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	<title>Arquivos Sam Raimi - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Sam Raimi - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica Socorro!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Jan 2026 12:57:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O diretor de terror Sam Raimi (Doutor Estranho no Multiverso da Loucura, de 2022) volta às telonas com um novo projeto que é a sua cara. Banhado pelo estilo que lhe catapultou para o sucesso, o cineasta estadunidense traz ao público seu mais novo (e insano) filme: Socorro!. Estrelado por Rachel McAdams (Crescendo Juntas, de 2023) e Dylan O&#8217;Brien (Twinless &#8211; Um Gêmeo a Menos, de 2025), o longa-metragem, que chega aos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (29), carrega a essência [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O diretor de terror Sam Raimi (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-doutor-estranho-no-multiverso-da-loucura/"><em>Doutor Estranho no Multiverso da Loucura</em></a>, de 2022) volta às telonas com um novo projeto que é a sua cara. Banhado pelo estilo que lhe catapultou para o sucesso, o cineasta estadunidense traz ao público seu mais novo (e insano) filme: <strong><em>Socorro!</em></strong>. Estrelado por Rachel McAdams (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-crescendo-juntas/"><em>Crescendo Juntas</em></a>, de 2023) e Dylan O&#8217;Brien (<em>Twinless &#8211; Um Gêmeo a Menos</em>, de 2025), o longa-metragem, que chega aos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (29), carrega a essência cômica, exagerada e <em>trash</em> de Raimi.</p>
<p><strong><em>Socorro!</em></strong> narra a relação tóxica de trabalho entre Linda Liddle (interpretada por McAdams), uma excelente funcionária do setor de Planejamento e Estratégia, e seu novo chefe, Bradley Preston (interpretado por O&#8217;Brien). Após uma reunião que esmaga as expectativas de Linda de ascender na empresa, o avião de uma viagem de negócios sofre um acidente e os dois se veem presos numa ilha deserta. Bradley agora tem que lidar com a mudança de poderes, já que Linda parece ser a sua única chance de sobrevivência.</p>
<p>Com um humor afiado, um elenco espetacular e uma direção sem limites, o roteiro da dupla Damian Shannon e Mark Swift (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-baywatch-s-o-s-malibu/"><em>Baywatch: S.O.S. Malibu</em></a>, de 2017) ganha possibilidades estelares. O que poderia ser uma história esquecível e mal interpretada sobre disputa de poderes, dinâmicas machistas do mercado de trabalho e uma pitada de <em>thriller</em> psicológico de sobrevivência se torna uma narrativa impossível de parar a curiosidade do espectador. <strong><em>Socorro!</em></strong> instiga e prende a atenção do público do início ao fim.</p>
<p>O maior acerto da dupla de roteiristas é a ideia em reunir <em>Náufrago (2000)</em>, <em>Quero Matar Meu Chefe (2011)</em> e <em>Louca Obsessão (1990)</em> em um só filme. Pode soar como muitos fios desconectados, mas Shannon e Swift conseguem fazer dessa mistura um cerne coerente e interessante, o que torna <strong><em>Socorro!</em></strong> um trabalho que verdadeiramente rouba a atenção do público logo de cara. No entanto, não pensam que essa mistura será óbvio ou desinteressante, a narrativa guarda seus truques muito bem debaixo das mangas para te surpreender o tempo todo.</p>
<figure id="attachment_20442" aria-describedby="caption-attachment-20442" style="width: 750px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-20442" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Socorro-1-750x500.jpg" alt="Socorro! (2026)" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Socorro-1-750x500.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Socorro-1-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Socorro-1-720x480.jpg 720w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Socorro-1-770x513.jpg 770w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Socorro-1.jpg 1095w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption id="caption-attachment-20442" class="wp-caption-text">Dylan O&#8217;Brien em cena de &#8216;Socorro! (2026)&#8217;</figcaption></figure>
