<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Sonia Braga - Coisa de Cinéfilo</title>
	<atom:link href="https://coisadecinefilo.com.br/tag/sonia-braga/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/sonia-braga/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Thu, 11 Apr 2024 15:42:49 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/cropped-favicon3-5-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Sonia Braga - Coisa de Cinéfilo</title>
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/sonia-braga/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Crítica: A Primeira Profecia</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-primeira-profecia/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-primeira-profecia/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Apr 2024 15:42:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[A Primeira Profecia]]></category>
		<category><![CDATA[Arkasha Stevenson]]></category>
		<category><![CDATA[Bill Nighy]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Nell Tiger Free]]></category>
		<category><![CDATA[Sonia Braga]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=17907</guid>

					<description><![CDATA[<p>No cenário em que O Exorcista: O Devoto foi um dos títulos de terror mais decepcionantes de 2023, o resultado positivo de A Primeira Profecia é a grande surpresa de 2024. O longa retoma outra franquia bastante celebrada do gênero, A Profecia, cujo primeiro filme lançado em 1976 sob a direção de Richard Donner gerou continuações e remakes ao longo dos anos. A Primeira Profecia é uma prequela e narra eventos que antecederam os fatos abordados no filme de 1976 ao trazer as origens e o nascimento [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-primeira-profecia/">Crítica: A Primeira Profecia</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No cenário em que O Exorcista: O Devoto foi um dos títulos de terror mais decepcionantes de 2023, o resultado positivo de <em><strong>A Primeira Profecia</strong></em> é a grande surpresa de 2024. O longa retoma outra franquia bastante celebrada do gênero, A Profecia, cujo primeiro filme lançado em 1976 sob a direção de Richard Donner gerou continuações e remakes ao longo dos anos.</p>
<p><em><strong>A Primeira Profecia</strong></em> é uma prequela e narra eventos que antecederam os fatos abordados no filme de 1976 ao trazer as origens e o nascimento do garoto Damien, o anticristo adotado pelo casal de americanos vividos outrora por Gregory Peck e Lee Remick. Em <em>A Primeira Profecia</em> acompanhamos a chegada da noviça Margaret a um convento em Roma para iniciar sua trajetória religiosa. Nos primeiros dias da sua estadia, Margaret é surpreendida por estranhos acontecimentos no local, todos eles vinculados a uma jovem nascida no convento e mantida sob vigilância pelas freiras em virtude do seu comportamento arredio.</p>
<p>A diretora Arkasha Stevenson, mais conhecida pelo seu trabalho na televisão com séries como Vingança sabor Cereja e Legião, faz um trabalho extraordinário de profundo conhecimento das engrenagens do gênero terror. Apoiada por um roteiro de sua co-autoria que desenvolve de maneira consistente a mitologia em torno do anticristo e toda uma trama conspiratória envolvendo a Igreja Católica e sua predisposição a usar o medo como forma de manter a instituição viva e relevante para seus fiéis, Stevenson faz um ótimo trabalho na construção de uma cenário de &#8220;gelar a espinha&#8221; da sua protagonista e do público. <em><strong>A Primeira Profecia</strong></em> mantém o espectador atento a tudo o que acontece no filme e surpreende o público com o desenrolar dos seus eventos e com as imagens que corajosamente exibe para um contexto do audiovisual estadunidense cada vez mais tendente a assepsia.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-17936" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/04/image-1-2.png" alt="A Primeira Profecia" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/04/image-1-2.png 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/04/image-1-2-360x240.png 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/04/image-1-2-610x407.png 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/04/image-1-2-720x480.png 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Conforme mergulha nas tramoias engendradas pelos seus superiores, o cardeal interpretado por Bill Nighy e a madre superiora vivida por Sonia Braga, ambos ótimos e com grande destaque, a protagonista Margaret percorre um arco interessante de amadurecimento. Arkasha Stevenson realiza uma condução impecável, seja nos momentos em que deve ser sutil e não revelar muito para o espectador, seja nas passagens nas quais <em><strong>A Primeira Profecia</strong></em> flerta com o gore. Impossível, por exemplo, esquecer duas cenas de parto presentes na história, ambas apavorantes e de prender o fôlego.</p>
