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	<title>Arquivos Slashers - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Slashers - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Halloween Ends</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Oct 2022 18:11:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A antecipação é uma das armas mais poderosas para grandes produtoras e distribuidoras de filmes. A espera dos fãs por um novo projeto de determinado nicho ou um novo capítulo de uma saga querida costumam encher salas de cinema mundo afora e arrecadar montanhas de dinheiro. No entanto, essa mesma antecipação pode ter seus perigos. Quanto mais alta a expectativa, mais alta pode ser a decepção do público ao ver que o tão sonhado longa-metragem não alcançou seus desejos. Seria [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A antecipação é uma das armas mais poderosas para grandes produtoras e distribuidoras de filmes. A espera dos fãs por um novo projeto de determinado nicho ou um novo capítulo de uma saga querida costumam encher salas de cinema mundo afora e arrecadar montanhas de dinheiro. No entanto, essa mesma antecipação pode ter seus perigos. Quanto mais alta a expectativa, mais alta pode ser a decepção do público ao ver que o tão sonhado longa-metragem não alcançou seus desejos.</p>
<p>Seria esse o caso de <b><i>Halloween Ends</i></b>? O capítulo final dessa trilogia sobre uma das maiores franquias de terror da história chega aos cinemas nesta quinta-feira (13) com a promessa de ser o confronto definitivo entre o bem e o mal. O embate entre Laurie Strode e Michael Myers obviamente acontece, mas o restante da narrativa não é bem o que se espera. Assim, o que havia sido anunciado como uma história épica e inesquecível na verdade tem seus percalços ao longo dos seus 111 minutos de duração.</p>
<p>Após os eventos do Halloween de 2018, a pacata cidade americana de Haddonfield se viu sem novos traumas, mas também sem pistas sobre o paradeiro do temível bicho-papão local. No entanto, depois de quatro anos escondido, Michael Myers (James Jude Courtney) retorna à sua cidade natal para, enfim, ter o embate final com sua vítima favorita, Laurie Strode (Jamie Lee Curtis).</p>
<p>É claro que o longa não se distancia completamente da sua promessa. <b><i>Halloween Ends</i></b> segue marcando a última batalha entre a primeira <i>final girl</i> e um dos bichos-papões mais conhecidos do cinema <i>slasher</i>. Da mesma forma, a produção também volta às origens e cria imagens similares às feitas por John Carpenter (<i>O Enigma de Outro Mundo</i>, de 1982, e <i>À Beira da Loucura</i>, de 1994) em seu filme original de 1978. No entanto, o trajeto para chegar ao momento esperado há mais de 40 anos pelos fãs da franquia foi repleto de <i>subplots</i> confusos e distantes do que se espera de <b><i>Halloween</i></b>.</p>
<p>Mas, para entender os deslizes de <b><i>Halloween Ends</i></b>, é preciso retornar ao seu início. David Gordon Green (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-que-te-faz-mais-forte/"><em>O Que Te Faz Mais Forte</em></a> e <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-halloween/"><b><i>Halloween</i></b></a>, ambos de 2018) ao lado de seu companheiro de criação do conceito dessa trilogia, o produtor, ator e roteirista Danny McBride (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-alien-covenant/"><em>Alien: Covenant</em></a>, de 2017, e <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-familia-mitchell-e-a-revolta-das-maquinas/"><i>A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas</i></a>, de 2021) começaram o processo com uma <i>requel</i> (continuação direta que refaz alguns conceitos da saga) fiel ao filme originário, sem perder suas características próprias. Em <i>Halloween Kills: O Terror Continua </i>(2021), Green e McBride ampliam a história, dando um enfoque maior nas consequências e marcas deixadas pelo terror causado por Michael. Apesar do pano de fundo interessante, isso já colocou de lado a personagem principal de Jamie Lee.</p>
<figure id="attachment_16018" aria-describedby="caption-attachment-16018" style="width: 750px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-16018" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Halloween-Ends-5-750x500.jpg" alt="Halloween Ends (2022)" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Halloween-Ends-5-750x500.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Halloween-Ends-5-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Halloween-Ends-5-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Halloween-Ends-5-720x480.jpg 720w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Halloween-Ends-5-770x513.jpg 770w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Halloween-Ends-5.jpg 1050w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption id="caption-attachment-16018" class="wp-caption-text">Jamie Lee Curtis e James Jude Courtney em cena de “Halloween Ends” (2022)</figcaption></figure>