<p>Além dos méritos óbvios de Shannon e Swift por pensarem numa história tão amarradinha e bem construída, há ainda a potência do <em>casting</em> e da direção. Mesmo sendo uma narrativa interessante, <strong><em>Socorro!</em></strong> só atinge o ápice de seu potencial por conta da direção e do elenco. É impensável assistir a um filme como esse sem que ele tenha assinatura de Raimi. Suas estranhezas clássicas e seu jeito de brincar com o limiar entre horror e comédia gritam de forma exuberante durante os 113 minutos de duração.</p>
<p>Diferente da sua direção na Marvel, que foi limitante para o mergulho da narrativa na sua essência estética, <strong><em>Socorro!</em></strong> não mede esforços para incorporar elementos tão clássicos e conhecidos da filmografia do diretor. Seja remontando conhecidas iconografias visuais de suas outras obras, seja com o exagero e os elementos excessivos do trash que estão tão presentes em sua carreira, mas esse novo longa é 100% a cara dele. Não há quem conheça o trabalho de Raimi, assista o filme e não perceba o quanto dele há no projeto. E é claro, a produção é um prato cheio para os fãs do diretor.</p>
<p>Mais do que um diretor investido e que molda a história para que fique com sua cara, o elenco de <strong><em>Socorro!</em></strong> transforma o roteiro de Shannon e Swift. O elenco secundário tem um papel e desempenho importantes e que colaboram para o todo, mas este filme é de Rachel e Dylan. Não existiria dinâmica tão caótica e esquisita como a que o público se inebria ao assistir se não fossem eles. A contracena da dupla é de uma potência avassaladora. Eles abraçam o absurdo que é estar num filme do Raimi e elevam isso em suas performances até a última potência, fazendo dele um longa imperdível.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Direção:</strong> Sam Raimi</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Rachel McAdams, Dylan O&#8217;Brien, Edyll Ismail, Xavier Samuel, Dennis Haysbert, Chris Pang, Thaneth Warakulnukroh, Emma Raimi, Kristy Best e Bruce Campbell</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/nb4hYGIwHrw?si=oYBMWk-TddwcP3Fb" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Contra o Mundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Apr 2024 11:30:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O cinema de ação é um gênero que movimenta milhões de dólares anualmente e tem se mostrado cada vez mais aberto para histórias diferentes. Interseções de estilos em produções, como o cinema de Quentin Tarantino (Os Oito Odiados, de 2016, e de Era Uma Vez… Hollywood, de 2019) que combina os elementos básicos da ação com um cinema de drama ou  cômico, tem crescido e se tornado cada vez mais presentes. Esse não é o caso de Contra o Mundo. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O cinema de ação é um gênero que movimenta milhões de dólares anualmente e tem se mostrado cada vez mais aberto para histórias diferentes. Interseções de estilos em produções, como o cinema de Quentin Tarantino (</span><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-os-8-odiados/"><i><span style="font-weight: 400;">Os Oito Odiados</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, de 2016, e de </span><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-era-uma-vez-em-hollywood/"><i><span style="font-weight: 400;">Era Uma Vez… Hollywood</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, de 2019) que combina os elementos básicos da ação com um cinema de drama ou  cômico, tem crescido e se tornado cada vez mais presentes. Esse não é o caso de </span><b><i>Contra o Mundo</i></b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O novo filme estrelado por Bill Skarsgård (</span><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-john-wick-4-baba-yaga/"><i><span style="font-weight: 400;">John Wick 4: Baba Yaga</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, de 2023) coloca os clichês mais básicos de um longa-metragem do gênero e o replica, tanto na estética, como em seu roteiro. Aqui o público vai vislumbrar uma história de vingança como tantas outras já conhecidas desse tipo de cinema &#8211; os últimos filmes do Liam Neeson (</span><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-vinganca-a-sangue-frio/"><i><span style="font-weight: 400;">Vingança a Sangue Frio</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, de 2019, e </span><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-chamada/"><i><span style="font-weight: 400;">A Chamada</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, de 2023) que o digam. O ponto alto de </span><b><i>Contra o Mundo</i></b><span style="font-weight: 400;">, no entanto, é a sua capacidade de pirar dentro desse universo tão básico.5</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O longa, dirigido por Moritz Mohr, chega aos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (25) para competir por essa vaga do entretenimento de ação que tanto rende em bilheteria. Sem muitos critérios e camadas, o objetivo de </span><b><i>Contra o Mundo</i></b><span style="font-weight: 400;"> é puramente divertir através de números de ação milimetricamente calculados. O elenco estelar também ajuda a chamar o espectador. Além de Bill, a produção ainda conta com nomes como Jessica Rothe (</span><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-morte-te-da-parabens-2/"><i><span style="font-weight: 400;">A Morte Te Dá Parabéns 2</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, de 2019), Michelle Dockery (</span><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-downton-abbey-2-uma-nova-era/"><i><span style="font-weight: 400;">Downton Abbey 2 – Uma Nova Era</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, de 2022), Famke Janssen (</span><i><span style="font-weight: 400;">Busca Implacável 3</span></i><span style="font-weight: 400;">, de 2014), Sharlto Copley (</span><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-malevola/"><i><span style="font-weight: 400;">Malévola</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, de 2014), Brett Gelman (</span><i><span style="font-weight: 400;">Stranger Things</span></i><span style="font-weight: 400;">, desde 2017), Isaiah Mustafa (</span><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-it-capitulo-2/"><i><span style="font-weight: 400;">It – Capítulo 2</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, de 2019) e Andrew Koji (</span><i><span style="font-weight: 400;">G.I. Joe Origens: Snake Eyes</span></i><span style="font-weight: 400;">, de 2021).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em </span><b><i>Contra o Mundo</i></b><span style="font-weight: 400;">, o Garoto (Skarsgård) perdeu sua família em um violento ano de Abate e foi torturado, ficando mudo e surdo. Depois de anos de treino, ele se sente preparado para vingar a morte de sua família que foi executada pelas mãos da totalitária dinastia van der Koy, comandada por Hilda (Janssen) e seus irmãos, Melanie (Dockery) e Gideon (Gelman). O problema é que essa aventura vai ser ainda mais sangrenta, dolorosa e confusa do que o Garoto esperava.</span></p>
<figure id="attachment_18006" aria-describedby="caption-attachment-18006" style="width: 750px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-18006" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/04/Contra-o-Mundo-2-750x500.jpg" alt="Contra o Mundo (2024)" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/04/Contra-o-Mundo-2-750x500.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/04/Contra-o-Mundo-2-1536x1024.jpg 1536w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/04/Contra-o-Mundo-2-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/04/Contra-o-Mundo-2-720x480.jpg 720w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/04/Contra-o-Mundo-2-770x513.jpg 770w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/04/Contra-o-Mundo-2-1400x933.jpg 1400w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/04/Contra-o-Mundo-2.jpg 1893w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption id="caption-attachment-18006" class="wp-caption-text">Jessica Rothe em cena de &#8216;Contra o Mundo&#8217; (2024)</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">O que a produção peca em inovação e inventividade narrativa, ela investe em cenas de ação maravilhosamente coreografadas, um humor insano e em sangue (muito sangue). </span><b><i>Contra o