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	<title>Arquivos Pedro Pascal - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Pedro Pascal - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica Amores Materialistas (HBO max)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Oct 2025 11:04:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Celine Song (Vidas Passadas) se vale das marcas narrativas e estéticas de comédias românticas dos últimos 30 anos para construir o roteiro e a direção de Amores Materialistas. No entanto, ao invés de almejar se encaixar no subgênero, a artista subverte o mesmo, colocando a história em outro lugar, um local de progressiva introspecção, o que pode desagradar o público. No entanto, o que é incômodo, na verdade, durante a projeção é o fato de Celine começar bem a obra [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Celine Song (<em>Vidas Passadas</em>) se vale das marcas narrativas e estéticas de comédias românticas dos últimos 30 anos para construir o roteiro e a direção de <em>Amores Materialistas</em>. No entanto, ao invés de almejar se encaixar no subgênero, a artista subverte o mesmo, colocando a história em outro lugar, um local de progressiva introspecção, o que pode desagradar o público.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No entanto, o que é incômodo, na verdade, durante a projeção é o fato de Celine começar bem a obra e ir perdendo o rumo. Com desenvolvimento da protagonista, Lucy (Dakota Johnson), a trama parece consistente: uma casamenteira (Dakota Johnson) bem sucedida, deseja ser rica. Ela conhece o homem perfeito (Pedro Pascal), até que reencontra um grande amor do passado (Chris Evans). A simplicidade dessa premissa poderia render discussões criativas e contemporâneas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Contudo, Song não apenas perde a mão do plot básico, como insere subplots, que desviam o foco do enredo principal e transformam o tom do longa-metragem completamente. A reviravolta pode fazer parte das ficções, é bem verdade, mas existem duas opções de trabalhar a atmosfera de uma produção, que geralmente são usadas: construí-la gradativamente ou convocá-la em um rompante e mantê-lo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O que ocorre aqui é que nenhum destes fatores é aplicado. Após a virada da narrativa, as personagens perdem as conexões umas com as outras – no roteiro e nas atuações – e há uma confusão sobre qual história realmente está sendo contada. A principal questão aqui é a relação de Lucy com “os boys” dela ou o drama vivido por Sophie (Zoe Winters), sua cliente? A violência que a jovem sofre é grave e transforma completamente o filme, mas, ao mesmo tempo, não se dá espaço suficientemente para que esse enredo tenha o desenvolvimento necessário.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, não foi construída dinâmica alguma entre elenco ou nas direções (geral, de arte e de fotografia), que levasse a sessão para esse lugar. Todo o cenário discursivo se transforma em algo sombrio, porém a estética permanece. A decupagem é a mesma, a personalidade de Lucy também – mesmo que ela diga que está mal, é a mesma tonalidade do início da projeção –, as temperaturas, as luzes, os quadros, nada se modifica.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A sensação que resta é a de que Celine ficou com medo de fazer um longa fútil. Todavia, na indecisão se sua obra é um drama, um romance ou uma comédia romântica, o filme fica mal trabalhado. Com toda essa vontade de se levar a sério, Celine perde a oportunidade de criar uma grande <em>romcom</em> e de trabalhar os casais trazidos pelo roteiro. Lucy vai perdendo a química tanto com John (Evans), quanto com Harry (Pascal). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Toda a inserção do debate sobre saber o que se quer e de mulher independente também cai por terra, porque, no final das contas, Lucy escolhe a paixão juvenil ao invés de optar por aquilo que planejou sua vida inteira. E nada disso parece justificável no que é elaborado por Celine. Até mesmo a situação gravíssima de Sophie é finalizada de maneira leviana, simplesmente a colocando no mesmo ponto de partida que ela estava no começo da exibição.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Desta maneira, a produção da A24 é feliz em sua primeira parte. Há, no início, coerência e coesão entre visualidades, mesclando as cores pastéis com as rubras, com uma atuação do trio central que convoca essas tonalidades para suas atuações, com uma direção que enquadra mostrando o cenário ao redor, como nas romcoms dos anos 1990/2000. Mas, a história se perde e a sessão acaba sendo cansativa e esquecível.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Direção</strong>: Celine Song</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Elenco</strong>: Dakota Johnson, Chris Evans, Pedro Pascal</span></p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="Amores Materialistas | Trailer Oficial Legendado" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/3KPtaeBKLto?