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	<title>Arquivos Star Wars: O Despertar da Força - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Star Wars: O Despertar da Força - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Star Wars &#8211; O Despertar da Força (COM SPOILERS)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Dec 2015 20:48:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Adam Driver]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>ATENÇÃO SPOILERS!!! NÃO LEIA SE VOCÊ NÃO ASSISTIU AO FILME (OU LEIA POR SUA CONTA EM RISCO) Indubitavelmente, Star Wars &#8211; O Despertar da Força é o acontecimento cinematográfico do ano. Com quase quarenta anos de existência, a franquia cinematográfica mais cultuada da história da indústria do cinema teve em seu episódio sete, conduzido pelo experiente J.J. Abrams, criador de Lost e responsável pelo renascimento de outra série cultuada em todo o mundo Star Trek, um capítulo importante da sua trajetória. [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-star-wars-o-despertar-da-forca-com-spoilers/">Crítica: Star Wars &#8211; O Despertar da Força (COM SPOILERS)</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-4195" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/12/star-wars-kylo-158800-620x331.jpg" alt="star-wars-kylo-158800" width="620" height="331" /></p>
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<p><span style="font-size: xx-large;">ATENÇÃO SPOILERS!!! </span><span style="font-size: x-large;">NÃO LEIA SE VOCÊ NÃO ASSISTIU AO FILME (OU LEIA POR SUA CONTA EM RISCO)</span></p>
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<p>Indubitavelmente, <i>Star Wars &#8211; O Despertar da Força </i>é o acontecimento cinematográfico do ano. Com quase quarenta anos de existência, a franquia cinematográfica mais cultuada da história da indústria do cinema teve em seu episódio sete, conduzido pelo experiente J.J. Abrams, criador de <i>Lost </i>e responsável pelo renascimento de outra série cultuada em todo o mundo <i>Star Trek,</i> um capítulo importante da sua trajetória. O lançamento era aguardado com expectativas pelo simples motivo de ser <i>Star Wars</i>, praticamente um embrião do <i>blockbuster </i>norte-americano, mas porque <i>O Despertar da Força </i>representava um recomeço para a saga, cuja última trilogia, prequelas conduzidas pessoalmente por George Lucas, resultara em filmes mornos, com histórias previsíveis (afinal, todo mundo que havia assistido <i>Uma Nova Esperança</i>, <i>O Império contra-ataca </i>e <i>O Retorno de Jedi</i> sabia exatamente o destino de Anakin Skywalker). Ambientado 30 anos após o <i>O Retorno de Jedi</i>, <i>Star Wars &#8211; O Despertar da Força </i>dialoga muito mais com a vivacidade da trilogia de 1977-1983  do que com a esquecível de 1999-2005 e apresenta uma história nova com elementos e personagens representando trajetórias conhecidas que moldaram as marcas da própria franquia.</p>
</div>
<div> O filme traz o surgimento de uma nova ameaça, a Primeira Ordem, uma organização que visa destruir a República e estabelecer um novo caos na galáxia. Orquestrada pelo Líder Supremo Snooke e por seus comandados diretos Kylo Ren e General Hux, a Primeira Ordem está em busca de um mapa que os levará a localização de Luke Skywalker, considerado uma ameaça por ser o último Jedi vivo que se tem notícia. O paradeiro de Skywalker é mantido em segredo pelo robô BB-8, que por sua vez conta com a ajuda de uma jovem sucateira do planeta Jaku,  a catadora de sucatas Rey. Com a ajuda de um stormtrooper desertor da Primeira Ordem chamado Finn, Rey assumirá a missão de levar BB-8 de volta para a República antes que ele caia nas mãos de Snooke e companhia.</div>
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<p><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-4196" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/12/swtfareybb8_large-620x329.jpg" alt="swtfareybb8_large" width="620" height="329" /></p>
