<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Rachel McAdams - Coisa de Cinéfilo</title>
	<atom:link href="https://coisadecinefilo.com.br/tag/rachel-mcadams/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/rachel-mcadams/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Thu, 29 Jan 2026 13:47:52 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/cropped-favicon3-5-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Rachel McAdams - Coisa de Cinéfilo</title>
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/rachel-mcadams/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Crítica Socorro!</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-socorro/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-socorro/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Jan 2026 12:57:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Estreias]]></category>
		<category><![CDATA[20th Century Studios]]></category>
		<category><![CDATA[Bruce Campbell]]></category>
		<category><![CDATA[Chris Pang]]></category>
		<category><![CDATA[Damian Shannon]]></category>
		<category><![CDATA[Danny Elfman]]></category>
		<category><![CDATA[Dennis Haysbert]]></category>
		<category><![CDATA[Disney]]></category>
		<category><![CDATA[Dylan O'Brien]]></category>
		<category><![CDATA[Edyll Ismail]]></category>
		<category><![CDATA[Emma Raimi]]></category>
		<category><![CDATA[horror]]></category>
		<category><![CDATA[Kristy Best]]></category>
		<category><![CDATA[Mark Swift]]></category>
		<category><![CDATA[Rachel McAdams]]></category>
		<category><![CDATA[Raimi Productions]]></category>
		<category><![CDATA[Sam Raimi]]></category>
		<category><![CDATA[Send Help]]></category>
		<category><![CDATA[Socorro!]]></category>
		<category><![CDATA[Terror]]></category>
		<category><![CDATA[Thaneth Warakulnukroh]]></category>
		<category><![CDATA[Thriller]]></category>
		<category><![CDATA[Xavier Samuel]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=20441</guid>

					<description><![CDATA[<p>O diretor de terror Sam Raimi (Doutor Estranho no Multiverso da Loucura, de 2022) volta às telonas com um novo projeto que é a sua cara. Banhado pelo estilo que lhe catapultou para o sucesso, o cineasta estadunidense traz ao público seu mais novo (e insano) filme: Socorro!. Estrelado por Rachel McAdams (Crescendo Juntas, de 2023) e Dylan O&#8217;Brien (Twinless &#8211; Um Gêmeo a Menos, de 2025), o longa-metragem, que chega aos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (29), carrega a essência [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-socorro/">Crítica Socorro!</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O diretor de terror Sam Raimi (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-doutor-estranho-no-multiverso-da-loucura/"><em>Doutor Estranho no Multiverso da Loucura</em></a>, de 2022) volta às telonas com um novo projeto que é a sua cara. Banhado pelo estilo que lhe catapultou para o sucesso, o cineasta estadunidense traz ao público seu mais novo (e insano) filme: <strong><em>Socorro!</em></strong>. Estrelado por Rachel McAdams (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-crescendo-juntas/"><em>Crescendo Juntas</em></a>, de 2023) e Dylan O&#8217;Brien (<em>Twinless &#8211; Um Gêmeo a Menos</em>, de 2025), o longa-metragem, que chega aos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (29), carrega a essência cômica, exagerada e <em>trash</em> de Raimi.</p>
<p><strong><em>Socorro!</em></strong> narra a relação tóxica de trabalho entre Linda Liddle (interpretada por McAdams), uma excelente funcionária do setor de Planejamento e Estratégia, e seu novo chefe, Bradley Preston (interpretado por O&#8217;Brien). Após uma reunião que esmaga as expectativas de Linda de ascender na empresa, o avião de uma viagem de negócios sofre um acidente e os dois se veem presos numa ilha deserta. Bradley agora tem que lidar com a mudança de poderes, já que Linda parece ser a sua única chance de sobrevivência.</p>
<p>Com um humor afiado, um elenco espetacular e uma direção sem limites, o roteiro da dupla Damian Shannon e Mark Swift (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-baywatch-s-o-s-malibu/"><em>Baywatch: S.O.S. Malibu</em></a>, de 2017) ganha possibilidades estelares. O que poderia ser uma história esquecível e mal interpretada sobre disputa de poderes, dinâmicas machistas do mercado de trabalho e uma pitada de <em>thriller</em> psicológico de sobrevivência se torna uma narrativa impossível de parar a curiosidade do espectador. <strong><em>Socorro!</em></strong> instiga e prende a atenção do público do início ao fim.</p>
<p>O maior acerto da dupla de roteiristas é a ideia em reunir <em>Náufrago (2000)</em>, <em>Quero Matar Meu Chefe (2011)</em> e <em>Louca Obsessão (1990)</em> em um só filme. Pode soar como muitos fios desconectados, mas Shannon e Swift conseguem fazer dessa mistura um cerne coerente e interessante, o que torna <strong><em>Socorro!</em></strong> um trabalho que verdadeiramente rouba a atenção do público logo de cara. No entanto, não pensam que essa mistura será óbvio ou desinteressante, a narrativa guarda seus truques muito bem debaixo das mangas para te surpreender o tempo todo.</p>
<figure id="attachment_20442" aria-describedby="caption-attachment-20442" style="width: 750px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-20442" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Socorro-1-750x500.jpg" alt="Socorro! (2026)" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Socorro-1-750x500.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Socorro-1-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Socorro-1-720x480.jpg 720w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Socorro-1-770x513.jpg 770w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Socorro-1.jpg 1095w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption id="caption-attachment-20442" class="wp-caption-text">Dylan O&#8217;Brien em cena de &#8216;Socorro! (2026)&#8217;</figcaption></figure>
<p>Além dos méritos óbvios de Shannon e Swift por pensarem numa história tão amarradinha e bem construída, há ainda a potência do <em>casting</em> e da direção. Mesmo sendo uma narrativa interessante, <strong><em>Socorro!</em></strong> só atinge o ápice de seu potencial por conta da direção e do elenco. É impensável assistir a um filme como esse sem que ele tenha assinatura de Raimi. Suas estranhezas clássicas e seu jeito de brincar com o limiar entre horror e comédia gritam de forma exuberante durante os 113 minutos de duração.</p>
<p>Diferente da sua direção na Marvel, que foi limitante para o mergulho da narrativa na sua essência estética, <strong><em>Socorro!</em></strong> não mede esforços para incorporar elementos tão clássicos e conhecidos da filmografia do diretor. Seja remontando conhecidas iconografias visuais de suas outras obras, seja com o exagero e os elementos excessivos do trash que estão tão presentes em sua carreira, mas esse novo longa é 100% a cara dele. Não há quem conheça o trabalho de Raimi, assista o filme e não perceba o quanto dele há no projeto. E é claro, a produção é um prato cheio para os fãs do diretor.</p>
<p>Mais do que um diretor investido e que molda a história para que fique com sua cara, o elenco de <strong><em>Socorro!</em></strong> transforma o roteiro de Shannon e Swift. O elenco secundário tem um papel e desempenho importantes e que colaboram para o todo, mas este filme é de Rachel e Dylan. Não existiria dinâmica tão caótica e esquisita como a que o público se inebria ao assistir se não fossem eles. A contracena da dupla é de uma potência avassaladora. Eles abraçam o absurdo que é estar num filme do Raimi e elevam isso em suas performances até a última potência, fazendo dele um longa imperdível.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Direção:</strong> Sam Raimi</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Rachel McAdams, Dylan O&#8217;Brien, Edyll Ismail, Xavier Samuel, Dennis Haysbert, Chris Pang, Thaneth Warakulnukroh, Emma Raimi, Kristy Best e Bruce Campbell</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/nb4hYGIwHrw?si=oYBMWk-TddwcP3Fb" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-socorro/">Crítica Socorro!</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-socorro/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Crescendo Juntas</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-crescendo-juntas/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-crescendo-juntas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Nov 2023 18:57:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Abby Ryder Fortson]]></category>
		<category><![CDATA[Benny Safdie]]></category>
