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	<title>Arquivos Reese Whiterspoon - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Reese Whiterspoon - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Big Little Lies &#8211; Episódio 1 &#8220;Somebody&#8217;s Dead&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Feb 2017 23:24:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Destaque no canal HBO nesse início de ano, Big Little Lies é uma minissérie baseado no livro da australiana Liane Moriarty cujos direitos foram adquiridos pelas atrizes Nicole Kidman e Reese Whiterspoon, produtoras e protagonistas da produção.  Hypada pelo seu elenco feminino, que ainda traz Laura Dern, Shailene Woodley e Zoe Kravitz, o projeto reúne elementos que já no primeiro episódio prometem manter a atenção do público pelos seus seis capítulos seguintes: um grupo de mães de classe média/alta, um [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Destaque no canal HBO nesse início de ano, <i>Big Little Lies </i>é uma minissérie baseado no livro da australiana Liane Moriarty cujos direitos foram adquiridos pelas atrizes Nicole Kidman e Reese Whiterspoon, produtoras e protagonistas da produção.  <i>Hypada</i> pelo seu elenco feminino, que ainda traz Laura Dern, Shailene Woodley e Zoe Kravitz, o projeto reúne elementos que já no primeiro episódio prometem manter a atenção do público pelos seus seis capítulos seguintes: um grupo de mães de classe média/alta, um assassinato na escola dos seus filhos e muito mistério envolvendo a vida dessas mulheres.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>A minissérie começa quando a novata Jane (Woodley) chega em Monterey e conhece Madeline (Whiterspoon) e sua amiga Celeste (Kidman) no trajeto para levar seus respectivos filhos para a escola Pirriwee. Quando voltam para buscar suas crianças após passarem horas conversando, as três são surpreendidas pelo relato de agressão a uma menina que segundo a mesma teve como autor o filho de Jane, Ziggy. Logo, um conflito parece estar prestes a se instaurar entre a mãe da garota, Renata (Dern), e Madeline e suas amigas. Tudo isso é contado em <i>flashback</i>, já que a minissérie entrega que toda a competição entre as mães de Monterey culminou no assassinato de um personagem não revelado ao público pelas mãos de um autor também não descoberto. Cabe ao espectador começar a encaixar as peças desse quebra-cabeça à medida que conhece a vida dessas mulheres.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Com todos os seus episódios sob a direção de Jean-Marc Vallée (<i>Clube de Compras Dallas </i>e <i>Livre</i>), <i>Big Little Lies </i>inicia sua narrativa em <i>Somebody&#8217;s Dead </i>apresentando as marcas usuais do realizador no cinema. Vallée é adepto de uma montagem fragmentada que apresenta elementos futuros mesclados em cenas presentes que soa em diversos momentos como dispersão do diretor. Em <i>Somebody&#8217;s Dead</i>, por exemplo, o público é surpreendido com imagens de Ziggy, filho de Jane, aparecendo ao lado da cama da mãe durante a noite ou com uma cena de sexo que, ao que tudo indica, parece ser protagonizada por Celeste e seu marido Perry (Alexander Skarsgaard). Como em <i>Clube de Compras Dallas</i>, mas principalmente <i>Livre</i>, ninguém sabe muito bem o que Vallée pretende fazer com seu retalho de cenas, algo que parece fazer sentido apenas para o próprio diretor e que ele insiste como sua marca autoral.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-7408" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/02/BigLittleLies.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Contudo, uma das maiores qualidades do cinema de Vallée está em <i>Big Little Lies: </i>seu trabalho com os atores. E com um elenco de primeira como esse e um roteiro sedutor como o de David E. Kelley (<i>Ally McBeal)</i>, evidenciando que o formato ideal para esse material era mesmo o de uma minissérie e não um filme para o cinema, Vallée consegue exercitar o seu ponto forte em grande forma. A começar por aquela que foi a protagonista absoluta do primeiro episódio, Reese Whiterspoon. Naquele que tem tudo para ser o melhor desempenho da sua carreira, Whiterspoon nos apresenta a uma Madeline verborrágica que demonstra segurança, controle e protagonismo no seu grupo de amigas, mas que em casa deixa aflorar toda a sua insegurança como mãe, mulher e esposa. Por ser a personagem mais expansiva do trio central e aquela que aparentemente tem muito pouco a esconder, a Madeline da Whiterspoon tomou conta de  <i>Somebody&#8217;s Dead</i>, mas suas colegas não ficaram para trás e prometem render bons momentos nos próximos episódios.