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	<title>Arquivos Sharlto Copley - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Fúria Primitiva</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 May 2024 12:47:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Enfim chegou o dia do público conhecer outra faceta de Dev Patel (A Lenda do Cavaleiro Verde, de 2021, e A Incrível História de Henry Sugar, de 20233). Fúria Primitiva marca a estreia do artista britânico como diretor e roteirista de um longa-metragem e ele não poderia ter tido um primeiro projeto mais interessante. Com estreia marcada nos cinemas brasileiros para esta quinta-feira (23), o longa de Patel é uma feliz prova do seu talento para além da arte da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Enfim chegou o dia do público conhecer outra faceta de Dev Patel (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-lenda-do-cavaleiro-verde-prime-video/"><em>A Lenda do Cavaleiro Verde</em></a>, de 2021, e <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-incrivel-historia-de-henry-sugar-netflix/"><em>A Incrível História de Henry Sugar</em></a>, de 20233). <strong><em>Fúria Primitiva</em></strong> marca a estreia do artista britânico como diretor e roteirista de um longa-metragem e ele não poderia ter tido um primeiro projeto mais interessante. Com estreia marcada nos cinemas brasileiros para esta quinta-feira (23), o longa de Patel é uma feliz prova do seu talento para além da arte da interpretação.</p>
<p><strong><em>Fúria Primitiva</em></strong> é uma eletrizante história de vingança repleta de camadas sociais e políticas costuradas por sua narrativa. O roteiro, que vem de uma história de Patel, foi co-escrito por ele, Paul Angunawela e John Collee. O trio de roteiristas conseguiu desenhar um texto denso, potente e representativo. Ainda que seu foco seja na busca pela vingança do personagem principal, o roteiro consegue amarrar pontos relevantes da política na Índia.</p>
<p>Sem desmerecer os dilemas sociais e políticos do país, a narrativa tem uma clara missão de ser uma espécie de <em>John Wick (2013-)</em> com camadas mais trabalhadas. Não só pela presença dos elementos de ação, luta e dinâmica do filme, mas <strong><em>Fúria Primitiva</em></strong> instiga o público a acompanhar uma motivação muito similar. Esse desejo inato e um tanto selvagem de fazer justiça com as próprias mãos ressoa em ambas produções &#8211; ainda que no longa de Patel venha coberto com contextos que dialogam com problemas reais do país.</p>
<p>Ao trazer elementos similares aos da franquia estrelada por Keanu Reeves (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-john-wick-4-baba-yaga/"><em>John Wick 4: Baba Yaga</em></a>, de 2023), <strong><em>Fúria Primitiva</em></strong> abraça o público de ação, ao mesmo tempo em que desenha uma trama que permite um mergulho um pouco mais profundo nas motivações dessa vingança. A jornada do personagem principal até se tornar o verdadeiro <strong><em>Monkey Man</em></strong> (título original) vai além de ser apenas um produto da violência que lhe foi afligida. As vidas que esbarram na dele constroem mais e mais camadas para elevar sua narrativa justamente por ressoarem nele e em sua constante evolução.</p>
<figure id="attachment_18148" aria-describedby="caption-attachment-18148" style="width: 750px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-18148" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/05/Furia-Primitiva-2-750x500.jpg" alt="Fúria Primitiva (2024)" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/05/Furia-Primitiva-2-750x500.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/05/Furia-Primitiva-2-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/05/Furia-Primitiva-2-720x480.jpg 720w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/05/Furia-Primitiva-2-770x513.jpg 770w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/05/Furia-Primitiva-2.jpg 1013w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption id="caption-attachment-18148" class="wp-caption-text">Dev Patel em cena de &#8216;Fúria Primitiva&#8217; (2024)</figcaption></figure>
<p>Regado de cultura e ancestralidade, o desenho dessa jornada do herói (não tão heroica assim) é estrelado por ninguém mais, ninguém menos que o próprio Dev Patel. Assim como diretores a exemplo de Clint Eastwood (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-cry-macho-o-caminho-para-a-redencao/"><em>Cry Macho: O Caminho para a Redenção</em></a>, de 2021), o ator e cineasta britânico se divide bem entre o papel da direção e da interpretação. Na verdade, ele consegue ir além. Ele é o filme em todos os níveis que se pode imaginar. <strong><em>Fúria Primitiva</em></strong> é potente, lindamente doloroso e verdadeiro graças ao desempenho total de Patel.</p>
<p>Todas essas forças narrativas, de produção e contextos são envelopadas com uma visualidade bem interessante. O trabalho da arte e da fotografia são claros diferenciais na produção. Há uma preocupação em desenhar essas cores, dores e amores que revestem a história. Existe um coração que pulsa nessa produção e isso é arrebatador. Não há como o espectador sentar em uma poltrona de cinema e passar por uma sessão de <strong><em>Fúria Primitiva</em></strong> sem perceber essa potência de talento, representação e profundidade.</p>
