<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Rebel Wilson - Coisa de Cinéfilo</title>
	<atom:link href="https://coisadecinefilo.com.br/tag/rebel-wilson/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/rebel-wilson/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Fri, 20 May 2022 21:13:36 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/cropped-favicon3-5-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Rebel Wilson - Coisa de Cinéfilo</title>
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/rebel-wilson/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Crítica: De Volta ao Baile (Netflix)</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-de-volta-ao-baile-netflix/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-de-volta-ao-baile-netflix/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 May 2022 21:13:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Netflix]]></category>
		<category><![CDATA[Alex Hardcastle]]></category>
		<category><![CDATA[Angourie Rice]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[De volta ao baile]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Rebel Wilson]]></category>
		<category><![CDATA[Senior year]]></category>
		<category><![CDATA[Zoë Chao]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=15515</guid>

					<description><![CDATA[<p>De Volta ao Baile é uma das estreias do mês da Netflix e conta com Rebel Wilson (Megarromântico) como protagonista. Existem múltiplos caminhos pelos quais essa crítica poderia se enveredar. Ao mesmo tempo que há muito o que se falar sobre a comédia romântica (meio) adolescente, também não existe tanto assim para ser dito. Isto porque existem diversas coisas que já foram ditas sobre obras assim &#8211; como o cansaço com a insistência em provocar o riso sem uma construção [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-de-volta-ao-baile-netflix/">Crítica: De Volta ao Baile (Netflix)</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>De Volta ao Baile</em></strong> é uma das estreias do mês da Netflix e conta com Rebel Wilson (<em>Megarromântico</em>) como protagonista. Existem múltiplos caminhos pelos quais essa crítica poderia se enveredar. Ao mesmo tempo que há muito o que se falar sobre a comédia romântica (meio) adolescente, também não existe tanto assim para ser dito. Isto porque existem diversas coisas que já foram ditas sobre obras assim &#8211; como o cansaço com a insistência em provocar o riso sem uma construção firme ou a inserção de um número demasiado de plots, que faz com que o enredo não dê conta de se aprofundar em nada.</p>
<p>Ao mesmo, entre os incômodos provocados pela produção e alguns acertos – bem poucos, mas eles existem –, o longa-metragem pode evocar algumas discussões relevantes, como a infeliz escolha de retratar personagens de mulheres sáficas com solteironas atrapalhadas, sendo ela aqui a Martha (Mary Holland/Molly Brown), melhor amiga da personagem principal. Todavia, para além destes fatos, a pior característica do filme é a falta de aprofundamento das relações, dos conflitos ou de qualquer elemento colocado na tela.</p>
<p>Stephanie (Rebel/Angourie Rice) sofre um acidente que a deixa em coma por 20 anos. Quando ela acorda, decide retornar ao seu colégio e terminar o último ano letivo. Há toda uma atmosfera de reconstrução dos anos 2000 na fase pré-queda de Stephanie, com revistas, músicas e roupas bem características da época. Dentro desta premissa principal, para além do contexto social e temporal, também existem as pessoas que Stephanie (pai, ex-namorado, melhores amigos, rival etc). Cada um deles ganha uma espécie de subplot e é aí que a narrativa se complica.</p>
<p>Não conseguindo dar conta de sua trama central, o roteiro ainda traz problemáticas e questões de muitas personagens, o que faz com que cada perspectiva  não consiga ser desenvolvida. O que ganha espaço, na verdade, são as gags performadas por Rebel Wilson, que não vão ter graça justamente pelo fato de que é preciso criar laços e intimidade com o espectador para que as piadas tenham o espaço e o efeito desejados. Do contrário, o que acontecerá é o que ocorre em <strong><em>De Volta ao Baile</em></strong>: sketches apelativas, que além de gerarem constrangimento em quem assiste e até mesmo são desconexas com as características centrais da personalidade das personagens.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-15530" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/05/De-Volta-ao-Baile-1200x674-1.jpg" alt="De Volta ao Baile" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/05/De-Volta-ao-Baile-1200x674-1.