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Os mistérios em torno da relação de Celeste e do seu marido Perry, por exemplo, tornam a interpretação de Nicole Kidman uma das maiores incógnitas a serem desvendadas pelo público. Admirada pelas outras mães, Celeste parece viver aos olhos externos uma dinâmica familiar de &#8220;comercial de margarina&#8221;, mas os termos do seu casamento parecem justificar o seu ar artificial, distante e melancólico publicamente, há algo muito errado na maneira como Perry tem tratado a esposa e ela está começando a perceber isso. A Renata de Laura Dern, por sua vez, parece viver assolada pela cobrança da perfeição e entre as mães é àquela que tenta equilibrar uma bem-sucedida trajetória profissional com os cuidados da sua filha, mas existe algo por trás da maneira como encara o comportamento das outras mulheres, principalmente o de Madeline, que, ao que tudo indica, culminará no conflito central da minissérie. As faíscas e provocações entre Dern e Whiterspoon, por sinal, foram os momentos altos desse primeiro episódio. Shailene Woodley, por sua vez, parece ser o elemento cujo histórico é o mais previsível de se identificar. Ao que tudo indica é um daqueles casos de jovem mãe solteira, mas ela está tentando refazer a sua vida em uma outra cidade. Por qual motivo? E seu filho Ziggy? Há alguma razão para seus problemas de socialização?</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Com todas estas peças faltando, <i>Big Little Lies </i>conseguiu em seu primeiro episódio cultivar muitas dúvidas na cabeça do público e instigá-lo a retornar ao universo daquelas fascinantes mulheres interpretadas por atrizes acima de qualquer suspeita. Mais do que uma trama policial, o assassinato é oferecido ao público como o desfecho dramático de um barril de pólvora que o precedera, <i>Big Little Lies </i>parece ter uma preocupação com a <i>psiquê </i>dessas mulheres, uma abordagem cujo objetivo ainda parece incerto mas que promete acenar para o público pelos próximos episódios. Com um texto de qualidade, um elenco desse calibre e personagens com muito potencial, a minissérie<i> </i>é um acerto dos bons dos seus envolvidos.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p><b>Todo domingo, às 23h, na HBO. </b></p>
</div>
<p><b>Assista ao trailer da minissérie: </b></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/IXmAfsKAZ2o" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Belas e Perseguidas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2015 12:38:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Anne Fletcher]]></category>
		<category><![CDATA[Belas e Perseguidas]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Reese Whiterspoon]]></category>
		<category><![CDATA[Sofia Vergara]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; &#160; Belas e Perseguidas traz um mashup difícil de resistir. A comédia da diretora Anne Fletcher é protagonizada por duas atrizes em alta no momento. De um lado, Reese Whiterspoon, que transita no gênero com muita facilidade e conseguiu firmar sua carreira em Hollywood graças aos filmes da franquia Legalmente Loira e a comédias românticas como Surpresas do Amor e E se fosse verdade. Do outro, a colombiana Sofa Vergara, marcada pela sua hilária Gloria do premiado seriado Modern Family. As [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<figure id="attachment_3065" aria-describedby="caption-attachment-3065" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/maxresdefault.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-3065 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/maxresdefault-620x349.jpg" alt="maxresdefault" width="620" height="349" /></a><figcaption id="caption-attachment-3065" class="wp-caption-text">Sofia Vergara e Reese Whiterspoon tentam despistar criminosos na comédia Belas e Perseguidas</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p><i>Belas e Perseguidas </i>traz um <i>mashup </i>difícil de resistir. A comédia da diretora Anne Fletcher é protagonizada por duas atrizes em alta no momento. De um lado, Reese Whiterspoon, que transita no gênero com muita facilidade e conseguiu firmar sua carreira em Hollywood graças aos filmes da franquia <i>Legalmente Loira</i> e a comédias românticas como <i>Surpresas do Amor </i>e <i>E se fosse verdade. </i>Do outro, a colombiana Sofa Vergara, marcada pela sua hilária Gloria do premiado seriado <i>Modern Family. </i>As duas juntas em um filme é uma parceria interessante, uma oposição entre a <i>darling </i>e a desbocada de Hollywood que, no mínimo, renderia momentos engraçados. E não é que não renda.  <i>Belas e Perseguidas </i>só consegue captar algum interesse no espectador graças ao talento das suas atrizes, mas ainda assim a química é insuficiente para sustentar uma trama tão frágil quanto a que apresenta.</p>