<p>Para completar esse envelopamento que, por si só, já chama atenção, o filme ainda é co-produzido pela Monkeypaw Productions, do ilustre Jordan Peele (<em>Não! Não Olhe!</em>, de 2022). Assim, a chancela de qualidade só aumenta e cria ainda mais expectativas no público. Nesse caso, para a alegria dos investidores e de quem vai assistir, essas impressões criadas sobre o filme serão realizadas com louvor. Dev Patel, em seu longa de estreia, conseguiu entregar um clássico arco de jornada do herói bem desenhado, dirigido e executado. <strong><em>Fúria Primitiva</em></strong> é tudo o que se esperava e falava &#8211; e muito mais.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Dev Patel</p>
<p><strong>Elenco: </strong>Dev Patel, Sharlto Copley, Pitobash, Vipin Sharma, Sikandar Kher, Adithi Kalkunte, Sobhita Dhulipala, Ashwini Kalsekar, Makarand Deshpande, Jatin Malik e Zakir Hussain</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/en_RsIqMxtA?si=qVi-WCxTcQu6ZHuQ" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Contra o Mundo</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Apr 2024 11:30:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O cinema de ação é um gênero que movimenta milhões de dólares anualmente e tem se mostrado cada vez mais aberto para histórias diferentes. Interseções de estilos em produções, como o cinema de Quentin Tarantino (Os Oito Odiados, de 2016, e de Era Uma Vez… Hollywood, de 2019) que combina os elementos básicos da ação com um cinema de drama ou  cômico, tem crescido e se tornado cada vez mais presentes. Esse não é o caso de Contra o Mundo. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O cinema de ação é um gênero que movimenta milhões de dólares anualmente e tem se mostrado cada vez mais aberto para histórias diferentes. Interseções de estilos em produções, como o cinema de Quentin Tarantino (</span><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-os-8-odiados/"><i><span style="font-weight: 400;">Os Oito Odiados</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, de 2016, e de </span><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-era-uma-vez-em-hollywood/"><i><span style="font-weight: 400;">Era Uma Vez… Hollywood</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, de 2019) que combina os elementos básicos da ação com um cinema de drama ou  cômico, tem crescido e se tornado cada vez mais presentes. Esse não é o caso de </span><b><i>Contra o Mundo</i></b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O novo filme estrelado por Bill Skarsgård (</span><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-john-wick-4-baba-yaga/"><i><span style="font-weight: 400;">John Wick 4: Baba Yaga</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, de 2023) coloca os clichês mais básicos de um longa-metragem do gênero e o replica, tanto na estética, como em seu roteiro. Aqui o público vai vislumbrar uma história de vingança como tantas outras já conhecidas desse tipo de cinema &#8211; os últimos filmes do Liam Neeson (</span><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-vinganca-a-sangue-frio/"><i><span style="font-weight: 400;">Vingança a Sangue Frio</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, de 2019, e </span><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-chamada/"><i><span style="font-weight: 400;">A Chamada</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, de 2023) que o digam. O ponto alto de </span><b><i>Contra o Mundo</i></b><span style="font-weight: 400;">, no entanto, é a sua capacidade de pirar dentro desse universo tão básico.5</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O longa, dirigido por Moritz Mohr, chega aos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (25) para competir por essa vaga do entretenimento de ação que tanto rende em bilheteria. Sem muitos critérios e camadas, o objetivo de </span><b><i>Contra o Mundo</i></b><span style="font-weight: 400;"> é puramente divertir através de números de ação milimetricamente calculados. O elenco estelar também ajuda a chamar o espectador. Além de Bill, a produção ainda conta com nomes como Jessica Rothe (</span><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-morte-te-da-parabens-2/"><i><span style="font-weight: 400;">A Morte Te Dá Parabéns 2</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, de 2019), Michelle Dockery (</span><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-downton-abbey-2-uma-nova-era/"><i><span style="font-weight: 400;">Downton Abbey 2 – Uma Nova Era</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, de 2022), Famke Janssen (</span><i><span style="font-weight: 400;">Busca Implacável 3</span></i><span style="font-weight: 400;">, de 2014), Sharlto Copley (</span><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-malevola/"><i><span style="font-weight: 400;">Malévola</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, de 2014), Brett Gelman (</span><i><span style="font-weight: 400;">Stranger Things</span></i><span style="font-weight: 400;">, desde 2017), Isaiah Mustafa (</span><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-it-capitulo-2/"><i><span style="font-weight: 400;">It – Capítulo 2</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, de 2019) e Andrew Koji (</span><i><span style="font-weight: 400;">G.I. Joe Origens: Snake Eyes</span></i><span style="font-weight: 400;">, de 2021).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em </span><b><i>Contra o Mundo</i></b><span style="font-weight: 400;">, o Garoto (Skarsgård) perdeu sua família em um violento ano de Abate e foi torturado, ficando mudo e surdo. Depois de anos de treino, ele se sente preparado para vingar a morte de sua família que foi executada pelas mãos da totalitária dinastia van der Koy, comandada por Hilda (Janssen) e seus irmãos, Melanie (Dockery) e Gideon (Gelman). O problema é que essa aventura vai ser ainda mais sangrenta, dolorosa e confusa do que o Garoto esperava.</span></p>