Mundo</i></b><span style="font-weight: 400;"> é uma espécie de </span><i><span style="font-weight: 400;">shake</span></i><span style="font-weight: 400;"> matinal de ação. É como se os roteiristas Tyler Burton Smith e Arend Remmers tivessem colocado no liquidificador uma mistura da violência gráfica e das referências a </span><i><span style="font-weight: 400;">videogames</span></i><span style="font-weight: 400;"> como </span><i><span style="font-weight: 400;">Mortal Kombat</span></i><span style="font-weight: 400;">, a ideia distópica e exagerada de </span><i><span style="font-weight: 400;">Sucker Punch &#8211; Mundo Surreal (2011)</span></i><span style="font-weight: 400;"> &#8211; só que bem executada -, a sanguinolência e o cinema do absurdo de </span><i><span style="font-weight: 400;">Kill Bill (2003-04)</span></i><span style="font-weight: 400;"> &#8211; e vários outros filmes do Quentin -, a lógica foucaultiana da punição televisionada de </span><i><span style="font-weight: 400;">Jogos Vorazes (2012-2023)</span></i><span style="font-weight: 400;"> e a ação cômica, hiperbólica e visual de projetos recentes como </span><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-trem-bala/"><i><span style="font-weight: 400;">Trem-Bala (2022)</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> e a franquia </span><i><span style="font-weight: 400;">John Wick (2014-)</span></i><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse caldeirão é o resultado que chega ao público e é garantia de diversão. Talvez essa seja a palavra que melhor define a sensação gerada por </span><b><i>Contra o Mundo</i></b><span style="font-weight: 400;">. A experiência é insana, exagerada e repleta de excessos, mas, para quem se entrega à loucura, o divertimento é garantido. Nesse contexto, a ação, a pancadaria e os litros de sangue fazem valer as quase 2h de entretenimento, ainda que não tenha muita criatividade e inovação narrativa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O elenco, por sua vez, tem poucos momentos para brilhar. Ainda que seja divertido e alguns atores consigam tirar bom proveito disso, o resultado para o público é limitado nesse sentido. A própria estrela da trama não tem muito o que fazer além de caretas e olhares &#8211; ainda que o faço bem. Talvez um destaque vá para as performances de Michelle Dockery, Brett Gelman e Sharlto Copley em </span><b><i>Contra o Mundo</i></b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p>O trio faz parte da dinastia que comanda a população com o suposto &#8216;punho de ferro&#8217;, mas os três trazem para a trama um <em>timing</em> cômico sem igual. Sharlto, apesar de ter uma participação menor, consegue marcar o público com seu personagem completamente exagerado. Michelle e Brett, por sua vez, acompanham o espectador até os momentos finais do longa e conseguem criar momentos hilários com seus desmandos e chiliques. Afinal, nada melhor do que uma família totalitária que age como um bando de crianças mimadas para tirar boas risadas do público. Mesmo com um roteiro pouco inventivo, é impossível dizer que <strong><em>Contra o Mundo</em></strong> não tem bons momentos de humor ácido e escrachado com um desses personagens.</p>
<p>Dessa forma, a produção vem para ser um momento de diversão para o espectador. É um filme exageradamente violento e insano, o que faz com que os absurdos e delírios mostrados em cena se tornem dignos de riso. A ação é bem coordena e cria uma adrenalina para os acontecimentos, mesmo que esses sejam previsíveis. Assim, <strong><em>Contra o Mundo</em></strong> é para aqueles que queiram espairecer a mente e <span style="font-weight: 400;">dar altas risada, para isso, basta mergulhar de cabeça na loucura do filme.</span></p>
<p><strong>Direção:</strong> Moritz Mohr</p>
