<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Robert Rodriguez - Coisa de Cinéfilo</title>
	<atom:link href="https://coisadecinefilo.com.br/tag/robert-rodriguez/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/robert-rodriguez/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Thu, 14 Mar 2019 19:46:30 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/cropped-favicon3-5-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Robert Rodriguez - Coisa de Cinéfilo</title>
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/robert-rodriguez/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Crítica: Alita: Anjo de Combate</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-alita-anjo-de-combate/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-alita-anjo-de-combate/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Feb 2019 19:34:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Alita: Anjo de Combate]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[James Cameron]]></category>
		<category><![CDATA[Movie]]></category>
		<category><![CDATA[Robert Rodriguez]]></category>
		<category><![CDATA[Trailer]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=9937</guid>

					<description><![CDATA[<p>Baseado no mangá de Yukito Kishiro, Alita: Anjo de Combate é um projeto gestado durante anos por James Cameron. A adaptação seria o filme do diretor após Titanic, muito antes de Avatar, e teria a atriz Jessica Alba como sua protagonista. Quase vinte anos depois, o diretor passa o projeto para as mãos de Robert Rodriguez (Sin City e Planeta Terror) e o resultado é surpreendentemente dos menos imaginativos da carreira de ambos, parecendo qualquer um desses blockbusters gestado às [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-alita-anjo-de-combate/">Crítica: Alita: Anjo de Combate</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Baseado no mangá de Yukito Kishiro, <em><strong>Alita: Anjo de Combate</strong></em> é um projeto gestado durante anos por James Cameron. A adaptação seria o filme do diretor após <em>Titanic</em>, muito antes de Avatar, e teria a atriz Jessica Alba como sua protagonista. Quase vinte anos depois, o diretor passa o projeto para as mãos de Robert Rodriguez (<em>Sin City</em> e <em>Planeta Terror</em>) e o resultado é surpreendentemente dos menos imaginativos da carreira de ambos, parecendo qualquer um desses blockbusters gestado às pressas nas salas dos grandes estúdios por seus executivos.</p>
<p>O filme conta a história de uma ciborgue que ganha vida novamente pelas mãos do cientista Dr. Ido, papel de Christoph Waltz. Ela acorda num futuro pós-apocalíptico e aos poucos começa a se lembrar do seu passado como exímia guerreira, sendo notada por outros personagens da trama, que inclui outros ciborgues e Vector, vivido por Mahershala Ali, responsável por organizar Motorball, um esporte muito popular praticado numa grande arena e pelo qual Alita se envolve.</p>
<p>Há uma grande qualidade técnica em <em><strong>Alita: Anjo de Combate</strong></em> e isso ninguém pode lhe negar. Desde a maneira com que as cenas de ação são visualmente concebidas ao trabalho com as feições da atriz Rosa Salazar, cujo rosto emula os traços de um personagem de anime, tudo é muito bem executado em Alita &#8211; também, pudera, com um orçamento de quase US$ 200 milhões, James Cameron, Robert Rodriguez e companhia não fizeram mais do que cumprir uma expectativa.</p>
<p style="text-align: center;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9939" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/alita-001.jpg" alt="Alita: Anjo de Combate" width="610" height="348" /></p>
<p>É na narrativa que o longa peca, faltando expressividade nas emoções que a história da ciborgue apenas sugere. O roteiro, como virou rotina nesses grandes projetos de blockbuster, subaproveita três grandes atores, os vencedores do Oscar Christoph Waltz (<em>Django Livre</em> e <em>Bastardos Inglórios</em>), Mahershala Ali (<em>Moonlight: Sob a Luz do Luar</em>) e Jennifer Connelly (<em>Uma Mente Brilhante</em>), relegando-os a participações inexpressivas ao longo da história. O foco dramático acaba sendo a relação de Alita com o garoto Hugo, interpretado pelo jovem Keean Johnson, um romance dos mais insossos de se ver na tela, nada é feito a favor dessa relação a ponto do público se engajar de maneira intensa com ela.</p>