<figure id="attachment_18006" aria-describedby="caption-attachment-18006" style="width: 750px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-18006" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/04/Contra-o-Mundo-2-750x500.jpg" alt="Contra o Mundo (2024)" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/04/Contra-o-Mundo-2-750x500.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/04/Contra-o-Mundo-2-1536x1024.jpg 1536w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/04/Contra-o-Mundo-2-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/04/Contra-o-Mundo-2-720x480.jpg 720w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/04/Contra-o-Mundo-2-770x513.jpg 770w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/04/Contra-o-Mundo-2-1400x933.jpg 1400w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/04/Contra-o-Mundo-2.jpg 1893w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption id="caption-attachment-18006" class="wp-caption-text">Jessica Rothe em cena de &#8216;Contra o Mundo&#8217; (2024)</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">O que a produção peca em inovação e inventividade narrativa, ela investe em cenas de ação maravilhosamente coreografadas, um humor insano e em sangue (muito sangue). </span><b><i>Contra o Mundo</i></b><span style="font-weight: 400;"> é uma espécie de </span><i><span style="font-weight: 400;">shake</span></i><span style="font-weight: 400;"> matinal de ação. É como se os roteiristas Tyler Burton Smith e Arend Remmers tivessem colocado no liquidificador uma mistura da violência gráfica e das referências a </span><i><span style="font-weight: 400;">videogames</span></i><span style="font-weight: 400;"> como </span><i><span style="font-weight: 400;">Mortal Kombat</span></i><span style="font-weight: 400;">, a ideia distópica e exagerada de </span><i><span style="font-weight: 400;">Sucker Punch &#8211; Mundo Surreal (2011)</span></i><span style="font-weight: 400;"> &#8211; só que bem executada -, a sanguinolência e o cinema do absurdo de </span><i><span style="font-weight: 400;">Kill Bill (2003-04)</span></i><span style="font-weight: 400;"> &#8211; e vários outros filmes do Quentin -, a lógica foucaultiana da punição televisionada de </span><i><span style="font-weight: 400;">Jogos Vorazes (2012-2023)</span></i><span style="font-weight: 400;"> e a ação cômica, hiperbólica e visual de projetos recentes como </span><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-trem-bala/"><i><span style="font-weight: 400;">Trem-Bala (2022)</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> e a franquia </span><i><span style="font-weight: 400;">John Wick (2014-)</span></i><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse caldeirão é o resultado que chega ao público e é garantia de diversão. Talvez essa seja a palavra que melhor define a sensação gerada por </span><b><i>Contra o Mundo</i></b><span style="font-weight: 400;">. A experiência é insana, exagerada e repleta de excessos, mas, para quem se entrega à loucura, o divertimento é garantido. Nesse contexto, a ação, a pancadaria e os litros de sangue fazem valer as quase 2h de entretenimento, ainda que não tenha muita criatividade e inovação narrativa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O elenco, por sua vez, tem poucos momentos para brilhar. Ainda que seja divertido e alguns atores consigam tirar bom proveito disso, o resultado para o público é limitado nesse sentido. A própria estrela da trama não tem muito o que fazer além de caretas e olhares &#8211; ainda que o faço bem. Talvez um destaque vá para as performances de Michelle Dockery, Brett Gelman e Sharlto Copley em </span><b><i>Contra o Mundo</i></b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p>O trio faz parte da dinastia que comanda a população com o suposto &#8216;punho de ferro&#8217;, mas os três trazem para a trama um <em>timing</em> cômico sem igual. Sharlto, apesar de ter uma participação menor, consegue marcar o público com seu personagem completamente exagerado. Michelle e Brett, por sua vez, acompanham o espectador até os momentos finais do longa e conseguem criar momentos hilários com seus desmandos e chiliques. Afinal, nada melhor do que uma família totalitária que age como um bando de crianças mimadas para tirar boas risadas do público. Mesmo com um roteiro pouco inventivo, é impossível dizer que <strong><em>Contra o Mundo</em></strong> não tem bons momentos de humor ácido e escrachado com um desses personagens.</p>
<p>Dessa forma, a produção vem para ser um momento de diversão para o espectador. É um filme exageradamente violento e insano, o que faz com que os absurdos e delírios mostrados em cena se tornem dignos de riso. A ação é bem coordena e cria uma adrenalina para os acontecimentos, mesmo que esses sejam previsíveis. Assim, <strong><em>Contra o Mundo</em></strong> é para aqueles que queiram espairecer a mente e <span style="font-weight: 400;">dar altas risada, para isso, basta mergulhar de cabeça na loucura do filme.</span></p>
<p><strong>Direção:</strong> Moritz Mohr</p>
<p><strong>Elenco: </strong>Bill Skarsgård, Jessica Rothe, Michelle Dockery, Famke Janssen, Sharlto Copley, Brett Gelman, Isaiah Mustafa e Andrew Koji</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe width="750" height="500" src="https://www.youtube.com/embed/XS6nz7ziasE?si=jSBKY5xr8EMy0MB5" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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