<p><strong>Elenco: </strong>Bill Skarsgård, Jessica Rothe, Michelle Dockery, Famke Janssen, Sharlto Copley, Brett Gelman, Isaiah Mustafa e Andrew Koji</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe width="750" height="500" src="https://www.youtube.com/embed/XS6nz7ziasE?si=jSBKY5xr8EMy0MB5" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Crítica: Doutor Estranho no Multiverso da Loucura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 May 2022 20:12:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Quais são as possibilidades dos vários universos que compõem a realidade e onde temos várias versões de nós mesmos? Será que em outra dimensão paralela o nosso eu alcançou os objetivos que tenta arduamente nesta aqui? Doutor Estranho no Multiverso da Loucura traz essa ideia juntamente com a dinâmica com Wanda Maximoff (Elizabeth Olsen, Vingadores: Ultimato), que está inebriada com a função de viver em uma realidade onde seus filhos estejam vivos. Assim segue o roteiro, construindo caminhos para o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Quais são as possibilidades dos vários universos que compõem a realidade e onde temos várias versões de nós mesmos? Será que em outra dimensão paralela o nosso eu alcançou os objetivos que tenta arduamente nesta aqui? <strong><em>Doutor Estranho no Multiverso da Loucura</em></strong> traz essa ideia juntamente com a dinâmica com Wanda Maximoff (Elizabeth Olsen, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-vingadores-ultimato-sem-spoiler/"><em>Vingadores: Ultimato</em></a>), que está inebriada com a função de viver em uma realidade onde seus filhos estejam vivos.</p>
<p>Assim segue o roteiro, construindo caminhos para o desenvolvimento e aprofundamento de personagens importantes, assim como a chegada de novos, como é o caso de America Chavez (Xochitl Gomez). A garota consegue passear entre os multiversos e vivenciar as diferentes realidades. Algo que é claramente almejado por Wanda. Ela começa, então, a ser perseguida pela mesma, que manda diversos monstros para roubar o seu poder. No meio do caminho, ela esbarra com o nosso Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-ataque-dos-caes/"><em>Ataque dos Cães</em></a>), que sonha com a outra realidade. Descobrimos que é possível saber de outros universos durante os nossos sonhos.</p>
<p>Quando eles começam nessa jornada de tentar salvar America, fugindo entre as dimensões, algumas realidades vão sendo colocadas para Stephen. Ele percebe que sua arrogância é um elemento comum entre os universos, algo que o leva a ser um vilão (ou quase isso) em diversas oportunidades. A reflexão vem e ele começa a entender que o excesso de poder tem um lado muito obscuro. Falando em obscuro, esse é um filme com toque sincero de terror, um traço prometido e cumprido pelo diretor Sam Raimi (Homem-Aranha &#8211; 2002).</p>
<p>A medida que a história avança, a insanidade de Wanda vai se tornando ainda pior, com mortes e terror por onde passa. O filme faz uma conexão com os Illuminatti, com o aparecimento super esperado de Capitã Marvel (Maria Rambeau), professor Xavier (Patrick Stewart), Senhor Fantástico (John Krasinski), Capitã Carter (Hayley Atwell) e Raio Negro (Anson Mount). É uma parte super bacana e interessante de se acompanhar no filme. Pena que tem um desfecho rápido demais com a morte de todos pela mão da Feiticeira Escarlate. Achei que faltou aproveitamento do elenco incrível que foi reunido ali.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-15498" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/05/Wanda-Maximoff-Feiticeira-Escarlate-1.jpg" alt="Doutor Estranho no Multiverso da Loucura" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/05/Wanda-Maximoff-Feiticeira-Escarlate-1.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/05/Wanda-Maximoff-Feiticeira-Escarlate-1-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/05/Wanda-Maximoff-Feiticeira-Escarlate-1-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/05/Wanda-Maximoff-Feiticeira-Escarlate-1-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>O que decepciona, no entanto, é que essa loucura de Wanda não tem a finalização mais grandiosa possível. O grande ápice não é tão grande assim e ela desiste muito fácil de seus objetivos quando percebe que os seus filhos se outras dimensões não são seus filhos da realidade, portanto não transferem o afeto para ela. Faltou tempo de tela neste momento para nos inserir num sentimentalismo que justificasse o filme como um todo. E faltou, a meu ver, ela enlouquecendo ainda mais e por completo quando as coisas não saem conforme o planejado.</p>