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/05/De-Volta-ao-Baile-1200x674-1-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/05/De-Volta-ao-Baile-1200x674-1-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/05/De-Volta-ao-Baile-1200x674-1-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Um exemplo é a cena em que Rebel dança, fazendo uma paródia do videoclipe de Britney Spears. Nesta sequência é possível notar que Stephanie tem um olhar diferente para a realidade, no qual um tipo de megalomania se faz presente. No entanto, este detalhe sobre ela fica isolado, não sendo investigado ou posto em evidência em outros momentos, exceto no seu retorno ao colégio. Isto se agrava se uma comparação entre Stephanie adolescente e adulta for feita. De alguma maneira, em sua fase <em>teen</em> ela possuía camadas e conflitos palpáveis, como a perda da sua mãe.</p>
<p>Contudo, características da construção de personagem feita por Angourie se perdem com Rebel, que esvazia os sentimentos mais intensos do papel, transformando todas as suas aparições em piadas.</p>
<p>Desta maneira, <strong><em>De Volta ao Baile</em> </strong>pode ser um produto nostálgico para <em>millennials</em> e entregar alguns instantes mais sólidos, como o seu desfecho amarrado, que encerra a jornada de Stephanie. Todavia, é preciso lembrar que este é um longa que tem mais falhas do que acertos, pois em seu esforço em causar gargalhadas, ele esquece de olhar para a sua história verdadeiramente, planificando personagens, deixando subplots esquecidos e cansando o público com tentativas exageradas de fazer rir.</p>
<p>O maior exemplo disto é a criação e manutenção do relacionamento de Stephanie com sua inimiga Tiffany (Zoë Chao/Ana Yi Puig), que se centra apenas nas brigas bobas das duas. Ainda que as cenas entre elas sejam as mais criativas em termos de direção, o fato de que Tiffany foi a responsável pelo acidente de Stephanie é completamente deixado de lado. Assim, são nestes esquecimentos que o filme se torna também esquecível .</p>
<p><strong>Direção:</strong> Alex Hardcastle</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Rebel Wilson, Zoë Chao, Angourie Rice</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/hNZbk1y8w-Y" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p><p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-de-volta-ao-baile-netflix/">Crítica: De Volta ao Baile (Netflix)</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-de-volta-ao-baile-netflix/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Jojo Rabbit</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-jojo-rabbit/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-jojo-rabbit/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Feb 2020 20:21:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Alfie Allen]]></category>
		<category><![CDATA[Archie Yates]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[JoJo Rabbit]]></category>
		<category><![CDATA[Oscar 2020]]></category>
		<category><![CDATA[Rebel Wilson]]></category>
		<category><![CDATA[Roman Griffin Davis]]></category>
		<category><![CDATA[Sam Rockwell]]></category>
		<category><![CDATA[Scarlett Johansson]]></category>
		<category><![CDATA[Stephen Merchant]]></category>
		<category><![CDATA[Taika Waititi]]></category>
		<category><![CDATA[Thomasin McKenzie]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=12350</guid>

					<description><![CDATA[<p>Taika Waititi tem uma carreira consolidada como diretor desde 2002, mas se transformou em uma espécie de totem intocável da jovem cinefilia mesmo com a comédia sobre vampiros O que fazemos nas sombras (2014) e, principalmente, com Thor: Ragnarok, sua primeira incursão no universo Marvel que lhe trouxe a fama de visionário. Particularmente, acredito que o burburinho é maior do que os fatos. O cinema de Waititi é daqueles que &#8220;jogam para a plateia&#8221; e o fazem com muita esperteza, [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-jojo-rabbit/">Crítica: Jojo Rabbit</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Taika Waititi tem uma carreira consolidada como diretor desde 2002, mas se transformou em uma espécie de totem intocável da jovem cinefilia mesmo com a comédia sobre vampiros O que fazemos nas sombras (2014) e, principalmente, com <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-thor-ragnarok/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Thor: Ragnarok</em></a>, sua primeira incursão no universo <em>Marvel</em> que lhe trouxe a fama de visionário. Particularmente, acredito que o burburinho é maior do que os fatos.</p>
