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	<title>Arquivos Simon Pegg - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Simon Pegg - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica Missão: Impossível – O Acerto Final</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 May 2025 12:56:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Depois de quase 30 anos de mirabolantes missões arriscadas de espionagem e traições, a franquia Missão: Impossível chega ao fim. O oitavo filme estreia nos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (22) e promete arrebatar os fãs dos longas-metragens comandados pelo agente Ethan Hunt (interpretado por Tom Cruise). O propósito de Missão: Impossível – O Acerto Final claramente é fazer um apanhado do que foi a franquia e seu impacto no cinema de ação ao longo desses 29 anos &#8211; e eles [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de quase 30 anos de mirabolantes missões arriscadas de espionagem e traições, a franquia <em><strong>Missão: Impossível</strong></em> chega ao fim. O oitavo filme estreia nos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (22) e promete arrebatar os fãs dos longas-metragens comandados pelo agente Ethan Hunt (interpretado por Tom Cruise). O propósito de <strong><em>Missão: Impossível – O Acerto Final</em></strong> claramente é fazer um apanhado do que foi a franquia e seu impacto no cinema de ação ao longo desses 29 anos &#8211; e eles conseguem. Se há algum tipo de dúvida sobre a produção ser capaz de, mais uma vez, manter sua essência e entregar um longa instigante, pode se despreocupar.</p>
<p><strong><em>Missão: Impossível – O Acerto Final</em></strong> não apenas é um bom encerramento da longeva franquia como também soube concluir a narrativa micro e macro muito bem. O roteiro co-escrito por Christopher McQuarrie e Erik Jendresen (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-missao-impossivel-acerto-de-contas-parte-1/"><em>Missão: Impossível – Acerto de Contas Parte 1</em></a>, de 2023) se estrutura como um encerramento de jornada. Tanto a jornada iniciada em seu filme antecessor, como a jornada desse personagem que marcou a carreira de Cruise (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-top-gun-maverick/"><em>Top Gun: Maverick</em></a>, de 2022) durante quase três décadas. Há um esforço louvável em amarrar cada ponta solta da franquia. Uma preocupação pouco convencional para esse tipo de narrativa, mas que entrega um resultado interessante e cheio de esmero.</p>
<p>Assim como essa preocupação com a narrativa, a direção de McQuarrie demonstra a mesma atenção aos rumos da direção desde o quinto longa da franquia. A parceria do cineasta com Cruise já existe há 17 anos, com 10 filmes, onde 4 deles são parte da história da produção de <strong><em>Missão: Impossível</em></strong>. O diretor assumiu essa cadeira na metade do que viria a ser a franquia completa, o que permitiu que McQuarrie desenhasse bem seus caminhos ao longo dos filmes, ao mesmo tempo que honrava elementos-chave e essência dos cineastas que o antecederam. No caso de <strong><em>Missão: Impossível – O Acerto Final</em></strong>, seu objetivo é claramente tentar entregar ao público um final épico a altura do projeto.</p>
<p>Como McQuarrie é diretor e co-roteirista da produção desde sua entrada nela, é possível perceber esse desenho de uma espécie de autoria &#8211; dentro do que a franquia permite. <strong><em>Missão: Impossível – O Acerto Final </em></strong>é um filme com identidade, mesmo que ele seja resultado de um pastiche de décadas e muitas mãos. Ainda assim, o trabalho de McQuarrie merece ser destacado por ter comandado metade de uma franquia de sucesso, enquanto, continuamente, aumentou o interesse dos fãs pela produção. A constante de sua presença resulta num desfecho que, apesar de ter questões, é interessante e amarra bem a franquia.</p>