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<p>Não existe grandes rupturas com o tom e a trajetória da primeira trilogia <i>Star Wars </i>em <i>Star Wars &#8211; O Despertar da Força</i>. A jornada e a função dos seus novos personagens são basicamente as mesmas daquelas exercidas por Luke Skywalker, Princesa Leia, Han Solo e Darth Vader na trilogia de 1977-1983, o que não é um demérito para o novo filme da saga, pelo contrário. Firmando <i>Star Wars </i>como uma grande saga familiar lastreada basicamente pela mitológica disputa entre o bem e o mal e pela ascensão da figura de um herói vindo do lugar mais improvável, <i>O Despertar da Força </i>revive os passos que fizeram George Lucas cimentar a saga como um fenômeno da cultura pop de maneira muito mais eficiente e vibrante do que o próprio criador da franquia no pálido <i>prequel</i> de 1999-2005, composto por <i>A Ameaça Fantasma</i>, <i>Ataque dos Clones </i>e <i>A Vingança dos Sith</i>, que se enquadram muito mais como um mimo de Lucas e cia. aos fãs ardorosos da série cinematográfica do que uma história com urgência de ser contada. Tudo em <i>O Despertar da Força </i>é crível, tem textura, forma, dimensão e emoções reais &#8211; em oposição ao <i>prequel </i>de <i>Star Wars </i>sufocado por dezenas de efeitos especiais que deram um tom cartunesco à trilogia dos anos 2000 &#8211; , o que comprova que, talvez, curiosamente, a franquia sempre esteja em boas mãos quando está longe das decisões diretas do seu próprio criador. A exceção de <i>Uma Nova Esperança </i>de 1977, todos os melhores filmes <i>Star Wars </i>não tiveram a direção de George Lucas.</p>
</div>
<div>
<p>Um dos grandes acertos de <i>Star Wars &#8211; O Despertar da Força </i>está em conseguir equilibrar a reverência ao passado da franquia com situações e dinâmicas que nos remetem a <i>Uma Nova Esperança </i>e <i>O Império contra-ataca </i> e estabelecer novos rumos para o seu universo. Assim, J.J. Abrams consegue agradar antigos fãs de <i>Star Wars </i>e fidelizar uma nova leva de aficionados pela saga, afinal nos são apresentados personagens que, a despeito de &#8220;respirarem&#8221; as motivações e os &#8220;lugares&#8221; ocupados pelos seus antecessores naquele universo, possuem identidade própria e fôlego para empreender uma nova e intensa jornada pelos próximos anos.</p>
</div>
<div>
<p>Diversas decisões tomadas por J.J. Abrams, Lawrence Kasdan e Michael Arndt no roteiro de <i>O Despertar da Força </i>evidenciam os esforços do trio em promover novos rumos para a saga preservando as marcas da trilogia de 1977-1983, o que é bastante interessante. É como se o trio de roteiristas repaginasse a série cinematográfica conservando elementos vitais e que assumem a identidade de <i>Star Wars</i>. Nesse sentido, entender como centro de suas preocupações a jornada de dois desses personagens, a heroína Rey e o vilão Kylo Ren rumo a construção dos seus respectivos mitos, e trazer novamente uma tragédia familiar como elemento propulsor das suas ações e decisões traz para <i>O Despertar da Força </i>um caráter cíclico, ou seja, a noção de que as histórias se repetem pelas gerações.</p>
</div>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-4217" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/12/han-solo-and-chewy-from-star-wars-the-force-awakens.jpg" alt="han-solo-and-chewy-from-star-wars-the-force-awakens" width="600" height="373" /></p>
<div>
<p>ATENÇÃO MEGA-SPOILER!  ATENÇÃO MEGA-SPOILER!  ATENÇÃO MEGA-SPOILER!</p>
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<div>
<p>Um dos momentos mais emblemáticos de <i>O Despertar da Força </i>que evidenciam esta oscilação sadia entre o nostálgico e o rejuvenescimento da franquia  é a corajosa decisão que os roteiristas tiveram ao matar um dos personagens mais emblemáticos e queridos de toda a franquia, o Han Solo de Harrison Ford, assassinado pelas mãos do seu próprio filho com Leia, o vilão Kylo Ren. A morte de Han Solo em <i>O Despertar da Força </i>remete à icônica cena em que Darth Vader revela a Luke Skywalker que é o seu pai em <i>O Império contra-ataca</i>, mas também mostra-se como um momento singular para a saga dali em diante e que, por sua gravidade, justifica a formação de conflitos ainda mais severos entre os seus personagens pelos próximos capítulos. A decisão drástica dos roteiristas de <i>O Despertar da Força</i> confirma a natureza perversa de Kylo Ren,  que durante todo o filme sempre esteve em conflito entre a luz e o lado negro da força e que, após o assassinato do pai, parece ter fincado de vez a sua posição no universo. Além disso, mexe drasticamente com a trajetória de diversos personagens traumatizados pelo acontecimento, como Chewbacca, Leia e até mesmo os novatos Finn e Rey, cuja verdadeira filiação não tivemos conhecimento em <i>O Despertar da Força</i>.</p>