<p>O cinema de Waititi é daqueles que &#8220;jogam para a plateia&#8221; e o fazem com muita esperteza, dialogando sempre com uma geração <em>cool</em> que adora um cem número de recursos dos seus filmes: aquele humor &#8220;espertinho&#8221; adolescente, cheio de <em>insights</em> para enfatizar o quanto seu diretor está à frente da plateia e, claro, uma trilha sonora pop que opera pelo anacronismo. <em><strong>Jojo Rabbit</strong></em> é tudo isso e mais um pouco, provavelmente cimentando ainda mais o culto a Waititi.</p>
<p>No filme, Waititi conta a história de um menino de 10 anos nos últimos dias da Segunda Guerra Mundial. Criado em meio a todo o fomento da propaganda nazista, o garoto descobre no porão da sua casa uma jovem judia escondida por sua mãe. Assim, o diretor faz um longa que flerta com a sátira para narrar essa história pela perspectiva infantil.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12352" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/0735692.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Jojo Rabbit" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/0735692.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/0735692.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/0735692.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>O filme de Waititi até que acerta em algumas frentes. O elenco infantil de <strong><em>Jojo Rabbit</em> </strong>distribui carisma, começando pelo protagonista Roman Griffin Davis, até Archie Yates, uma graça de garoto como o melhor amigo. Scarlett Johansson (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-historia-de-um-casamento/"><em>História de Um Casamento</em></a>) está inspirada como a mãe de Jojo, uma mulher que por debaixo dos panos empreende esforços em uma campanha anti-nazista. Os méritos, entretanto, param por ai.</p>
<p>O roteiro de <em><strong>Jojo Rabbit</strong></em> não tem a menor cadência e demora a chegar nos seus pontos centrais. A direção de Waititi é extremamente afetada, gaba-se de proezas que só existem para satisfazer essa cinefilia <em>cool</em> que cultua os seus filmes, com personagens excêntricos e trilha dos Beatles e de David Bowie repaginadas. O projeto emula o cinema de Wes Anderson na composição dos seus planos e na <em>mise en scène</em>, mas é uma apropriação tão ingênua que soa como se fosse assinado por um adolescente de 18 anos em seu primeiro filme. Waititi interpreta todos esses elementos (Beatles, Bowie, Anderson) alocados ao contexto da Alemanha nazista como um arroubo de iconoclastia, como se esse anacronismo por si só representasse um ato de vanguarda.</p>
<p>É repetitivo, mas apropriando-se de um tema tão batido quanto o nazismo e a Segunda Guerra Mundial, <strong><em>Jojo Rabbit</em> </strong>não faz absolutamente nada por ele. Isso resulta, por fim,  em um projeto que não diz precisamente o que tem para oferecer de perspectiva original sobre o assunto. É um filme para Waititi e seu séquito mesmo, gosto adquirido. Quem sabe da próxima vez não me convença? Aqui, ele faz de um tudo para soar ainda mais afetado e cheio de truques que escamoteiam seu cinema de colagem nada visionário. Como cereja do bolo ainda tem uma Rebel Wilson nazista. Ou seja, Taika, aí já tá forçando demais a amizade!</p>
<p><strong>Direção: </strong>Taika Waititi<br />
<strong>Elenco:</strong> Roman Griffin Davis, Scarlett Johansson, Thomasin McKenzie, Sam Rockwell, Rebel Wilson, Taika Waititi, Alfie Allen, Archie Yates<a href="http://www.adorocinema.com/filmes/filme-258998/">,</a> Stephen Merchant</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/-IBaMJ15Fm0" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-jojo-rabbit/">Crítica: Jojo Rabbit</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-jojo-rabbit/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: As Trapaceiras</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-as-trapaceiras/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-as-trapaceiras/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jul 2019 20:52:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[A Trapaceiras]]></category>
		<category><![CDATA[Alex Sharp]]></category>
		<category><![CDATA[Anne Hathaway]]></category>
		<category><![CDATA[Casper Christensen]]></category>
		<category><![CDATA[Chris Addison]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Dean Norris]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Ingrid Oliver]]></category>