<p>Não cabe nem mencionar o esforço de camuflar a adaptação do material aos padrões ocidentais no estranho jogo de concessões que o filme faz com o mangá (preservando os nomes orientais e os traços da protagonista, mas mantendo um elenco hollywoodiano). No fim das contas, é um &#8220;enlatado&#8221; dos mais baratos. Igual a tantas outras super-produções dos grandes estúdios nos últimos anos, <em><strong>Alita: Anjo de Combate</strong></em> não faz muito pelo seu material original. É possível até que possa gerar uma vontade de conhecer o mangá e o anime no público que nunca tenha contato com ambos, mas como adaptação cinematográfica, o longa de Rodriguez não consegue se sustentar como obra.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/tfVgjW17U1E" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-alita-anjo-de-combate/">Crítica: Alita: Anjo de Combate</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-alita-anjo-de-combate/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Sin City 2 &#8211; A Dama Fatal</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-sin-city-2-a-dama-fatal/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-sin-city-2-a-dama-fatal/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Sep 2014 23:42:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Eva Green]]></category>
		<category><![CDATA[Jessica Alba]]></category>
		<category><![CDATA[Joseph Gordon-Levitt]]></category>
		<category><![CDATA[Josh Brolin]]></category>
		<category><![CDATA[Mickey Rourke]]></category>
		<category><![CDATA[Robert Rodriguez]]></category>
		<category><![CDATA[Sin City: A Dama Fatal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=2023</guid>

					<description><![CDATA[<p>&#160; Para apreciar cada fibra pulsante de Sin City é preciso reforçar duas referências essenciais do projeto: a) trata-se de uma franquia que incorpora literalmente a linguagem das HQs para o cinema; b) HQs que, por sua vez, se categorizam como neo-noir, revitalizando um dos gêneros mais interessantes de Hollywood que traz em sua composição histórias narradas em off  por detetives durões e mulheres sensuais de caráter ambíguo ou extremamente frágeis, tendo como cenário os becos sujos de uma grande [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-sin-city-2-a-dama-fatal/">Crítica: Sin City 2 &#8211; A Dama Fatal</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_2033" aria-describedby="caption-attachment-2033" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/09/Sin-City-A-Dame-to-Kill-For-Dwight-and-Ava-850x560.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-2033 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/09/Sin-City-A-Dame-to-Kill-For-Dwight-and-Ava-850x560-620x331.jpg" alt="Sin-City-A-Dame-to-Kill-For-Dwight-and-Ava-850x560" width="620" height="331" /></a><figcaption id="caption-attachment-2033" class="wp-caption-text">Dwight (Josh Brolin) e Ava (Eva Green): Paixão em alta temperatura</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para apreciar cada fibra pulsante de <em>Sin City </em>é preciso reforçar duas referências essenciais do projeto: a) trata-se de uma franquia que incorpora literalmente a linguagem das HQs para o cinema; b) HQs que, por sua vez, se categorizam como neo-<em>noir</em>, revitalizando um dos gêneros mais interessantes de Hollywood que traz em sua composição histórias narradas em <em>off</em>  por detetives durões e mulheres sensuais de caráter ambíguo ou extremamente frágeis, tendo como cenário os becos sujos de uma grande cidade dominada por chefes do crime.</p>