<figure id="attachment_19488" aria-describedby="caption-attachment-19488" style="width: 750px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-19488" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Missao-Impossivel-–-O-Acerto-Final-1-750x500.jpg" alt="Missão: Impossível – O Acerto Final (2025)" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Missao-Impossivel-–-O-Acerto-Final-1-750x500.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Missao-Impossivel-–-O-Acerto-Final-1-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Missao-Impossivel-–-O-Acerto-Final-1-720x480.jpg 720w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Missao-Impossivel-–-O-Acerto-Final-1-770x513.jpg 770w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Missao-Impossivel-–-O-Acerto-Final-1-1400x933.jpg 1400w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Missao-Impossivel-–-O-Acerto-Final-1.jpg 1500w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption id="caption-attachment-19488" class="wp-caption-text">Cena de &#8216;Missão: Impossível – O Acerto Final (2025)&#8217;</figcaption></figure>
<p>Apesar da qualidade e dos esforços feitos por McQuarrie e Jendresen, existem dois problemas principais em <strong><em>Missão: Impossível – O Acerto Final</em></strong>. O primeiro é o peso de ser um desfecho de uma produção com quase três décadas. As expectativas são altas, os comparativos são muitos e isso acaba interferindo inevitavelmente no resultado. O problema no oitavo longa é que, apesar de sua qualidade, a sensação que dá ao final da sessão é que este não é o melhor filme dentre os oito. Não acredito que isso estrague a experiência, mas o espectador vem de um antecessor que foi o ápice de qualidade da franquia de espionagem e seu encerramento parece mundano em comparação.</p>
<p>Outro fator que <strong><em>Missão: Impossível – O Acerto Final</em></strong> peca é a sua duração. Os quase 170 minutos de filme são cansativos e desnecessários. Não é porque é o encerramento de uma franquia que o longa precisa ser um dos maiores dela &#8211; ou, neste caso, o maior. E não é uma questão do tempo pelo tempo. O problema não é ser um filme com uma duração extensa, mas se ele vai ser capaz de, durante todo o seu tempo de tela, entreter, sem perder a atenção do público. E fica claro durante o filme os momentos de queda da narrativa, tornando a experiência um pouco mais arrastada e cansativa.</p>
<p>O oitavo longa, contudo, tem um mérito indiscutível que é essa capacidade de síntese da essência da franquia. Mesmo com alguns artifícios extra melodramáticos, até os exageros podem ser bem vindos para os fãs que cresceram assistindo aos filmes e aguardaram ansiosamente pelo encerramento da franquia. <strong><em>Missão: Impossível – O Acerto Final </em></strong>pode até não ser o melhor longa dentre os oito, mas ele é, sem sombra de dúvidas, um fechamento de ciclo à altura. A Paramount Pictures pode se orgulhar porque ela entregou uma produção que tem a essência do que sempre foi <strong><em>Missão: Impossível</em></strong>, mesclando o que veio antes com o novo. E, apesar de ser longo, vale a pena ir aos cinemas para ver, preferencialmente em IMAX, um desfecho épico para uma das melhores franquias de espionagem de Hollywood.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Direção:</strong> Christopher McQuarrie</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Tom Cruise, Hayley Atwell, Ving Rhames, Simon Pegg, Henry Czerny, Pom Klementieff, Greg Tarzan Davis, Rolf Saxon, Angela Bassett e Esai Morales</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/wyyJvg0jMYM?si=grmofx8BGIHtmVAV" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Missão: Impossível &#8211; Acerto de Contas Parte 1</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Jul 2023 19:22:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Missão: Impossível &#8211; Acerto de Contas Parte 1 é um dos filmes mais aguardados do ano e não é para menos. Uma franquia com tamanho equilíbrio como essa merece o nosso respeito. Afinal, são mais de 25 anos desde o lançamento do primeiro longa, lá em 1996, e Tom Cruise (Top Gun: Maverick) ainda consegue fazer com que Ethan Hunt seja um ótimo protagonista e líder de equipe. E sim, aqui eu vou enaltecer o ator porque ele é o [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Missão: Impossível &#8211; Acerto de Contas Parte 1</strong></em> é um dos filmes mais aguardados do ano e não é para menos. Uma franquia com tamanho equilíbrio como essa merece o nosso respeito. Afinal, são mais de 25 anos desde o lançamento do primeiro longa, lá em 1996, e Tom Cruise (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-top-gun-maverick/"><em>Top Gun: Maverick</em></a>) ainda consegue fazer com que Ethan Hunt seja um ótimo protagonista e líder de equipe. E sim, aqui eu vou enaltecer o ator porque ele é o principal pilar que sustenta essa série de filmes.</p>