<p>Existe em <em><strong>A Primeira Profecia</strong></em> um eco da geração da década de 1970, daquilo que aqueles diretores imprimiam a essas histórias e que elevou o status do horror. É evidente que em cada decisão artística de Stevenson ela &#8220;conversa&#8221; com trabalhos marcantes da década, como é o caso do próprio A Profecia, O Exosrcista e, uma década antes, O Bebê de Rosemary. <em>A Primeira Profecia</em> tem uma coragem em abraçar o gênero, em explorar as nuances sociológicas das suas histórias e o potencial imagético do horror. Isso está presente na trilha sonora, no uso da luz e da sombra, na forma como o filme representa figuras demoníacas etc. Quem celebra essa filmografia, certamente se sentirá contemplado por esse longa.</p>
<p><em><strong>A Primeira Profecia</strong></em> é prova de como Hollywood pode explorar suas principais marcas preocupando-se com a qualidade nessas empreitadas, não é algo muito difícil. A direção bem aplicada de Arkasha Stevenson nesse longa reverencia o clássico e toda uma base do cinema de horror faz <em>A Primeira Profecia</em> aproveitando os melhores elementos dessa geração e utilizá-los de forma criativa, mas também sabe seguir os seus próprios caminhos, criando uma obra revigorante para quem gosta do gênero. Há boas lições a serem aprendidas com o resultado de <em>A Primeira Profecia</em> e Hollywood deveria tomar nota para que casos como este sejam mais frequentes do que desastres da proporção de O Exorcista: O Devoto.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Arkasha Stevenson</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Nell Tiger Free, Bill Nighy, Sônia Braga</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/-YHVFM_8a-s?si=ox2nnwNOXgdOA9v_" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-primeira-profecia/">Crítica: A Primeira Profecia</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-primeira-profecia/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Bacurau</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-bacurau/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-bacurau/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Aug 2019 22:11:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Alli Willow]]></category>
		<category><![CDATA[Antonio Saboia]]></category>
		<category><![CDATA[Bacurau]]></category>
		<category><![CDATA[Barbara Colen]]></category>
		<category><![CDATA[Chris Doubek]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Jonny Mars]]></category>
		<category><![CDATA[Julia Marie Peterson]]></category>
		<category><![CDATA[Juliano Dornelles]]></category>
		<category><![CDATA[Karine Teles]]></category>
		<category><![CDATA[Kleber Mendonça Filho]]></category>
		<category><![CDATA[Sonia Braga]]></category>
		<category><![CDATA[Thomas Aquino]]></category>
		<category><![CDATA[Udo Kier]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=11171</guid>

					<description><![CDATA[<p>Eis que chega aos cinemas nesta quinta-feira, dia 29 de agosto, o filme Bacurau, uma produção de Kleber Mendonça Filho (Aquarius) e Juliano Dornelles (O Ateliê da Rua do Brum). O longa nacional foi ovacionado no Festival de Cannes deste ano e levou o Prêmio do Júri na competição principal. Foi a primeira vez que o Brasil saiu vitorioso nesta categoria, que é uma das mais importantes da premiação. O filme narra a história de Bacurau, um pequeno povoado no [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-bacurau/">Crítica: Bacurau</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Eis que chega aos cinemas nesta quinta-feira, dia 29 de agosto, o filme <em><strong>Bacurau</strong></em>, uma produção de Kleber Mendonça Filho (<em>Aquarius</em>) e Juliano Dornelles (<em>O Ateliê da Rua do Brum</em>). O longa nacional foi ovacionado no Festival de Cannes deste ano e levou o Prêmio do Júri na competição principal. Foi a primeira vez que o Brasil saiu vitorioso nesta categoria, que é uma das mais importantes da premiação.</p>
<p>O filme narra a história de Bacurau, um pequeno povoado no sertão pernambucano que está sofrendo com a falta de água e o abandono do Estado. A população começa a perceber uma movimentação estranha no local, com drones aparecendo no céu, o povoado sumindo dos mapas e pessoas surgindo mortas. A população percebe, então, que está sendo atacada e decide se unir para combater o inimigo desconhecido.</p>
<p>Este é um dos filmes nacionais que mais criei expectativa nos últimos tempos. E graças ao excelente trabalho de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, não houve nem sombra de frustração na expectativa que foi criada. <em><strong>Bacurau</strong> </em>é um filme impactante e necessário, especialmente no cenário político e social atual.</p>
