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	<title>Arquivos Reencarnação - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Reencarnação - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Nicole Kidman: 10 filmes com a atriz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jun 2016 21:00:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nascida no Havaí, Nicole Kidman sempre se definiu como uma australiana legítima já que se mudou para Sydney quando tinha apenas três anos de idade . Filha de um renomado psiquiatra e pesquisador em bioquímica e de uma enfermeira, Kidman começou a carreira na televisão australiana, quando fez trabalhos que a marcaram muito por lá, como a premiada série Vietnam. Sua grande apresentação a Hollywood veio no início da década de 1990 em Terror a Bordo, thriller de Phillip Noyce, e, logo em seguida, Dias de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Nascida no Havaí, Nicole Kidman sempre se definiu como uma australiana legítima já que se mudou para Sydney quando tinha apenas três anos de idade . Filha de um renomado psiquiatra e pesquisador em bioquímica e de uma enfermeira, Kidman começou a carreira na televisão australiana, quando fez trabalhos que a marcaram muito por lá, como a premiada série <i>Vietnam</i>. Sua grande apresentação a Hollywood veio no início da década de 1990 em <i>Terror a Bordo</i>, <i>thriller </i>de Phillip Noyce, e, logo em seguida, <i>Dias de Trovão</i>, onde conheceu o ator Tom Cruise, com quem foi casada por 10 anos.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>A atriz viveu sua melhor fase no início dos anos 2000: filmes que a tornaram ainda mais popular para toda uma geração de cinéfilos, a vitória de uma estatueta do Oscar de melhor atriz e um novo casamento com o músico <i>country </i>Keith Urban, com quem teve duas filhas biológicas, Sunday Rose e Faith Margaret. Completando 49 anos de vida (e 33 anos de carreira) nesta segunda-feira (20) e, atendendo a pedidos, decidi elencar os trabalhos da australiana que considero mais interessantes. Todos provas de que a atriz permanece como uma das mais versáteis, inquietas e produtivas em atividade, desafiando os padrões e as expectativas de Hollywood, dos críticos e do seu público com suas diferentes e inesperadas escolhas.</p>
</div>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-6282" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/06/cold.png" alt="cold" width="610" height="348" /></p>
<p><b># 10. Cold Mountain (2003)</b></p>
<p>Dir.: Anthony Minghella</p>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Romance ambientado na Guerra Civil americana escrito por Charles Frazier, <i>Cold Mountain </i>foi convertido para os cinemas pelas mãos de Anthony Minghella, realizador que em 1997 conquistara 9 Oscars com <i>O Paciente Inglês (</i>incluindo o prêmio de melhor filme e diretor). Logo que fora anunciado, o filme gerou muitas expectativas não só pelo precedente de Minghella com materiais desse tipo, mas também porque, para muitos, <i>Cold Mountain </i>estava destinado a ser o <i>E o Vento Levou </i>das novas gerações. Não foi o caso, mas o filme de Minghella é um título bem eficiente aos propósitos de contar uma espécie de <i>Odisseia </i>de Ulisses com o retorno do soldado desertor Inman, Jude Law indicado ao Oscar, ao povoado de Cold Mountain para reencontrar a sua amada Ada, personagem de Kidman, que tenta colocar a sua propriedade rural de pé ao lado da amiga Ruby, papel de Renée Zellweger. O trio central estava em alta na ocasião (Kidman e Zellweger acabavam de sair de duas disputas consecutivas pela estatueta do Oscar), mas o filme também reserva ótimos momentos para atores conhecidos em participações especiais, como Natalie Portman, Philip Seymour Hoffman, Charlie Hunnam e o músico Jack White. Rendeu a Renée Zellweger diversos prêmios como atriz coadjuvante, incluindo o da Academia de Hollywood.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-6269" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/06/nicole10.jpg" alt="nicole10" width="610" height="348" /></p>
<p><b># 09. Um Sonho Distante (1992)</b></p>