<p>Agora, no terceiro capítulo dessa narrativa banhada por sangue e cicatrizes, os co-criadores da trilogia vão além (e não no bom sentido). As feridas abertas das Strode e da própria cidade de Haddonfield dão espaço para um romance shakespeariano e um enfoque num novo personagem. E é preciso entender que, para durar três filmes, a história deveria se expandir. Ainda que com os problemas, a dimensão social trazida em <i>Halloween Kills</i> é interessante e inteligente, mas, em <b><i>Halloween Ends</i></b>, essa extrapolação mais parece encheção de linguiça do que uma verdadeira ferramenta narrativa.</p>
<p>Esses artifícios de dilatação da história soam, em muitos momentos, frágeis e sem propósito. Os fãs da franquia aguardaram 44 anos para ver A Figura ter seu fim sob as mãos da <i>final girl</i> original e isso parece ser secundário durante mais da metade de <b><i>Halloween Ends</i></b>. No lugar do confronto final, vemos Laurie proibindo um amor tão rápido e perigoso quanto o de Romeu e Julieta. E, como dito anteriormente, quanto maior a expectativa, maior a decepção quando ela não é atendida.</p>
<p>É uma pena ver uma produção com tanto potencial ir desmoronando ao longo dos anos. O que começou como uma promessa de paixão e qualidade aos fãs de <b><i>Halloween</i></b>, termina com um gosto amargo de interferência da máquina hollywoodiana de fazer dinheiro. Ao menos, a tão aguardada sequência final de luta entre Laurie e Michael foi digna. Um embate cheio de sombras, dor e momentos de tensão, como Green e McBride souberam fazer em <i>Halloween</i> (2018).</p>
<p>Ainda que com suas falhas e deslizes, <b><i>Halloween Ends</i></b> demarca o fim de uma história que mudou o cinema de terror e deu vida aos filmes <i>slashers</i>. A franquia <b><i>Halloween</i></b> parece ter tido um encerramento que, com problemas ou não, se mostra mais coerente e coeso do que as versões anteriores. Falta agora saber o que o futuro guarda aos fãs da franquia porque, como a própria Laurie diz no longa, o mal não morre, ele apenas muda de forma.</p>
<p><strong>Direção:</strong> David Gordon Green</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Jamie Lee Curtis, Andi Matichak, Rohan Campbell, Will Patton, Kyle Richards e James Jude Courtney</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="Halloween Ends | Trailer Final" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/gz1-ixdPGhM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Crítica: X – A Marca da Morte</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Aug 2022 01:09:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Completando 10 anos em 2022, a A24 trouxe para o cinema produções que antes não eram vistas. A missão do estúdio independente sempre foi investir em projetos que fujam um pouco do mainstream para dar espaço a produções diferentes. A partir de seu segundo ano, a A24 passou a investir cada vez mais em narrativas de terror, com sucessos como A Bruxa (2016), Hereditário (2018) e Midsommar – O Mal Não Espera a Noite (2019), compondo os 20 filmes do gênero [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Completando 10 anos em 2022, a <strong>A24</strong> trouxe para o cinema produções que antes não eram vistas. A missão do estúdio independente sempre foi investir em projetos que fujam um pouco do <em>mainstream</em> para dar espaço a produções diferentes. A partir de seu segundo ano, a A24 passou a investir cada vez mais em narrativas de terror, com sucessos como <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-bruxa/"><em>A Bruxa</em></a> (2016), <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-hereditario/"><em>Hereditário</em></a> (2018) e <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-midsommar-o-mal-nao-espera-a-noite/"><em>Midsommar – O Mal Não Espera a Noite</em></a> (2019), compondo os 20 filmes do gênero já lançados pelo estúdio até hoje.</p>
<p><strong><em>X – A Marca da Morte</em></strong> é o mais recente lançamento de terror da A24. O filme, que estreou nos Estados Unidos em meados de março, é uma ótima produção para fechar esse ciclo dos 20 primeiros filmes do estúdio por funcionar como uma homenagem aos <em>slashers</em> clássicos dos anos 1970/1980. O longa-metragem desenha a sua narrativa a partir de referências a <em>O Massacre da Serra Elétrica</em> (1974), <em>Devorado Vivo</em> (1976), <em>Psicose</em> (1960) e <em>O Iluminado</em> (1980). Dentre os clássicos do terror citados, o longa sobre Leatherface é o que dá mais substrato para a produção de <strong><em>X</em></strong> se inspirar por conta dos contextos temporais, geográficos e religiosos.</p>