<figure id="attachment_3064" aria-describedby="caption-attachment-3064" style="width: 612px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/hot-pursuit_4.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-3064 size-full" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/hot-pursuit_4.jpg" alt="hot-pursuit_4" width="612" height="380" /></a><figcaption id="caption-attachment-3064" class="wp-caption-text">Potencial parceria da dupla é levemente prejudicado por um roteiro raso e por uma direção burocrática.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>No filme, Cooper (Whiterspoon) é uma policial que decidiu a profissão que queria seguir desde pequena graças à inspiração do seu pai, um oficial exemplar. Ela é designada por seus superiores para escoltar Daniella Riva (Vergara), uma testemunha imprescindível para um caso que envolve um poderoso criminoso. No caminho, Cooper e Daniela se vêem envolvidas em uma perseguição que as faz fugir de alguns bandidos. A viagem será um duplo desafio para Cooper, pois além de ser uma oportunidade para mostrar que não está à sombra da fama do seu pai, sendo um desastre em ação quando vai a campo, terá que lidar com a forte personalidade da sua protegida.</p>
<figure id="attachment_3066" aria-describedby="caption-attachment-3066" style="width: 612px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/hot-pursuit_5.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-3066 size-full" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/hot-pursuit_5.jpg" alt="hot-pursuit_5" width="612" height="380" /></a><figcaption id="caption-attachment-3066" class="wp-caption-text">A policial certinha, mas atrapalhada. A latina desbocada e hiper-sexualizada. Vergara e Whiterspoon dão vida a estereótipos em Belas e Perseguidas.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p class="separator">A comédia é dirigida por Anne Fletcher, que já conduziu filmes do gênero, como <i>A Proposta</i>, <i>Vestida pra Casar </i>e <i>Minha Mãe é uma Viagem</i>. Como de praxe, Fletcher não interfere muito na sua história e segue um caminho burocrático, eficiente mas nada que promova mudanças de rota em um roteiro severamente enfadonho. O brilho maior da história, se é que ele existe de fato, como já dito, fica por conta da presença de Vergara e Whiterspoon, que juntas até funcionam muito bem, apesar de não ser o suficiente para sustentar personagens que se baseiam em estereótipos rasos e já vistos em dezenas de outros títulos do gênero.</p>
<p class="separator"><i>Belas e Perseguidas </i>tem até o mérito de não apelar para <i>gags </i>escatológicas, o que poderia ser uma armadilha fácil, haja vista a quantidade de comédias hollywoodianas que se inclinam por esse caminho, mas também não chegam a oferecer oportunidades que de fato tirem o filme da repetição, apatia ou banalidade. Se o <i>star power (</i>Whiterspoon e Vergara juntas) for um motivo suficiente para o leitor assistir esse filme, ótimo, arrisque uma sessão. Se não, é possível que saia um pouco indiferente da sala de cinema.</p>
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		<title>Crítica: Vício Inerente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Apr 2015 21:55:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Benicio DelToro]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Joaquin Phoenix]]></category>
		<category><![CDATA[Josh Brolin]]></category>
		<category><![CDATA[Owen Wilson]]></category>
		<category><![CDATA[Paul Thomas Anderson]]></category>