<p>Dir.: Ron Howard</p>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Ambientado em 1892, ápice da propagação da ideia do &#8220;sonho americano&#8221; e da corrida do ouro, <i>Um Sonho Distante </i>foi o segundo filme protagonizado por Nicole e Tom Cruise. A direção é de Ron Howard (<i>Uma Mente Brilhante</i>) e o casal vive  jovens irlandeses que, por motivações diferentes, partem rumo aos EUA cheios de expectativas com as promessas de liberdade e fortuna que o país oferecia aos seus imigrantes. O filme de Howard é uma mistura saudável de romance, aventura e humor que não deixa de trazer todo um esquema de situações previamente conhecidas pelos espectadores: ele é um rapaz pobre e honesto, ela é uma garota rica e voluntariosa, os dois se odeiam no início e, aos poucos, vão se encantando um pelo outro. Acontece que não é porque segue a cartilha que <i>Um Sonho Distante </i>perde o seu charme. O filme consegue dosar muito bem os seus recursos dramáticos e o casal de protagonistas cativa o público como Joseph e Sharon.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-6270" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/06/nicole82.jpg" alt="nicole82" width="610" height="348" /></p>
<p><b>#08. Um Sonho sem Limites (1995)</b></p>
<p>Dir.: Gus Van Sant</p>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Sensação em Cannes quando foi exibido em 1995, a comédia de humor negro <i>Um Sonho sem Limites </i>fez o público respeitar Nicole como atriz, descolando-a da imagem que até então era mais difundida da australiana, a de sra. Cruise. No longa de Gus Van Sant (<i>Gênio Indomável</i>, <i>Milk</i>), Kidman interpreta uma garota do tempo casada com um homem simples (Matt Dillon) que faz de um tudo em sua escalada ambiciosa por fama e dinheiro no <i>showbusiness</i>. Suzanne Stone é tão obcecada por sua carreira na televisão que contrata três adolescentes, vividos por Joaquin Phoenix, Casey Affleck e Alison Folland, em início de carreira, para orquestrarem um plano macabro ao seu lado. A interpretação de Kidman nesse filme rendeu a atriz diversos prêmios, incluindo o seu primeiro Globo de Ouro (melhor atriz em comédia ou musical) e um Critic&#8217;s Choice Award. Merecia ter sido indicada ao Oscar. Suzanne Stone é a <i>bitch </i>preferida de 9 em cada 10 fãs da Nicole e mostra para o público um lado sombrio da atriz.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-6271" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/06/nicole-7.jpg" alt="nicole 7" width="610" height="348" /></p>
<p><b>#07. A Pele (2006)</b></p>
<p>Dir.: Steven Shainberg</p>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Baseado na biografia da fotógrafa nova-iorquina Diane Arbus escrita por Patricia Bosworth, <i>A Pele </i>é um dos títulos pouco conhecidos na carreira da atriz. Conduzido por Steven Shainberg, que em 2002 havia dirigido o inusitado <i>Secretária</i> com Maggie Gyllenhaal, o longa reimagina a trajetória de Arbus dentro do próprio universo que a fotógrafa buscava retratar em seu trabalho, àquele de pessoas marginalizadas por suas deficiências físicas. Com inspirações em contos &#8220;infantis&#8221; como <i>A Bela e a Fera </i>e <i>Alice no País das Maravilhas</i>, Shainberg opta por uma abordagem não convencional em biografias, a não literalidade, a leve ausência de realismo e a reimaginação de eventos reais em tom onírico, ao transformar a reprimida Diane em uma das maiores fotógrafas americanas de todos os tempos. O longa prima pelo apuro estético e investe na parceria entre Kidman e Robert Downey Jr., quando ainda se interessava por fazer outra coisa além de dar vida a Tony Stark na franquia da Marvel <i>Vingadores</i>.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-6272" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/06/nicole-6.jpg" alt="nicole 6" width="610" height="348" /></p>
<p><b>#06. Reencarnação (2004)</b></p>