<p>Diferente do que outras franquias vem fazendo, especialmente as de super-herói, aqui na espionagem não existe pressa no lançamento dos filmes. Eles dão tempo ao tempo e, especialmente, ao espectador para digerir e começar a sentir falta daquela história. São 7 filmes em 27 anos, o que dá uma média de 1 filme a cada quase 4 anos. Ou seja, o roteiro consegue ser bem maturado, os fãs ficam ansiosos, Cruise consegue aprender novas habilidades mortais (vamos falar disso mais à frente). O compilado perfeito para um resultado que agrada.</p>
<p>Este longa, inclusive, vai muito além do agrado. Hunt agora lida com o perigo assombroso da Inteligência Artificial. É uma temática extremamente atual, especialmente agora que o público comum tem cada vez mais acesso a essa tecnologia. Então, a história por si só já nos atrai a todo instante. É um medo real e sensível que faz com que a gente conecte rapidamente a ficção com a realidade.</p>
<p>Logo então, ele parte para a perseguição de uma chave que é uma das chances que eles têm de destruir uma IA assustadora que consegue manipular completamente a realidade. E aí nós temos ação em cima de ação. Mas entenda: é diferente quando essa logística é feita a partir de um roteiro bem construído e uma direção acertada. Não é apenas uma junção de tiro, porrada e bomba aleatória para engrossar o tempo de tela. Todas as escolhas feitas ali têm um propósito. Aliás, o filme sustenta perfeitamente as 2h40 de duração.</p>
<p>Méritos ao diretor Christopher McQuarrie, também responsável pelos últimos dois longas da franquia, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-missao-impossivel-efeito-fallout/"><em>Missão: Impossível &#8211; Efeito Fallout</em></a> (2018) e <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-missao-impossivel-nacao-secreta/"><em>Missão: Impossível &#8211; Nação Secreta</em></a> (2015). A sua intimidade com o enredo claramente rendeu a ele a habilidade necessária para evoluir a trama, sem se perder no meio do caminho.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-16920" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/07/MI7-05887R.jpg" alt="Missão: Impossível - Acerto de Contas Parte 1" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/07/MI7-05887R.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/07/MI7-05887R-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/07/MI7-05887R-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/07/MI7-05887R-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Em <strong><em>Missão: Impossível &#8211; Acerto de Contas Parte 1</em> </strong>todos os conflitos básicos que afetam o seu protagonista são permeados em algum momento. Ele lida com a incapacidade de proteger todas as pessoas que ama, enquanto é afundado em missões que não tem o menor controle. Seus amigos são sua única escapatória e é a eles que deve fidelidade acima de tudo. Benji (Simon Pegg, <em>Luck</em>) e Luther (Ving Rhames, <em>Missão Impossível &#8211; Efeito Fallout</em>) conseguem ser o alívio da trama, sem precisar carregar o peso na comédia.</p>
<p>Envolvendo o espectador em todos os momentos, o filme vai evoluindo na inserção de novos personagens, como é o caso de Grace (Hayley Atwell, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-doutor-estranho-no-multiverso-da-loucura/"><em>Doutor Estranho no Multiverso da Loucura</em></a>). Ela surge como a atrapalhada ladra que está ali apenas para cumprir um serviço e acaba imersa em uma trama muito mais complexa do que imagina. A sua falta de habilidade com lutas é esquecida por sua extrema capacidade de roubas coisas, sem que as pessoas percebam. Bom acréscimo à franquia.</p>