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<p>Somado a uma direção eficiente e um primoroso trabalho em seus departamentos técnicos e artísticos, <i>Star Wars </i>conta com um elenco espetacular de jovens atores que se junta a uma velha-guarda encabeçada por Mark Hamill (em breve participação nesse episódio já que o desaparecimento do seu personagem é o mote do filme), Carrie Fisher e Harrison Ford, mais uma vez impagável como Han Solo. A protagonista da nova trilogia é a radiante Daisy Ridley, que consegue fazer de Rey uma jovem marcada pelas dificuldades da sua realidade, mas que não perde a doçura e até mesmo a ingenuidade diante da descoberta de um novo universo. Fica evidente também na performance de Ridley a transformação sofrida pela personagem que, na medida em que a história chega ao seu fim, amadurece e assume seu lugar e sua responsabilidade nesse universo. Na pele do ex-stormtrooper Finn, John Boyega transborda carisma e humanidade sem tornar o seu personagem uma caricatura ambulante. Ao mesmo tempo em que, por diversos momentos, Finn seja utilizado como um alívio cômico do novo filme, Boyega não se esquece que seu personagem possui traumas tão profundos quanto os de Rey a partir do momento em que todas as suas decisões na história são tomadas por um medo de ser punido pela Primeira Ordem, cujo <i>modus operandi </i>ele conhece como nenhum outro. Existem outros personagens interessantes ao longo de <i>O Despertar da Força</i> que podem ser explorados em maior profundidade nos próximos filmes, mas que aqui já demonstram seu potencial através do tom certeiro dos seus atores, como o piloto de X-Wing Poe Dameron do ator Oscar Isaac, a Capitã Phasma de Gwendoline Christie, o General Hux de Domhnall Gleeson e até mesmo os personagens construídos por captura de movimentos dos atores Lupita Nyong&#8217;o e Andy Serkis, Maz Kanata e o Líder Supremo Snooke, respectivamente.</p>
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<p>E a maior prova de que J.J. Abrams conseguiu conservar os já numerosos fãs da série e angariar um novo e jovem grupo de fanáticos por <i>Star Wars </i>está ao final das sessões de <i>O Despertar da Força </i>ou mesmo nas ruas. É perceptível a empolgação de pequenos de diversas faixas etárias quando os créditos finais do novo filme da franquia começam a aparecer. As crianças não param de falar da Rey, do Finn, do Kylo Ren, de Han Solo, do Chewbacca, do BB-8&#8230; Basta entrar também em qualquer loja de brinquedos e ver como meninos e meninas com menos de dez anos de idade estão loucos para ter o próprio sabre de luz, que, por sinal, andam esgotados. Enfim, J.J. Abrams conseguiu mesmo despertar a força de uma franquia que nem mesmo o seu criador foi capaz de respeitar nos monótonos <i>A Ameaça Fantasma</i>, <i>Ataque dos Clones </i>e <i>A Vingança dos Sith</i>. Amigos e <i>haters</i>, gostem ou não, <i>Star Wars </i>está de volta!</p>
</div>
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		<title>Crítica: Star Wars – O Despertar da Força (SEM SPOILERS)</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-star-wars-o-despertar-da-forca-sem-spoilers/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Dec 2015 18:00:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Star Wars]]></category>
		<category><![CDATA[Star Wars: Episódio 7]]></category>
		<category><![CDATA[Star Wars: O Despertar da Força]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; CALMA, ESTE TEXTO NÃO CONTÉM SPOILERS – Confesso que nunca tive por Star Wars o apego que tenho por outras franquias, como Harry Potter (fãs, tenham compreensão, rsrs). Mas sim, sempre curti os filmes e o universo intergaláctico como um todo. Por isso me animei muito quando soube que a história ia retornar ao cinema com uma nova trilogia de continuação da primeira, que foi lançada em 1977. Então fomos na pré-estreia fazer parte do frenesi dos amantes desta [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-4174" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/12/ehbomsaber_StarWarsDespertarDaForça.jpg" alt="ehbomsaber_StarWarsDespertarDaForça" width="610" height="348" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>&#8211; CALMA, ESTE TEXTO NÃO CONTÉM SPOILERS –</strong></p>
<p>Confesso que nunca tive por <em>Star Wars</em> o apego que tenho por outras franquias, como Harry Potter (fãs, tenham compreensão, rsrs). Mas sim, sempre curti os filmes e o universo intergaláctico como um todo. Por isso me animei muito quando soube que a história ia retornar ao cinema com uma nova trilogia de continuação da primeira, que foi lançada em 1977. Então fomos na pré-estreia fazer parte do frenesi dos amantes desta série, sentir em primeiríssima mão a sensação de ter Han Solo de novo nas telonas.</p>