<p>O mais difícil para Strange é notar que ele não fica junto com Christine em nenhum dos universos que visita, mostrando o quanto que as suas histórias são feitas para trilhar caminhos separados. É aí também que ele entende a sua importância no multiverso e a necessidade de controlar suas emoções para lidar e aplicar corretamente um poder tão grandioso.</p>
<p><em><strong>Doutor Estranho no Multiverso da Loucura</strong></em> é um ótimo filme que completa ainda mais o universo Marvel e a continuidade de histórias que viemos acompanhando ao longo dos anos. No entanto, falta ser excelente pois ele não arrisca mais do que o ambiente seguro. Falta um click no filme que torne ele realmente incrível, tal qual poderia ser ou como seu trailer nos fez pensar que seria. Tem um quê de decepção no resultado final, a bem verdade é essa.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Sam Raimi</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Benedict Cumberbatch, Elizabeth Olsen, Chiwetel Ejiofor, Benedict Wong, Xochitl Gomez, Rachel McAdams, Michael Stuhlbarg, Sheila Atim, Patrick Stewart, John Krasinski, Hayley Atwell, Maria Rambeau, Anson Mount</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/X23XCFgdh2M" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Especial Homem-Aranha: Os três arcos da trajetória do herói no cinema</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jul 2019 17:38:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Desde 1962, quando teve a sua primeira aparição nos quadrinhos, o Homem-Aranha trouxe um novo caminho para as ficções heroicas. O surgimento de uma figura tão próxima da realidade dos leitores encantou gerações e promoveu uma narrativa cheia de arcos e ramificações que se desdobram até hoje, quase seis décadas após sua criação. Os fãs do Aranha já vivenciaram diversas fases da personagem e estavam curiosos com a continuidade que a Sony Pictures, em parceria com a Marvel Studios, daria [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Desde 1962, quando teve a sua primeira aparição nos quadrinhos, o Homem-Aranha trouxe um novo caminho para as ficções heroicas. O surgimento de uma figura tão próxima da realidade dos leitores encantou gerações e promoveu uma narrativa cheia de arcos e ramificações que se desdobram até hoje, quase seis décadas após sua criação. Os fãs do Aranha já vivenciaram diversas fases da personagem e estavam curiosos com a continuidade que a <em>Sony Pictures</em>, em parceria com a <em>Marvel Studios</em>, daria para a jornada de Peter Parker.</p>
<p>Após os eventos de <em>Vingadores: Ultimato</em> que foram determinantes para a reaparição do <em>Spider-Man</em>, a jornada de <em><strong>Homem-Aranha: Longe de Casa</strong></em> começa com um Peter tentando se adaptar as mudanças que ocorreram no planeta, em especial a perda do seu mentor e amigo. A responsabilidade de ser um dos poucos heróis vivos, a frustração e o vazio pela ausência de Tony e os dilemas juvenis embalam a narrativa desse novo arco do Aranha. A jornada que começou em 2016 com a aparição do jovem herói em <em>Capitão América: Guerra Civil</em>, toma forma e se complexifica durante seu segundo filme solo.</p>
<p>Apesar do sucesso e da visibilidade cada vez maior por sua participação nos Vingadores, o jovem herói já é um velho conhecido da cultura <em>geek</em>. De 1962 até os dias de hoje, o Aranha já teve centenas de hqs publicadas, foi tema de 11 séries televisivas – sendo duas <em>live-action</em> e nove animadas –, foi protagonista de três diferentes arcos fílmicos e gerou dois <em>spin-offs</em>. Com sua chegada no cinema, contudo, esse fascínio e essa comoção só se amplificaram.</p>
<figure id="attachment_10889" aria-describedby="caption-attachment-10889" style="width: 750px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-10889" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/Tobey-Maguire-in-Spider-Man-1280x720-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/Tobey-Maguire-in-Spider-Man-1280x720.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/Tobey-Maguire-in-Spider-Man-1280x720-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/Tobey-Maguire-in-Spider-Man-1280x720-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption id="caption-attachment-10889" class="wp-caption-text">Tobey Maguire no icônico papel de Homem-Aranha</figcaption></figure>