<p>Mas precisamos enaltecer, claro, Tom Cruise. O homem é uma máquina. Toda a sua dedicação de bastidores transborda em cena e, arrisco dizer, é o que sustenta a grandiosidade desta franquia até hoje. Para quem não sabe, ele praticamente não utiliza dublês nas gravações. Isso significa, então, que quando ele se joga de um penhasco, é realmente o ator que está fazendo isso. Essas cenas, por sinal, são os momentos mais eletrizantes do filme, principalmente para quem sabe deste detalhe.</p>
<p>A dedicação dele em aprender novas habilidades para que seu personagem fique o mais real e palpável possível se traduz em cenas bem orquestradas de lutas, um envolvimento convincente, uma excitação completamente justificada. Não há como não respeitar Cruise como o ator fantástico que ele é.</p>
<p><em><strong>Missão: Impossível &#8211; Acerto de Contas Parte 1</strong></em> é uma verdadeira enxurrada de adrenalina para os fãs mais ávidos e ainda consegue fazer isso da maneira mais equilibrada e menos cansativa possível. Quem nunca viu os longas anteriores, vai curtir. E ele ainda consegue finalizar com dignidade, dando um encerramento e abertura de continuação para a Parte 2, que só será lançada no ano que vem. É uma maestria que poucos conseguem fazer.</p>
<p>Sustentar essa qualidade de filmes durante tantos anos é tarefa para poucos e arrisco dizer que esse é, provavelmente, o melhor filme da franquia, talvez perdendo apenas para o primeiro, por conta do senso de novidade. Vale ver mais de uma vez e você ainda ficará com o gostinho de querer rever a franquia desde o começo!</p>
<p><strong>Direção:</strong> Christopher McQuarrie</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Tom Cruise, Hayley Atwell, Marcin Dorocinski, Ving Rhames, Simon Pegg, Rebecca Ferguson, Vanessa Kirby, Christopher Sciueref</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/BLX5g-nPGXI" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Missão: Impossível &#8211; Nação Secreta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Aug 2015 21:37:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Missão: Impossível &#8211; Protocolo Fantasma mudou um pouco o destino e a trajetória da franquia Missão: Impossível nos cinemas. É certo que Missão: Impossível 3 de J.J. Abrams já trazia transformações importantes na série após a bagunça cometida por John Woo no problemático segundo filme protagonizado pelo agente Ethan Hunt, mas Protocolo Fantasma trouxe um formato, uma base na qual os diretores das possíveis sequência poderiam trabalhar de maneira concisa. Isto se confirma neste quinto filme da série cinematográfica Missão: [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_3324" aria-describedby="caption-attachment-3324" style="width: 612px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/mission-impossible-rogue-nation-05.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-3324 size-full" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/mission-impossible-rogue-nation-05.jpg" alt="mission-impossible-rogue-nation-05" width="612" height="330" /></a><figcaption id="caption-attachment-3324" class="wp-caption-text">Mão na massa: Tom Cruise continua dispensando dublês em cenas cruciais de Missão: Impossível</figcaption></figure>
<div>
<p>&nbsp;</p>
<p><i>Missão: Impossível &#8211; Protocolo Fantasma </i>mudou um pouco o destino e a trajetória da franquia <i>Missão: Impossível </i>nos cinemas. É certo que <i>Missão: Impossível 3 </i>de J.J. Abrams já trazia transformações importantes na série após a bagunça cometida por John Woo no problemático segundo filme protagonizado pelo agente Ethan Hunt, mas <i>Protocolo Fantasma </i>trouxe um formato, uma base na qual os diretores das possíveis sequência poderiam trabalhar de maneira concisa. Isto se confirma neste quinto filme da série cinematográfica <i>Missão: Impossível &#8211; Nação Secreta</i>. Antes de <i>Protocolo Fantasma</i> o que a gente tinha eram três filmes com frequências completamente diferentes em universos praticamente opostos, conectados apenas pelo fato comum de que eram protagonizados por Tom Cruise na pele de um personagem que modificava sua natureza conforma a música.  A impressão que tivemos em <i>Protocolo Fantasma </i>era que uma linguagem própria estava sendo traçada.</p>
</div>
<div>