<p>Uma equipe de filmes pornográficos está viajando para fazer as gravações de sua nova produção. Eles chegam numa fazenda no interior do Texas, onde vão se hospedar e gravar algumas cenas. Isolada e ocupada apenas pelo casal de idosos que é dono da propriedade, a casa parece ser o lugar perfeito para fazer um set de filmagem sem nenhuma preocupação. No entanto, os idosos, que pareciam inofensivos, vão se mostrar interessados demais nos hóspedes. E quando cair a noite, ninguém está mais a salvo dos horrores que acontecerão.</p>
<p>No exterior, <strong><em>X – A Marca da Morte</em></strong> foi aclamado pela crítica e público e está sendo considerado um dos melhores filmes de terror dos últimos anos. A inteligência narrativa está na relação que ela constrói entre os acontecimentos chocantes do <em>gore</em>, a crescente da tensão e o ambiente assombroso descrito em cena. Esses méritos devem ser dados ao diretor e roteirista Ti West que, em seu primeiro longa, conseguiu captar a essência de um bom <em>slasher</em>. Sem perder de vista sua originalidade, Ti consegue criar um mix de referências aos momentos marcantes do cinema de horror que chocaram gerações. É a partir dessa união de fatores bem costurados e executados que o filme chega com tamanha força para o espectador.</p>
<p>Seja no roteiro ou no resultado final do longa, é inevitável perceber a influência do cinema <em>slasher</em> americano dos anos 1970. Especialmente quando se faz os paralelos com <em>O Massacre da Serra Elétrica</em>, é impossível não notar a paixão por trás de cada referência cênica, do uso da câmera ou do desenho dos ambientes. Como citado anteriormente, <strong><em>X – A Marca da Morte</em></strong> se passa num período próximo ao do longa de 1974 de Tobe Hooper. Por conta disso, os contextos sociais e religiosos do período aproximam as narrativas. No caso de <em><strong>X</strong></em>, o fator religião se faz mais presente do que na história de Leatherface, como é possível perceber durante os 106 minutos de duração.</p>
<p><img decoding="async" class="size-medium wp-image-15779 aligncenter" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/08/x-film-ti-west-2022-horror-2-750x500.jpg" alt="X - A Marca da Maldade (2022)" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/08/x-film-ti-west-2022-horror-2-750x500.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/08/x-film-ti-west-2022-horror-2-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/08/x-film-ti-west-2022-horror-2-610x406.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/08/x-film-ti-west-2022-horror-2-720x480.jpg 720w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/08/x-film-ti-west-2022-horror-2-770x513.jpg 770w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/08/x-film-ti-west-2022-horror-2.jpg 932w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>A questão da religião está diretamente ligada ao fervor da época sobre a violência incitada pelos efeitos da guerra e as revoluções pela liberdade sexual. Ti West usa esse pano de fundo para costurar a sua narrativa e construir a relação básica dos <em>slashers</em>: sangue e sexo. Essa dupla inseparável se mostra ainda mais mortal no contexto de isolamento na fazenda de Pearl e Howard, numa parte do Texas onde a violência se esgueira em cada canto e tensões sexuais são motivos para expurgos sociais. É sob essa ágora que <em><strong>X</strong></em> se estabelece como um horror chocante e de tirar o fôlego.</p>
<p><strong><em>X – A Marca da Morte</em></strong> representa justamente a excitação dos filmes de terror dos anos 1970 e 1980, onde as mortes excessivamente violentas e as cenas sexuais e/ou de nudez eram os pontos altos. A diferença desta produção para as que a inspiram é a qualidade em sua execução. Atrelada à qualidade técnica do longa, a escalação dos atores e atrizes foi certeira. Apesar de ter rostos pouco conhecidos, o elenco consegue entregar o máximo de tensão que cada cena precisa. A dinâmica de Mia Goth em cena é, de longe, louvável – principalmente quando ela desempenha suas duas performances. A atriz interpreta tanto a final girl como Pearl, a dona da fazenda assustadora.</p>
<p><strong><em>X – A Marca da Morte</em></strong> guarda uma antecipação enorme nos fãs do gênero, em especial com as novas notícias sobre o futuro da produção. O diretor e roteirista do terror já informou que está trabalhando em duas continuações para a história do longa. O primeiro filme será uma <em>prequel</em> que mostrará para o espectador mais sobre Pearl. O longa, que teve o trailer lançado no dia 26 de julho deste ano, ainda não tem data de estreia no Brasil.</p>