		<category><![CDATA[Crescendo Juntas]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Elle GrahamJecobi]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[HBO Max]]></category>
		<category><![CDATA[Kathy Bates]]></category>
		<category><![CDATA[Kelly Fremon Craig]]></category>
		<category><![CDATA[Prime Video]]></category>
		<category><![CDATA[Rachel McAdams]]></category>
		<category><![CDATA[SwainKaren Aruj]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=17471</guid>

					<description><![CDATA[<p>Narrativas sobre ritos de passagem existem aos montes na história recente do cinema, mas ainda são poucas aquelas que dedicam esse tipo de conto a protagonistas femininas e abordagens mais leves, conseguindo conciliar uma ótica humana para o assunto, mas divertida. Crescendo Juntas preenche esses requisitos e revela-se como uma história que pode ser apreciada por pais e filhas, contemplando todos os dilemas possíveis que surgem na pré-adolescência de uma garota. O longa dirigido e roteirizado por Kelly Fremon Craig [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-crescendo-juntas/">Crítica: Crescendo Juntas</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Narrativas sobre ritos de passagem existem aos montes na história recente do cinema, mas ainda são poucas aquelas que dedicam esse tipo de conto a protagonistas femininas e abordagens mais leves, conseguindo conciliar uma ótica humana para o assunto, mas divertida. <em><strong>Crescendo Juntas</strong></em> preenche esses requisitos e revela-se como uma história que pode ser apreciada por pais e filhas, contemplando todos os dilemas possíveis que surgem na pré-adolescência de uma garota.</p>
<p>O longa dirigido e roteirizado por Kelly Fremon Craig a partir do livro de Judy Blume conta a história de uma menina de 11 anos que se muda com os pais de Nova York passando a morar no subúrbio de Nova Jersey, bem longe da avó judia. É nesse momento que Margaret passa por um processo de adaptação, mas adequar-se à nova escola e aos novos colegas passa a ser o menor dos seus problemas diante das diversas questões que lhe surgem como desafios.</p>
<p><em><strong>Crescendo Juntas</strong></em> aborda temas como o primeiro sutiã, os primeiros amores, menstruação e intolerância através da trajetória de uma protagonista construída com sensibilidade e doçura por Kelly Fremon Craig. O mérito do trabalho da cineasta é jamais subestimar os dilemas da sua personagem principal, ainda que trate todas essas questões com aquela ótica ingênua da infância.</p>
<p>A menina Margaret está sempre se dirigindo a um Deus que nunca fez parte da sua vida, já que seus pais (um judeu e uma católica) decidiram que a filha só optaria por uma religião quando fosse adulta em virtude dos conflitos severos que o assunto legou ao núcleo familiar. A cineasta utiliza esse recurso não como uma muleta para construir uma narrativa religiosa, mas como um mecanismo bem humorado e que reforça a inocência da protagonista, ampliando ainda mais nossa compreensão sobre o estado de ebulição de emoções de Margaret. A garota vive um momento tão limítrofe que recorre a uma intervenção divina nunca antes aventada.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-17486" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Crescendo-Juntas-filme-HBO-Max-scaled-1.jpg" alt="Crescendo Juntas" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Crescendo-Juntas-filme-HBO-Max-scaled-1.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Crescendo-Juntas-filme-HBO-Max-scaled-1-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Crescendo-Juntas-filme-HBO-Max-scaled-1-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Crescendo-Juntas-filme-HBO-Max-scaled-1-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Além do círculo de transformação enfrentado pela personagem principal, o longa aborda as mudanças vivenciadas pela mãe da protagonista na medida em que esta toma contato com o processo da própria filha. A personagem em questão é interpretada com sensibilidade por Rachel McAdams. Como a filha Margaret, a mãe interpretada por McAdams encontra um ponto de independência e se desvencilha de ideias socialmente impostas sobre &#8220;mães de família&#8221; na década de 1970.</p>
<p>É claro que, além de McAdams, outros atores têm momentos muito bons na história como Kathy Bates, cuja avó judia cheia de vida (e roupas e joias exuberantes) enche o filme de alegria e ironia quando surge na tela, ou Benny Safdie, intérprete do pai carinhoso de Margaret, mas o elenco infantil do longa é quem tem grande destaque. O filme é encabeçado por Abby Ryder Fortson, uma jovem atriz que dá cadência e personalidade a todos os dilemas de Margaret, passando ainda pelo grupo de amigas da protagonista liderado Nancy Wheeler, interpretada de maneira extremamente inteligente por Elle Wheeler. Wheeler dá vida a uma garota insegura, mas com espírito de liderança e lealdade.</p>
<p>Kelly Fremon Craig fez de <em><strong>Crescendo Juntas</strong></em> um filme leve e sensível sobre uma fase complicada da vida de qualquer pessoa, procurando universalidade e empatia no tratamento dessa história, mas evitando qualquer tipo de estereotipia na construção das suas personagens. É um longa perfeitamente recomendável para adultos e pré-adolescentes que certamente encontrarão pontos de entendimentos para dilemas que são recorrentes nessa fase de transição para a a vida adulta.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Kelly Fremon Craig</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Rachel McAdams, Kathy Bates, Benny Safdie, Abby Ryder Fortson, Elle GrahamJecobi, SwainKaren Aruj</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/eSm3S9-3Fg4" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-crescendo-juntas/">Crítica: Crescendo Juntas</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-crescendo-juntas/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Doutor Estranho no Multiverso da Loucura</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-doutor-estranho-no-multiverso-da-loucura/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-doutor-estranho-no-multiverso-da-loucura/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 May 2022 20:12:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Anson Mount]]></category>
		<category><![CDATA[Benedict Cumberbatch]]></category>
		<category><![CDATA[Benedict Wong]]></category>
		<category><![CDATA[Chiwetel Ejiofor]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Doutor Estranho no Multiverso da Loucura]]></category>
		<category><![CDATA[Elizabeth Olsen]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Hayley Atwell]]></category>
		<category><![CDATA[John Krasinski]]></category>
		<category><![CDATA[Maria Rambeau]]></category>
		<category><![CDATA[Michael Stuhlbarg]]></category>
		<category><![CDATA[Patrick Stewart]]></category>
		<category><![CDATA[Rachel McAdams]]></category>
		<category><![CDATA[Sam Raimi]]></category>
		<category><![CDATA[Sheila Atim]]></category>
		<category><![CDATA[Xochitl Gomez]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=15497</guid>

					<description><![CDATA[<p>Quais são as possibilidades dos vários universos que compõem a realidade e onde temos várias versões de nós mesmos? Será que em outra dimensão paralela o nosso eu alcançou os objetivos que tenta arduamente nesta aqui? Doutor Estranho no Multiverso da Loucura traz essa ideia juntamente com a dinâmica com Wanda Maximoff (Elizabeth Olsen, Vingadores: Ultimato), que está inebriada com a função de viver em uma realidade onde seus filhos estejam vivos. Assim segue o roteiro, construindo caminhos para o [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-doutor-estranho-no-multiverso-da-loucura/">Crítica: Doutor Estranho no Multiverso da Loucura</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quais são as possibilidades dos vários universos que compõem a realidade e onde temos várias versões de nós mesmos? Será que em outra dimensão paralela o nosso eu alcançou os objetivos que tenta arduamente nesta aqui? <strong><em>Doutor Estranho no Multiverso da Loucura</em></strong> traz essa ideia juntamente com a dinâmica com Wanda Maximoff (Elizabeth Olsen, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-vingadores-ultimato-sem-spoiler/"><em>Vingadores: Ultimato</em></a>), que está inebriada com a função de viver em uma realidade onde seus filhos estejam vivos.</p>
