<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Roger Kumble - Coisa de Cinéfilo</title>
	<atom:link href="https://coisadecinefilo.com.br/tag/roger-kumble/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/roger-kumble/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Wed, 12 Apr 2023 20:22:01 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/cropped-favicon3-5-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Roger Kumble - Coisa de Cinéfilo</title>
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/roger-kumble/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Crítica: Belo Desastre</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-belo-desastre/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-belo-desastre/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Apr 2023 20:22:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Austin North]]></category>
		<category><![CDATA[Autumn Reeser]]></category>
		<category><![CDATA[Belo Desastre]]></category>
		<category><![CDATA[Brian Austin Green]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Dylan Sprouse]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Libe Barer]]></category>
		<category><![CDATA[Rob Estes]]></category>
		<category><![CDATA[Roger Kumble]]></category>
		<category><![CDATA[Virginia Gardner]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=16647</guid>

					<description><![CDATA[<p>Belo Desastre é a mais nova adaptação cinematográfica juvenil que chega aos cinemas, trazendo um toque de erotismo e pouco compromisso com uma construção de roteiro com lógica. Mas CALMA! Nem tudo está perdido aqui e já vou explicar o motivo. O filme é bem ruinzinho, mas não se leva nem um pouco a sério, que é a melhor decisão que ele poderia tomar, já que o transformou em um longa até divertido. Abby é aquela garota super estudiosa que [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-belo-desastre/">Crítica: Belo Desastre</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Belo Desastre</strong></em> é a mais nova adaptação cinematográfica juvenil que chega aos cinemas, trazendo um toque de erotismo e pouco compromisso com uma construção de roteiro com lógica. Mas CALMA! Nem tudo está perdido aqui e já vou explicar o motivo. O filme é bem ruinzinho, mas não se leva nem um pouco a sério, que é a melhor decisão que ele poderia tomar, já que o transformou em um longa até divertido.</p>
<p>Abby é aquela garota super estudiosa que entra para a faculdade com o foco apenas de estudar e esquecer o seu passado complicado. Claro que seus planos não saem da forma como imagina, pois rapidamente ela conhece Travis, o briguento cheio de tatuagens que é amigo de sua melhor amiga. Eles acabam se envolvendo mesmo sem intenção e as coisas complicam para ambos.</p>
<p>Este resumo poderia ser de vários filmes diferentes e você nem ia saber dizer qual. É básico da maneira mais primitiva de criação de histórias para adolescentes. Uma mocinha, um bad boy, um vilão muito estereotipado, um desejo sexual e pronto. E a execução é ruim, o fato é esse. Não precisamos nem chegar nos 10 minutos de exibição para perceber que o filme é ruim, simples assim. Mas isso não quer dizer que ele não preste para nada.</p>
<p>Sou grande defensora de filmes ruins de qualidade. Como seria isso? Aquele longa que é tão péssimo, sem propósito, sem lógica, que acaba se tornando uma experiência minimamente divertida. E é isso que acontece aqui em <em><strong>Belo Desastre</strong></em>. O roteiro, inclusive criado pela própria autora do livro homônimo, Jamie McGuire, não se leva a sério e é a melhor decisão que ele poderia tomar. A medida que percebemos que não tem intenção ali de criar um grande drama ou tensão, a experiência é outra.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-16649" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/04/vqxUL0A3JwSzO2MclF1r1t95BYK-1.jpg" alt="Belo Desastre" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/04/vqxUL0A3JwSzO2MclF1r1t95BYK-1.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/04/vqxUL0A3JwSzO2MclF1r1t95BYK-1-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/04/vqxUL0A3JwSzO2MclF1r1t95BYK-1-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/04/vqxUL0A3JwSzO2MclF1r1t95BYK-1-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Travis (Dylan Sprouse, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-after/"><em>After &#8211; Depois da Verdade</em></a>) tem uma leveza bem compatível com o livro, sempre brincalhão e sem levar nada a sério. A problemática com ele é o perfil físico, porque escolheram um ator super magrinho e sem porte atlético para interpretar um personagem valentão que faz luta livre como meio de vida. Tem uma cena ridícula maravilhosa em que um paquera da protagonista, muito maior do que ele, fica morrendo de medo de receber uma porrada de Travis.</p>