<p>Dir.: Jonathan Glazer</p>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Provavelmente um dos títulos mais injustiçados na carreira da atriz, <i>Reencarnação </i>só passou a ser visto com outros olhos pela crítica nos últimos anos em movimentos de revisão da obra empreendidos por algumas vozes importantes na área. O longa traz Nicole como Anna, uma mulher que ainda se recupera da trágica morte do seu companheiro Sean. Quando ela começa a refazer a sua vida e anuncia que se casará novamente, surge um garoto de dez anos que diz ser a reencarnação do falecido Sean. Segundo longa-metragem da pequena, mas interessante, carreira de Jonathan Glazer (<i>Sexy Beast </i>e <i>Sob a Pele</i>), <i>Reencarnação </i>gerou polêmica na sua época pela famosa cena em que a atriz aparece nua em uma banheira com o garoto Cameron Bright e não agradou parte da crítica presente no Festival de Veneza quando ele fora exibido por lá. Contudo, o longa é muito mais do que esta cena. <i>Reencarnação </i>acaba revelando-se como um interessante ensaio do diretor sobre o processo do luto e da crença e traz uma das mais intensas interpretações da carreira de Nicole. Em uma das cenas mais memoráveis do filme, Kidman apresenta um misto de reações da sua personagem em um plano fechado durante a apresentação de uma ópera. É primoroso.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-6273" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/06/nicole5.jpg" alt="nicole5" width="610" height="348" /></p>
<p><b>#05. De Olhos bem Fechados (1999)</b></p>
<p>Dir.: Stanley Kubrick</p>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Último filme da carreira do cultuado Stanley Kubrick (<i>O Iluminado</i>, <i>Laranja Mecânica</i>), <i>De Olhos bem Fechados </i>foi um verdadeiro divisor de águas na carreira da atriz. Segundo relatos da mesma, a partir do seu contato diário com o perfeccionista cineasta, Kidman entendeu que estava na hora de priorizar a sua carreira, algo que a australiana colocara em segundo plano nos seus primeiros anos de casada. A partir dali, a atriz viveu a sua fase de ouro, que compreendeu os anos de 2001 a 2003, mas também um dos momentos mais tumultuados da sua vida pessoal, o rompimento com o marido na ocasião, o ator Tom Cruise, que, por sinal, é o protagonista deste longa. <i>De Olhos bem Fechados </i>trazia Cruise e Kidman como o casal Harford, cujo matrimônio é sacudido com a revelação de que Alice (Kidman) se sentia atraída por outros homens. A partir daí, William (Cruise) faz uma descida a seus mais profundos e obscuros desejos em uma jornada que envolve um encontro com um antigo amigo, breves momentos com uma garota de programa e uma passagem por uma soturna sociedade secreta. Redescoberto aos poucos através de processos de revisão após a sua tumultuada estreia em 1999, <i>De Olhos bem Fechados </i>é mais um exemplar do que Kubrick soube fazer de melhor na sua carreira: encher os seus filmes de um refinado uso da linguagem audiovisual e se aventurar pelos recônditos da psiquê humana.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-6274" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/06/nicolekidman3.jpg" alt="nicolekidman3" width="610" height="348" /></p>
<p><b>#04. Dogville (2003)</b></p>
<p>Dir.: Lars von Trier</p>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Em 2002, a atriz embarcou para a Suíça e Dinamarca a fim de começar as filmagens de <i>Dogville</i>,  longa do cineasta Lars von Trier (<i>Melancolia</i>, <i>Ninfomaníaca</i>), dando início a  trilogia &#8220;Terra de Oportunidades&#8221;, na qual o diretor abordaria temas relativos a sociedade americana. Exibido em Cannes em 2003, o filme é marcado por opções ousadas do realizador. Com cerca de três horas de duração, o longa é conhecido pela ausência de cenários, substituídos por marcações a giz feitas em um galpão que reproduz o vilarejo de Dogville no Colorado. Na história, as pessoas do local abrigam a jovem fugitiva Grace (Kidman). Aos poucos, a bondade da moça começa a ser explorada pelos habitantes de Dogville, que de generosos e acolhedores passam a ser capazes de cometer as maiores atrocidades com Grace. Fruto de um processo criativo psicologicamente exaustivo, já que Trier é conhecido por ser bastante exigente com as suas protagonistas, este talvez seja uma das mais interessantes interpretações da carreira de Kidman em um filme que não apenas questiona a política de &#8220;boa vizinhança&#8221; dos EUA, mas também a própria natureza do homem, testando os limites da generosidade e bondade da humanidade através do seu olhar para a comunidade de Dogville e para a sua protagonista. O filme rendeu apenas uma continuação chamada <i>Manderlay</i>, na qual Bryce Dallas Howard interpretou Grace. <i>Washington</i>, que seria o terceiro filme da trilogia, nunca chegou a ser feito por Trier.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-6275" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/06/nicole4.jpg" alt="nicole4" width="610" height="348" /></p>
