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	<title>Arquivos Sarah Silverman - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Sarah Silverman - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Maestro (Netflix)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Dec 2023 16:23:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Conhecer sobre as técnicas cinematográficas é diferente de saber quando e como as utilizar. Mais ainda, a sensibilidade e o estudo para entender onde e qual o motivo de aplicar certas conduções na direção é o que faz com que o talento de cineastas seja percebido. Bradley Cooper se encaixa no caso daqueles que parece ter aprendido o que são as ferramentas do audiovisual, mas que ainda não chegou a conseguir refletir sobre elas.  Assim, Maestro é um resultado desastroso, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Conhecer sobre as técnicas cinematográficas é diferente de saber quando e como as utilizar. Mais ainda, a sensibilidade e o estudo para entender onde e qual o motivo de aplicar certas conduções na direção é o que faz com que o talento de cineastas seja percebido. Bradley Cooper se encaixa no caso daqueles que parece ter aprendido o que são as ferramentas do audiovisual, mas que ainda não chegou a conseguir refletir sobre elas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, <strong><em>Maestro</em> </strong>é um resultado desastroso, equivocado e egoico. Por que? </span><span style="font-weight: 400;">Porque há um desespero escorrendo pela tela. A vontade que Bradley tem de parecer genial leva toda a sua equipe ao erro completo. A começar pelo próprio roteiro de Cooper – escrito ao lado de Josh Singer. Falta nele investigar as motivações das personagens e seus sentimentos. Falta conectar os acontecimentos para que eles causem emoções na plateia. Falta exemplificar e mostrar quem foi Leonard Bernstein e sua obra.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Falta tudo narrativamente falando, sobretudo coesão. Em um jogo de ideias, <strong><em>Maestro</em> </strong>é um grande <em>brainstorm</em> textual. Ainda que seus diálogos sejam bem elaborados, eles não combinam com a correria dos acontecimentos, com os saltos temporais, que não possuem ligação. É curioso que existe um amontoado de situações dentro do longa-metragem, porém ele é repetitivo. A trama quase não anda, reiterações barulhentas ocorrem a todo tempo e o espectador pode se sentir subestimado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As sequências parecem as mesmas desde o início da projeção e pouco é acrescentado em relação àquele universo ficcional. Para completar o roteiro confuso, existe a direção, que é ainda mais caótica. Bradley Cooper queria ser genial. Ele parece implorar ao público a todo momento: “Por favor, me achem genial”.  </span><span style="font-weight: 400;">Com movimentações de câmera, várias angulações, mudanças de temperatura, coreografias e mise-en-scéne cheia, Bradley colocou tudo em cena e esqueceu que o filme não era um show de talentos, no qual ele deveria mostrar o que aprendeu a fazer.</span></p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-17602" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/12/image-1-5.png" alt="Maestro" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/12/image-1-5.png 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/12/image-1-5-360x240.png 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/12/image-1-5-610x407.png 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/12/image-1-5-720x480.png 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> É um filme. E um filme precisa de história amarrada, que prenda a atenção. Como fazer isso se não há respiro, se não há espaço para que nada seja desenvolvido? Com sequências abarrotadas de atores, quase sempre há burburinho, rotação de câmera etc. </span><span style="font-weight: 400;">É a famosa confusão de que ritmo é velocidade e Cooper corre bastante, nada muito, mas morre na praia. E a sua interpretação de Bernstein é a cereja do bolo. Como se já não bastasse toda a artificialidade do roteiro e da direção, Bradley Cooper consegue demonstrar incompetência até no que ele é bom. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O seu Leonard Bernstein é uma representação infantil, caricata, um holograma de um ser humano e é embaraçante de observar. </span><span style="font-weight: 400;">Assim como a estrutura narrativa da produção, o papel feito por Cooper não tem gradação, nuance, camadas. É aceleração por aceleração, deixando que não se construa uma relação basilar para o funcionamento de uma ficção, que é a dinâmica público x protagonista. Não é possível sentir quem é aquela figura, quais são seus sonhos, pensamentos etc. Tudo fica na superficialidade e apenas duas atrizes se salvam neste contexto artificial.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Tanto Carey Mulligan (Felicia Montealegre) quando Sarah Silverman (Shirley Bernstein) entregam interpretações dignas, com alguma profundidade e equilíbrio tonal. Carey, provavelmente por apresentar mais espaço na trama, revela algumas contradições na sua própria construção, tanto no corpo como na fala, como na passagem temporal, quando se vê os filhos de Felicia e Leonard de crianças a adultos. </span><span style="font-weight: 400;">Contudo, as falhas de Carey soam como vindas da má escrita do roteiro. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A atriz parece lutar intensamente para fazer o melhor trabalho possível, mas com dificuldades em explorar a profundidade que ela criou, pois a mesma não está impressa dentro do longa, somente em Mulligan. Assim, apresentando desconexões e desequilíbrio rítmico, <strong><em>Maestro</em> </strong>se torna uma exibição entediante. O espaço que Bradley Cooper pensou que daria a ele o local de gênio, deu-lhe o local de tolo, pois ele deixa transparecer isso na falta de seleção do que mostrar de seus novos talentos adquiridos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Existem, no entanto, opiniões outras sobre este projeto. </span>De certo, Cooper conseguiu enganar alguns consumidores – especialistas ou não. É sempre melhor que se confira com os próprios olhos se algo é ruim mesmo ou não. Esta breve análise, que já está chegando ao fim, se encerra com a dica de que há muito para ser lido, assistido e vivido. No entanto, caso o leitor queira comprovar se concorda ou não com esta crítica, pode ficar à vontade. Um conselho: boa sorte!</p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Direção:</strong> Bradley Cooper</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Elenco:</strong> Bradley Cooper, Carey Mulligan, Sarah Silverman</span></p>
<p><strong>Assista ao trailer</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/1AYIC4e9lZg?si=xl-MGXLtx0lmq1_d" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Case Comigo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Feb 2022 17:00:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estreou nesta quinta-feira, 10 de fevereiro, o fofíssimo longa Case Comigo, uma comédia romântica cheia de música bacana, com os protagonistas interpretados por Jennifer Lopez (As Golpistas) e Owen Wilson (Extraordinário). Ultimamente tem sido cada vez mais difícil o lançamento de filmes deste gênero e, mais difícil ainda, é quando eles são bons e valem a pena. Ainda bem que este é justamente o caso da produção aqui em questão. Case Comigo conta a história de Kat, uma cantora super famosa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Estreou nesta quinta-feira, 10 de fevereiro, o fofíssimo longa <strong><em>Case Comigo</em></strong>, uma comédia romântica cheia de música bacana, com os protagonistas interpretados por Jennifer Lopez (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-as-golpistas/"><em>As Golpistas</em></a>) e Owen Wilson (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-extraordinario/"><em>Extraordinário</em></a>). Ultimamente tem sido cada vez mais difícil o lançamento de filmes deste gênero e, mais difícil ainda, é quando eles são bons e valem a pena. Ainda bem que este é justamente o caso da produção aqui em questão.</p>
<p><strong><em>Case Comigo </em></strong>conta a história de Kat, uma cantora super famosa que namora um outro cantor igualmente famoso e que vão se casar numa transmissão ao vivo, enquanto lançam a sua nova música <em>Marry Me</em> (nome original do filme). No entanto, minutos antes de subir ao palco, a popstar tem acesso a um vídeo de traição do amado, que se agarra com a sua assistente. Magoada, ela resolve não dar continuidade ao casamento com ele, mas toma a decisão impulsiva de escolher para casar um homem da plateia que estava com um cartaz de &#8220;Case Comigo&#8221;. A partir daí, podemos imaginar como a história se desenrola.</p>