<p>O roteiro vai costurando desde o primeiro momento aquele cenário que vai ser apresentado logo em seguida. As relações interpessoais, a afetividade da população com o lugar onde vive, o cuidado com o próximo. Tudo isso vai sendo pincelado aos poucos e com assertividade, enquanto o espectador fica ainda mais intrigado do que os personagens com o que está acontecendo no povoado.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11168" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/3314259.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/3314259.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/3314259.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/3314259.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>O cenário é distópico. O enredo explica de pronto que aquela história acontece daqui a alguns anos, sem especificar quanto tempo passou e o que se transformou no caminho. Informações surgem nos arredores da narrativa, sem atrair o foco. Termos como &#8220;Brasil do Sul&#8221; chamam a atenção do espectador mais atento, assim como uma revolução que estaria acontecendo em São Paulo. Sem mais detalhes, tudo isso auxilia na construção daquele universo de abandono que Bacurau se insere.</p>
<p>Como uma reverência ao Nordeste e o sertão, o longa é cuidadoso ao expor nossas peculiaridades, sem tomar o caminho do estereótipo. A mistura de realidades, que envolvem um interior precário e sem acesso ao básico, como água e medicação, e a tecnologia avançada, o uso de celulares e <em>tablets</em> na rotina da população, assim como o reconhecimento do drone.</p>
<p>Outro ponto alto de <strong><em>Bacurau</em> </strong>é a cuidadosa escolha de elenco. Além de envolver atores nordestinos, eles escolheram diversos figurantes locais que definitivamente fizeram toda a diferença no resultado final. Todo o elenco está alinhado e equilibrado, nos permitindo vivenciar uma experiência artística completa.</p>
<p>Ao surgir, Sônia Braga (<em>Aquarius</em>) reina absoluta em cena. É quase uma covardia dividir o plano com ela, que nos presenteia a cada segundo com um atuação impecável. Mesmo atraindo a atenção para si, Braga é sempre generosa em tela. Ela não tem a intenção de roubar a cena.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11165" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/2998859.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/2998859.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/2998859.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/2998859.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Ao falar de temáticas da rotina, como a relação da população com a prostituição, a fé, a proteção entre os moradores, o roteiro nos propõe a reflexão de outras nuances. Além disso, expõe claramente o comportamento do brasileiro de enaltecer o que é de fora e criticar o próprio país.</p>
<p><strong><em>Bacurau</em> </strong>é recheado de críticas e alfinetas sutis aos nossos hábitos e a forma como nos relacionamos com as pessoas e com os lugares que vivemos. Cenas como a que o americano chega no museu e pega, displicentemente, um dos objetos e guarda na sacola, nos mostra o quanto é corriqueiro para o estrangeiro querer levar um pedaço de nós, mesmo que sem autorização.</p>
<p>A própria Bacurau assume protagonismo na história. É como se fosse um personagem vivo e com personalidade palpável. A medida que a população vai mostrando a sua relação com o povoado, isso vai ficando ainda mais perceptível. Ninguém ali é mais importante do que o local pelo qual eles batalham.</p>
<p><em><strong>Bacurau</strong> </em>é um filme visceral, intenso e completamente necessário. Todo os sentimentos que surgem ao logo da trama e que incomodam o espectador, provam que a produção cumpriu o seu objetivo de causar inquietude. Este é o tipo de longa que vai se revelando ainda mais a cada sessão e poderá ter interpretações distintas, a depender da bagagem histórica de cada espectador. Uma brilhante prova de que o cinema nacional está no auge.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Kleber Mendonça Filho, Juliano Dornelles<br />
<strong>Elenco:</strong> Barbara Colen, Sônia Braga, Udo Kier, Karine Teles, Chris Doubek, Alli Willow, Jonny Mars, Antonio Saboia, Thomas Aquino, Julia Marie Peterson</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/1DPdE1MBcQc" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-bacurau/">Crítica: Bacurau</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-bacurau/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Aquarius</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-aquarius/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-aquarius/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Aug 2016 12:19:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Aquarius]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Estreias]]></category>