<p>Assim segue o roteiro, construindo caminhos para o desenvolvimento e aprofundamento de personagens importantes, assim como a chegada de novos, como é o caso de America Chavez (Xochitl Gomez). A garota consegue passear entre os multiversos e vivenciar as diferentes realidades. Algo que é claramente almejado por Wanda. Ela começa, então, a ser perseguida pela mesma, que manda diversos monstros para roubar o seu poder. No meio do caminho, ela esbarra com o nosso Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-ataque-dos-caes/"><em>Ataque dos Cães</em></a>), que sonha com a outra realidade. Descobrimos que é possível saber de outros universos durante os nossos sonhos.</p>
<p>Quando eles começam nessa jornada de tentar salvar America, fugindo entre as dimensões, algumas realidades vão sendo colocadas para Stephen. Ele percebe que sua arrogância é um elemento comum entre os universos, algo que o leva a ser um vilão (ou quase isso) em diversas oportunidades. A reflexão vem e ele começa a entender que o excesso de poder tem um lado muito obscuro. Falando em obscuro, esse é um filme com toque sincero de terror, um traço prometido e cumprido pelo diretor Sam Raimi (Homem-Aranha &#8211; 2002).</p>
<p>A medida que a história avança, a insanidade de Wanda vai se tornando ainda pior, com mortes e terror por onde passa. O filme faz uma conexão com os Illuminatti, com o aparecimento super esperado de Capitã Marvel (Maria Rambeau), professor Xavier (Patrick Stewart), Senhor Fantástico (John Krasinski), Capitã Carter (Hayley Atwell) e Raio Negro (Anson Mount). É uma parte super bacana e interessante de se acompanhar no filme. Pena que tem um desfecho rápido demais com a morte de todos pela mão da Feiticeira Escarlate. Achei que faltou aproveitamento do elenco incrível que foi reunido ali.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-15498" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/05/Wanda-Maximoff-Feiticeira-Escarlate-1.jpg" alt="Doutor Estranho no Multiverso da Loucura" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/05/Wanda-Maximoff-Feiticeira-Escarlate-1.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/05/Wanda-Maximoff-Feiticeira-Escarlate-1-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/05/Wanda-Maximoff-Feiticeira-Escarlate-1-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/05/Wanda-Maximoff-Feiticeira-Escarlate-1-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>O que decepciona, no entanto, é que essa loucura de Wanda não tem a finalização mais grandiosa possível. O grande ápice não é tão grande assim e ela desiste muito fácil de seus objetivos quando percebe que os seus filhos se outras dimensões não são seus filhos da realidade, portanto não transferem o afeto para ela. Faltou tempo de tela neste momento para nos inserir num sentimentalismo que justificasse o filme como um todo. E faltou, a meu ver, ela enlouquecendo ainda mais e por completo quando as coisas não saem conforme o planejado.</p>
<p>O mais difícil para Strange é notar que ele não fica junto com Christine em nenhum dos universos que visita, mostrando o quanto que as suas histórias são feitas para trilhar caminhos separados. É aí também que ele entende a sua importância no multiverso e a necessidade de controlar suas emoções para lidar e aplicar corretamente um poder tão grandioso.</p>
<p><em><strong>Doutor Estranho no Multiverso da Loucura</strong></em> é um ótimo filme que completa ainda mais o universo Marvel e a continuidade de histórias que viemos acompanhando ao longo dos anos. No entanto, falta ser excelente pois ele não arrisca mais do que o ambiente seguro. Falta um click no filme que torne ele realmente incrível, tal qual poderia ser ou como seu trailer nos fez pensar que seria. Tem um quê de decepção no resultado final, a bem verdade é essa.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Sam Raimi</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Benedict Cumberbatch, Elizabeth Olsen, Chiwetel Ejiofor, Benedict Wong, Xochitl Gomez, Rachel McAdams, Michael Stuhlbarg, Sheila Atim, Patrick Stewart, John Krasinski, Hayley Atwell, Maria Rambeau, Anson Mount</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/X23XCFgdh2M" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-doutor-estranho-no-multiverso-da-loucura/">Crítica: Doutor Estranho no Multiverso da Loucura</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-doutor-estranho-no-multiverso-da-loucura/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Doutor Estranho</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-doutor-estranho/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-doutor-estranho/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Nov 2016 20:23:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Benedict Cumberbatch]]></category>
		<category><![CDATA[Chiwetel Ejiofor]]></category>
		<category><![CDATA[Doutor Estranho]]></category>
		<category><![CDATA[Mads Mikkelsen]]></category>
		<category><![CDATA[Marvel]]></category>
		<category><![CDATA[Rachel McAdams]]></category>
		<category><![CDATA[Tilda Swinton]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=6882</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Marvel vem construindo uma sólida trajetória apostando no seu universo cinematográfico que gravita em torno do projeto Vingadores. Não deixa de ser admirável a constância na qualidade das suas produções e a maneira como o estúdio conseguiu emular uma lógica própria da narrativa seriada a sua  filmografia, com universos distintos que são conectados e se encontram em dado momento para agir contra ameaças maiores. Acontece que, por outro lado, não há muito risco por parte do estúdio, há apostas [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-doutor-estranho/">Crítica: Doutor Estranho</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>A Marvel vem construindo uma sólida trajetória apostando no seu universo cinematográfico que gravita em torno do projeto <i>Vingadores</i>. Não deixa de ser admirável a constância na qualidade das suas produções e a maneira como o estúdio conseguiu emular uma lógica própria da narrativa seriada a sua  filmografia, com universos distintos que são conectados e se encontram em dado momento para agir contra ameaças maiores. Acontece que, por outro lado, não há muito risco por parte do estúdio, há apostas seguras em um &#8220;modo Marvel de fazer cinema&#8221; mesmo quando as produções procuram ir um pouco além dos esquemas, como é o caso de <i>Capitão América: Guerra Civil</i>, por exemplo. Assim, o que se vê são filmes corretos e que cumprem de maneira digna a função de entreter o espectador, mas não deixam de vir com aquela sensação de <i>déjà vu</i> sobretudo quando conferimos mais de um desses títulos a cada ano.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p><i>Doutor Estranho </i>vai por esse caminho. O filme é anunciado como uma possibilidade de explorar horizontes mais ambiciosos e nunca antes tentados pelo estúdio, que envolve universos paralelos, misticismo e magia. Acontece que ainda que visite esse &#8220;estranho&#8221;, tudo ainda está na zona de conforto. No longa, Benedict Cumberbatch (<i>O Jogo da Imitação</i>) vive o Dr. Stephen Strange, um renomado neurocirurgião que perde o controle das mãos após sofrer um grave acidente de carro. Diante de uma descrença na cura pela via da medicina, Strange recorre a um grupo que parece promover a cura através de forças místicas. Submetido a um treinamento no Katmandu, Strange acaba adquirindo poderes e deve decidir se os usará para se recuperar ou para salvar o mundo de ameaças terríveis que só ele pode conter.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Dirigido por Scott Derrickson (de <i>O Exorcismo de Emily Rose </i>e <i>A Entidade</i>), <i>Doutor Estranho</i> aproveita em certa medida o histórico do seu realizador ao explorar visualmente o oculto. O filme é tecnicamente eficiente, conseguindo construir de maneira impressionante suas viagens pelos múltiplas dimensões visitadas por Strange. Como o protagonista, Benedict Cumberbatch é a escolha certa e parece uma mistura de Bruce Wayne e Tony Stark com poderes mágicos dando vida a um milionário entorpecido pelo ego, mas também por uma tragédia pessoal. Ao lado dele está um elenco de coadjuvantes dos sonhos formado por Rachel McAdams (<i>Spotlight</i>) e Chiwetel Ejiofor (<i>12 Anos de Escravidão</i>), que não têm momentos de especial destaque, mas conferem um certo respeito a fita. Fora Cumberbatch, Tilda Swinton (<i>Precisamos Falar sobre o Kevin</i>) talvez seja a presença mais forte do longa como a Anciã.