<p>A história, como disse, dá continuidade ao episódio VI, e traz o grupo da Resistência combatendo a reorganização do Império Galáctico como a Primeira Ordem, que agora é comandada por Kylo Ren. A localização de Luke Skywalker, sumido há aproximadamente 30 anos, é uma informação privilegiada que o piloto da Resistência Poe Dameron leva para o planeta Jakku, a mando da General Leia Organa. Poe acaba sendo preso por Kylo, mas consegue despachar a informação do mapa por seu droide BB-8. Enquanto Dameron conta com a ajuda de um Stormtrooper, que se revolta contra a Primeira Ordem, para fugir da prisão, BB-8 é encontrado por Rey, uma jovem que sobrevive catando lixo em Jakku.</p>
<p>Semelhanças com alguns cenários anteriores? Sim. O longa traz um perfil bastante parecido ao <em>Episódio IV</em>, com cenas que lembram batalhas antigas, enredos que sabemos como vai terminar. Mas calma, isso não quer dizer nem um pouco que o filme é ruim. Muitíssimo ao contrário, ele é maravilhoso. Porém um pouco previsível em alguns momentos. Aliás, um detalhe que percebemos logo de cara é o respeito que o diretor J.J. Abrams tem pela saga. É uma reverência à história criada por George Lucas, um alento para o coração dos fãs da Saga. Por sinal, eles comemoraram muito. Bateram palma, gritaram, curtiram verdadeiramente o retorno da série. Era palpável a alegria e a ansiedade por <em>Star Wars</em> dentro da sala de cinema. Quando a primeira cena começou, com aquele letreiro subindo e aquela música tocando, foi impossível não disparar o coração e pensar: “estou fazendo parte de um momento épico”.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-4175" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/12/Star-Wars-Harrison-Ford.jpg" alt="Star-Wars-Harrison-Ford" width="610" height="348" /></p>
<p>Esse respeito de que falo fica muito claro no momento em que Harrison Ford aparece. Ele está acompanhado do fiel escudeiro dele, Chewbacca, e retorna com o mesmo estilo de sempre, devendo dinheiro a quem não deve. Outros elementos são igualmente maravilhosos, como o primeiro momento em que C3PO e R2-D2 surgem, a própria Leia, etc. As referências à primeira trilogia são diversas e acontecem a todo momento. A própria nave de Han Solo, a Millennium Falcon, também está de volta. Aliás, é um momento de ápice no filme. Ela é chamada de sucata, mas consegue salvar o dia e tem muito mais possibilidades do que eles imaginam.</p>
<p>A parte tecnológica do filme, uma das mais aguardadas, mereceu toda a atenção que recebeu. Eles conseguiram mixar as tecnologias atuais com os cenários verdadeiros e personagens de verdade, trazendo um perfil ainda mais semelhante com os longas anteriores. Ficou realmente muito bom porque eles conseguiram encontrar o equilíbrio necessário para não perder o que a série tinha de melhor e ainda assim, adaptar para os tempos atuais.</p>
<p>Vale ressaltar que os personagens são pontos altíssimos do filme. É preciso entender que o elenco principal é completamente novo, tanto em personagens como em atores. Ainda assim, o diretor de elenco consegue colocar os elementos anteriores, fazendo o filme muito familiar aos olhos do espectador. Eles são muito bem apresentados. É tudo novo, mas o antigo também está presente. Isso facilitou a transição, além de funcionar muito bem. A química de todo o elenco é ótima, a dinâmica funciona naturalmente.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-4176" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/12/Kylo-Ren-star-wars.jpg" alt="Kylo-Ren-star-wars" width="610" height="348" /></p>
<p>Um dado muito importante é que o filme deixa muitas possibilidades para os próximos. Muitas histórias sem final, muitos personagens que foram pouco trabalhados, muitos começos que clamam por um fim. Ou seja, o público pode esperar ansiosamente pelos próximos filmes, pois certamente muita coisa ainda vai acontecer.</p>
<p>Como não faço parte dos fãs desesperados pela série, não senti falta de coisas que certamente nossos amigos do Conselho Jedi, por exemplo, devem ter sentido. Mas senti falta da resolução de certos pontos, do aprofundamento de certos personagens. É inegável que o filme tem pontos de questionamentos importantes, situações que são mal explicadas, e, principalmente, um personagem principal que não é bem desenvolvido: o Kylo Ren. A expectativa é que isso mude nos próximos, de verdade. A primeira cena em que surge, você pensa que ele é incrível, invencível, amedrontador. No entanto, isso não é sustentado ao longo das cenas que se seguem. Mas reforço, como disse anteriormente, que existem muitos fios soltos no filme e talvez essa construção do vilão seja explicada nos próximos longas.</p>