<p>Já Abby (Virginia Gardner, <em>A Queda</em>) é um pouco mais séria, embora não seja sisuda. Também leva o mesmo jeitinho da mocinha do livro, o que com certeza vai deixar os fãs literários bem contentes. Eles têm uma dinâmica interessante de química e parecem se divertir juntos nas filmagens.</p>
<p>E sim, gente, é isso que fica desse filme. É uma sucessão de coisas aleatórias acontecendo, cenas recortadas de qualquer jeito, diálogos péssimos. Mas é que ele é tão ruinzinho que chega a nos divertir, tamanha é a nossa indignação de assistir aquilo ali. Quando você pensa que vai ter uma cena bacana, um sexo bem construído, eles vão lá e cortam com uma intervenção desnecessária. Pelo menos ele não é focado na questão sexual, utilizando isso apenas como plano de fundo.</p>
<p><strong>Belo Desastre</strong> é aquele filme que você não vai gostar, mas vai curtir não gostar, sabe? Se for com uma dupla bacana para o cinema, vão dar boas risadas tecendo críticas às loucuras que esse roteiro nos apresenta. Se for fã do livro, vai ter uma obra que respeita o cerne principal da história, o que já é bastante coisa.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Roger Kumble</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Dylan Sprouse, Virginia Gardner, Austin North, Libe Barer, Autumn Reeser, Brian Austin Green, Rob Estes</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/n7XKdBRu3dg" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-belo-desastre/">Crítica: Belo Desastre</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-belo-desastre/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Amor em Obras</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-amor-em-obras/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-amor-em-obras/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Michel Gutwilen]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Sep 2019 01:04:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Netflix]]></category>
		<category><![CDATA[Adam Demos]]></category>
		<category><![CDATA[Amor em Obras]]></category>
		<category><![CDATA[Anna Jullienne]]></category>
		<category><![CDATA[Christina Milian]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Jeffrey Bowyer-Chapman]]></category>
		<category><![CDATA[Roger Kumble]]></category>
		<category><![CDATA[Trailer]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=11179</guid>

					<description><![CDATA[<p>Logo na primeira cena de Amor em Obras, Gabriela Diaz (Christina Milian, Be Cool: O Outro Nome do Jogo) pedala dentro de casa em sua bicicleta ergométrica. Para fugir da mobília branca a sua volta, a protagonista usa um visor de realidade virtual. Transportada para uma paisagem costeira, a hiperativa arquiteta grita &#8220;Eu adoro o interior!&#8221;. Os cinco minutos seguintes do filme, em um rápido ritmo, asseguram que o escapismo buscado pela protagonista está próximo de se tornar sua realidade. [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-amor-em-obras/">Crítica: Amor em Obras</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Logo na primeira cena de <em><strong>Amor em Obras</strong></em>, Gabriela Diaz (Christina Milian, <em>Be Cool: O Outro Nome do Jogo</em>) pedala dentro de casa em sua bicicleta ergométrica. Para fugir da mobília branca a sua volta, a protagonista usa um visor de realidade virtual. Transportada para uma paisagem costeira, a hiperativa arquiteta grita &#8220;Eu adoro o interior!&#8221;. Os cinco minutos seguintes do filme, em um rápido ritmo, asseguram que o escapismo buscado pela protagonista está próximo de se tornar sua realidade. Nesse meio tempo, há falência de sua empresa e o fim de seu relacionamento por dois anos.</p>
<p>Dessa maneira, Gabriela logo se propõe a procurar um emprego. Entretanto, dificuldades do mercado e a saudades do namorado fazem com que ela se afunde em sorvete e vinho. Após quase desistir de sua busca, uma surpreendente vaga, para dirigir uma hospedagem na Nova Zelândia, surge. Então, na tentativa de recomeçar sua vida, tanto profissional quanto amorosa, Diaz larga tudo para viver seu conto de fadas.</p>
<p>Eventualmente, fica claro que nem tudo são flores. Diferentemente do anúncio mostrado na internet, a casa estava quase em ruínas, além de ser habitada por um bode. Com uma difícil missão pela frente, Gabriela terá de reconstruir não só sua vida, como toda a mobília da propriedade. Enquanto isso, ela procura fazer amizade com os habitantes da pequena cidade e se envolve com Jake (Adam Demos, <em>UnREAL</em>), um príncipe saído diretamente de uma fábula.</p>