		<category><![CDATA[Kleber Mendonça Filho]]></category>
		<category><![CDATA[Sonia Braga]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=6642</guid>

					<description><![CDATA[<p>Estreia nesta semana Aquarius, o novo filme dirigido e roteirizado por Kleber Mendonça (O Som ao Redor) e estrelado por Sônia Braga (Gabriela Cravo e Canela). Intenso, cheio de metáforas para o cenário social e político brasileiro, o longa é aquele soco no estômago que gera diversas reflexões de forma pontual. Isto porque ele discute as transformações dos aspectos físicos e sociais do Brasil, o que há de mais bonito em alguns e de tão sujo e corrupto em outros. A história [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-aquarius/">Crítica: Aquarius</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Estreia nesta semana <i>Aquarius</i>, o novo filme dirigido e roteirizado por Kleber Mendonça (<i>O Som ao Redor</i>) e estrelado por Sônia Braga (<i>Gabriela Cravo e Canela</i>). Intenso, cheio de metáforas para o cenário social e político brasileiro, o longa é aquele soco no estômago que gera diversas reflexões de forma pontual. Isto porque ele discute as transformações dos aspectos físicos e sociais do Brasil, o que há de mais bonito em alguns e de tão sujo e corrupto em outros.</p>
<p>A história se passa em Recife e, desde seu início, se pode compreender as relações que serão estabelecidas durante a projeção. Nas primeiras cenas, o público se depara com a família da protagonista, com toda a história forte da personagem e da relação que ela estabelece com a cidade. Clara (Braga) é uma mulher que passou por um câncer, viúva, mãe, jornalista. Cheia de força, personalidade e inteligência, ela precisa defender o prédio que mora, no qual passou por tantos momentos importantes e marcantes, porque uma construtora deseja comprar o lugar para fazer mais uma daquelas edificações luxuosas na orla de Pina.</p>
<p>Entre os planos abertos que mostram os grandes prédios da cidade e os closes em Clara, Kleber Mendonça passa a sensação do distanciamento e aproximação da realidade deste tipo de situação recorrente no país. Ao mesmo tempo que se têm pessoas que lutam cotidianamente para se manterem vivas, outras habitam um universo egoísta e possuem as coisas mais fáceis, fazem parte de famílias importantes, que dominam diversos mercados e acabam controlando a maioria dos setores financeiros, culturais e sociais.</p>
<p>Para além da discussão tão profunda sobre a sociedade do Brasil, a juventude insensível e a ignorância da elite brasileira, o longa não só traz discussões pungentes, como faz isso de forma bem executada. A narrativa, dividida em capítulos, constrói a visão do espectador sobre Clara e sua força e certeza sobre suas convicções. Mendonça consegue captar a essência da mulher emponderada e o que resta de sensibilidade na sociedade contemporânea.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-6648" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/08/alx_cinema-filme-aquarius-20150818-006_original1.jpeg" alt="alx_cinema-filme-aquarius-20150818-006_original1" width="610" height="348" /></p>
<p>O elenco também contribui para o desenvolver progressivo da trama. As necessidades, revoltas e urgências das personas vão se revelando no roteiro e os atores vão intensificando a medida em suas interpretações. Por exemplo, enquanto nos primeiros contatos entre as personagens Clara e Diego (Humberto Carrão, mais conhecido por seu trabalho em telenovelas como <em>Cheias de Charme</em>) começam com palavras cordiais, no meio até o final da trama os confrontos passam a ser mais diretos, firmes, chegando até o ponto no qual não se tem mais tanto pudor nas palavras. A máscara de Diego cai e a personagem de Braga já não suporta mais tanta desconsideração e falta de caráter.</p>
<p>A relação destas duas personagens é inclusive o destaque da película. São duas gerações, duas formas distintas de enxergar o mundo, de ter posições sobre a vida e cada um representa um retrato diferente da classe média do Brasil. O que poderia ser exposto como o embate entre o garoto galã, abastado e a mulher intelectual, politizada e preenchida de sensibilidade.</p>
<p>Para arrematar toda a qualidade do longa, ele ainda tem uma trilha sonora fantástica! Dois navegantes, Maria Bethânia, Alcione, Gilberto Gil, Roberto Carlos e Erasmo. As músicas, além de boas, não estão apenas como pano de fundo, mas também como fator determinante da personalidade da protagonista, que é crítica musical. A relação que ela estabelece com as canções é forte e profunda, mostrada não tão somente em sua profissão, mas como em seus olhares, nos momentos marcantes, na memória de Clara.</p>