<p><b>#03. Os Outros (2001)</b></p>
<p>Dir.: Alejandro Amenábar</p>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Em recente entrevista, James Wan, diretor da franquia <i>Invocação do Mal</i>, considerado por muitos como um dos mestres do terror contemporâneo, afirmou que <i>Os Outros é</i> um filme exemplar no seu gênero pela maneira como trata o tema do sobrenatural. A escolha de Wan é coerente, afinal o chileno Alejandro Amenábar (<i>Preso na Escuridão</i>, <i>Mar Adentro</i>) soube utilizar muito bem todos os recursos pelos quais, hoje, o malasiano é conhecido. Ao contar a história de uma mulher e seus dois filhos presos em uma mansão na ilha de Jersey durante a Segunda Guerra Mundial, aguardando o fim do conflito, Amenábar trabalha muito bem na composição de uma atmosfera de tensão com poquíssimos recursos digitais. O realizador opta por priorizar o uso de jogos de luzes e efeitos de câmera. Além disso, o diretor, com a ajuda de um roteiro escrito pelo mesmo, consegue sustentar o seu filme nos consistentes conflitos emocionais dos seus personagens principais. Pelo filme, Kidman foi indicada ao Globo de Ouro e ao Bafta de melhor atriz.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-6276" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/06/nicolekidman2.jpg" alt="nicolekidman2" width="610" height="348" /></p>
<p><b>#02. Moulin Rouge (2001)</b></p>
<p>Dir.: Baz Luhrmann</p>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Lançado no mesmo ano de <i>Os Outros</i>, o musical do australiano Baz Luhrmann (<i>Romeu e Julieta</i>, <i>Austrália</i>, <i>O Grande Gatsby</i>) é um filme pelo qual, certamente, Nicole Kidman será eternizada. No longa, a atriz interpreta Satine, cortesã e estrela do Moulin Rouge, famosa casa de entretenimento parisiense que na virada do século XIX para o XX recebe desde os figurões da capital francesa até  jovens artistas boêmios. Apesar de ser cobiçada por um inescrupuloso duque, Satine acaba se apaixonando pelo jovem e humilde escritor Christian, com quem acaba vivendo um amor proibido nos bastidores do ensaio de uma montagem teatral que a casa de shows pretende exibir. <i>Moulin Rouge </i>foi responsável pela nova leva de musicais dos anos 2000, após a escassez de produções do gênero nos anos 1990 e 1980. Luhrmann conseguiu cativar os fãs tradicionais desse nicho de produção, mas também as novas gerações, traduzindo o musical para os novos tempos ao conferir a história um ritmo de videoclipe e preencher o romance com releituras de <i>hits </i>que vão de Madonna a Nirvana. Intenso como experiência cinematográfica até os dias atuais, <i>Moulin Rouge </i>é o que poderíamos chamar de relato definitivo do que é o amor, descrevendo-o da maneira mais simples, pura e vibrante possível. O filme rendeu a primeira de três indicações ao Oscar da carreira de Nicole. <i>Moulin Rouge </i>venceu os prêmios da Academia de Hollywood nas categorias direção de arte e figurino.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-6277" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/06/nicolekidman1.jpg" alt="nicolekidman1" width="610" height="348" /></p>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p><b>#01. As Horas (2002)</b></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Dir.: Stephen Daldry</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Reunir Kidman, Julianne Moore e Meryl Streep no elenco principal de um filme e ainda trazer coadjuvantes do calibre de Ed Harris, Toni Collette, Claire Danes, Allison Janney, Miranda Richardson, John C. Reilly, Jeff Daniels e Margo Martindale é fazer de um filme um verdadeiro evento cinematográfico. O inglês Stephen Daldry (de <i>Billy Elliot </i>e <i>O