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	<title>Arquivos Pierce Brosnan - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Pierce Brosnan - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Adão Negro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Oct 2022 11:40:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Após a pandemia de covid-19 ter interferido em diversas produções da DC Films dos últimos anos, Adão Negro chega com pré estreias nos cinemas brasileiros nesta quarta-feira (20) com o objetivo de ser um recomeço para o Universo Estendido da DC. Além dos atrasos causados pelo coronavírus, questões institucionais da Warner Bros. Pictures vêm interferindo no processo criativo e na unidade dos filmes do DCEU. No entanto, o novo longa-metragem inspirado nas hqs da DC parece colocar o universo de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Após a pandemia de covid-19 ter interferido em diversas produções da DC Films dos últimos anos, <em><strong>Adão Negro</strong></em> chega com pré estreias nos cinemas brasileiros nesta quarta-feira (20) com o objetivo de ser um recomeço para o Universo Estendido da DC. Além dos atrasos causados pelo coronavírus, questões institucionais da Warner Bros. Pictures vêm interferindo no processo criativo e na unidade dos filmes do DCEU. No entanto, o novo longa-metragem inspirado nas hqs da DC parece colocar o universo de volta nos trilhos.</p>
<p>As incertezas que envolviam o Universo Estendido começam a diminuir com a manutenção de Ben Affleck (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-ultimo-duelo/"><em>O Último Duelo</em></a>, de 2021, e <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-bar-doce-lar-prime-video/"><em>Bar Doce Lar</em></a>, de 2022) como o Cavaleiro das Trevas e o retorno de Henry Cavill (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-missao-impossivel-efeito-fallout/"><em>Missão: Impossível &#8211; Efeito Fallout</em></a>, de 2018, e <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-enola-holmes-netflix/"><em>Enola Holmes</em></a>, de 2020) ao seu papel de Super Homem, confirmado pelo Dwayne &#8220;The Rock&#8221; Johnson (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-velozes-e-furiosos-hobbs-shaw/"><em>Velozes e Furiosos: Hobbs &amp; Shaw</em></a>, de 2019, e <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-alerta-vermelho-netflix/"><em>Alerta Vermelho</em></a>, de 2021) numa premiere de <strong><em>Adão Negro</em></strong>.  Apesar do cancelamento de <em>Batgirl</em>, das polêmicas envolvendo Ezra Miller (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-liga-da-justica/"><em>Liga da Justiça</em></a>, de 2017, e <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-animais-fantasticos-os-segredos-de-dumbledore/"><em>Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore</em></a>, de 2022) e do lançamento do <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-liga-da-justica-snyder-cut/"><em>Snyder Cut</em></a>, o novo longa, estrelado por The Rock, traz bons ventos para o futuro do DCEU com uma narrativa redonda, divertida e com cenas de ação surpreendentes.</p>
<p>Quando a cidade de Kahndaq está sob uma ameaça moderna, Adão Negro, antes conhecido como Teth-Adam (Dwayne Johnson), é despertado após 5000 anos de sua última aparição. Enquanto tenta salvar a sua terra natal da única forma que sabe &#8211; com fúria e vingança -, a Sociedade da Justiça é convocada para intervir na forma que o suposto vilão está tentando salvar Kahndaq. O encontro não sai como o planejado e os heróis terão que encontrar uma forma de fazer com que Adão Negro entenda o seu papel no mundo e a responsabilidade de seus poderes.</p>
<figure id="attachment_15990" aria-describedby="caption-attachment-15990" style="width: 750px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-15990" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Adao-Negro-1-750x500.jpg" alt="Adão Negro (2022)" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Adao-Negro-1-750x500.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Adao-Negro-1-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Adao-Negro-1-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Adao-Negro-1-720x480.jpg 720w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Adao-Negro-1-770x513.jpg 770w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Adao-Negro-1.jpg 1080w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption id="caption-attachment-15990" class="wp-caption-text">Dwayne Johnson em cena de &#8220;Adão Negro&#8221; (2022)</figcaption></figure>