<p><i>Aquarius</i> é uma película forte, marcada pela exposição sutil de um declínio de valores da sociedade brasileira, mas uma fagulha de esperança na força da personagem principal, que ultrapassa as telas e chega no espectador em formas de arrepios, lágrimas, vibrações e uma sensação de que tudo pode mudar se houver coerência, reflexão e resiliência.</p>
<p><b>Assista ao trailer!</b></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/VB-5rodvHUc" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-aquarius/">Crítica: Aquarius</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-aquarius/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Notícias da semana: Movimentações no universo Warner/DC e o Festival de Cannes</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/noticias-da-semana-movimentacoes-no-universo-warnerdc-e-o-festival-de-cannes/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/noticias-da-semana-movimentacoes-no-universo-warnerdc-e-o-festival-de-cannes/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 May 2016 14:28:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Batman vs. Superman - A Origem da Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[DC Comics]]></category>
		<category><![CDATA[Esquadrão Suicida]]></category>
		<category><![CDATA[Festival de Cannes 2016]]></category>
		<category><![CDATA[Sonia Braga]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=6009</guid>

					<description><![CDATA[<p>&#160; Apesar de negarem durante um certo tempo que a má recepção da crítica e de parte dos fãs dos quadrinhos a Batman vs. Superman &#8211; A Origem da Justiça tenha afetado a composição do universo DC Comics na Warner, desde que foi anunciada uma queda vertiginosa na bilheteria do longa a partir da sua segunda semana de exibição (que, claro, não transformou o filme em um desastre financeiro, mas evidenciou um retorno abaixo do esperado com uma arrecadação de cerca 870 milhões [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/noticias-da-semana-movimentacoes-no-universo-warnerdc-e-o-festival-de-cannes/">Notícias da semana: Movimentações no universo Warner/DC e o Festival de Cannes</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>Apesar de negarem durante um certo tempo que a má recepção da crítica e de parte dos fãs dos quadrinhos a <strong><em>Batman vs. Superman &#8211; A Origem da Justiça </em></strong>tenha afetado a composição do universo <strong>DC Comics</strong> na Warner, desde que foi anunciada uma queda vertiginosa na bilheteria do longa a partir da sua segunda semana de exibição (que, claro, não transformou o filme em um desastre financeiro, mas evidenciou um retorno abaixo do esperado com uma arrecadação de cerca 870 milhões de dólares) , vieram a público uma série de notícias que dão conta de um cenário de transformações e novos rumos criativos no estúdio. Essa semana, foi noticiado pelo The Hollywood Reporter que o diretor Zack Snyder não será mais a &#8220;cabeça criativa&#8221; do univerdo DC nos cinemas, mas sim os produtores <strong>Geoff Johns</strong> e <strong>Jon Berg</strong>, que prometem dar uma unidade aos filmes dos personagens da Liga da Justiça nos moldes do que anda sendo feito pelo produtor Kevin Feige na Marvel Studios no que diz respeito aos títulos vinculados ao projeto <em>Vingadores</em>.</p>
<p>Vale lembrar que Geoff Johns tem muita familiaridade com o universo DC Comics. Nos quadrinhos, ele já roteirizou histórias do Superman, da Liga da Justiça, do Aquaman e do Lanterna Verde e também esteve à frente das elogiadas séries animadas dos personagens na TV. Para selar a sua entrada como &#8220;cabeça&#8221; do universo DC, Johns anunciou que pretende tornar os filmes da Liga da Justiça e todos os títulos vinculados a ele mais &#8220;esperançosos e otimistas&#8221;, uma clara resposta às críticas que acharam <em>Batman vs. Superman </em><em>dark </em>demais para filmes de super-heróis e as preocupações dos fãs de que o mesmo tom seja adotado nos demais títulos dos personagens.</p>
<p>O anúncio sucede uma série de outras notícias envolvendo a &#8220;dança das cadeiras&#8221; por lá. Já foi oficializado o filme solo do Batman sob a direção e o roteiro de Ben Affleck, que também estrelará a produção como o personagem; o diretor Seth Grahame-Smith saiu do comando do filme do Flash; e, mais uma vez ele, Ben Affleck será produtor de <em>Liga da Justiça</em>,<em> </em>tendo uma função criativa importante no projeto. Portanto, para o bem ou para o mal, relevantes decisões e mudanças estão sendo feitas na gerência desses filmes. Se, por um lado, tudo isso pode soar &#8220;desespero&#8221; por parte da Warner, que estaria fazendo essa dezena de anúncios como uma medida para acalmar os fãs mais indóceis dos quadrinhos, podendo parecer também preocupante tendo em vista que tudo isso está acontecendo no exato momento em que <em>Liga da Justiça </em>começa a ser filmado, por outro lado, pode realmente ser traduzido em mudanças positivas antes que tudo de fato desande por lá, afinal, humildade em reconhecer os erros e correr atrás do prejuízo é prudência e sabedoria.</p>