<p>Se engana quem acha que para uma comédia romântica ser boa, tem que ser super inovadora e sem clichês. Acredito que o filme deste gênero que é bem sucedido é quando consegue fazer o &#8220;feijão com arroz&#8221; bem feito e unir uma dupla de protagonistas que tenha muita química em tela. E é isso que acontece aqui. Os passos que o roteiro dá são previsíveis e sem grandes surpresas, mas isso não frustra o espectador hora alguma. Ficamos empolgados em descobrir como aqueles clichês vão ser aplicados e é sempre de maneira bem feita.</p>
<p>A relação de Kat e Charlie começa como uma boa amizade e parceria. Ela sem tempo para nada, completamente dependente dos assistentes e com a vida exposta, enquanto ele é um professor de matemática comum, cansado da rotina, sem redes sociais e bem simples. Suas realidades opostas é que os unem para que consigam sustentar aquele casamento fake que será mantido por um tempo, como jogada comercial.</p>
<p>A química de Owen Wilson e Jennifer Lopez é realmente impressionante, tanto pela naturalidade quanto pela sensação de lar que eles passam. É como se fossem velhos amigos e amantes de muitos anos, conseguindo sustentar olhares amorosos e toques carinhosos. Uma delícia de acompanhar. Para além deles, os demais personagens tem características muito importantes que auxiliam na jornada do casal principal. O produtor paciente e atrapalhado, a assistente rabugenta, a amiga louca que tenta fazer ele ter mais energia na vida. Todos se combinam de uma forma que acrescentam ainda mais a trama.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-15230" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/02/casa-comigo-owen-wilson-jennifer-lopez-divulgacao.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/02/casa-comigo-owen-wilson-jennifer-lopez-divulgacao.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/02/casa-comigo-owen-wilson-jennifer-lopez-divulgacao-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/02/casa-comigo-owen-wilson-jennifer-lopez-divulgacao-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/02/casa-comigo-owen-wilson-jennifer-lopez-divulgacao-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>A medida que o amor vai surgindo, os problemas de rotina e convivência também aparecem. Ele começa a ter ciúmes das atividades dela, especialmente quando ela precisa voltar a cantar junto com o ex-noivo traidor. Temos aqui uma tensão de uma possível volta do casal de artistas, mas de maneira muito sutil. Como uma dúvida que pode surgir na cabeça de pessoas comuns quando um ex volta afirmando que está regenerado.</p>
<p><em><strong>Case Comigo</strong></em> é repleto ainda de belas músicas interpretadas pela própria Jennifer Lopes e pelo parceiro musical Maluma, que é uma grata surpresa no quesito performance em cena. Mas não entendam como um filme de gênero musical. É apenas uma comédia romântica com muita música envolvida e nos momentos corretos.</p>
<p>Aproveito aqui para pontuar sobre o quão legal é ver uma comédia romântica com pessoas mais maduras, ao invés de apenas os dramas adolescentes que a Netflix propõe a maior parte do tempo, como se só o jovem pudesse encontrar um grande amor. Embora Jenny interprete uma mulher com menos de 40 anos (o que é impressionante já que ela tem 52 anos), a história deixa ali claro que aquela não é uma mulher bem novinha procurando um príncipe encantado. Trata-se de uma mulher adulta, segura de si e que está em busca do amor verdadeiro. E isso é muito bom de acompanhar.</p>
<p>Sabe aquele filme gostosinho de assistir, que passamos a sessão inteira sorrindo e querendo abraçar os personagens? É justamente essa a sensação de <em><strong>Case Comigo</strong></em>. Um feijão com arroz bem temperado, com ótimas atuações, músicas bacanas, roupas belíssimas e um amorzinho esperançoso para fazer nossos corações vibrarem. Vale muito a pena conferir!</p>
<p><strong>Direção:</strong> Kat Coiro</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Jennifer Lopez, Owen Wilson, John Bradley, Sarah Silverman, Chloe Coleman, Maluma, Michelle Buteau, Stephen Wallem</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/1ww8uD9J76M" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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