<p>Um dos principais acertos da produção é o roteiro. Com uma adaptação inteligente e interessante da origem do arqui-inimigo do Shazam, <strong><em>Adão Negro</em></strong> entrega uma narrativa que discute a relação entre neoimperialismo no Oriente Médio e o esvaziamento da dicotomia bem versus mal. Infelizmente a discussão social e histórica sobre as ocupações em países do oriente por nações ocidentais acaba ficando em segundo plano, mas nada que atrapalhe a história. Pelo contrário, é uma grata surpresa perceber que o subgênero esteja se preocupando cada vez mais em trazer discussões atuais e relevantes para suas tramas heroicas.</p>
<p>Quanto ao quesito do bem contra o mal, esse acaba sendo o foco central do roteiro de Adam Sztykiel (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-rampage-destruicao-total/"><em>Rampage &#8211; Destruição Total</em></a>, de 2018), Rory Haines e  Sohrab Noshirvani. A escolha, apesar de ser comum a diversos filmes de super heróis, é trabalhada de uma forma criativa, graças a presença da Sociedade da Justiça. A interação entre o personagem título e os componentes da Sociedade &#8211; em especial com o Doutor Destino (Pierce Brosnan) e o Gavião Negro (Aldis Hodge) &#8211; cria uma fluidez no roteiro que conduz o espectador numa jornada intrigante. E, apesar de ser um único longa trazendo duas frentes de apresentação de personagens relevantes para as hqs e para o futuro do DCEU, <strong><em>Adão Negro</em></strong> consegue fazer isso de forma cuidadosa e equilibrada.</p>
<p>Além do elenco coeso e das apresentações do personagens serem agradáveis, as cenas de ação são outro ponto forte de <strong><em>Adão Negro</em></strong>. Apesar do uso um tanto exagerado de <em>slow-motion</em> para impactar o público, a ira do personagem de The Rock é mostrada em cada ataque dele. É importante perceber o cuidado (e a corajosa escolha de subir a faixa etária do filme) ao colocar cenas de luta e mortes mais gráficas. Ao fazer isso, a produção se mostra atenta ao cerne do seu personagem principal e decide priorizar isso, uma vez que a violência define o interior de Teth-Adam. Escolha essa que pode ter sido facilitada pela experiência de Jaume Collet-Serra (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-aguas-rasas/"><em>Águas Rasas</em></a>, de 2016, e <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-passageiro/"><em>O Passageiro</em></a>, de 2018) em trabalhos prévios de terror e suspense.</p>
<p><em><strong>Adão Negro</strong></em>, com sua trajetória e narrativa singular, parece ser um sinal de que ainda há esperanças para o futuro do DCEU. Para os fãs do personagem título e da DC, o longa é um presente que há muito não se via &#8211; inclusive por sua única cena pós créditos. Para os amantes do subgênero, a diversão é garantida do início ao fim, com uma história que consegue se sustentar sozinha, não tem amarras e nem se faz dependente de nenhuma produção prévia. O carisma e a influência de Dwayne Johnson conseguiram fazer com que um filme pandêmico, que passou por refilmagens, se tornasse um farol de esperança.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Jaume Collet-Serra</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Dwayne Johnson, Aldis Hodge, Noah Centineo, Sarah Shahi, Marwan Kenzari, Quintessa Swindell, Bodhi Sabongui, Viola Davis e Pierce Brosnan</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/lROrY_3PmQA" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Aug 2018 23:07:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Fugindo do padrão, o anúncio da sequência de um musical criou um rebuliço no público. Com o início do mês de agosto, os fãs de cinema recebem um presente belíssimo: a sequência de Mamma Mia!, de 2008. Com uma nova trilha sonora empolgante, um enredo cativante e um trabalho técnico incrível, o universo dos musicais ganha mais uma pérola. Mamma Mia! Lá vamos nós de novo chega aos cinemas nessa quinta-feira (2) para fazer com que o espectador relembre o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Fugindo do padrão, o anúncio da sequência de um musical criou um rebuliço no público. Com o início do mês de agosto, os fãs de cinema recebem um presente belíssimo: a sequência de <em>Mamma Mia!</em>, de 2008. Com uma nova trilha sonora empolgante, um enredo cativante e um trabalho técnico incrível, o universo dos musicais ganha mais uma pérola. <em>Mamma Mia! Lá vamos nós de novo</em> chega aos cinemas nessa quinta-feira (2) para fazer com que o espectador relembre o sentimento puro de diversão de quando se é criança.</p>