<p><em>Liga da Justiça </em>chega aos cinemas<em> </em>em 16 de novembro de 2017.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-6011" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/05/13249548_10206794245231545_223361931_n.jpg" alt="13249548_10206794245231545_223361931_n" width="600" height="348" /></p>
<p>No entorno de toda essa movimentação nos bastidores da Warner/DC estão dois títulos que, ao que tudo indica, parecem não ter sido afetados pela recepção a <em>Batman vs. Superman</em>, <em>Esquadrão Suicida</em>, que reunirá um grupo de vilões do universo DC, e <em>Mulher Maravilha</em>, cujas filmagens foram encerradas nesse mês de maio, conforme anúncio da atriz Gal Gadot via <em>Instagram</em>.  E os executivos da Warner/ DC estão muito animados com ambos, principalmente com <em>Esquadrão Suicida</em>. Tanto que essa semana foi divulgado pelo The Hollywood Reporter que está em desenvolvimento no estúdio um filme solo com a <strong>Arlequina</strong>, personagem da atriz <strong>Margot Robbie</strong> em <em>Esquadrão Suicida</em>.</p>
<p>Desde que saíram os primeiros trailers dos filmes, a popular parceira do Coringa nos quadrinhos tem sido um dos assuntos mais comentados quando se fala de <em>Esquadrão Suicida</em>. O que se comenta é que todos andam tão impressionados com o desempenho de Robbie como a personagem e que ela mergulhou tanto no processo de composição que seria impossível não considerar um filme protagonizado pela Arlequina em um futuro próximo. Segundo o The Hollywood Reporter, o longa teria um tom &#8220;girl power&#8221; e traria outras personagens femininas do universo DC , entre vilãs e heroínas, como a Hera Venenosa, parceira constante da Arlequina nas HQs, a Batgirl e a Canário Negro. De acordo com o veículo, Robbie terá uma importante participação na concepção do roteiro e já está, mais uma vez, mergulhando nas HQs da personagem para entender que ideias podem funcionar nesse novo filme, que não tem previsão de estreia.</p>
<p>Entender até que ponto esse projeto funcionará, não dá para saber, até porque <em>Esquadrão Suicida </em>ainda não estreou e tudo o que se tem sobre ele são notas de bastidor, expectativas e seus trailers, todos ótimos, por sinal. É esperar agosto, mês que o filme estreará no Brasil, para saber como Robbie está na pele da Arlequina. Acredito o andamento desse projeto solo da personagem depende do retorno que <em>Esquadrão Suicida </em>terá em agosto.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-6012" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/05/13245850_10206794245151543_65250381_n.jpg" alt="13245850_10206794245151543_65250381_n" width="600" height="348" /></p>
<p>Dando uma pausa no universo dos super-heróis, essa semana o <strong>Festival de Cannes</strong> movimentou as pautas dos veículos especializados. Dos títulos que passaram pelo crivo de críticos e do público presente no evento, alguns não tiveram a recepção esperada, como foi o caso de: <em>The Last Face</em>, retorno de Sean Penn à direção de um longa-metragem (seu primeiro filme foi <em>Na Natureza Selvagem</em>), com Charlize Theron e Javier Bardem no elenco; <em>The Neon Demon, </em>do diretor Nicolas Winding Refn (que ganhou o prêmio de direção por lá em 2011 com <em>Drive</em>); e <em>Personal Shopper</em>, nova parceria do diretor Olivier Assayas (<em>Acima das Nuvens</em>) com a atriz Kristen Stewart. Os três projetos receberam vaias em suas exibições, mostrando-se como as decepções do festival, até o momento. <em>Jogo do Dinheiro</em>, filme dirigido por Jodie Foster com Julia Roberts e George Clooney no elenco, também não teve uma das recepções mais entusiasmadas do festival. O longa deve chegar pelas próximas semanas no Brasil.</p>