Leitor</i>) adaptou o romance <i>As Horas</i>, de Michael Cunningham, para os cinemas e o resultado foi um filme marcante para toda uma geração de cinéfilos e amantes da literatura. No longa, o espectador acompanha um dia na vida de três mulheres em três épocas distintas das suas vidas, todas vinculadas a uma única obra literária: em 1923, a escritora inglesa Virginia Woolf (Kidman) lida com sua depressão enquanto desenvolve o  célebre romance <i>Sra. Dalloway; </i>em 1949, enquanto lê o livro de Woolf, a dona de casa Laura Brown (Moore) tem que tomar uma importante decisão nos preparativos do aniversário do marido; e, em 2001, a editora Clarissa Vaughn (Streep) prepara uma festa para a premiação do seu melhor amigo. Entre outras questões, o filme é sobre as decisões que tomamos em nossas vidas e como nossas escolhas, muitas vezes, implicam na infelicidade dos que estão ao nosso redor, mas existem muitas leituras, todas pertinentes, e seria necessário uma postagem à parte para dar conta de todas elas. O longa foi indicado a 9 Oscars, mas só levou para casa o prêmio de melhor atriz para Nicole. No Festival de Berlim, Kidman, Streep e Moore receberam juntas o prêmio de melhor atriz.</p>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p><b>Quase fizeram parte da lista: </b><i>Margot e o Casamento </i>(2007), de Noah Baumbach; <i>Segredos de Sangue </i>(2013), de Park Chan Wook; <i>Retratos de uma Mulher </i>(1996), de Jane Campion; <i>Reencontrando a Felicidade </i>(2010), de John Cameron Mitchell.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p><b>O que o futuro reserva</b></p>
<p>Como já era de se esperar, a agenda da atriz está lotada para os próximos anos. Como já era de se esperar, a agenda da atriz está lotada para os próximos anos. Ainda existe uma lista grande de filmes protagonizados por Kidman que ainda vão chegar aos cinemas brasileiros: <i>Terra Estranha</i>, <i>Rainha do Deserto</i>, <i>The Family Fang </i>e <i>O Mestre dos Mestres</i>. Desses o mais destacável é <i>The Family Fang, </i>filme de Jason Bateman que recebeu ótimas críticas nos EUA.</p>
<p>Em novembro de 2016, ela será vista em  <i>Lion</i>, drama que muitos consideram ter boas chances na próxima temporada de prêmios, com Rooney Mara e Dev Patel no elenco.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Em 2017, será o ano em que Nicole investirá na TV. A atriz estará em duas séries: <i>Big Little Lies</i>, da HBO, dirigida por Jean-Marc Vallée (<i>Livre</i>, <i>Clube de Compras Dallas</i>), ao lado de Reese Whiterspoon, Laura Dern e Shailene Woodley; e a segunda temporada de <i>Top of the Lake</i>, de Jane Campion (<i>O Piano</i>), com Elisabeth Moss e Gwendoline Christie. Em 2017, Nicole também estará no cinema com <i>How to talk to Girls at Parties</i>, de John Cameron Mitchell (<i>Reencontrando a Felicidade</i>), e <i>The Beguiled</i>, próximo longa de Sofia Coppola.</p>
</div>
</div>
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		<title>Vai passar na TV: 18 a 24 de julho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Jul 2014 01:45:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[Abraços Partidos]]></category>
		<category><![CDATA[Bonnie e Clyde: Uma Rajada de Balas]]></category>
		<category><![CDATA[Cisne Negro]]></category>
		<category><![CDATA[Drive]]></category>
		<category><![CDATA[Harry e Sally: Feitos um para o Outro]]></category>
		<category><![CDATA[O Grande Gatsby]]></category>
		<category><![CDATA[Os Miseráveis]]></category>
		<category><![CDATA[Precisamos Falar sobre o Kevin]]></category>
		<category><![CDATA[Reencarnação]]></category>