<p>Nossa, o filme é realmente um momento histórico para todos os fãs, apreciadores, novos conhecedores e pra sociedade em geral. É um deleite, um acalento para os corações ansiosos que esperavam tanto pelo retorno daquele universo. Sim, tem seus pontos de dúvida. Mas não deixa de ser maravilhoso por isso.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-4177" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/12/Star-wars-finn-rey-ama.jpg" alt="Star-wars-finn-rey-ama" width="610" height="348" /></p>
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		<title>Estreias da Semana: 17 a 23 de dezembro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Dec 2015 12:31:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estreias]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Estreias da Semana]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Labirinto de Mentiras]]></category>
		<category><![CDATA[Mia Madre]]></category>
		<category><![CDATA[Star Wars: O Despertar da Força]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Poucas estreias no cinema neste fim de semana. O ultra mega destaque vai para o super aguardado Star Wars – O Despertar da Força, o retorno da franquia de George Lucas aos cinemas depois de 10 anos desde o final da última trilogia. Tem ainda os dramas Mia Madre, de Nanni Moretti, e Labirinto de Mentiras. Confira sinopses e trailers abaixo! Star Wars – O Despertar da Força Direção: J.J. Abrams Elenco: Daisy Ridley, John Boyega, Oscar Isaac, Adam Driver, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Poucas estreias no cinema neste fim de semana. O ultra mega destaque vai para o super aguardado Star Wars – O Despertar da Força, o retorno da franquia de George Lucas aos cinemas depois de 10 anos desde o final da última trilogia. Tem ainda os dramas Mia Madre, de Nanni Moretti, e Labirinto de Mentiras. Confira sinopses e trailers abaixo!</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-4168" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/12/star-wars-the-force-awakens-lego-advertisement-tea_8a7k.1920.jpg" alt="star-wars-the-force-awakens-lego-advertisement-tea_8a7k.1920" width="610" height="348" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Star Wars – O Despertar da Força</strong><br />
<strong> Direção:</strong> J.J. Abrams<br />
<strong>Elenco:</strong> Daisy Ridley, John Boyega, Oscar Isaac, Adam Driver, Harrison Ford, Carrie Fisher, Mark Hamill, Lupita Nyong&#8217;o</p>
<p>Muito tempo após os fatos de &#8220;O Retorno de Jedi&#8221;, encontra-se a Primeira Ordem, uma organização sombria iniciada após a queda de Darth Vader e do Império. O grupo está em busca do poderoso Jedi Luke Skywalker, mas terão que enfrentar outro grupo em busca de Luke: a Resistência, liderada por Leia. Com informações do Adoro Cinema.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/4r0287tUEgk" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-4170" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/12/labyrinth_of_lies_still.jpg" alt="labyrinth_of_lies_still" width="610" height="348" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Labirinto de Mentiras</strong><br />
<strong> Direção:</strong> Giulio Ricciarelli<br />
<strong>Elenco:</strong> Alexander Fehling, André Szymanski, Friederike Becht, Hansi Jochmann</p>
<p>1958, Frankfurt, Alemanha. Johann Radmann (Alexander Fehling) é um jovem procurador que começa a investigar casos relacionados à Segunda Guerra Mundial, encerrada há mais de uma década. Aos poucos ele descobre que a extensão dos crimes vai muito além dos condenados pela justiça, percebendo o quanto o nazismo esteve entranhado na sociedade alemã. À medida que as investigações avançam, Radmann sofre uma pressão cada vez maior para que não siga além em sua busca. Com informações do Adoro Cinema.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/uiamX7iYdRE" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-4171" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/12/20150925-evento_img55e9d75fd5868.jpg" alt="20150925-evento_img55e9d75fd5868" width="610" height="348" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Mia Madre</strong><br />
<strong> Direção:</strong> Nanni Moretti<br />
<strong>Elenco:</strong> Margherita Buy, John Turturro, Giulia Lazzarini, Nanni Moretti</p>