<p>A nova película distribuída pela Universal Pictures segue os passos de sua história antecessora sem perder seu caráter próprio. Com sua narrativa dividida entre passado e presente, o elenco espetacular de <em>Mamma Mia!</em> levará o público a mais uma jornada encantadora e divertida pelo mundo da música. A partir das novas interpretações das músicas do ABBA, todo o cenário da juventude de Donna é apresentado para o público, mostrando em detalhes os fatos mencionados na produção de 2008.</p>
<p>Para homenagear sua falecida mãe, Sophie (Amanda Seyfried) reforma todo o hotel e o transforma no verdadeiro paraíso que Donna (Meryl Streep) sempre sonhou. Para a grande reinauguração que está se aproximando, Sophie convida as melhores amigas de mãe, Rosie (Julie Walters) e Tanya (Christine Baranski), e seus três pais, Sam (Pierce Brosnan), Bill (Stellan Skarsgård) e Harry (Colin Firth). Motivada por esse reencontro e por uma feliz surpresa – ela está grávida – Sophie irá mergulhar nas memórias e aventuras da juventude de sua mãe, período no qual Donna (Lily James) conheceu os três pais de sua filha, se estabeleceu na ilha Kalokairi e engravidou.</p>
<p>A primeira coisa que deve ser falada sobre <em>Mamma Mia! 2</em> é o cuidado da produção. Cuidado em respeitar a ideia original do projeto, cuidado ao escolher as novas músicas e atores e, principalmente, cuidado ao dar continuidade ao trabalho feito por Phyllida Lloyd e Catherine Johnson, que fez a história dessa sequência em parceria com Richard Curtis (roteirista dos dois primeiros <em>Bridget Jones</em>). Ao lado desse esmero com a lealdade e respeito ao ideal da narrativa, o desempenho do diretor Ol Parker (<em>Agora e para sempre</em>, de 2012) é merecedor de aplausos. O trabalho de Parker não envolve nada impensado ou inédito, mas a fidelidade presente no produto final e, ao mesmo tempo, a existência de sua assinatura própria são qualidades admiráveis que merecem ser parabenizadas. Além de ter posto tudo isso em prática na direção, Parker segue a mesma linha de trabalho como roteirista da película.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9189" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/08/5751633.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Cena do Filme Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo" width="610" height="348" /></p>
<p>Ao lado desse trabalho técnico incrível e de uma produção dessa magnitude, nada mais justo do que ter um elenco  tão extraordinário. E é justamente isso que a produtora Legendary Entertainment entrega. Com o retorno dos queridos atores do primeiro longa-metragem e a participação dos novos integrantes, a Legendary forma um elenco completamente coeso que dá vida da melhor forma possível a mais uma aventura inspirada pelas músicas do grupo ABBA. É preciso destacar as performances de Lily James (<em>Em ritmo de fuga</em>, de 2017) e Amanda Seyfried (<em>Os miseráveis</em>, de 2012) que vão além e tornam a experiência do longa ainda melhor. Seyfried, com toda a sua maturidade artística, volta a interpretar Sophie com uma carga dramática aprofundada e presenteia o público mais uma vez com sua belíssima voz. Por outro lado, James se une ao filme para tomar o cativante lugar da magnífica Meryl Streep – o que não é uma tarefa fácil. O talento já provado pela atriz em seus últimos trabalhos – como o recente <em>A hora mais escura</em>, de 2017 – mostra que a jovem inglesa é capaz de ir bem longe.</p>
<p>Como um dos fatores principais da película, a trilha sonora fala por si só. Já disponível nas plataformas digitais desde o dia 13 de julho, o álbum de <em>Mamma Mia! Here we go again</em> (título original) é uma amostra do quão sensacional é o produto final e também é um lembrete do quão fantástico e marcante foi a história do ABBA. Mesclando algumas músicas já conhecidas pelos fãs do musical e interpretações inéditas, o público sairá das sessões cantando sem parar uma playlist tão marcante quanto a do primeiro longa-metragem.</p>