		<category><![CDATA[Nicholas Woodeson]]></category>
		<category><![CDATA[Rebel Wilson]]></category>
		<category><![CDATA[Trailer]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=10940</guid>

					<description><![CDATA[<p>O cinema faz uso do humor de diferentes formas e não há um mais correto do que o outro. Seja ele sarcástico, escrachado, romântico ou dramático, o humor pode ser um veículo importante para falar de temáticas mais intensas, de uma maneira suavizada. As Trapaceiras, no entanto, foi incapaz de ver o limite esperado ao colocar um personagem no ridículo o tempo todo, em especial por se tratar de uma minoria. Josephine (Anne Hathaway) e Penny (Rebel Wilson) são duas [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-as-trapaceiras/">Crítica: As Trapaceiras</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O cinema faz uso do humor de diferentes formas e não há um mais correto do que o outro. Seja ele sarcástico, escrachado, romântico ou dramático, o humor pode ser um veículo importante para falar de temáticas mais intensas, de uma maneira suavizada. <em><strong>As Trapaceiras</strong></em>, no entanto, foi incapaz de ver o limite esperado ao colocar um personagem no ridículo o tempo todo, em especial por se tratar de uma minoria.</p>
<p>Josephine (Anne Hathaway) e Penny (Rebel Wilson) são duas trapaceiras profissionais, cada uma ao seu estilo. Enquanto a primeira é organizada e eficiente, a segunda deixa o barco ser levado como a situação manda. Elas acabam cruzando o caminho uma da outra e trabalhando juntas em um golpe.</p>
<p>O filme, em si, não se leva tão a sério e isso é bom. A proposta dele é essa mesmo, de ir para o exagero e personagens caricatos. Um verdadeiro dramalhão novelesco que agrada muitas pessoas (eu, inclusive). Mas até a performance expositiva precisa ter um limite.</p>
<p>Como mulher, não consigo entender o que leva Rebel Wilson (<em>A Escolha Perfeita</em>), uma atriz que tem algum potencial, a sempre fazer o mesmo papel de &#8220;gorda patética alvo de piadas&#8221;, que está na trama apenas pelo humor. A sociedade vem problematizando todas essas questões do papel da mulher e como o corpo é uma ferramenta de imposição e manipulação. Aí uma atriz de Hollywood, que ocupa uma posição de privilégio de fala, ao invés de participar de roteiros que coloquem a mulher gorda no lugar de normalidade que lhe cabe (sendo desejada, normatizada, bem sucedida, etc), escolhe fazer sempre o mesmo papel.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10941" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/4415574.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/4415574.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/4415574.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/4415574.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Anne Hathaway (<em>Os Miseráveis</em>), por sua vez, segue sendo um grande alívio de atuação. Ela veste bem o papel exagerado de sua personagem, mas sem cair no ridículo. É uma cafona com estilo. O problema mesmo está no roteiro, que não ajuda nenhuma das duas. É fraco e sem atrativo real. A ideia de humor se perde e o espectador passa mais de 90% do tempo sem dar uma única risadinha. E isso é extremamente problemático, já que o humor escrachado exige, minimamente, boas gargalhadas.</p>
<p>A finalização deixa ainda mais a desejar e, de novo, coloco aqui o papel da mulher. Um filme que tem duas protagonistas femininas fortes, interpretadas por atrizes igualmente fortes, chega ao ponto final em que um homem surge e salva a cena. Como se toda a competência delas não fosse o suficiente para superar o masculino. E sim, isso incomoda demais. Talvez se a gente tivesse rido bastante, isso passasse um pouco mais batido. Mas definitivamente não é o caso.</p>
<p>Por fim, Chris Addison, responsável pelo excelente seriado <em>Veep</em>, nos apresenta um trabalho pequeno em <em><strong>As Trapaceiras</strong></em>. Esperamos constantemente por uma melhoria que não vem, uma empolgação que morre na maré mansa. É extremamente ineficiente.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Chris Addison<br />
<strong>Elenco:</strong> Rebel Wilson, Anne Hathaway, Alex Sharp, Dean Norris, Casper Christensen, Ingrid Oliver, Nicholas Woodeson</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/1lnYoiuTAK0" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-as-trapaceiras/">Crítica: As Trapaceiras</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-as-trapaceiras/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