<p>A ideia da <em>prequel</em> é contar as origens e os traumas que moldaram a dona da fazenda, a qual representa a figura vilanesca da produção. O filme carrega o nome da personagem interpretada por Mia Goth e será lançado nos Estados Unidos no dia 16 de setembro. De acordo com Ti West, o terceiro capítulo da história que envolve o massacre e seus personagens será uma continuação direta dos acontecimentos finais de <em><strong>X – A Marca da Morte</strong></em>. O diretor acredita que os três longas funcionam como complementos uns dos outros, expandindo a sangrenta história.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Ti West</p>
<p><strong>Elenco: </strong>Mia Goth, Jenna Ortega, Martin Henderson, Brittany Snow, Owen Campbell, Stephen Ure e Scott Mescudi</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/Awg3cWuHfoc" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Especial: Slashers que você pode assistir antes de American Horror Story: 1984</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Aug 2019 18:08:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Popularizado na primeira metade da década de 1980, os slashers são um subgênero do terror caracterizado por histórias de assassinos seriais perseguindo suas vítimas, normalmente, adolescentes. A maioria dos títulos desse nicho eram ambientados em acampamentos de verão, mas há variações curiosas dentro das possibilidades ofertadas pelo gênero. Os slashers serão homenageados pela mais recente temporada de American Horror Story intitulada 1984, que estreia em 18 de setembro desse ano. Títulos como Sexta-Feira 13, Halloween e, posteriormente, na década de 1990 Pânico e Eu Sei o Que [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Popularizado na primeira metade da década de 1980, os <em>slashers </em>são um subgênero do terror caracterizado por histórias de assassinos seriais perseguindo suas vítimas, normalmente, adolescentes. A maioria dos títulos desse nicho eram ambientados em acampamentos de verão, mas há variações curiosas dentro das possibilidades ofertadas pelo gênero.</p>
<p>Os <em>slashers </em>serão homenageados pela mais recente temporada de <em>American Horror Story</em> intitulada <em>1984</em>, que estreia em 18 de setembro desse ano. Títulos como <em>Sexta-Feira 13, </em><em>Halloween</em> e, posteriormente, na década de 1990 <em>Pânico </em>e <em>Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado </em>consagraram o gênero e seus personagens, mas vale a atenção em outras obras, que, por sinal, foram lançadas em DVD recentemente pela Versátil na coleção <em>Slasher</em> que já está no seu quinto volume.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11109" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/Acampamento-Sinistro-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/Acampamento-Sinistro.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/Acampamento-Sinistro-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/Acampamento-Sinistro-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><br />
<em><strong>Acampamento Sinistro (Sleepaway Camp</strong></em><strong>, 1983)</strong></p>
<p>Onde encontrar: Volume 1</p>
<p>Na tradição de <em>Sexta-Feira 13</em>, o filme acompanha um grupo de adolescentes em um acampamento de verão onde estranhos assassinatos começam a acontecer. O longa acompanha sobretudo a história da adolescente Angela, uma garota traumatizada que mal fala. A produção tem um <em>twist </em>no seu terceiro ato bastante original e que até hoje dá o que falar por trazer discussões raras nesse tipo de produção.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11112" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/Chamas-Da-Morte__-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/Chamas-Da-Morte__.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/Chamas-Da-Morte__-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/Chamas-Da-Morte__-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><br />
<strong><em>Chamas da Morte/ A Vingança de Crospy (The Burning</em>, 1981)</strong></p>
<p>Onde encontrar: Volume 1</p>