<p>Dentre os muitos problemas de <em><strong>Amor em Obras</strong></em>, é que, apesar de ser uma comédia-romântica, só a segunda parte funciona. O roteiro aposta em <em>gags</em> repetitivas de móveis quebrados, da protagonista sendo desastrada ou de aparições surpresas do bode, seguidas por gritos insuportáveis de Milian. Esse tipo de humor, que subestima a inteligência da personagem principal, também atinge os secundários de <em>Beechwood Downs</em>. De mesmo modo, o funcionamento da cidade colabora para o tom fabuloso da história, lembrando a série <em>Once Upon a Time</em> (<em>ABC</em>). Todos os habitantes frequentam a mesma cafeteria e sabem de todas as fofocas locais.</p>
<p>Os roteiristas estrantes, Elizabeth Hackett e Hilary Galanoy, também acreditam que o espectador da <em>Netflix</em> não seja inteligente o suficiente. As facilitações narrativas e os diálogos expositivos estão por todo lado. Primeiramente, o <em>VR</em> da bicicleta possui uma inteligência artificial que funciona como um <em>coach</em> virtual, motivando as decisões de Gabriela.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone wp-image-11191 size-medium" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/1593859.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/1593859.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/1593859.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/1593859.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Segundamente, todos os subtextos trama são explicados. Ao colocar um personagem explicando que a reconstrução da casa significa a reconstrução de sua vida tira muita força dessa metáfora. Para piorar, o terceiro ato introduz dificuldades que aparecem apenas para servir de obstáculo e dilemas morais aos protagonistas, sem a menor explicação ou coerência.</p>
<p>Conforme a trama progride, o foco muda para o relacionamento entre Gabriela e Jake, o faz-tudo da região. Os atores possuem uma química convincente, indo da implicância para uma gradual troca de olhares e toques. O príncipe encantado é o único que tem uma história de fundo aprofundada, sendo assim o personagem mais interessante. Em contraste, Charlotte (Anna Jullienne, <em>800 Words</em>), dona da outra hospedagem da região, não funciona. Sua inserção na história serve para a protagonista ter sua antítese, mas é totalmente dispensável.</p>
<p>Outro defeito de <em><strong>Amor em Obras</strong></em> está em sua indecisão sobre a mensagem que quer passar. Por um lado, ressalta nos diálogos e nas ações de Gabriela como ela é uma mulher independente e auto-suficiente. Afinal, sua mudança de continente envolve uma jornada de autoconhecimento. Para reforçar, até piada com <em>mansplaining</em> é feita. Por outro lado, Jake aparece como o príncipe que resgata a princesa dos apuros. Sem sua ajuda na construção da casa, ela jamais teria ficado pronta. Com essa contradição, o filme enfraquece a força de sua própria protagonista.</p>
<p>Dirigido por Roger Kumble (<em>Segundas Intenções</em>), não dá para dizer que o diretor é pretensioso. Desde o primeiro momento já há a indicação que ele apresentará um romântico e escapista conto de fadas. Curioso, entretanto, é que para o norte-americano, vivenciar outra cultura seja tratado como algo quase mágico. Todos os clichês envolvendo geografia estão presentes: confusão entre Austrália e Nova Zelândia; reforço no sotaque acentuado da região e claro, um ritual haka.</p>
<p>Por fim, <em><strong>Amor em Obras</strong></em> (<strong><em>Falling Inn Love</em></strong>, até que um bom trocadilho) entra na lista de dispensáveis da <em>Netflix</em>, ficando perdido entre a comédia e o romance; o conto de fadas em que a princesa encontra o príncipe e uma história de autossuficiência. O canal de <em>streaming</em>, que enfrenta o aumento de popularidade do <em>Amazon Prime</em> a criação do <em>Disney+</em>, precisa focar em qualidade, não quantidade. Já para os que se contentam com finais felizes e querem fazer um <em>tour</em> pela Nova Zelândia, a visita pode agradar. Aliás, pelo menos eu descobri que bodes são fofos.</p>
<p><strong>Direção</strong>: Roger Kumble<br />
<strong>Elenco</strong>: Christina Milian, Adam Demos, Jeffrey Bowyer-Chapman e Anna Jullienne.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/vhcrn0Wzmhk" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-amor-em-obras/">Crítica: Amor em Obras</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-amor-em-obras/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