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-6884" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/11/DoutorEstranho2.jpg" alt="doutorestranho2" width="610" height="348" /></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>De uma maneira geral, <i>Doutor Estranho </i>é um filme correto. Ele oferta divertimento na medida certa, não agride a inteligência do espectador, consegue costurar uma narrativa linear e sem furos e aplicar seus recursos visuais sem maiores afetações, sendo este o seu departamento mais brilhante. É claro que o longa recorre aos recursos de praxe da Marvel Studios para &#8220;seduzir&#8221; suas plateias: os momentos mais dramáticos ou de ação do filme são intercalados por piadas ou referências ao universo pop, o que faz com que, para o bem e para o mal, nada tenha tanta gravidade; a trajetória do personagem é praticamente a mesma de qualquer outro super-herói; há cenas pós-créditos (duas, na verdade) e o vilão, mesmo sendo interpretado pelo ótimo Mads Mikkelsen (<i>A Caça</i>), deixa a desejar. O impulso de obedecer a todo esse protocolo faz com que o filme funcione sob uma lógica conflituosa: ele parece desejar adotar um tom mais adulto que destoa do universo Marvel até então, mas recua em prol de uma chave de diálogo mais adolescente ou infantil.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Assim, apesar de manter o padrão de excelência do estúdio, não dá para deixar de constatar que <i>Doutor Estranho </i>surge como uma repetição envolta por uma embalagem bonita e aparentemente nova, mas que não deixa de ser uma embalagem. O conteúdo é o mesmo de sempre. E se a Marvel parece estar se retroalimentando mesmo quando aparenta oferecer algo novo, a coisa fica ainda mais nebulosa para os fãs de filmes desse nicho quando constatamos que não há uma concorrência, haja vista as tortuosas tentativas da Warner de levar o universo dos heróis da DC Comics para o cinema com filmes vacilantes como <i>Batman vs. Superman: A Origem da Justiça </i>e <i>Esquadrão Suicida</i>. <i>Doutor Estranho </i>ao menos não é catastrófico, mas é narrativamente burocrático, cheio de esquemas que já são velhos conhecidos do público e que não colaboram com o viço do projeto.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>É possível que tudo isso seja um reflexo do processo de saturação do próprio nicho cinematográfico. De 2000 para cá as adaptações de quadrinhos de super-heróis para o cinema foram tantas que talvez seja interessante mexer um pouco nessas peças. Faria bem a Marvel esgarçar mais as possibilidades dos seus múltiplos universos, sair da zona de conforto e dos esquemas narrativos, levar os seus personagens realmente ao extremo, sem que as decisões corajosas dos seus filmes sejam abafadas por piadinhas adolescentes ou com cartas de conciliação do Capitão América para o Tony Stark. Talvez seja um pouco de risco e experimentação que esteja faltando para esse nicho de produção sair da oferta do &#8220;arroz e feijão&#8221; de sempre, o que, confesso, tem tirado um pouco da magia e do encanto que ele oferecia tempos atrás.</p>
<p>Promover a revolução que o próprio estúdio prometera e que o hype dos meios de comunicação anunciaram assim que a produção do longa foi engatada, <i>Doutor Estranho </i>não promove. Alçar os filmes de super-heróis a padrões cinematográficos que os colocaram em pé de igualdade com cânones do campo só cineastas como Richard Donner (<i>Superman &#8211; O Filme</i>), Tim Burton (<i>Batman: O Retorno</i>), Bryan Singer (<i>X-Men 2</i>), Sam Raimi (<i>Homem-Aranha 2</i>) e Christopher Nolan (<i>Batman: O Cavaleiro das Trevas</i>) conseguiram. Nesse sentido, esse projeto Marvel <i>Vingadores </i>conseguiu sair da zona de conforto e testar novas possibilidades de tom e ousadia narrativa em <i>Capitão América: Soldado Invernal</i>, que soube inclusive entender as demandas específicas do seu personagem.</p>
<p><i>Doutor Fantástico</i>, no máximo, conseguiu ser técnica e plasticamente embasbacante, além de uma matinê bastante agradável. E também não há mal algum nisso. É um propósito bastante honesto, por sinal. Acredito ser saudável esse exercício de reflexão proposto nesse texto não só para refletir sobre os próprios rumos desse tipo de produto que estamos analisando, mas também levar a discussão para além das impressões simplistas do &#8220;gostei&#8221; ou &#8220;não gostei&#8221;. Entre esses extremos existe um universo, tão numerosos quanto aqueles que vimos no próprio <i>Doutor Estranho. É</i> produtivo esmiuçar e problematizar cada um deles. Assim produzimos e fruímos melhor os filmes.</p>
<p><strong>Assista ao trailer do filme:</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/YUfWrIcX4zw" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
</div>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-doutor-estranho/">Crítica: Doutor Estranho</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-doutor-estranho/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Spotlight &#8211; Segredos Revelados</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-spotlight-segredos-revelados/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-spotlight-segredos-revelados/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Jan 2016 01:12:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Liev Schreiber]]></category>
		<category><![CDATA[Mark Ruffalo]]></category>
		<category><![CDATA[Michael Keaton]]></category>
		<category><![CDATA[Rachel McAdams]]></category>
		<category><![CDATA[Spotlight - Segredos Revelados]]></category>
		<category><![CDATA[Stanley Tucci]]></category>
		<category><![CDATA[Tom McCarthy]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=4242</guid>

					<description><![CDATA[<p>Em 2001, um grupo de jornalistas especializados em jornalismo investigativo do Boston Globe recebe do novo editor executivo do jornal a incumbência de desvendar alguns casos de pedofilia envolvendo padres da capital do estado de Massachusetts. A reportagem que inicialmente teria como protagonistas sete sacerdotes, chega a um número assustador de 90 padres acusados de molestar meninos e meninas de diferentes idades em casos que foram silenciados pela igreja, por advogados, pelo sistema judiciário e até mesmo por jornalistas. A [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-spotlight-segredos-revelados/">Crítica: Spotlight &#8211; Segredos Revelados</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Em 2001, um grupo de jornalistas especializados em jornalismo investigativo do Boston Globe recebe do novo editor executivo do jornal a incumbência de desvendar alguns casos de pedofilia envolvendo padres da capital do estado de Massachusetts. A reportagem que inicialmente teria como protagonistas sete sacerdotes, chega a um número assustador de 90 padres acusados de molestar meninos e meninas de diferentes idades em casos que foram silenciados pela igreja, por advogados, pelo sistema judiciário e até mesmo por jornalistas. A reportagem do grupo, cuja seção no jornal fora batizada de Spotlight, ganhou repercussão mundial, resultou em uma atenção maior ainda para os casos de pedofilia envolvendo a igreja católica e acabou ganhando o prêmio Pulitzer de jornalismo.</p>
</div>
<div>
<p>Conduzido com uma sobriedade admirável por Tom McCarthy, realizador cujos trabalhos mais marcantes até então vieram do circuito independente norte-americano, entre eles, <i>O Agente da Estação </i>e <i>O Visitante</i>, <i>Spotlight &#8211; Segredos Revelados </i>revive os passos da investigação empreendida pelos jornalistas do Boston Globe e<i> </i>é um filme cujo principal mérito é abordar um tema revoltante como a prática da pedofilia na igreja católica evitando qualquer tipo de sensacionalismo. Mesmo que adote uma abordagem quase que cerebral sobre o assunto, é preciso salientar que McCarthy não faz um filme frio, há um envolvimento emocional do diretor, do roteiro e dos personagens  na medida em que determinados fatos sobre os casos vêm à tona. Assim, há o jornalismo, mas o &#8220;sangue&#8221; está presente nas &#8220;veias&#8221; do longa-metragem.</p>
</div>
<figure id="attachment_4244" aria-describedby="caption-attachment-4244" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-4244 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/01/111111111111111-620x349.jpg" alt="111111111111111" width="620" height="349" /><figcaption id="caption-attachment-4244" class="wp-caption-text">Tensão: Filme mantém o espectador preso no desenrolar da descoberta dos fatos</figcaption></figure>
<div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Grande parte desse interessante equilíbrio encontrado por Tom McCarthy em <i>Spotlight</i> deve-se ao fato do realizador ter compreendido que a perspectiva lançada por sua obra era a da investigação jornalística e de que o olhar lançado para o caso era do grupo de profissionais do Boston Globe. Ao adotar esse ponto de vista, McCarthy ainda consegue fazer do seu filme, essencialmente verborrágico, uma trama investigativa enervante com ganchos que mantém o espectador atento e envolvido na dinâmica de trabalho do grupo de jornalistas do filme sem recorrer a elucubrações visuais. Tudo em <i>Spotlight </i>parece monocórdico e ter o seu próprio tempo, o que, curiosamente, em momento algum prejudica o ritmo do filme, pelo contrário, põe em evidência o trabalho investigativo que o longa quer destacar e mantém o espectador envolvido por horas nas descobertas feitas pelos personagens.</p>