		<category><![CDATA[Vai Passar na Tv]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A grande estreia da semana na televisão será na HBO. O Grande Gatsby, longa dirigido pelo australiano Baz Luhrmann com Leonardo DiCaprio, Tobey Maguire e Carey Mulligan, começará a ser exibido no sábado (19) pelo canal. Além dele, vale destacar a exibição de clássicos como  Harry e Sally &#8211; Feitos um para o Outro, trabalho da carreira de Meg Ryan, e Bonnie e Clyde &#8211; Uma Rajada de Balas, filme dos anos de 1960 com Warren Beatty e Faye Dunaway. Confira [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A grande estreia da semana na televisão será na HBO. <strong><em>O Grande Gatsby</em></strong>, longa dirigido pelo australiano Baz Luhrmann com Leonardo DiCaprio, Tobey Maguire e Carey Mulligan, começará a ser exibido no sábado (19) pelo canal. Além dele, vale destacar a exibição de clássicos como  <strong><em>Harry e Sally &#8211; Feitos um para o Outro</em></strong>, trabalho da carreira de Meg Ryan, e <strong><em>Bonnie e Clyde &#8211; Uma Rajada de Balas</em></strong>, filme dos anos de 1960 com Warren Beatty e Faye Dunaway<em>. </em>Confira detalhes sobre esses e outros títulos que estão na programação dos canais até quinta-feira (24) e programe-se:</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/07/WhenHarryMSally_157Pyxurz.jpg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-1522 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/07/WhenHarryMSally_157Pyxurz-620x341.jpg" alt="WhenHarryMSally_157Pyxurz" width="620" height="341" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Sexta-feira (18), Telecine Touch às 20h10min &#8211; <strong>Harry e Sally: Feitos um para o Outro</strong></p>
<p>Existem poucas comédias românticas que valham a pena. Poucas que fujam do conhecido &#8220;garoto conhece garota, eles se apaixonam, algo os separa e garoto enfim consegue ficar com a garota&#8221;. <em>Harry e Sally: Feitos um para o Outro </em>consegue isso, ainda que flerte com alguns desses elementos tradicionais, afinal, claro, continua sendo um exemplar autêntico do gênero. Nesse longa de Rob Reiner, Meg Ryan e Billy Crystal vivem dois amigos que se conheceram nos tempos de faculdade e descobrem na maturidade que o relacionamento entre eles não é apenas uma amizade. Em <em>Harry e Sally</em>, Meg Ryan imortalizou uma das cenas mais engraçadas do cinema norte-americano na qual a sua personagem simula um orgasmo em pleno restaurante.</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/07/los-abrazos-rotos-1.jpg"><img decoding="async" class=" wp-image-1534 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/07/los-abrazos-rotos-1.jpg" alt="los-abrazos-rotos-1" width="580" height="376" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/07/los-abrazos-rotos-1.jpg 500w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/07/los-abrazos-rotos-1-100x65.jpg 100w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/07/los-abrazos-rotos-1-260x170.jpg 260w" sizes="(max-width: 580px) 100vw, 580px" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Sábado (19), Telecine Cult, às 19h40min &#8211; <strong>Abraços Partidos</strong></p>
<p>Longa do cineasta Pedro Almodóvar de 2009, <em>Abraços Partidos </em>talvez seja um dos filmes menos prestigiados do diretor, mas talvez seja hora de revisitá-lo para ver como ele nos parece atualmente &#8211; ou mesmo conhecê-lo, para aqueles que gostam do realizador e nunca assistiram essa fita. O filme conta a história de um cineasta que perde a visão em um acidente de carro e passa a atuar apenas como escritor. Quando descobre que o filho de uma grande amiga sua está no hospital pela ingestão acidental de drogas, o personagem acaba revivendo os eventos que antecederam o acidente. <em>Abraços Partidos </em>é um dos raros momentos em que Pedro Almodóvar traz uma história com um ponto de vista masculino. Uma de suas musas, Penélope Cruz, vive uma personagem que é fundamental para o desenrolar da trama principal.</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/07/leonardo-di-caprio-and-ca-005.jpg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-1524 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/07/leonardo-di-caprio-and-ca-005-620x348.jpg" alt="" width="620" height="348" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Sábado (19), HBO às 22h &#8211; <strong>O Grande Gatsby</strong></p>