		<category><![CDATA[Reese Whiterspoon]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Provavelmente uma das tarefas mais ingratas que já tive foi escrever sobre um filme do Paul Thomas Anderson que não gostei, no caso, seu mais recente longa Vício Inerente. Anderson é um dos meus cineastas favoritos, portanto me deparar com uma obra do diretor que não mexa comigo é particularmente difícil. Vício Inerente quebra este pacto que estabeleci com filmes como Boogie Nights, Magnólia, Sangue Negro, O Mestre e até mesmo o seu subvalorizado Embriagado de Amor, obras marcadas pela inventividade e energia narrativa do seu realizador. Vício Inerente traz [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_2771" aria-describedby="caption-attachment-2771" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/04/inherent-vice.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-2771 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/04/inherent-vice-620x348.jpg" alt="inherent-vice" width="620" height="348" /></a><figcaption id="caption-attachment-2771" class="wp-caption-text">Trip: Joaquin Phoenix e a novata Katherine Waterson em cena de &#8220;Vício Inerente&#8221;</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<div style="color: #000000;">
<p>Provavelmente uma das tarefas mais ingratas que já tive foi escrever sobre um filme do Paul Thomas Anderson que não gostei, no caso, seu mais recente longa <i>Vício Inerente</i>. Anderson é um dos meus cineastas favoritos, portanto me deparar com uma obra do diretor que não mexa comigo é particularmente difícil. <i>Vício Inerente </i>quebra este pacto que estabeleci com filmes como <i>Boogie Nights</i>, <i>Magnólia</i>, <i>Sangue Negro</i>, <i>O Mestre </i>e até mesmo o seu subvalorizado <i>Embriagado de Amor</i>, obras marcadas pela inventividade e energia narrativa do seu realizador. <i>Vício Inerente </i>traz o mesmo Paul Thomas Anderson desses projetos, um diretor preocupado em testar a linguagem cinematográfica através de ângulos narrativos improváveis, porém, pela primeira vez, o realizador concebe tão e somente um exercício de estilo, o que é uma pena.</p>
</div>
<div style="color: #000000;">
<p>Baseado no cultuado romance policial de Thomas Pynchon, <i>Vício Inerente </i>é ambientado na Califórnia da década de 1970 e tem início quando Shasta Fey vai ao encontro do seu ex-namorado, o detetive Larry &#8220;Doc&#8221; Sportello, para lhe pedir um favor. Ela quer que &#8220;Doc&#8221; a ajude a sair de uma trama que envolve o seu amante, um magnata do ramo imobiliário, sua esposa e o homem com quem ela o trai. A dupla pede a ajuda de Shasta para que eles consigam dar um sumiço no empresário e ficar com todo o patrimônio dele. O caso leva &#8220;Doc&#8221; a um enredo muito mais complicado que envolve um esquema de venda de drogas, o FBI e um saxofonista impedido de ver a sua família.</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<figure id="attachment_2772" aria-describedby="caption-attachment-2772" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/04/inherent_vice-1.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-2772 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/04/inherent_vice-1-620x345.jpg" alt="INHERENT VICE" width="620" height="345" /></a><figcaption id="caption-attachment-2772" class="wp-caption-text">&#8220;Cameos&#8221; : Reese Whiterspoon integra um elenco de peso que faz participações no longa</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<div style="color: #000000;">
<p>Para contar esta trama policial que insere o <i>noir </i>no universo <i>hippie </i>e de conspirações políticas dos EUA dos anos 1970, Paul Thomas Anderson tenta se aproximar do espírito do livro de Thomas Pynchon realizando um trabalho cujo êxito merece inquestionavelmente o reconhecimento. Todo o longa é marcado por uma ausência de linearidade narrativa e até mesmo pela falta de logicidade, características que são antíteses por excelência do gênero no qual o filme se enquadraria, o suspense ou o filme policial. O objetivo de Pynchon &#8211; e, de quebra, Anderson &#8211; é conferir à história a perspectiva que o seu narrador, &#8220;Doc&#8221; Sportello, tem dos eventos que presencia, e claro que é uma perspectiva completamente alucinógena tal qual os efeitos do coquetel pesado de drogas que ele consome. O grande problema é que, a despeito desta coerência, esse exercício narrativo de Anderson acaba entrando em atrito com a própria linguagem cinematográfica e <i>Vício Inerente </i>assume um discurso auto-indulgente e torna-se um filme com mais de duas horas de duração que exigem paciência do espectador sem conseguir estabelecer nenhum vínculo com o público, que nem mesmo se sente envolvido com a trama na tentativa de decifrá-la já que, no fim das contas, muito mais do que lançar pistas visuais todo e qualquer movimento da história tem sua dose de &#8220;trip&#8221; <i>non sense </i>do protagonista, ou seja, não necessariamente requer uma tentativa de leitura, é simplesmente um delírio narrativo .</p>
</div>
<div style="color: #000000;">