<p>Robert Rodriguez e Frank Miller retornam a cidade do pecado em <em>Sin City 2 &#8211; A Dama Fatal</em>. Como no primeiro filme, a tramaé dividida em três segmentos, porém, diferente do longa anterior, as tramas se encontram de alguma maneira. Dwight (Clive Owen foi substituído por Josh Brolin) está às voltas com os problemas de Ava (Eva Green), um antigo amor que confidencia ser agredida pelo marido milionário. A segunda trama é protagonizada por Johnny (Joseph Gordon-Levitt) um jovem impetuoso que acaba de chegar a Sin City e desafia o Senador Roark (Powers Boothe) em um jogo de sorte. A terceira história acompanha a perda da inocência da stripper Nancy (Jessica Alba) após a morte do seu protetor Hartigan (Bruce Willis). Todas esses segmentos são &#8220;flanados&#8221; por Marv (Mickey Rourke), cujo papel na trama é discreto, mas determinante em todas elas.</p>
<figure id="attachment_2034" aria-describedby="caption-attachment-2034" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/09/Sin-City-A-Dame-to-Kill-For-Movie-Senator-Roark.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-2034 size-full" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/09/Sin-City-A-Dame-to-Kill-For-Movie-Senator-Roark.jpg" alt="Sin-City-A-Dame-to-Kill-For-Movie-Senator-Roark" width="620" height="320" /></a><figcaption id="caption-attachment-2034" class="wp-caption-text">A cidade do pecado: Corrupção, violência e poder, a língua dos poderosos no filme de Rodriguez e Miller</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>De <em>Sin City &#8211; A Cidade do Pecado </em>a <em>Sin City 2 &#8211;</em> <em>A Dama Fatal</em> pouquíssimo foi alterado. Rodriguez e Miller permaneceram fiéis a sua proposta inicial. Contudo, esse segundo capítulo (e provavelmente o último, dado o seu fracasso retumbante nas bilheterias americanas, o que é uma pena) tem seus méritos próprios. <em>Sin City &#8211; A Cidade do Pecado </em>praticamente inaugurou uma linguagem emulada dos quadrinhos, sem a qual não teríamos Zack Snyder, cria imediata dessa &#8220;escola&#8221; com <em>300 </em>e <em>Watchmen</em>. O êxito de Rodriguez e Miller em <em>Sin City 2 </em>advém da manutenção das suas bases, dentro de um cenário no qual sua proposta já foi repetida à exaustão. Eles acertam em cheio porque esse &#8220;quadrinho em movimento&#8221; talvez só funcione mesmo no universo de <em>Sin City</em>.</p>
<p>Em <em>A Dama Fatal</em>, figuras como Mickey Rourke, Powers Boothe e Rosario Dawson se sentem à vontade ao retornar com seus respectivos personagens. E se perdemos figuras como Clive Owen, Benicio del Toro e Bruce Willis (sim, porque aqui ele só surge como um fantasma), por outro lado ganhamos Joseph Gordon-Levitt e, claro, a talentosíssima e linda Eva Green. Por sinal, mais do que acertada a escolha de Rodriguez e Miller pela atriz para viver a personagem título da continuação. Os realizadores batalharam durante anos para ter Angelina Jolie na pele de Ava mas, os fãs da Sra. Pitt que me desculpem, não existe atriz no cinema atual que convença mais o público do seu <em>sex appeal </em>ao segurar uma arma de fogo e trajar apenas um hobby transparente do que Eva Green.</p>
<figure id="attachment_2035" aria-describedby="caption-attachment-2035" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/09/sin-city-a-dame-to-kill-for.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-2035 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/09/sin-city-a-dame-to-kill-for-620x348.jpg" alt="sin-city-a-dame-to-kill-for" width="620" height="348" /></a><figcaption id="caption-attachment-2035" class="wp-caption-text">Sangue novo: Joseph Gordon-Levitt é uma das novas atrações da continuação</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Divertido e coerente, <em>Sin City 2 &#8211; A Dama Fatal </em>confirma que a franquia é uma das maiores realizações de Robert Rodriguez no cinema. Com um elenco e dois diretores que aproveitam cada &#8220;brinquedo&#8221; desse parque de diversões e nos oferecem a experiência do espírito do cinema <em>noir </em>com altas doses de &#8220;hqísmos&#8221;, o longa compensa o espectador a cada segundo da sua projeção.</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-sin-city-2-a-dama-fatal/">Crítica: Sin City 2 &#8211; A Dama Fatal</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-sin-city-2-a-dama-fatal/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
