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	<title>Arquivos Rosemarie DeWitt - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Rosemarie DeWitt - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Sorria 2</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Oct 2024 00:21:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na continuação de Sorria, o cineasta Parker Finn retorna à função de diretor e roteirista contando a história da cantora pop Skye Riley, a nova personagem amaldiçoada pela entidade que fez da vida da psiquiatra Rose Cotter um inferno. Skye é mais um elo da corrente formada por uma sucessão de mortes assistidas por personagens que têm alucinações com pessoas encarando-as bizarramente com um grande sorriso no rosto. Sorria 2 é bem mais robusto do que o primeiro longa da nova franquia [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Na continuação de <em>Sorria</em>, o cineasta Parker Finn retorna à função de diretor e roteirista contando a história da cantora pop Skye Riley, a nova personagem amaldiçoada pela entidade que fez da vida da psiquiatra Rose Cotter um inferno. Skye é mais um elo da corrente formada por uma sucessão de mortes assistidas por personagens que têm alucinações com pessoas encarando-as bizarramente com um grande sorriso no rosto.</p>
<p><em><strong>Sorria 2</strong></em> é bem mais robusto do que o primeiro longa da nova franquia de horror. Já estabelecida as bases desse universo, Parker Finn quer extrapolar alguns limites e explorar temáticas mais ambiciosas.  Há na continuação uma proposta temática bastante clara. Com a história da diva pop Skye Riley, interpretada por Naomi Scott (a princesa Jasmine do live action de Aladdin), Finn constrói uma eficiente representação da paranoia que o universo da fama pode causar na vida de uma celebridade e o triste destino que este tormento psicológico potencialmente concretiza.</p>
<p>Distorções sobre a própria imagem, desconfiança de pessoas próximas e adições fazem parte de uma série de distúrbios adquiridos pela protagonista de <em><strong>Sorria 2</strong></em>. Skye é uma jovem mobilizada pelas pressões de ser vista e demandada por todos através de lentes que a registram o tempo todo. A maldição do &#8220;sorriso&#8221; surge como uma alegoria para Parker Finn conduzir a temática das neuroses da fama injetando uma dose fantástica em uma vivência que, na prática, parece próxima do horror. Nesse sentido, <em>Sorria</em> 2 é fruto de uma construção bem mais sofisticada que o primeiro longa. Flertando, em alguns momentos, até com o fenômeno cultural de 2024 <em>A Substância</em>.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-18862" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/10/image-2-2.png" alt="Sorria 2" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/10/image-2-2.png 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/10/image-2-2-360x240.png 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/10/image-2-2-720x480.png 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Como no filme de 2022, Finn sabe oferecer ao gênero aquilo que ele demanda. O diretor sustenta com habilidade o suspense de suas sequências ao mesmo tempo que oferece um horror gráfico inventivo quando as coisas precisam ser reveladas. Parker Finn também conta com uma ótima atuação de Naomi Scott. A atriz sustenta muito bem todas as demandas físicas e emocionais que o papel exige. Estando presente durante a maior parte da projeção, era fundamental que Finn fizesse mais um acerto com a protagonista desta sequência (sucessora de Sosie Bacon, a psiquiatra do primeiro filme) e Scott faz um trabalho muito consistente como Skye, levando a personagem com muita credibilidade em todas as suas reações ao horror externo.</p>
<p>Conforme o longa chega ao seu desfecho, a narrativa de <em><strong>Sorria 2</strong></em> se perde um pouco em meio a twists que desgastam a experiência, é verdade. No entanto, é exemplar como o segundo filme leva uma série cinematográfica de grande apelo comercial a lugares extremamente ambiciosos no âmbito da realização artística e da proposição de temas que &#8220;conversam&#8221; com a realidade.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Parker Finn</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Naomi Scott, Rosemarie DeWitt, Lukas Gage</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/_e-yvJV9NpM?si=MSicAnw5R-GpxgTC" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Homens, Mulheres e Filhos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Dec 2014 12:34:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Adam Sandler]]></category>