<p>Desde <i>Magnólia</i> Anderson não trabalhava com um elenco tão grande. Há participações pontuais e muito positivas de Owen Wilson, Reese Whiterspoon, Benicio Del Toro, Maya Rudolph, Jena Malone e Eric Roberts. Ainda assim, o centro da história é o personagem de Joaquin Phoenix, que nem foi a primeira opção para viver &#8220;Doc&#8221; (a primeira foi Robert Downey Jr.), mas que mostra-se como uma daquelas escalações que caem como uma luva no personagem. Phoenix tem dois grandes parceiros de cena nesse filme: Josh Brolin, interessante como o policial &#8220;Pé Grande&#8221; Bjornsen; e a revelação do longa, Katherine Waterson, encarnando com precisão a versão <i>femme fatale </i>do romance de Pynchon, a confusa, &#8220;indefesa&#8221; e irresistível Shasta Fey.</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<figure id="attachment_2773" aria-describedby="caption-attachment-2773" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/04/inherent-vice-owen-wilson-joaquin-phoenix.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-2773 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/04/inherent-vice-owen-wilson-joaquin-phoenix-620x371.jpg" alt="inherent-vice-owen-wilson-joaquin-phoenix" width="620" height="371" /></a><figcaption id="caption-attachment-2773" class="wp-caption-text">Conspirações e muitas drogas: Trama policial envolve um esquema complexo de venda de drogas e personagens reféns dele, como é o caso daquele vivido por Owen Wilson.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #000000;">No final das contas, </span><i style="color: #000000;">Vício Inerente </i><span style="color: #000000;">não é uma grande tragédia cinematográfica como alguns anunciam, está longe de ser e provavelmente merece ser constantemente revisitado. Por enquanto, e particularmente, o que pode ser dito é que é um filme de acesso emperrado que parece preferir enclausurar-se na definição de exercício narrativo do que estabelecer algum diálogo com o público. Se nos longas anteriores de Anderson o espectador de alguma forma se sentia tocado por personagens cuja humanidade e empatia transbordavam na tela, em </span><i style="color: #000000;">Vício Inerente </i><span style="color: #000000;">essas figuras e a história que protagonizam parecem rarefeitos. Assim, a filmografia do diretor até então, marcada por histórias que mesmo depois dos créditos finais deixavam suas marcas no espectador, tem um grande corte com </span><i style="color: #000000;">Vício Inerente</i><span style="color: #000000;"> uma mera &#8220;piração&#8221; ou &#8220;trip&#8221; coletiva de Anderson, Pynchon e &#8220;Doc&#8221; Sportello, É isso, apenas uma &#8220;trip&#8221;.</span></p>
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		<title>Crítica: Livre</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Jan 2015 15:37:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Livre não é um filme ausente de percalços. Tão tortuoso quanto a própria jornada empreendida pela sua protagonista após a morte da mãe, o mais recente longa do diretor Jean-Marc Vallée sofre do mesmo problema dos seus filmes anteriores (Clube de Compras Dallas e A Jovem Rainha Vitória). A condução de Vallée não tem personalidade, em alguns momentos é confusa e dispersa, contudo existe algo na essência do projeto que, particularmente, me faz relevar esta minha relação &#8220;torta&#8221; com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_2645" aria-describedby="caption-attachment-2645" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/01/wild-1.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-2645 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/01/wild-1-620x341.jpg" alt="WILD" width="620" height="341" /></a><figcaption id="caption-attachment-2645" class="wp-caption-text">Topo da carreira: Whiterspoon entrega a melhor performance da sua carreira até então em &#8220;Livre&#8221;.</figcaption></figure>
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<p><i>Livre </i>não é um filme ausente de percalços. Tão tortuoso quanto a própria jornada empreendida pela sua protagonista após a morte da mãe, o mais recente longa do diretor Jean-Marc Vallée sofre do mesmo problema dos seus filmes anteriores (<i>Clube de Compras Dallas </i>e <i>A Jovem Rainha Vitória</i>). A condução de Vallée não tem personalidade, em alguns momentos é confusa e dispersa, contudo existe algo na essência do projeto que, particularmente, me faz relevar esta minha relação &#8220;torta&#8221; com sua filmografia e abraçar afetuosamente suas personagens centrais, Cheryl e Bobbi Strayed, vividas por Reese Whiterspoon e Laura Dern, respectivamente.</p>