</div>
<div>
<p>É como se o filme de McCarthy se transmutasse na própria reportagem cuja realização dramatiza. São raras no filme as sequências que não passam pelo crivo do olhar ou pela ação do seu grupo de jornalistas. Vivenciamos os horrores dos casos de pedofilia contados somente pela narrativa da investigação jornalística e todos os seus bastidores. Esta opção do realizador é o que sustenta o seu filme e evidencia as suas próprias pretensões: não apenas indignar o público com os crimes da igreja, mas destacar a função social  do jornalismo em casos como esse. Nesse sentido é que <i>Spotlight </i>consegue ser um filme sóbrio, porém evitando qualquer tipo de indiferença àquilo que está revelando a sua plateia.</p>
</div>
<figure id="attachment_4245" aria-describedby="caption-attachment-4245" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-4245 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/01/2015-09-04-1441380921-1272728-Spotlight_film_2015-620x334.jpg" alt="2015-09-04-1441380921-1272728-Spotlight_film_2015" width="620" height="334" /><figcaption id="caption-attachment-4245" class="wp-caption-text">Harmonia: Interpretações do elenco são marcadas pelo equilíbrio, não existindo ator que destoe do outro em cena</figcaption></figure>
<div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com a mesma sobriedade que Tom McCarthy conduz a sua história, ele dirige o seu elenco. Nesse sentido, seria injusto destacar esse ou aquele desempenho no seu filme porque todos os atores estão igualmente excelentes. Tal qual o trabalho da equipe do Spotlight do jornal Boston Globe, Michael Keaton, Mark Ruffalo, Rachel McAdams, Liev Schreiber, Stanley Tucci, só para citar alguns dos atores centrais do longa, trabalham harmonicamente como uma equipe, sem sobressalências ou interpretações em tons mais elevados, o que é coerente com o próprio propósito filme.</p>
</div>
<div>
<p>Além de expor toda uma estrutura de poder que acobertou e continua acobertando os casos de pedofilia da igreja católica, <i>Spotlight &#8211; Segredos Revelados </i>acaba mostrando-se ao público como uma narrativa que reforça a importância do jornalismo (não quele de fachada que parte das redações espalhadas por ai exercem) para a sociedade. Parece um pouco &#8220;lugar comum&#8221; dizer isso, mas em tempos de &#8220;copia e cola&#8221; e da busca insana pelo furo de reportagem, resultando em práticas irresponsáveis e marcadas pelo anti-profissionalismo e por apurações cada vez mais pobres, nunca é demais abrir um parênteses para esse potencial da obra. Além disso, o filme de Tom McCarthy, em seu próprio propósito de ser uma espécie de &#8220;bastidor de uma grande reportagem&#8221; confirma que para oferecer uma trama tensa, envolvente e emocionalmente engajada não é necessário recorrer a diálogos, trilhas ou cenas excessivamente expositivas e manipulatórias, a descoberta dos fatos é por si só um instrumento de envolvimento e fidelização do público à obra do início ao fim.</p>
</div>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-spotlight-segredos-revelados/">Crítica: Spotlight &#8211; Segredos Revelados</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-spotlight-segredos-revelados/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Radar do Oscar: Destaques dos festivais de Veneza e Telluride abrem vantagem na temporada</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/radar-do-oscar-destaques-dos-festivais-de-veneza-e-telluride-abrem-vantagem-na-temporada/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/radar-do-oscar-destaques-dos-festivais-de-veneza-e-telluride-abrem-vantagem-na-temporada/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Sep 2015 21:15:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Premiações]]></category>
		<category><![CDATA[A Garota Dinamarquesa]]></category>
		<category><![CDATA[Aaron Sorkin]]></category>
		<category><![CDATA[Aliança do Crime]]></category>
		<category><![CDATA[Alicia Vinkander]]></category>
		<category><![CDATA[Beasts of no Nation]]></category>
		<category><![CDATA[Brie Larson]]></category>
		<category><![CDATA[Carey Mulligan]]></category>
		<category><![CDATA[Danny Boyle]]></category>
		<category><![CDATA[Eddie Redmayne]]></category>
		<category><![CDATA[Festival de Telluride]]></category>
		<category><![CDATA[Festival de Veneza]]></category>
		<category><![CDATA[Helena Bonham Carter]]></category>
		<category><![CDATA[Idris Elba]]></category>
		<category><![CDATA[Johnny Depp]]></category>
		<category><![CDATA[Kate Winslet]]></category>
		<category><![CDATA[Meryl Streep]]></category>
		<category><![CDATA[Michael Fassbender]]></category>
		<category><![CDATA[Michael Keaton]]></category>
		<category><![CDATA[Netflix]]></category>
		<category><![CDATA[Oscar 2016]]></category>
		<category><![CDATA[Rachel McAdams]]></category>
		<category><![CDATA[Room]]></category>
		<category><![CDATA[Spotlight]]></category>
		<category><![CDATA[Steve Jobs]]></category>
		<category><![CDATA[Suffragette]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=3526</guid>

					<description><![CDATA[<p>Os primeiros festivais internacionais de maior visibilidade desse segundo semestre encerraram suas atividades esta semana e, como é tradição, a repercussão de alguns dos títulos exibidos nesses eventos surge atrelada a temporada de premiações do cinema. De olho no Oscar e cia., os veículos especializados já apontam os nomes desses festivais que podem pintar com fortes chances nos prêmios do início do ano que vem. Confira abaixo os destaques: 01. Johnny Depp favorito aos prêmios de melhor ator por Aliança do [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/radar-do-oscar-destaques-dos-festivais-de-veneza-e-telluride-abrem-vantagem-na-temporada/">Radar do Oscar: Destaques dos festivais de Veneza e Telluride abrem vantagem na temporada</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os primeiros festivais internacionais de maior visibilidade desse segundo semestre encerraram suas atividades esta semana e, como é tradição, a repercussão de alguns dos títulos exibidos nesses eventos surge atrelada a temporada de premiações do cinema. De olho no Oscar e cia., os veículos especializados já apontam os nomes desses festivais que podem pintar com fortes chances nos prêmios do início do ano que vem. Confira abaixo os destaques:</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/4bb9b3af-24ea-44a1-adef-fe96fff52749-2060x1236.jpeg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-3527" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/4bb9b3af-24ea-44a1-adef-fe96fff52749-2060x1236-620x372.jpeg" alt="4bb9b3af-24ea-44a1-adef-fe96fff52749-2060x1236" width="620" height="372" /></a></p>
<p><strong>01. Johnny Depp favorito aos prêmios de melhor ator por <em>Aliança do Crime</em></strong></p>
<p>Ao que tudo indica, Johnny Depp é o candidato a ser batido nas categorias de melhor ator. Depp deixou todos estarrecidos com sua interpretação no longa <strong><em>Aliança do Crime</em> </strong>(no original, <em>Black Mass</em>), de Scott Cooper (<em>Coração Louco</em>). O filme saiu do Festival de Veneza com ótimas cotações para o desempenho do ator, tido por alguns como um dos melhores da sua carreira em anos.</p>
<p>Ao lado de um elenco formado por Benedict Cumberbatch, Dakota Johnson, Joel Edgerton e Kevin Bacon, Johnny Depp interpreta um violento criminoso de Boston que era irmão de um senador e tornou-se informante do FBI.</p>
<p>Depp promete enfrentar pela frente Eddie Redmayne, de <em>A Garota Dinamarquesa</em>, e Leonardo DiCaprio, de<i> O Regresso</i>, novo filme de Alejandro Gonzalez-Iñarritu, que sequer foi visto ainda. Como a vitória de Redmayne surge com uma certa dúvida, tendo em vista que o ator ganhou vários prêmios na temporada passada com <em>A Teoria de Tudo, </em>e Depp é um dos atores mais celebrados da indústria que ainda não tem uma estatueta, o protagonista de <em>Aliança do Crime </em>tem tudo para levar alguns prêmios.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/WPOcBiymuu0" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/spotlight1.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-3218" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/spotlight1-620x349.jpg" alt="spotlight" width="620" height="349" /></a></p>