<p><i>Missão: Impossível &#8211; Nação Secreta </i>traz Tom Cruise novamente como o agente do Ethan Hunt. No longa ele descobre um grupo que está tentando destruir o IMF. O desafio do personagem neste quinto filme da franquia é encontrar uma forma de destruir esta poderosa organização que está tão equipada e tem habilidades tão especiais quanto as dele e de seus colegas. A missão de Ethan e daqueles que restaram da IMF é acabar com esta organização antes que todos sejam exterminados.</p>
</div>
<figure id="attachment_3326" aria-describedby="caption-attachment-3326" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/maxresdefault-2.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-3326 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/maxresdefault-2-620x349.jpg" alt="maxresdefault (2)" width="620" height="349" /></a><figcaption id="caption-attachment-3326" class="wp-caption-text">Mocinha ou vilã: Rebecca Fergusson é o novo elemento da franquia com uma personagem misteriosa.</figcaption></figure>
<div>
<p>&nbsp;</p>
<p><i>Missão: Impossível &#8211; Nação Secreta </i>não é o melhor filme da série &#8211; nesse posto, ainda prefiro <i>Protocolo Fantasma </i>-, mas o filme mantém o espetáculo em alto nível oferecido pelo longa anterior. É claro que a ausência de Brad Bird na direção é sentida, já que <i>Protocolo Fantasma </i>tinha sacadas muito interessantes e originais, sobretudo para as cenas de ação. Christopher McQuarrie, que dirigiu <i>Jack Reacher </i>e tem sido a &#8220;menina dos olhos&#8221; de Cruise desde então já que o ator o chama para qualquer função em seus recentes filmes, não tem a mesma capacidade de tirar o fôlego do público e raros são os momentos em que vemos algo verdadeiramente revigorante para o gênero neste filme (a cena na ópera em Viena talvez). Ainda assim, McQuarrie é coerente com o que foi estabelecido no filme anterior da franquia e isso é muito bom para a longevidade da série cinematográfica e para a fidelidade e interesse do público nela.</p>
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<p>Como sempre, Tom Cruise continua eficiente nesse tipo de personagem e Ethan Hunt é a origem de toda esta vocação do ator para o cinema de ação, portanto ele está em casa. Cruise continua com a interessante parceria com o ator britânico Simon Pegg, que na pele de Benji garante mais leveza e humor ao filme. A adição de Rebecca Ferguson como a misteriosa Ilsa Faust é muito bem-vinda, ainda que indique um certo machismo do cinema de ação em descartar com muita facilidade as personagens femininas de uma grande franquia, cadê Paula Patton que é tão fundamental para o grupo quanto Pegg, Ving Rhames e Jeremy Renner? Por sinal, Renner continua absolutamente descartável e nulo para a engrenagem de <i>Missão: Impossível</i>, ainda que aqui tenha lá a sua função. Como os vilões, Sean Harris e Simon McBurney, por sua vez, não deixam a desejar.</p>
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<figure id="attachment_3334" aria-describedby="caption-attachment-3334" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/maxresdefault2.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-3334 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/maxresdefault2-620x349.jpg" alt="maxresdefault2" width="620" height="349" /></a><figcaption id="caption-attachment-3334" class="wp-caption-text">Direção &#8220;certinha&#8221;: Christopher McQuarrie não demonstra o brilho de Brad Bird (Protocolo Fantasma) mas entrega um filme correto.</figcaption></figure>
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<p>Não tão eletrizante quanto <i>Missão: Impossível &#8211; Protocolo Fantasma, </i>mas coerente com os termos estabelecidos por este, <i>Missão: Impossível &#8211; Nação Secreta </i>é um filme eficiente que serve bem aos seus propósitos sem desmerecer ou renegar o próprio gênero com um pretenso realismo ou seriedade que têm predominado no cinema de ação/espionagem nos últimos anos. Mesmo que McQuarrie seja um diretor que ainda não conseguiu dar fôlego ou vigor aos filmes que dirige, <i>Missão: Impossível &#8211; Nação Secreta </i>entrega o que propõe e o faz muito bem.</p>
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