<p>O filme tem o roteiro e a produção dos irmãos Weinstein antes da Miramax se transformar na empresa que virou na década de 1990. Segundo relatos do diretor de efeitos visuais da produção, Tom Savini, os Weinstein tinham a ideia do filme na gaveta e foram surpreendidos com o lançamento de <em>Sexta-Feira 13 </em>em 1980. Também ambientado num acampamento de verão, o longa acompanhava um grupo de adolescentes aterrorizado por um antigo zelador desfigurado anos antes por um grupo de rapazes que queriam se vingar do seu comportamento perverso na supervisão das atividades.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11105" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/Ojz2f-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/Ojz2f.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/Ojz2f-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/Ojz2f-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><br />
<em><strong>O Pássaro Sangrento </strong></em><strong>(<em>StageFright</em>, 1987)</strong></p>
<p>Onde encontrar: Volume 1</p>
<p>Dirigido pelo italiano Michele Soavi, uma das crias de Dario Argento, <em>O Pássaro Sangrento </em>é um dos títulos mais originais do gênero ao ter no centro da sua ação um grupo de teatro vítima das ações de um assassino durante a montagem de um espetáculo. O longa é marcado por uma riqueza visual que se estende à concepção do próprio assassino da história, que usa durante toda a narrativa uma máscara de coruja.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11111" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/Dia-Dos-Namorados-Macabro-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/Dia-Dos-Namorados-Macabro.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/Dia-Dos-Namorados-Macabro-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/Dia-Dos-Namorados-Macabro-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><br />
<em><strong>Dia dos Namorados Macabro (My Bloody Valentine</strong></em><strong>, 1981)</strong></p>
<p>Onde encontrar: Volume 2</p>
<p>O gênero também é marcado por alguns títulos que fizeram referência a datas comemorativas como <em>Dia dos Namorados Macabro </em>que traz a história de uma série de assassinatos cometidos por um mineiro em uma cidadezinha em pleno dia dos namorados. Como muitos longas da época, o filme ganhou um <em>remake</em> em 2009.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11110" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/Natal-Sangrento-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/Natal-Sangrento.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/Natal-Sangrento-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/Natal-Sangrento-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><br />
<em><strong>Natal Sangrento (Silent Night, Deadly Night</strong></em><strong>, 1984)</strong></p>
<p>Onde encontrar: Volume 3</p>
<p>Lançado originalmente numa versão com cortes para suavizar as cenas de violência, <em>Natal Sangrento </em>é um <em>slasher </em>que tem como assassino um rapaz fantasiado de Papai Noel traumatizado após passar anos num orfanato depois que seus pais foram assassinados por um homem vestido como o simbólico personagem natalino. O filme parece ter uma clara intenção de desmistificar o imaginário infantil sobre o Papai Noel e isso acabou causando um certo desconforto no ano do seu lançamento comercial.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11108" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/Comunhao-750x500.png" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/Comunhao.png 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/Comunhao-610x407.png 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/Comunhao-360x240.png 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><br />
<em><strong>Comunhão (Alice, Sweet Alice, </strong></em><strong>1976)</strong></p>
<p>Onde encontrar: Volume 4</p>
<p>O mais antigo slasher da nossa lista é um dos títulos seminais do gênero narrando a história de uma garota assassinada durante sua primeira comunhão com todas as suspeitas do ato direcionadas para a sua irmã. A produção traz no elenco Brooke Shields e tem um forte comentário social.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11107" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/261669_full-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/261669_full.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/261669_full-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/261669_full-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><br />
<em><strong>A Morte convida para Dançar </strong></em><em><strong>(Prom Night</strong></em><strong>, 1980)</strong></p>
<p>Onde encontrar: Volume 5</p>
<p>No longa, um assassino mascarado persegue quatro jovens durante um baile de formatura no colegial. As vítimas estão vinculadas a uma brincadeira que resultou na morte de uma garota anos antes. O longa tem nomes como Leslie Nielsen e Jamie Lee Curtis, dois anos depois de estrelar <em>Halloween</em> de John Carpenter. O filme ganhou um remake em 2008 de mesmo título.</p>
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