<p><strong>02.<em> Spotlight</em> é comparado a<em> Todos os Homens do Presidente</em></strong></p>
<p>O filme sobre um grupo de jornalistas de Boston que investigaram um caso envolvendo padres pedófilos foi comparado a um dos maiores filmes do gênero, <em>Todos os homens do presidente. <strong>Spotlight</strong></em> pode ser um novo <em>Zodíaco </em>ou<em> Os Suspeitos (2013) </em>e ser cultuado apenas pela crítica e por cinéfilos, mas pode também ser uma espécie de <em>Sobre Meninos e Lobos </em>e conquistar alguns prêmios.</p>
<p>No trabalho do diretor Tom McCarthy (<em>O Visitante</em>), as performances de Michael Keaton, Mark Ruffalo e Rachel McAdams foram exaltadas. É possível que, por ser um &#8220;filme de elenco&#8221;, eles concorram como coadjuvantes, o que será ótimo. McAdams pode conseguir fazer sua carreira cinematográfica finalmente decolar (merecidamente, diga-se de passagem) e Keaton não teria a sombra da concorrência de Eddie Redmayne pelo segundo ano consecutivo, tendo até mesmo chances de vencer um Oscar como coadjuvante.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/I7TYGRwZbE4" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/7dabf8d9-ba34-4ce4-9934-a668bbcb883b-2060x1236.jpeg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-3528" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/7dabf8d9-ba34-4ce4-9934-a668bbcb883b-2060x1236-620x372.jpeg" alt="7dabf8d9-ba34-4ce4-9934-a668bbcb883b-2060x1236" width="620" height="372" /></a></p>
<p><strong>03. Eddie Redmayne transforma <em>A Garota Dinamarquesa </em>em material para Oscar</strong></p>
<p><strong><em>A Garota Dinamarquesa</em></strong>, como os filmes anteriores de Tom Hooper (<em>O Discurso do Rei </em>e <em>Os Miseráveis</em>) não foi uma unanimidade da crítica. Ao ser exibido em Veneza, o filme foi questionado por um certo excesso de didatismo ao trazer para o público as questões de gênero.</p>
<p>O longa que traz a história da primeira mulher trans que se submeteu a uma cirurgia tem o vencedor do Oscar do ano passado Eddie Redmayne no papel principal. Ao contrário do filme em si, os seus atores saíram ilesos. As performances de Redmayne e Alicia Vinkander foram bastante elogiadas. A dúvida é se Vinkander concorreria como coadjuvante ou atriz.</p>
<p>Como o gosto do Oscar muitas vezes não coincide com as escolhas da crítica é bem possível que ele figure nas categorias principais como filme e por ai vai, afinal a Academia adora filmes com fortes desempenhos por ter muitos atores no seu quadro de votantes.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/XrVMJ6myjTQ" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/suffragette.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-3529" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/suffragette-605x400.jpg" alt="suffragette" width="605" height="400" /></a></p>
<p><strong>04. <i>Suffragette </i>torna Carey Mulligan favorita aos prêmios de melhor atriz</strong></p>
<p>Em Telluride, a primeira exibição de <em><strong>Suffragette</strong> </em>trouxe muitos elogios à performance de Carey Mulligan, que desponta, até o momento, como uma grande favorita aos prêmios de melhor atriz. Nem mesmo a presença de Helena Bonham Carter e Meryl Streep no elenco ofuscou o brilho da performance de Mulligan, dizem os críticos. Sobre la Streep, todos afirmam que a participação dela na história é muito pequena e praticamente se resume ao que pode ser visto no trailer da produção. Ainda assim, não está descartada uma possível indicação para elas como coadjuvantes.</p>
<p>O filme conta a história do início do movimento feminista na Inglaterra e é dirigido por Sarah Gavron, de <em>Brick Lane</em>.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/GfeBC1WYLFw" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/maxresdefault-2.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-3530" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/maxresdefault-2-620x349.jpg" alt="maxresdefault (2)" width="620" height="349" /></a></p>
<p><strong>05. Aaron Sorkin e o roteiro engenhoso de <em>Steve Jobs</em></strong></p>
<p>Biografias não têm tido muita sorte nos últimos anos, mas o roteiro de Aaron Sorkin (vencedor do Oscar por <em>A Rede Social </em>e criador de séries como <i>The West Wing </i>e <em>The Newsroom</em>) e a direção de Danny Boyle (<em>Quem quer ser um milionário?</em>) transformaram <em><strong>Steve Jobs</strong> </em>em material para Oscar, passando longe do péssimo <em>Jobs </em>com Ashton Kutcher.</p>
<p>Exibido em Telluride, <em>Steve Jobs </em>rendeu elogios à performance de Michael Fassbender, que pode ser indicado a prêmios na pele do protagonista, e Kate Winslet, séria candidata na categoria coadjuvante por interpretar Joanna Hoffman, integrante da equipe que criou o Macintosh.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/P2avRagAJK8" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/ROOM_Poster-816x460.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-3531" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/ROOM_Poster-816x460-620x350.jpg" alt="ROOM_Poster-816x460" width="620" height="350" /></a></p>
<p><strong>06.<em> </em><em>Room</em> é o <em>indie</em> do ano. Será que agora Brie Larson decola?</strong></p>
<p>Todo ano temos um <em>indie </em>que se destaca. Por enquanto, esse título é do drama<strong> <em>Room</em></strong>, de Lenny Abrahamson (diretor de <em>Frank</em>). No longa, a atriz Brie Larson vive uma mulher que cria o seu filho em um quarto, o que faz com que a única percepção que ele tenha do mundo seja a daquele cômodo.</p>
<p>Larson, que anos atrás surgiu como uma revelação em <em>Temporário 12</em>, mais uma vez desponta no circuito &#8220;alternativo&#8221; e recebeu algumas das mais calorosas críticas por seu desempenho nesse longa. Se o filme fizer uma boa campanha, é possível que ela seja indicada a prêmios de melhor atriz. O mesmo se aplica a Joan Allen, um forte palpite como atriz coadjuvante. William H. Macy também faz parte da produção.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/PPZqF_TPTGs" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/maxresdefault-3.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-3564" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/maxresdefault-3-620x349.jpg" alt="maxresdefault (3)" width="620" height="349" /></a></p>
<p><strong>07. </strong><strong>Netflix pode abocanhar o Oscar com </strong><strong><em>Beasts of no Nation</em></strong></p>
<p>A Netflix promete marcar presença na temporada com o primeiro filme produzido por eles,<strong> </strong><em><strong>Beasts of no Nation,</strong> </em>de Cary Fukunaga ( de <em>Jane Eyre </em>e da primeira temporada de <em>True Detective</em>). O longa conta a história de um jovem que luta durante a Guerra Civil em um país africano.</p>
<p>Idris Elba interpreta um militar e chamou a atenção por sua performance. O filme como um todo recebeu elogios rasgados em Telluride. O grande empecilho, dizem alguns, é a violência da história que pode afastar um setor mais conservador da Academia. No entanto, <em>Beasts of no Nation </em>é apontado por alguns críticos como um filme a ser superado na temporada. A questão é que nem sempre o gosto da crítica coincide com o gosto das comissões de votantes do Oscar, do Globo de Ouro, do SAG&#8230; É só ver o destino de <em>O Ano mais Violento </em>na temporada passada.</p>
<p>A Netflix pretende lançar o filme primeiro nos cinemas para somente depois de algum tempo disponibilizá-lo no site.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/D7gV-3PYxuM" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/radar-do-oscar-destaques-dos-festivais-de-veneza-e-telluride-abrem-vantagem-na-temporada/">Radar do Oscar: Destaques dos festivais de Veneza e Telluride abrem vantagem na temporada</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/radar-do-oscar-destaques-dos-festivais-de-veneza-e-telluride-abrem-vantagem-na-temporada/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>1</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Nocaute</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-nocaute/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-nocaute/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2015 15:00:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[50 Cent]]></category>
		<category><![CDATA[Antoine Fuqua]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Forest Whitaker]]></category>
		<category><![CDATA[Jake Gyllenhaal]]></category>
		<category><![CDATA[Nocaute]]></category>
		<category><![CDATA[Rachel McAdams]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=3521</guid>