<p>Baz Luhrmann (<em>Moulin Rouge!</em>) se aventura na adaptação de um dos clássicos da literatura norte-americana, <em>O Grande Gatsby </em>de F. Scott Fitzgerald. No filme, Leonardo DiCaprio (novamente sob o comando do diretor, anteriormente eles trabalharam em <em>Romeu e Julieta</em>) vive um milionário que retorna da guerra para reconquistar um amor de juventude, hoje casada. Para cumprir com o seu objetivo ele passa a contar com a ajuda do primo da moça que se tornando o narrador dessa história. Crítica mordaz da sociedade perdulária  dos EUA da década de 1920, <em>O Grande Gatsby </em>é fiel às suas raízes mas tem um pé nas marcas de Luhrmann como realizador, o que faz do longa um deleite visual constante. Venceu dois prêmios Oscar na última edição da premiação, figurino e direção de arte, mais uma vez para Catherine Martin, premiada em 2002 pelo seu trabalho em <em>Moulin Rouge! </em>nas mesmas categorias e indicada a melhor figurino por <em>Austrália</em>, ambos filmes também dirigidos por Luhrmann.</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/07/nicole_kidman_birth1.jpg"><img decoding="async" class=" wp-image-1525 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/07/nicole_kidman_birth1.jpg" alt="nicole_kidman_birth1" width="583" height="386" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/07/nicole_kidman_birth1.jpg 537w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/07/nicole_kidman_birth1-100x65.jpg 100w" sizes="(max-width: 583px) 100vw, 583px" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Domingo (20), Warner às 16h30min e às 00h13min &#8211; <strong>Reencarnação</strong></p>
<p>Uma das grandes injustiças que a crítica especializada cometeu na década passada foi ter espinafrado <em>Reencarnação</em>, segundo longa do talentoso Jonathan Glazer (mesmo diretor de <em>Sexy Beast </em>e do recente <em>Sob a Pele</em>). Hoje, já se tem reconhecido o valor desse drama extremamente delicado sobre o luto. No filme, acompanhamos a história de Anna, uma mulher que ainda sofre com a ausência do marido, falecido há dez anos. A personagem é surpreendida com a chegada de um garoto que insiste em dizer que é a reencarnação dele, trazendo ainda mais conflitos para a vida amorosa dela e para seu relacionamento com a sua família. Glazer tem uma direção inspiradíssima e o elenco garante a excelência do longa, sobretudo Nicole Kidman, apresentando aqui um dos melhores e menos reconhecidos desempenhos de sua carreira.</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/07/black-swan-natalie-portman-ballet-dancing.jpg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-1526 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/07/black-swan-natalie-portman-ballet-dancing-620x365.jpg" alt="Natalie Portman" width="620" height="365" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Domingo (20), FX às 16h35min &#8211; <strong>Cisne Negro</strong></p>
<p>Longa que rendeu o Oscar de melhor atriz a Natalie Portman, <em>Cisne Negro </em>segue a risca as características dos demais longas da filmografia do cineasta Darren Aronofsky. Interessado em investigar o lado mais obscuro, conflitante e contraditório &#8211;  e talvez mais desejoso que não se venha à tona &#8211; do ser humano, Aronofsky conta a trajetória de Nina, uma jovem bailarina de uma companhia de Nova York que está prestes a substituir uma renomada profissional em uma montagem de &#8220;O Lago dos Cisnes&#8221;. Nina consegue fazer com leveza o Cisne Branco, mas na hora de viver o Cisne Negro encontra dificuldades que afloram seus conflitos pessoais. Junto com <em>Réquiem para um Sonho</em>, <em>Cisne Negro </em>é um dos trabalhos definitivos de Aronofsky e traz uma interpretação vibrante de Portman.</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/07/drivenew.jpg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-1527 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/07/drivenew-620x348.jpg" alt="drivenew" width="620" height="348" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Segunda-feira (21), TNT às 22h30min &#8211; <strong>Drive</strong></p>