		<category><![CDATA[Ansel Elgort]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Dennis Haysbert]]></category>
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		<category><![CDATA[Jennifer Garner]]></category>
		<category><![CDATA[Judy Greer]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Homens, Mulheres e Filhos é justamente aquele tipo de filme que divide completamente a opinião dos espectadores. Ou você sai do cinema dizendo “que filme ótimo”, ou dizendo “que perda de tempo”. Particularmente, fico na primeira opção e acrescento que o longa é um banho de pequenas lições de moral na sociedade que assiste. Paralelo a isso, uma boa escolha de elenco que atrai o espectador e envolve as cenas a todo o momento e em qualquer núcleo de histórias. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/12/484331.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-2438 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/12/484331.jpg" alt="484331" width="610" height="348" /></a></p>
<p><em>Homens, Mulheres e Filhos</em> é justamente aquele tipo de filme que divide completamente a opinião dos espectadores. Ou você sai do cinema dizendo “que filme ótimo”, ou dizendo “que perda de tempo”. Particularmente, fico na primeira opção e acrescento que o longa é um banho de pequenas lições de moral na sociedade que assiste. Paralelo a isso, uma boa escolha de elenco que atrai o espectador e envolve as cenas a todo o momento e em qualquer núcleo de histórias.</p>
<p>O filme envolve várias histórias que vão de interligando e falam basicamente de família e relações interpessoais. A internet tem papel importante no enredo e mostra o quanto as pessoas podem se transformar nela e mudar de personalidade. Situações vão acontecendo e o espectador simplesmente assiste situações muito reais de seu dia a dia, que passam despercebidas.</p>
<p>No caso de Jennifer Garner, ela é uma mãe psicótica que fiscaliza absolutamente tudo que a filha faz. Literalmente tudo. Ela entra nos e-mails, lê as mensagens, vê ligações, redes sociais, sendo que a jovem já tem 16 anos. O caso mostra a total falta de privacidade que a menina vive por conta da tecnologia. Enquanto isso, a menina, vivida por Kaitlyn Dever, que acaba sendo mais reclusa por conta do comportamento da mãe, começa a se envolver escondido com um jovem (Ansel Elgort) que sofre com o abandono recente da mãe. O desfecho deste núcleo é sofrido e complicado, mas mostra perfeitamente a superficialidade das relações, o nível depressivo dos jovens que se escondem em carapuças virtuais, entre outras questões que não entrarei em detalhes para não dar spoiler.</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/12/488081.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-2439 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/12/488081.jpg" alt="488081" width="610" height="348" /></a></p>
<p>Tem também a jovem anoréxica em que os pais simplesmente fazem vista grossa ou não conseguem perceber o problema que é mais que nítido para qualquer pessoa. A menina tem dezenas de fotos de modelos magérrimas no quarto, não come, tem aspecto de doente, fora a magreza excessiva. Paralelo a isso, ela tem a autoestima tão baixa que acaba se sujeitando aos caprichos de uma paixonite do colégio e acaba perdendo a virgindade da pior forma possível.</p>
<p>Outro núcleo principal é o casal que está junto há muito tempo e perdeu o eros da relação. Eles simplesmente não conseguem mais se atrair um pelo outro. Acabam se deixando envolver pela internet, achando que os relacionamentos virtuais não são necessariamente traições, em busca daquilo que lhes falta na relação física. O processo deles é muito interessante e mostra como, às vezes, o relacionamento têm problemas e as pessoas simplesmente não estão dispostas a lidar com eles.</p>
<p>Todo este processo de intervenções é pincelado com a narração da inconfundível Emma Thompson, que dá um tom diferente ao longa, como se fossem contos , histórias de aprendizado.</p>
<p>O filme como um todo é muito bom e segue a linha monótona que eu, particularmente, adoro. É uma comédia dramática, mas segue mais para o drama e faz o espectador refletir a maior parte do tempo sobre diversas questões de amor, amizade, família. Sobre como lidamos com o outro e como nossas ações são capazes de influenciar em tudo ao nosso redor. Vale muitíssimo a pena!</p>
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