					<description><![CDATA[<p>&#160; De Rocky até Menina de Ouro ou A Luta pela Esperança, passando por variações como Touro Indomável e até O Vencedor, os &#8220;filmes de boxe&#8221; se consolidaram como um gênero cinematográfico com marcas e códigos de interpretação bem conhecidos. Temos a vida do lutador nos ringues e fora deles, relações familiares mal resolvidas, o desafio de lidar com o comportamento explosivo e auto-destrutivo, tudo isso culminando com uma grande lição sobre a superação. Nocaute, de Antoine Fuqua, segue o [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-nocaute/">Crítica: Nocaute</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_3522" aria-describedby="caption-attachment-3522" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/jake-gyllenhaal-southpaw-shirtless-1.png"><img decoding="async" class="wp-image-3522 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/jake-gyllenhaal-southpaw-shirtless-1-620x387.png" alt="jake-gyllenhaal-southpaw-shirtless-1" width="620" height="387" /></a><figcaption id="caption-attachment-3522" class="wp-caption-text">Amadurecimento: Lutador vivido por Jake Gyllenhaal tenta controlar seu temperamento explosivo para reaver a guarda da filha.</figcaption></figure>
<div>
<p>&nbsp;</p>
<p>De <i>Rocky </i>até <i>Menina de Ouro </i>ou <i>A Luta pela Esperança</i>, passando por variações como <i>Touro Indomável </i>e até <i>O Vencedor</i>, os &#8220;filmes de boxe&#8221; se consolidaram como um gênero cinematográfico com marcas e códigos de interpretação bem conhecidos. Temos a vida do lutador nos ringues e fora deles, relações familiares mal resolvidas, o desafio de lidar com o comportamento explosivo e auto-destrutivo, tudo isso culminando com uma grande lição sobre a superação. <i>Nocaute</i>, de Antoine Fuqua, segue o destino natural dos filmes ambientados nesse universo e, por seguir as convenções do seu gênero, até tem um decréscimo do seu ritmo em determinados momentos. No entanto, a destreza de Fuqua no desfecho do longa e a empenhada performance de Jake Gyllenhaal fazem <i>Nocaute</i> se sobressair mesmo sendo parecido com outras obras similares que já nos foram apresentadas.</p>
</div>
<div>
<p>No filme, Gyllenhaal vive o lutador de boxe Billy Hope um campeão na sua categoria que no auge da carreira é devastado pela violenta morte da sua esposa. Hope fica inconsolável e é tomado por uma raiva tão avassaladora que o impede de cuidar da própria filha. Após perder a guarda da garota, o lutador tem que recomeçar a sua vida e encontra na figura do treinador Tick Wills (Forest Whitaker) a força que ele precisava para colocar tudo nos trilhos, ou seja, ter a sua filha de volta e retornar aos ringues.</p>
</div>
<figure id="attachment_3523" aria-describedby="caption-attachment-3523" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/set_rachel_mcadams_jake_gyllenhaal_southpaw_640.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-3523 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/set_rachel_mcadams_jake_gyllenhaal_southpaw_640-620x349.jpg" alt="set_rachel_mcadams_jake_gyllenhaal_southpaw_640" width="620" height="349" /></a><figcaption id="caption-attachment-3523" class="wp-caption-text">Tragédia: Casal vivido por Gyllenhaal e Rachel McAdams passa por um traumático acontecimento logo no primeiro ato do filme.</figcaption></figure>
<div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em <i>Nocaute</i>, Antoine Fuqua, de <i>Dia de Treinamento,</i> faz questão de manter todo o discurso motivacional que é recorrente em &#8220;filmes de boxe&#8221;, a trajetória do homem que é testado pela vida com tragédias pessoais e consegue se reconstruir tornando-se uma lição de superação, a mensagem é que qualquer coisa pode te derrubar mas você tem que extrair forças para se reerguer. Assim, a história de Billy Hope é um conto sobre o amadurecimento, narrando a trajetória de um homem que perde o controle sobre tudo e precisa adquirir responsabilidade para poder criar a sua filha, agora órfã. Um tanto clichê, mas emocionalmente engajado, <i>Nocaute </i>acaba superando o seu próprio lugar comum e conquista públicos mais receptivos a abordagens mais tradicionais.</p>
</div>
<div>
<p>De início, a impressão que <i>Nocaute </i>dá é que o filme andará em círculos ao mostrar-nos as tentativas empreendidas por Hope para honrar a memória da sua esposa. Acontece que a virada do longa ocorre pelas mãos do seu próprio protagonista que, encarnado por um Jake Gyllenhaal à flor da pele, mas muito delicado em sua composição, leva o projeto a altas cargas emocionais e de adrenalina. Gyllenhaal está ao lado de grandes atores como Forest Whitaker, que até tem seus grandes momentos na trama, e Rachel McAdams, mas <i>Nocaute </i>parece o show de um homem só, um grande solo de um ator que tem merecido muito reconhecimento nos últimos anos por embarcar em empreitadas difíceis como <i>Os Suspeitos</i>, <i>O Homem Duplicado </i>e <i>O Abutre</i>. Somada a interpretação de Jake Gyllenhaal, o momento final do filme apresenta muita força e vigor, trata-se da grande luta que reerguerá o protagonista de <i>Nocaute. </i>Fuqua conduz muito bem essa sequência final que faz jus a algumas das melhores lutas de boxe realizadas pelo cinema.</p>
</div>
<figure id="attachment_3524" aria-describedby="caption-attachment-3524" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/southpaw.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-3524 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/southpaw-620x349.jpg" alt="southpaw" width="620" height="349" /></a><figcaption id="caption-attachment-3524" class="wp-caption-text">Filme de boxe: Longa de Antoine Fuqua segue a cartilha de outras histórias ambientadas no universo das lutas.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sem grandes alardes e pretensões de ser obra-prima, <i>Nocaute </i>acaba se revelando um filme satisfatório. E para que pedir mais? Para que exigir do cinema que ele sempre nos apresente uma grande novidade, um ineditismo? As vezes penso que o problema está em nós mesmos e na eterna insatisfação do homem com o &#8220;comum&#8221;, a &#8220;rotina&#8221;. Parece que todo filme tem que ser um manifesto revolucionário para o cinema. <i>Nocaute </i>não é, trata-se de um reencontro do espectador com velhos conhecidos que nos lembram figuras como Rocky Balboa ou Jake La Motta e o filme parece estar muito bem resolvido com isso.</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-nocaute/">Crítica: Nocaute</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-nocaute/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Dramas The 33 e Spotlight têm seus trailers divulgados!</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/dramas-the-33-e-spotlight-tem-seus-trailers-divulgados/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/dramas-the-33-e-spotlight-tem-seus-trailers-divulgados/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2015 20:43:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Trailers]]></category>
		<category><![CDATA[Antonio Banderas]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Juliette Binoche]]></category>
		<category><![CDATA[Mark Ruffalo]]></category>
		<category><![CDATA[Michael Keaton]]></category>
		<category><![CDATA[Oscar 2016]]></category>
		<category><![CDATA[Rachel McAdams]]></category>
		<category><![CDATA[Rodrigo Santoro]]></category>
		<category><![CDATA[Spotlight]]></category>
		<category><![CDATA[The 33]]></category>
		<category><![CDATA[trailers]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=3216</guid>

					<description><![CDATA[<p>Dois aguardados títulos do segundo semestre de 2015 tiveram seus trailers divulgados. O drama sobre os 33 mineiros chilenos soterrados por 69 dias em 2011, The 33, protagonizado por Antonio Banderas, Juliette Binoche e Rodrigo Santoro, e o suspense Spotlight sobre jornalistas de Boston envolvidos em uma investigação sobre padres pedófilos. The 33 tem direção de Patricia Riggen (de Sob a mesma lua) e tem como enfoque os dramas pessoais das famílias envolvidas no fato. Banderas interpreta o líder dos mineiros, enquanto Santoro vive [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/dramas-the-33-e-spotlight-tem-seus-trailers-divulgados/">Dramas The 33 e Spotlight têm seus trailers divulgados!</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/maxresdefault2.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-3217" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/maxresdefault2-620x371.jpg" alt="maxresdefault" width="620" height="371" /></a></p>
<p>Dois aguardados títulos do segundo semestre de 2015 tiveram seus trailers divulgados. O drama sobre os 33 mineiros chilenos soterrados por 69 dias em 2011, <em>The 33</em>, protagonizado por Antonio Banderas, Juliette Binoche e Rodrigo Santoro, e o suspense <em>Spotlight</em> sobre jornalistas de Boston envolvidos em uma investigação sobre padres pedófilos.</p>