<p>Por fim – e para fugir do habitual – preciso sair da tentativa de objetividade para entrar na esfera pessoal. Por mais que esse seja um tipo de texto opinativo, sempre tento expressar minhas percepções da maneira menos parcial possível, para que não estrague nenhuma experiência cinematográfica. Hoje, contudo, me deparo com a necessidade de tentar descrever o indescritível. De um fã declarado e absoluto de musicais &#8211; em especial de <em>Mamma Mia! </em>que marcou a minha infância &#8211; para você que tem a mínima intenção de ir aos cinemas para ver essa obra, só posso te dizer uma coisa: vá! Não pense duas vezes, apenas se dirija até um caixa e compre o seu ingresso. A experiência de assistir esse filme foi uma mistura de nostalgia, orgulho e alegria. E este último sentimento é o resultado final da sessão, uma alegria infinita e pura. A leveza da história unida às músicas e seus respectivos números musicais fazem com que você sinta uma alegria genuína que se tem na infância e que me levou para os meus dez anos, quando assistia sem parar ao primeiro longa. Se você quer sentir essa sensação pura e única que só trabalhos especiais como este podem lhe proporcionar, corra já para o cinema mais próximo e se permita ser criança mais uma vez.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/YClcvscKf3w" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: November Man – Um Espião Nunca Morre</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Nov 2014 17:14:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O ator Pierce Brosnan volta às telonas mais uma vez como um agente secreto com problemas pessoais que precisa conciliar as duas coisas e não deixar que o mundo desabe enquanto isso. Qualquer semelhança com James Bond, é mera coincidência (ou não). A falta de novidade, de uma informação a mais que faça com que você lembre do filme, é que “mata” o contexto como um todo. A história começa falando de Peter Devereaux, espião da CIA interpretado por Brosnan [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/11/nove2.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-2320 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/11/nove2.jpg" alt="nove2" width="610" height="348" /></a></p>
<p>O ator Pierce Brosnan volta às telonas mais uma vez como um agente secreto com problemas pessoais que precisa conciliar as duas coisas e não deixar que o mundo desabe enquanto isso. Qualquer semelhança com James Bond, é mera coincidência (ou não). A falta de novidade, de uma informação a mais que faça com que você lembre do filme, é que “mata” o contexto como um todo.</p>
<p>A história começa falando de Peter Devereaux, espião da CIA interpretado por Brosnan que segue em uma missão com um colega de trabalho que está em treinamento, David Mason. A missão acaba dando errado e uma criança morre. Passados cinco anos e afastado da corporação, Devereaux é chamado por um ex-colega para participar de uma nova missão. Ele aceita mas não tem noção em que tipo de problema ele vai se meter.</p>
<p>Analisando diretamente a questão da atuação de Brosnan, o fato é que ele está muito bem. A atuação dele segue estável como toda sua carreira e ele apresenta um bom personagem. Fisicamente, parece que o tempo não passou desde sua última participação na série 007. Uma ou outra cena, o espectador consegue ver seu lado galã gritando, porém muito bem controlado por Pierce.</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/11/534435.jpg-r_640_600-b_1_D6D6D6-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-2321 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/11/534435.jpg-r_640_600-b_1_D6D6D6-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="534435.jpg-r_640_600-b_1_D6D6D6-f_jpg-q_x-xxyxx" width="610" height="348" /></a></p>
<p>Seu colega de cena, Luke Bracey, desenvolve um bom trabalho e consegue contracenar com muita tranquilidade com o protagonista. Ao mesmo tempo que ele respeita o espaço de Brosnan, consegue marcar seu ponto e mostrar sua atuação. Boa escolha! Outra que se destaca é Olga Kurylenko. Apesar da cara de coitadinha que dura boa parte das cenas, ela consegue mostra evolução com relação aos seus trabalhos anteriores. Ainda assim, rola um sofrimento desnecessário que faz com que ela não pareça tão natural quanto gostaria.</p>
<p>É interessante o rumo que a história vai tomando, que vai tendo uma veia política bem trabalhada. Acredito que isso é que atrai o espectador. Reforço que o filme não é ruim. É bom, sim, e entretém. É muita ação desde o início, semanas bem construídas e uma história congruente.</p>
<p>O grande problema do filme é que ele não consegue se destacar dos demais longas de ação. Passando dois dias que assisti ao filme, tive sérias dificuldades de lembrar detalhes de enredo e personagens, muito embora tenha gostado. Não é ruim, definitivamente, mas ao final da sessão fica a sensação de um filme que não acrescenta em nada, não traz nada novo e que você passaria muito bem a vida sem assistir. Acaba sendo frustrante.</p>
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