<p>Vencedor do prêmio de melhor direção no Festival de Cannes de 2011, <em>Drive </em>traz como protagonista Ryan Gosling intérprete de um dublê de cenas de ação com carros em Hollywood. Nas horas vagas, o personagem presta alguns serviços para criminosos. Ele acaba se apaixonando por sua vizinha, uma jovem que aguarda a saída do seu marido da cadeia enquanto cria sozinha o seu filho. Um dos melhores longas de 2011, <em>Drive </em>popularizou o diretor Nicolas Winding Refn e traz uma interpretação interessantíssima de Gosling, fazendo um sujeito calado, agressivo e muito sensível.</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/07/8906784_600x338.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-1529 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/07/8906784_600x338.jpg" alt="8906784_600x338" width="600" height="338" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Terça-feira (22), Telecine Premium às 22h &#8211; <strong>Os Miseráveis</strong></p>
<p><em>Os Miseráveis </em>pode frustrar pela sua excessiva duração, por sua direção sem norte e pela sua eterna cantoria (mais do que um musical o filme é um longa com &#8220;diálogos cantados&#8221;, uma espécie de subgênero), mas o que é inegável nesse longa de Tom Hooper (o mesmo de <em>O Discurso do Rei</em>) é que o seu elenco garante o mínimo elogio que seja ao resultado desse trabalho. A trama é ambientada durante o período da Revolução Francesa e narra a trajetória de Jean Valjean (Hugh Jackman), um ladrão que cumpre sua pena, é solto e torna-se um homem de posses.  Ao longo dos anos, Valjean foge da perseguição do inspetor Javert (Russell Crowe) e conhece Fantini, uma jovem condenada a ganhar a vida como prostituta para sustentar a filha. O ponto alto de <em>Os Miseráveis </em>é, sem dúvida, a breve participação de Anne Hathaway, ganhadora do Oscar de melhor atriz coadjuvante em 2013.</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/07/Faye-Dunaway-and-Warren-B-001.jpg"><img decoding="async" class=" wp-image-1530 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/07/Faye-Dunaway-and-Warren-B-001.jpg" alt="Faye-Dunaway-and-Warren-B-001" width="593" height="356" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Quarta-feira (23) , TCM às 22h &#8211; <strong>Bonnie e Clyde: Uma Rajada de Balas</strong></p>
<p><em>Bonnie e Clyde</em> marcou o seu tempo. Responsável por dar início a revolução que tomou conta de Ho<em>lly</em>wood nos anos de 1970 e formou cineastas como Martin Scorsese, Francis Ford Coppola e Brian DePalma, entre outros, o filme de 1967 trazia Warren Beatty e Faye Dunaway como um casal de criminosos especializado em assaltar bancos e roubar automóveis nos EUA da Grande Depressão. A dupla acaba se tornando uma das mais procuradas em vários estados do país, ganhando uma fama nada gloriosa, sobretudo após matarem uma pessoa em uma de suas ações criminosas. O filme recebeu dez indicações ao Oscar e ganhou duas estatuetas, melhor atriz coadjuvante para Estelle Parsons e melhor fotografia.</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/07/we-need-to-talk-about-kevin-image-2.jpg"><img decoding="async" class=" wp-image-1531 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/07/we-need-to-talk-about-kevin-image-2.jpg" alt="we-need-to-talk-about-kevin-image-2" width="569" height="380" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/07/we-need-to-talk-about-kevin-image-2.jpg 550w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/07/we-need-to-talk-about-kevin-image-2-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 569px) 100vw, 569px" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Quinta-feira (24), Telecine Cult às 22h &#8211; <strong>Precisamos Falar sobre o Kevin</strong></p>
<p> Filme controverso da diretora Lynne Ramsay, <em>Precisamos F</em><em>alar sobre o Kevin </em>foi baseado no romance de Lionel Schriver de mesmo nome. O longa narra a história de Eva, uma mulher que apesar de não conseguir lidar muito bem com a maternidade acaba se tornando mãe de dois filhos. O mais velho deles, Kevin, é quem dá mais dor de cabeça a Eva. Mãe e filho não conseguem se entender ou estabelecer uma relação de afeto e o jovem acaba revelando sérias inclinações para a psicopatia até que comete um crime bárbaro e condena Eva a viver eternamente com a culpa, um traço característico da maternidade. O filme é um estudo de personagem interessante e Tilda Swinton tem grandes momentos na pele da sua protagonista. Além dela, vale a pena prestar atenção no Ezra Miller, intérprete do Kevin do título.</p>
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