por Romeu.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-16012" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/rosaline-sobre-o-que-e-o-novo-filme-sucesso-da-star-conheca.jpg" alt="Rosaline" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/rosaline-sobre-o-que-e-o-novo-filme-sucesso-da-star-conheca.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/rosaline-sobre-o-que-e-o-novo-filme-sucesso-da-star-conheca-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/rosaline-sobre-o-que-e-o-novo-filme-sucesso-da-star-conheca-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/rosaline-sobre-o-que-e-o-novo-filme-sucesso-da-star-conheca-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>O choque de temporalidade provocado pelos elementos de encenação da história não chega a transformar <strong><em>Rosaline</em> </strong>em uma sátira, ainda que o longa ironize os ideais românticos da sua obra base, Romeu e Julieta. Rosaline constrói uma nova história de amor para a protagonista com o jovem Dario (Sean Teale) sob bases muito sólidas, a ponto de nunca ficarmos divididos com um pretenso triângulo amoroso. Aliás, propositalmente, o filme empalidece a personalidade do casal protagonista de Shakespeare para fazer com que a experiência do espectador seja completamente aderente a sua nova protagonista e seu par romântico. Apesar desses novos horizontes, é interessante como o legado de Shakespeare não é descartado em Rosaline. Aspectos como a rivalidade entre Montecchios e Capuletos seguem no coração dos enlaces amorosos do longa, entre eles, o vivido por sua protagonista. A diretora Karen Maine também conta com a ótima escalação de Kaitlyn Dever (de Fora de Série) para interpretar Rosaline. A jovem atriz tem um timing para a comédia preciso que é fundamental para o filme.</p>
<p>Certeiro na comunicação que pretende estabelecer com o público-alvo, <em><strong>Rosaline</strong> </em>é uma forma inventiva de revisar um clássico. O longa sabe equilibrar o arrojo e ironia de uma releitura cômica sobre os eventos de Romeu e Julieta com a costura de um outro romance igualmente cativante que tem como guia principal o talento da atriz Kaitlyn Dever.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Karen Maine</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Kaitlyn Dever, Isabela Merced, Sean Teale, Kyle Allen, Bradley Whitford, Minnie Driver, Nico Hiraga, Christopher McDonald</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/ufZA6L8Y_zQ" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Fresh</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-fresh/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Jul 2022 17:20:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Munido de pouquíssima informação sobre Fresh, o espectador pode até confundir o longa de estreia da diretora Mimi Cave com uma comédia romântica. Os trinta minutos iniciais do longa denunciam as marcas do gênero ao apresentar Noa, personagem de Daisy Edgar-Jones (da série Normal People), como uma jovem em busca de dates em aplicativos de namoro, trocando ideias sobre relacionamentos com a amiga Mollie (Jojo T Gibbs), até que ela encontra por acaso no supermercado Steve, um médico cirurgião interpretado [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Munido de pouquíssima informação sobre <em><strong>Fresh</strong></em>, o espectador pode até confundir o longa de estreia da diretora Mimi Cave com uma comédia romântica. Os trinta minutos iniciais do longa denunciam as marcas do gênero ao apresentar Noa, personagem de Daisy Edgar-Jones (da série Normal People), como uma jovem em busca de dates em aplicativos de namoro, trocando ideias sobre relacionamentos com a amiga Mollie (Jojo T Gibbs), até que ela encontra por acaso no supermercado Steve, um médico cirurgião interpretado por Sebastian Stan (da série Pam e Tommy), e então a magia acontece. Os dois se sentem imediatamente atraídos um pelo outro e iniciam um relacionamento que tende a se tornar sério.</p>
<p><strong>SPOILER!!!</strong> Acontece que <em><strong>Fresh</strong> </em>não é uma comédia romântica e depois desses trinta minutos de exposição o longa logo revela Steve como um psicopata que cultiva o hábito bizarro do canibalismo, colecionando namoradas como prisioneiras em sua casa de férias para poder comer e distribuir partes dos corpos dessas moças como refeição para outros homens doentes como ele. Claro que Noa é a mais nova vítima do canibal e quando a personagem de Daisy Edgar-Jones é sequestrada, ela se dá conta de que não está vivendo uma clássico roteiro de filme protagonizado por Meg Ryan nos anos 1990. Pelo contrário, a mocinha é protagonista de um grande horror revenge, uma história na qual é vítima da sana de um homem doente e deve se munir de ferramentas para dar a volta no vilão vivido por Sebastian Stan.</p>
<p>O longa de Mimi Cave tem inúmeras qualidades. Seus trinta minutos iniciais são arrebatadores, magnéticos, exemplares. A diretora e a roteirista Lauryn Kahn conseguem gradualmente envolver o espectador no flerte de Steve e Noa. Sebastian Stan e Daisy Edgar-Jones soltam faísca quando estão juntos. O ator consegue convencer o público com um personagem charmoso, praticamente irresistível, que cederá no segundo momento do longa para a completa psicopatia, revelando uma outra faceta por trás dessa atração que exerce inicialmente na protagonista e no espectador.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-15691" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/07/fresh_pub_stills_1.64.1_copy-scaled-1.jpg" alt="Fresh" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/07/fresh_pub_stills_1.64.1_copy-scaled-1.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/07/fresh_pub_stills_1.64.1_copy-scaled-1-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/07/fresh_pub_stills_1.64.1_copy-scaled-1-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/07/fresh_pub_stills_1.64.1_copy-scaled-1-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>É uma pena que justamente nesse ápice da loucura de Steve, o longa não consegue acompanhar os esforços do ator e oscila entre eventos que emperram a narrativa e parece fazer com que ela ande em círculos com outros que demonstram algum esforço de manutenção da força criativa de suas realizadoras. É como se, no instante em que Noa se transforma na refém do médico canibal, <em><strong>Fresh</strong> </em>se apresentasse como uma obra de vitalidade instável. Assim, ao mesmo tempo em que o longa tem outro grande momento quando coloca em suspeita os próprios interesses da sua heroína, o filme demonstra no terceiro ato uma completa falta de timing encerrar sua trama, ficando às voltas com a necessidade insaciável e cíclica de corroer o patriarcado por todas as vias, quando na verdade a fuga das vítimas de Steve já era o suficiente.</p>
<p>Como exercício de gênero, <strong><em>Fresh</em> </strong>é bem interessante, articulando comédia romântica e horror em um longa que no fim das contas apresenta um humor macabro na temática do canibalismo, articulando ainda uma trama de vingança da era me too. Particularmente, <em><strong>Fresh</strong> </em>tem seus melhores momentos quando apresenta uma ironia na leitura que faz da situação bizarra vivida por suas personagens do que quando assume ser representante de uma causa social, demonstrando aqui um didatismo que não condiz com a sutileza e refinamento que exibe em outras articulações da história.</p>
<p><strong>Direção: </strong>Mimi Cave</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Daisy Edgar-Jones, Sebastian Stan, Jojo T. Gibbs</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/TGvMPnyX6Bs" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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