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<p>É bem verdade que o foco de <i>Livre </i>é a trajetória de superação do luto percorrida por Cheryl, mas o filme acaba se revelando para o espectador como a história de um laço forte entre mãe e filha, rompido bruscamente por uma tragédia familiar. Apesar de pertencer a um lar centrado na figura materna, Cheryl sempre relutou em ter um destino semelhante ao de sua mãe Bobbi, uma dona de casa que, antes de abandonar o casamento e tomar as rédeas da própria vida, permaneceu durante alguns anos se submetendo às humilhações de um marido agressivo. No entanto, Cheryl não se dá conta de que sua natureza, sempre à frente das convenções do seu tempo, é fruto da vivência e da admiração que tem por sua mãe. Infelizmente, como a maioria de nós, Cheryl só se dá conta disso após a morte de Bobbi e passa por um processo brutal de luto e recomposição, superado somente no isolamento de uma viagem nada convencional.</p>
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<figure id="attachment_2647" aria-describedby="caption-attachment-2647" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/01/lauradern_wild_727.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-2647 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/01/lauradern_wild_727-620x298.jpg" alt="lauradern_wild_727" width="620" height="298" /></a><figcaption id="caption-attachment-2647" class="wp-caption-text">Modelo: Laura Dern interpreta a mãe de Reese no filme.</figcaption></figure>
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<p>Por conseguir levar o espectador e sua personagem principal a esta redentora compreensão sobre o processo da perda, <i>Livre </i>foge de um desastre maior. Vallée ainda tem uma dificuldade abissal em conferir foco a sua trama, o longa não consegue fazer uma junção agradável e fluida entre os eventos passados na vida de Strayer e sua jornada como mochileira pela costa do Pacífico. Ainda assim, tem certos elementos que superam qualquer equívoco estético ou falta de traquejo na direção que o filme apresenta.  Um dos grandes responsáveis por isso é Nick Hornby, que, com seu roteiro, consegue burlar a precariedade da condução do seu diretor e pontuar em momentos certeiros do longa o verdadeiro propósito de sua história.</p>
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<p> E não há como falar dos méritos de <i>Livre </i>sem mencionar o trabalho de Reese Whiterspoon no melhor momento da sua carreira.<i> </i>O filme nos apresenta uma Reese madura, que consegue encarar de frente as demandas emocionais e físicas de uma personagem como Cheryl Strayer. Além de Reese, temos Laura Dern, que, ao lado de Patricia Arquette de <i>Boyhood &#8211; Da Infância à Juventude</i>, traz um retrato materno contemporâneo e positivo como representação, o que aliás é um dos grandes méritos de <i>Livre </i>se analisarmos o atual panorama das personagens femininas no cinema. Cheryl e Bobbi são mulheres que, cada uma a seu modo, conseguem ser donas da própria vida, são críveis, de carne e osso, bem diferente das representações femininas comumente vistas em Hollywood.</p>
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<figure id="attachment_2646" aria-describedby="caption-attachment-2646" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-2646 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/01/wild-movie-reese-witherspoon-review-release-date-showtimes-theaters-premiere-laura-dern-oscars-buzz-predictions-best-actress-supporting-jean-marc-vallee-cheryl-strayed-620x348.jpg" alt="wild-movie-reese-witherspoon-review-release-date-showtimes-theaters-premiere-laura-dern-oscars-buzz-predictions-best-actress-supporting-jean-marc-vallee-cheryl-strayed" width="620" height="348" /><figcaption id="caption-attachment-2646" class="wp-caption-text">Jornada: Personagem de Whiterspoon tenta superar o luto.</figcaption></figure>
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<p><i>Livre </i>pode não se impor como cinema por uma técnica bem aplicada ou por uma estética sofisticada, seu diretor ainda está longe de imprimir sua marca como realizador em um filme e continua perdido como &#8220;contador&#8221; das suas histórias, contudo existe um vetor afetivo que se impõe diante desses problemas. Claro que precisaria de muita lapidação para transformar <i>Livre </i>em mais do que uma pedra bruta com seu valor intrínseco, mas o longa consegue ser poderoso, sensível e humano em seus grandes momentos.</p>
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