<p>Dentre os filmes solo do Homem-Aranha, a trilogia dirigida por Sam Raimi (<em>A Morte do Demônio</em>, 1981) foi um capítulo de extrema importância na jornada do herói. Além de iniciar a fase cinematográfica do Aranha, o diretor deu vida a uma narrativa que padronizou o imaginário popular de quem seria essa figura tão famosa desde a década de 1960. A interpretação de Tobey Maguire (<em>Regras da Vida</em>, 1999) inaugurou uma das possibilidades do herói. Nos três filmes da parceria Raimi-Maguire, o espectador pôde ver um jovem maduro, com preocupações adultas e dilemas profundos – tanto que o fator da perda do tio Ben é um acontecimento de extrema importância para a construção do super-herói. Maguire, portanto, estreou essa personagem nos cinemas com uma vivência que trazia maturidade e dificuldades de uma vida mais adulta.</p>
<figure id="attachment_10888" aria-describedby="caption-attachment-10888" style="width: 750px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-10888" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/andrew-garfield-amazing-spiderman_upuw-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/andrew-garfield-amazing-spiderman_upuw.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/andrew-garfield-amazing-spiderman_upuw-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/andrew-garfield-amazing-spiderman_upuw-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption id="caption-attachment-10888" class="wp-caption-text">Já Andrew Garfield foi pouco popular</figcaption></figure>
<p>Em seu segundo arco, a <em>Sony Pictures</em> decidiu adaptar a hq mais antiga do herói. <em>O Espetacular Homem-Aranha</em> traz uma roupagem completamente diferente para o Peter. Dessa vez, o público se depara com um Parker fisicamente mais jovem, com atitudes e vivências mais infantis e até com uma personalidade um pouco oposta do Peter de Maguire. Andrew Garfield (<em>Até o Último Homem</em>, 2016) dá vida a esse novo tipo heroico do Parker que rendeu dois longas. Apesar das duas produções, <em>The Amazing Spider-Man</em> (título original) cometeu muitos deslizes durante esses dois momentos. Os longas não conseguiram executar a narrativa com a maestria de Raimi e os roteiros se mostraram frágeis em suas tentativas de inovação. Atrelado a isso, a interpretação de Garfield não foi exatamente bem vista pelo público. Existe um claro estranhamento ao assistir o Andrew como o Aranha e, quando comparado com Tobey, esse incômodo só aumenta.</p>
<p>Após ficar dois anos longe das telas, o herói da vizinhança retorna aos cinemas fazendo uma participação especial no último filme solo do Capitão América. Assim, em 2016, os fãs da <em>Marvel</em> puderam ter um primeiro olhar – mesmo que rápido – de como seria essa nova versão do Aranha. Desde esse primeiro momento, o <em>Spider-Man</em> de Tom Holland mostrou que seguiria um caminho mais próximo ao de Maguire. Um ano depois, com a estreia de seu longa, Holland trouxe ao público uma versão mais jovem do que foi a personagem de Maguire e Garfield.</p>
<figure id="attachment_10887" aria-describedby="caption-attachment-10887" style="width: 750px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-10887" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/spider-man-homecoming-tom-holland-unmasked-e1492618589588-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/spider-man-homecoming-tom-holland-unmasked-e1492618589588.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/spider-man-homecoming-tom-holland-unmasked-e1492618589588-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/spider-man-homecoming-tom-holland-unmasked-e1492618589588-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption id="caption-attachment-10887" class="wp-caption-text">Tom Holland tem se saído bem como o Spider-Man atual</figcaption></figure>
<p>O Homem-Aranha de Tom é um <em>nerd</em> desengonçado que enfrenta os dilemas normais de todo adolescente. Apesar de não conter a profundidade das motivações de Maguire, Holland, ainda assim, consegue se aproximar do estereótipo do herói aracnídeo. A despretensão de assumir essa vida de super-herói, as vivências ainda colegiais e o jeito atrapalhado são características próximas que podem ser traçadas entre o primeiro e o atual Aranha.</p>