<p>Filmes de cultuados cineastas também passaram por lá, mas tiveram respostas positivas para alívio dos cinéfilos. O novo longa de Steven Spielberg, <em>O Bom Gigante Amigo</em>, teve uma recepção amistosa, mas ficou dividido entre a crítica norte-americana que enxergou no título um retorno do realizador aos seus tempos de filmes como <em>E.T. &#8211; O Extraterrestre</em> e a crítica europeia que reagiu com desdém à nova produção de fantasia do diretor. Por sua vez, a abertura do festival com <em>Café Society</em> do Woody Allen pareceu uma decisão acertada dos realizadores do evento, já que o filme do cineasta teve um ótimo retorno dos críticos, alguns os considerando como o seu melhor filme desde <em>Meia Noite em Paris</em>, que também fora exibido em Cannes em 2011. Além disso, <em>Café Society </em>rendeu elogios a performance de Kristen Stewart, a grande estrela do filme e que tem sido a &#8220;queridinha&#8221; dos críticos por lá desde o seu ótimo desempenho em <em>Acima das Nuvens</em>. <em>Julieta</em>, de Pedro Almodóvar, também teve sua passagem por Cannes e confirmou o talento do diretor espanhol na condução de histórias centradas no universo feminino. O título foi enaltecido pela sua abordagem sobre temas como a maternidade e teve, no geral, um retorno bastante positivo no evento.</p>
<p>No que diz respeito aos prêmios, dois títulos parecem despontar na bolsa de apostas para a cobiçado Palma de Ouro, que esse ano será decidida pelo júri encabeçado pelo realizador George Miller (<em>Mad Max &#8211; Estrada da Fúria</em>): a comédia<em> Toni Erdmann</em>, de Maren Ade, até o momento, apontado por todos como o título mais surpreendente da seleção; e o brasileiro <strong><em>Aquarius</em></strong>, de <strong>Kleber Mendonça Filho</strong>, que, por sinal, anda sendo alvo de uma tentativa insana de &#8220;boicote&#8221; no seu próprio país, com direito a ofensas lamentáveis desferidas contra seus envolvidos. O longa de Mendonça Filho levou <strong>Sonia Braga</strong> de volta ao festival e faz da estrela uma forte concorrente ao prêmio de melhor atriz do ano. Apostar em um título que vai levar a Palma de Ouro é sempre difícil, por mais que os indicadores e que a crítica nos aponte para um certo caminho, o júri pode surpreender a gente. Então, mesmo que esses longas tenham tido respostas muito positivas de quem esteve no festival, o resultado pode ser outro, completamente diverso do esperado. O Festival de Cannes 2016 será encerrado nesse domingo, dia 22, data em que será anunciada a sua lista de premiados.</p>
<p>Nota: Dois outros títulos também receberam retornos positivos: a comédia de ação Dois<em> Caras Legais</em>, de Shane Black (<em>Beijos e Tiros</em>), com Ryan Gosling e Russell Crowe, que deve chegar em breve no circuito comercial por aqui; e <em>Loving, </em>de Jeff Daniels (<em>O Abrigo </em>e <em>Amor Bandido</em>), com Joel Edgerton, Michael Shannon e Ruth Negga .</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/noticias-da-semana-movimentacoes-no-universo-warnerdc-e-o-festival-de-cannes/">Notícias da semana: Movimentações no universo Warner/DC e o Festival de Cannes</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/noticias-da-semana-movimentacoes-no-universo-warnerdc-e-o-festival-de-cannes/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Boletim de Notícias: 07 de julho</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/boletim-de-noticias-07-de-julho/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/boletim-de-noticias-07-de-julho/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2015 22:47:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Armie Hammer]]></category>
		<category><![CDATA[Chris Pine]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Doutor Estranho]]></category>
		<category><![CDATA[Guy Ritchie]]></category>
		<category><![CDATA[Han Solo]]></category>
		<category><![CDATA[Henry Cavill]]></category>
		<category><![CDATA[Kleber Mendonça Filho]]></category>
		<category><![CDATA[Lanterna Verde]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher-Maravilha]]></category>
		<category><![CDATA[Os Agentes da UNCLE]]></category>
		<category><![CDATA[Rachel McAdams]]></category>
		<category><![CDATA[Sonia Braga]]></category>
		<category><![CDATA[Star Wars]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=3088</guid>

					<description><![CDATA[<p>&#160; Rachel McAdams e Chris Pine em projetos da Marvel e da DC  Escalações de elenco para os próximos filmes da Marvel e da DC/Warner estão tomando conta dos sites de notícia nesse início da semana. A Marvel pretende chamar a atriz Rachel McAdams (True Detective) para viver a principal personagem feminina de &#8220;Doutor Estranho&#8221;, protagonizado por Benedict Cumberbatch e com Chiwetel Ejiofor e Tilda Swinton no elenco. Já a DC está interessada em chamar o ator Chris Pine para [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/boletim-de-noticias-07-de-julho/">Boletim de Notícias: 07 de julho</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Rachel McAdams e Chris Pine em projetos da Marvel e da DC </strong></p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-3089" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/2015_minions_movie-wide.jpg" alt="2015_minions_movie-wide" width="594" height="387" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/2015_minions_movie-wide.jpg 594w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/2015_minions_movie-wide-100x65.jpg 100w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/2015_minions_movie-wide-260x170.jpg 260w" sizes="(max-width: 594px) 100vw, 594px" /></p>