<p><em><strong>The 33</strong> </em>tem direção de Patricia Riggen (de <em>Sob a mesma lua</em>) e tem como enfoque os dramas pessoais das famílias envolvidas no fato. Banderas interpreta o líder dos mineiros, enquanto Santoro vive um homem que ficou responsável pelo resgate do grupo.</p>
<p>O filme tem estreia prevista para o dia 13 de novembro nos EUA e ainda não tem data de lançamento no Brasil.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/hOoIBOYqHyw" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/spotlight1.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-3218" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/spotlight1-620x349.jpg" alt="spotlight" width="620" height="349" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Já <strong><em>Spotlight</em>,</strong> que como <a href="http://coisadecinefilo.com.br/festival-de-toronto-anuncia-sua-selecao-de-filmes/">anunciamos ontem faz parte da seleção oficial do Festival de Toronto</a>, traz um grande elenco encabeçado pelos indicados ao Oscar Michael Keaton e Mark Ruffalo e pela atriz Rachel McAdams. Os três interpretarão jornalistas do Boston Globe. Antes de ser exibido em Toronto, o filme passará pelo Festival de Veneza.</p>
<p>O longa estreia no dia 06 de novembro nos EUA, sem previsão de lançamento no Brasil também. A direção é de Tom McCarthy, o mesmo do independente <em>O Visitante</em>.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/EwdCIpbTN5g" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/dramas-the-33-e-spotlight-tem-seus-trailers-divulgados/">Dramas The 33 e Spotlight têm seus trailers divulgados!</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/dramas-the-33-e-spotlight-tem-seus-trailers-divulgados/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Boletim de Notícias: 07 de julho</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/boletim-de-noticias-07-de-julho/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/boletim-de-noticias-07-de-julho/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2015 22:47:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Armie Hammer]]></category>
		<category><![CDATA[Chris Pine]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Doutor Estranho]]></category>
		<category><![CDATA[Guy Ritchie]]></category>
		<category><![CDATA[Han Solo]]></category>
		<category><![CDATA[Henry Cavill]]></category>
		<category><![CDATA[Kleber Mendonça Filho]]></category>
		<category><![CDATA[Lanterna Verde]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher-Maravilha]]></category>
		<category><![CDATA[Os Agentes da UNCLE]]></category>
		<category><![CDATA[Rachel McAdams]]></category>
		<category><![CDATA[Sonia Braga]]></category>
		<category><![CDATA[Star Wars]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=3088</guid>

					<description><![CDATA[<p>&#160; Rachel McAdams e Chris Pine em projetos da Marvel e da DC  Escalações de elenco para os próximos filmes da Marvel e da DC/Warner estão tomando conta dos sites de notícia nesse início da semana. A Marvel pretende chamar a atriz Rachel McAdams (True Detective) para viver a principal personagem feminina de &#8220;Doutor Estranho&#8221;, protagonizado por Benedict Cumberbatch e com Chiwetel Ejiofor e Tilda Swinton no elenco. Já a DC está interessada em chamar o ator Chris Pine para [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/boletim-de-noticias-07-de-julho/">Boletim de Notícias: 07 de julho</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Rachel McAdams e Chris Pine em projetos da Marvel e da DC </strong></p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-3089" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/2015_minions_movie-wide.jpg" alt="2015_minions_movie-wide" width="594" height="387" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/2015_minions_movie-wide.jpg 594w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/2015_minions_movie-wide-100x65.jpg 100w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/2015_minions_movie-wide-260x170.jpg 260w" sizes="(max-width: 594px) 100vw, 594px" /></p>
<p>Escalações de elenco para os próximos filmes da Marvel e da DC/Warner estão tomando conta dos sites de notícia nesse início da semana. A Marvel pretende chamar a atriz Rachel McAdams (True Detective) para viver a principal personagem feminina de &#8220;Doutor Estranho&#8221;, protagonizado por Benedict Cumberbatch e com Chiwetel Ejiofor e Tilda Swinton no elenco. Já a DC está interessada em chamar o ator Chris Pine para interpretar o interesse amoroso da Mulher-Maravilha no filme-solo da heroína ou o próximo Lanterna Verde.</p>
<p><strong>Henry Cavill e Armie Hammer vêm para o Brasil </strong></p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/tumblr_nn6v0jAUcr1squubko4_540.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-3090" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/tumblr_nn6v0jAUcr1squubko4_540.jpg" alt="Armie Hammer, Henry Cavill" width="512" height="342" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/tumblr_nn6v0jAUcr1squubko4_540.jpg 512w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/tumblr_nn6v0jAUcr1squubko4_540-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 512px) 100vw, 512px" /></a></p>
<p>Os atores Henry Cavill (O Homem de Aço) e Armie Hammer (O Cavaleiro Solitario) devem chegar ao Brasil em agosto para divulgar &#8220;O Agente da UNCLE&#8221;, longa de espionagem de Guy Ritchie que os dois protagonizam. O filme estreia em setembro no Brasil.</p>
<p><strong>Sonia Braga protagonizará novo filme do diretor de <em>O Som ao Redor</em></strong></p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/son2.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-3091" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/son2-620x388.jpg" alt="son2" width="620" height="388" /></a></p>
<p>O diretor Klebber Mendonça Filho (O Som ao Redor) acaba de oficializar em sua conta pessoal do Facebook que a atriz <strong>Sonia Braga</strong> será a protagonista do seu próximo longa, <em>Aquarius. </em>Há muitos anos Braga está afastada dos cinema brasileiro, este será o retorno da atriz que fez a seguinte declaração sobre a oportunidade de trabalhar com o diretor: &#8220;Quando li Aquarius, tive que parar para respirar. Sim, respirar e entender que era real. Que era um roteiro do Kleber Mendonça e que ele estava me oferecendo para participar. Pareceu de cara um sonho: uma personagem íntegra, da minha idade, com meus sonhos, com os meus sonhados filhos e família. Quis logo viver esta mulher. As palavras do roteiro pareciam que ja tinham andado na minha boca. Quando assisti a O Som ao Redor, entendi logo que tinha que parar, respirar, voar, para entrar no universo incrível e magnificamente estranho do Kleber. Me vi, me senti nele. Sei que a viagem em Aquarius será um mergulho num profundo mar azul, infinito e misterioso, mas simples. Um mergulho nos meus mais profundos sonhos e desejos. Mas, principal e finalmente, a volta e um mergulho na minha língua mãe, que me acolheu sempre tão carinhosamente. Kleber me escolheu e eu fico muito agradecida que um grande cineasta como ele me veja assim, dentro deste universo estranhamente desnivelado , mas com linhas paralelas, que só os artistas colocam no infinito&#8221;.</p>
<p><strong>Filme solo de Han Solo já está em desenvolvimento na Disney</strong></p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/HanSolo031612.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-3092" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/HanSolo031612-620x348.jpg" alt="HanSolo031612" width="620" height="348" /></a></p>
<p>Como já anunciado, a Disney não pretende lançar apenas uma nova trilogia para a saga <em>Star Wars</em>, cujo primeiro episódio <em>Star Wars &#8211; Episódio VII: O Despertar da Força </em>deve chegar aos cinemas no fim de 2015, mas também vários <em>spin-offs </em>com personagens importantes da franquia. Um desses filmes que já está em desenvolvimento trará Han Solo (Harrison Ford), em sua versão mais jovem e suas aventuras anteriores aos longas da trilogia da década de 80. Os diretores já foram escolhidos, Christopher Miller e Phil Lord, da série <em>Anjos da Lei </em>e da animação <em>Uma Aventura Lego</em>. Resta encontrar o ator que dará vida ao personagem em sua versão mais jovem.</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/boletim-de-noticias-07-de-julho/">Boletim de Notícias: 07 de julho</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/boletim-de-noticias-07-de-julho/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