<p>O destaque dessa nova jornada, contudo, está na participação do Homem-Aranha nos Vingadores. A adesão do garoto nova-iorquino aos maiores defensores do universo foi uma estratégia narrativa desde o início. A primeira aparição do Aranha mostra que os caminhos se alinhavam para que ele crescesse como herói e assumisse um papel fundamental na proteção do planeta com o passar dos anos. Todo esse processo se intensifica com a perda de seu mentor – temática a qual gerou o enredo do último lançamento da <em>Marvel Studios</em>.</p>
<p>Com <strong><em>Far From Home</em></strong> (título original), a jornada de Peter Parker chega a um momento crucial. O garoto precisa aceitar o seu papel de protetor de mais do que sua cidade e deve abraçar o legado que Tony Stark deixou para ele. Pela frente, suas preocupações juvenis e sua maturidade ainda em processo precisarão se moldar aos dilemas da vida real de um super-herói. Com isso, o perigo, sofrimento e a perda podem se tornar questões frequentes em sua vida. Acontecimentos que podem, ao decorrer dos próximos filmes, aproximar ainda mais os Aranhas de Maguire e Holland.</p>
<p>Para além desses arcos principais, a saga do <em>Spider-Man</em> foi capaz de ir além da figura central das hqs – ou pelo menos de sua personagem original. Em 2018, a <em>Sony</em> lançou dois <em>spin-offs</em> das histórias do Homem-Aranha. A primeira produção lançada foi o longa-metragem estrelado por Tom Hardy (<em>Mad Max: Estrada da Fúria</em>, 2015) intitulado <em>Venom</em>. O filme narra a história de um jornalista controverso que acaba se tornando hospedeiro do simbionte que dá nome ao filme. Apesar das suas falhas de roteiro, direção e tom, a película teve um sucesso de bilheteria, o que garantiu sua continuação – a qual está prevista para 2020 – e ainda outras produções voltadas para vilões do universo Aranha, como <em>Morbius</em> que estreia, também, em 2020.</p>
<figure id="attachment_10885" aria-describedby="caption-attachment-10885" style="width: 750px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-10885" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/poltrona-spider-verse-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/poltrona-spider-verse.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/poltrona-spider-verse-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/poltrona-spider-verse-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption id="caption-attachment-10885" class="wp-caption-text">Homem-Aranha no Aranhaverso foi um sucesso e ganhou o Oscar de Melhor Animação</figcaption></figure>
<p>Alguns meses após o lançamento de <em>Venom</em>, a <em>Sony</em> lança o maior sucesso do fim de ano, <em>Homem-Aranha no Aranhaverso</em>. A animação foi o ponto alto do estúdio e gerou um reboliço no universo cinematográfico. A crítica e o público abraçaram o longa de imediato e a animação levou para casa dezenas de prêmios, incluindo o Oscar de “Melhor Animação”.</p>
<p>O fenômeno causado pela figura do herói aracnídeo tem, portanto, uma história densa e cheia de nuances. Seja pelas representações em diferentes mídias, pelos arcos distintos do cinema ou pela expansão de seu universo. Seja como for, o Homem-Aranha se mantém como um ícone juvenil que está na memória das gerações passadas e presentes. Independentemente das falhas de <em>O Espetacular Homem-Aranha</em> ou da demora para <strong><em>Longe de Casa</em></strong> engatar de forma verdadeiramente interessante, o amor por essa figura fala mais alto e tem garantido sempre um retorno aos estúdios. Os fãs do Aranha agora podem apenas teorizar e aguardar ansiosos pelo desenvolver da história do querido herói tanto em meio aos Vingadores como através dos <em>spin-offs</em> que estão por vir.</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/especial-homem-aranha-a-trajetoria-do-heroi-em-seus-tres-arcos-no-cinema/">Especial Homem-Aranha: Os três arcos da trajetória do herói no cinema</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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