<p>Escalações de elenco para os próximos filmes da Marvel e da DC/Warner estão tomando conta dos sites de notícia nesse início da semana. A Marvel pretende chamar a atriz Rachel McAdams (True Detective) para viver a principal personagem feminina de &#8220;Doutor Estranho&#8221;, protagonizado por Benedict Cumberbatch e com Chiwetel Ejiofor e Tilda Swinton no elenco. Já a DC está interessada em chamar o ator Chris Pine para interpretar o interesse amoroso da Mulher-Maravilha no filme-solo da heroína ou o próximo Lanterna Verde.</p>
<p><strong>Henry Cavill e Armie Hammer vêm para o Brasil </strong></p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/tumblr_nn6v0jAUcr1squubko4_540.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-3090" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/tumblr_nn6v0jAUcr1squubko4_540.jpg" alt="Armie Hammer, Henry Cavill" width="512" height="342" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/tumblr_nn6v0jAUcr1squubko4_540.jpg 512w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/tumblr_nn6v0jAUcr1squubko4_540-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 512px) 100vw, 512px" /></a></p>
<p>Os atores Henry Cavill (O Homem de Aço) e Armie Hammer (O Cavaleiro Solitario) devem chegar ao Brasil em agosto para divulgar &#8220;O Agente da UNCLE&#8221;, longa de espionagem de Guy Ritchie que os dois protagonizam. O filme estreia em setembro no Brasil.</p>
<p><strong>Sonia Braga protagonizará novo filme do diretor de <em>O Som ao Redor</em></strong></p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/son2.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-3091" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/son2-620x388.jpg" alt="son2" width="620" height="388" /></a></p>
<p>O diretor Klebber Mendonça Filho (O Som ao Redor) acaba de oficializar em sua conta pessoal do Facebook que a atriz <strong>Sonia Braga</strong> será a protagonista do seu próximo longa, <em>Aquarius. </em>Há muitos anos Braga está afastada dos cinema brasileiro, este será o retorno da atriz que fez a seguinte declaração sobre a oportunidade de trabalhar com o diretor: &#8220;Quando li Aquarius, tive que parar para respirar. Sim, respirar e entender que era real. Que era um roteiro do Kleber Mendonça e que ele estava me oferecendo para participar. Pareceu de cara um sonho: uma personagem íntegra, da minha idade, com meus sonhos, com os meus sonhados filhos e família. Quis logo viver esta mulher. As palavras do roteiro pareciam que ja tinham andado na minha boca. Quando assisti a O Som ao Redor, entendi logo que tinha que parar, respirar, voar, para entrar no universo incrível e magnificamente estranho do Kleber. Me vi, me senti nele. Sei que a viagem em Aquarius será um mergulho num profundo mar azul, infinito e misterioso, mas simples. Um mergulho nos meus mais profundos sonhos e desejos. Mas, principal e finalmente, a volta e um mergulho na minha língua mãe, que me acolheu sempre tão carinhosamente. Kleber me escolheu e eu fico muito agradecida que um grande cineasta como ele me veja assim, dentro deste universo estranhamente desnivelado , mas com linhas paralelas, que só os artistas colocam no infinito&#8221;.</p>
<p><strong>Filme solo de Han Solo já está em desenvolvimento na Disney</strong></p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/HanSolo031612.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-3092" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/HanSolo031612-620x348.jpg" alt="HanSolo031612" width="620" height="348" /></a></p>
<p>Como já anunciado, a Disney não pretende lançar apenas uma nova trilogia para a saga <em>Star Wars</em>, cujo primeiro episódio <em>Star Wars &#8211; Episódio VII: O Despertar da Força </em>deve chegar aos cinemas no fim de 2015, mas também vários <em>spin-offs </em>com personagens importantes da franquia. Um desses filmes que já está em desenvolvimento trará Han Solo (Harrison Ford), em sua versão mais jovem e suas aventuras anteriores aos longas da trilogia da década de 80. Os diretores já foram escolhidos, Christopher Miller e Phil Lord, da série <em>Anjos da Lei </em>e da animação <em>Uma Aventura Lego</em>. Resta encontrar o ator que dará vida ao personagem em sua versão mais jovem.</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/boletim-de-noticias-07-de-julho/">Boletim de Notícias: 07 de julho</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/boletim-de-noticias-07-de-julho/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