<p>Margherita (Margherita Buy) é uma diretora de cinema que está prestes a iniciar as filmagens de seu novo longa-metragem, que será protagonizado pelo galanteador astro internacional Barry Hughins (John Turturro). Paralelamente, ela precisa lidar com vários problemas em sua vida pessoal, como o fim de um relacionamento e a doença da mãe (Giulia Lazzarini), que está internada no hospital.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/YOuzfNll0qo" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Podcast #01 &#8211; Retrospectiva 2014: Parte 2</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Jan 2015 20:55:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[2014]]></category>
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		<category><![CDATA[As Tartarugas Ninjas]]></category>
		<category><![CDATA[Caminhos da Floresta]]></category>
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		<category><![CDATA[Não aceitamos devoluções]]></category>
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		<category><![CDATA[O Ano mais Violento]]></category>
		<category><![CDATA[Os Homens São de Marte... E É Pra Lá Que Eu Vou]]></category>
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		<category><![CDATA[Sex Tape - Perdido na Nuvem]]></category>
		<category><![CDATA[Star Wars: O Despertar da Força]]></category>
		<category><![CDATA[Still Alice]]></category>
		<category><![CDATA[Transcendence - A Revolução]]></category>
		<category><![CDATA[Vício Inerente]]></category>
		<category><![CDATA[Vizinhos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; 2015 tá só começando e nós já estamos aquecendo as turbinas comentando os filmes que mais esperamos nesse ano. Expectativas e dúvidas não faltam. Será que Minions vai vingar? E Cinquenta Tons de Cinza? Ainda há credibilidade nos contos de fadas em live action depois de tantos fiascos? O que esperar de Cinderela? Fanboys (and girls!), Jurassic World ou Star Wars &#8211; O Despertar da Força? E a Julianne Moore? Será que dessa vez ela finalmente leva o Oscar? [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_2536" aria-describedby="caption-attachment-2536" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/12/img_917988921.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-2536 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/12/img_917988921-620x200.jpg" alt="img_91798892" width="620" height="200" /></a><figcaption id="caption-attachment-2536" class="wp-caption-text">Podcast #01- Retrospectiva 2014: Parte 2</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>2015 tá só começando e nós já estamos aquecendo as turbinas comentando os filmes que mais esperamos nesse ano. Expectativas e dúvidas não faltam. Será que <strong><em>Minions </em></strong>vai vingar? E <strong><em>Cinquenta Tons de Cinza</em></strong>? Ainda há credibilidade nos contos de fadas em <em>live action </em>depois de tantos fiascos? O que esperar de <strong><em>Cinderela</em></strong>? Fanboys (and girls!), <strong><em>Jurassic World </em></strong>ou <strong><em>Star Wars &#8211; O Despertar da Força</em></strong>? E a Julianne Moore? Será que dessa vez ela finalmente leva o Oscar? Dos filmes da atriz, você está aguardando mais <strong><em>Still Alice </em></strong>ou <strong><em>Mapa para as Estrelas</em></strong>?</p>
<p>Ainda deu tempo de finalizar a retrospectiva 2014, iniciada na <a href="http://coisadecinefilo.com.br/podcast-01-retrospectiva-2014-parte-1/">parte 1 do podcast,</a> elencando os piores filmes do ano que passou e Enoe pôde falar enfim sua lista de melhores atuações do ano! Preparem-se, não sobrou pedra sobre pedra. A galera é a mesma, Marcela Gelinski, Wanderley Teixeira e Enoe Lopes Pontes. Esperamos que gostem e comentem sobre o programa nos nossos canais de comunicação já conhecidos!</p>
<p>Trechos do podcast:</p>
<p>00:00 &#8211; Piores filmes de 2014</p>
<p>26: 51 &#8211; Melhores atuações de 2014, segundo Enoe</p>
<p>28:16 &#8211; Perspectivas para 2015</p>
<p><strong>ATENÇÃO! CUIDADO COM EVENTUAIS SPOILERS SOBRE OS FILMES COMENTADOS!</strong></p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/12/microfono_thumb.png"><img decoding="async" class="size-full wp-image-2531 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/12/microfono_thumb.png" alt="microfono_thumb" width="102" height="171" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Ouça </strong><a href="https://www.copy.com/s/gz3DPflkeQhbq3I7/Podcast%20Retrospectiva%202014%20-%20Parte%202.wav" target="_blank">aqui </a><strong>o Podcast #01 &#8211; Retrospectiva 2014: Parte 2</strong></p>
<p><strong>ATENÇÃO! CUIDADO COM EVENTUAIS SPOILERS SOBRE OS FILMES COMENTADOS!</strong></p>
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