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	<title>Arquivos Sarah Gavron - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: As Sufragistas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Dec 2015 16:37:04 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_4190" aria-describedby="caption-attachment-4190" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-4190 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/12/suffragette2-large-620x349.jpg" alt="suffragette2-large" width="620" height="349" /><figcaption id="caption-attachment-4190" class="wp-caption-text">Resultado aquém do esperado: Filme não chega a ser um desastre, mas apresenta-se como um drama político ligado no automático.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>A causa feminina foi um dos temas evidentes em 2015 na indústria cinematográfica. Das declarações de Jennifer Lawrence sobre a desigualdade de salários entre atores e atrizes em Hollywood ao mega-sucesso <i>Mad Max &#8211; Estrada da Fúria</i> e a icônica personagem interpretada por Charlize Theron no filme de George Miller, a Imperatriz Furiosa, nunca se discutiu tanto o lugar das mulheres nas narrativas cinematográficas como agora. <i>As Sufragistas </i>seria a &#8220;cereja no bolo&#8221; de toda esta atmosfera saudável de debates, prometendo levar a discussão para a temporada de premiações. O grande problema é que a recepção norte-americana ao filme não foi muito calorosa e o longa teve pouquíssimas menções em prêmios que antecedem o Oscar, nem mesmo nomeações ao trabalho da atriz Carey Mulligan, que parecia uma das poucas seguranças do filme, surgiram nas listas de indicados ao Globo de Ouro ou ao SAG Awards. E não é querendo ser &#8220;agorento&#8221; não, mas esta ausência é bem merecida. Ainda que <i>As Sufragistas </i>esteja longe de ser um desastre cinematográfico, é um filme bem morno, previsível e emocionalmente mecânico.</p>
<figure id="attachment_4192" aria-describedby="caption-attachment-4192" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-4192 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/12/Suffragette-620x326.jpg" alt="Suffragette" width="620" height="326" /><figcaption id="caption-attachment-4192" class="wp-caption-text">Menos de 3 minutos: Meryl Streep tem pouquíssimos minutos em cena no filme &#8220;As Sufragistas&#8221;</figcaption></figure>
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<p><i>As Sufragistas </i>é baseado em eventos reais e conta parte da trajetória do movimento feminista na Inglaterra. O filme é ambientado no início do século XX e traz o grupo reivindicando o direito ao voto através de atos coordenados para chamar a atenção das autoridades públicas. A trama é centrada na adesão de Maud Watts, um jovem trabalhadora de uma fábrica, que mesmo sem ter nenhuma formação política se envolve com o movimento.</p>
<p>A diretora Sarah Gavron dirige o seu longa com propósitos muito claros e isso fica evidente desde o início de <i>As Sufragistas</i>: mostrar o quanto a causa das suas personagens foi e continua sendo importante. É uma pena que a realizadora torne tudo muito didático, usando um leve maniqueísmo na construção dos seus personagens, e flertando com chavões de dramas políticos que tornam a trama emocionalmente fria, ainda que vez ou outra busque criar uma empatia entre o espectador e a situação das suas personagens. Gavron opta por um filme burocrático, por uma narrativa &#8220;quadradona&#8221; ao estilo de telefilmes históricos da BBC, o que enfraquece e muito <i>As Sufragistas </i>como filme.</p>
<figure id="attachment_4191" aria-describedby="caption-attachment-4191" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-4191 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/12/suffragette-fr-02-670-380-620x352.jpg" alt="suffragette-fr-02-670-380" width="620" height="352" /><figcaption id="caption-attachment-4191" class="wp-caption-text">Feminista por acaso: Centro da narrativa é a operária Maud Watts, interpretada com precisão por Carey Mulligan.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Do elenco, Carey Mulligan é o único destaque, já que a sua personagem é o centro de toda a trama de <i>As Sufragistas</i>. A atriz está muito bem como Maud Watts, optando por uma interpretação repleta de sutilezas. Ainda assim, é preciso sublinhar que não é o melhor desempenho da sua carreira (este continua sendo em <i>Shame</i>) e não mereceria menção a prêmios como alguns previram meses atrás. Os demais atores, incluindo aqui Helena Bonham Carter, Anne-Marie Duff, Romola Garai, Ben Whishaw, Brendan Gleeson e, claro, Meryl Streep, não tem grande destaque que mereça uma maior atenção, todos flanam na história de Maud Watts. Meryl Streep é o maior exemplo disso, com menos de três minutos em cena (não estou sendo exagerado, cronometrado deve dar isso mesmo), a atriz só por ter o seu nome vinculado ao projeto gera uma expectativa frustrada no público (afinal é Meryl Streep) e acaba chamando muita atenção para uma <i>cameo</i>, ofuscando a própria obra.</p>
<p>Em tom esquemático, <i>As Sufragistas </i>acaba se impondo pela própria história que busca contar &#8211; que de fato é muito importante e, mais do que nunca, merece ser conhecida. O filme  em si decepciona pela falta de personalidade da sua condução e por navegar em águas tão mornas que não fossem o seu desfecho e aquilo que antecede os seus créditos finais seria um filme esquecível, uma pena pois aquilo que lhe dá origem merecia um tratamento melhor.</p>
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