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Crítica: Gladiador II</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Nov 2024 12:55:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O cinema, desde seu início, sempre respondeu bem a grandes épicos. Spartacus (1960), Lawrence da Arábia (1962) e Cleopatra (1963) são exemplos de uma década onde os longas-metragens desse subgênero faziam um sucesso estrondoso. O tempo passou e a quantidade de lançamentos de dramas épicos diminuiu &#8211; como ocorreu com subgêneros anteriores e posteriores à ele -, mas sempre existiu um lugar para tais filmes, principalmente em Hollywood. Existe um lugar especial para esse formato fílmico e suas contações de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O cinema, desde seu início, sempre respondeu bem a grandes épicos. <em>Spartacus (1960)</em>, <em>Lawrence da Arábia (1962)</em> e <em>Cleopatra (1963)</em> são exemplos de uma década onde os longas-metragens desse subgênero faziam um sucesso estrondoso. O tempo passou e a quantidade de lançamentos de dramas épicos diminuiu &#8211; como ocorreu com subgêneros anteriores e posteriores à ele -, mas sempre existiu um lugar para tais filmes, principalmente em Hollywood. Existe um lugar especial para esse formato fílmico e suas contações de jornadas e vitórias epopeicas. Lá no início dos anos 2000, por exemplo, o diretor Ridley Scott (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-casa-gucci/"><em>Casa Gucci</em></a>, de 2021) trouxe essa fagulha consigo em <a href="https://coisadecinefilo.com.br/especial-catalogo-gladiador/"><em>Gladiador</em></a>. Agora, 24 anos depois, o diretor tenta acender novamente essa fagulha com <em><strong>Gladiador II</strong></em>.</p>
<p><em><strong>Gladiador II</strong></em> marca dois momentos importantes na carreira do diretor Ridley Scott. O primeiro é a sua nova tentativa de produzir um drama épico nos moldes clássicos &#8211; coisa que veio tentando fazer nos últimos anos com <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-ultimo-duelo/"><em>O Último Duelo (2021)</em></a> e <em>Napoleão (2023)</em>, mas falhou. O segundo marco é o retorno de Scott com uma de suas histórias de maior sucesso sendo continuada por ele próprio, diferente do que vimos em <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-blade-runner-2049/"><em>Blade Runner 2049 (2017)</em></a> ou de <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-alien-romulus/"><em>Alien &#8211; Romulus (2024)</em></a>. Essa união de fatores colocou o cineasta numa posição de acertos que geraram resultados positivos que há muito não ocorriam em sua carreira.</p>
<p>Ainda que a existência de sua narrativa não se justifique, <strong><em>Gladiador II</em></strong> não vive única e exclusivamente por conta de seu antecessor. Na verdade, ele funciona perfeitamente dentro da lógica de um épico clássico &#8211; inclusive por certas obviedades narrativas tanto da tragédia, quanto do melodrama -, e isso faz com que o filme não tenha apenas uma sobrevida. Mesmo que possa se questionar a razão de fazer uma continuação agora, tantos anos depois, o resultado fílmico acerta onde precisa e entrega uma narrativa coesa e grandiosa como seu antecessor.</p>
<p>O roteiro de David Scarpa (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-todo-o-dinheiro-do-mundo/"><em>Todo o Dinheiro do Mundo</em></a>, de 2017) permite que a história tenha três frentes narrativas principais e, com isso, dá oportunidade para que boa parte do elenco central tenha momentos de destaque e entregue performances poderosas. Esse é um dos pontos altos do filme. <strong><em>Gladiador II</em></strong> é um drama épico que se constroi a partir de uma teia estelar de intérpretes. E são essas performances e seus arcos narrativos que conduzem a atenção do espectador do início ao fim do longa. Com todas as suas liberdades históricas que considero desimportantes, Scarpa entrega um roteiro amarrado e bem conduzido para boas performances.</p>
<figure id="attachment_18898" aria-describedby="caption-attachment-18898" style="width: 750px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-18898" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Gladiador-II-2-750x500.jpg" alt="Gladiator II (2024)" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Gladiador-II-2-750x500.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Gladiador-II-2-1536x1024.jpg 1536w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption id="caption-attachment-18898" class="wp-caption-text">Denzel Washington, Pedro Pascal e Connie Nielsen em cena de divulgação de Gladiator II (2024)</figcaption></figure>
<p>Quando se fala das três frentes narrativas de <strong><em>Gladiador II</em></strong>, em primeiro lugar está Paul Mescal (<em>Desconhecidos</em>, de 2023). Ele comanda o eixo principal da história com sua jornada de vingança pela morte da esposa e de confronto com o seu passado. Do outro lado, Connie Nielsen (<em>Mulher-Maravilha 1984</em>, de 2020) e Pedro Pascal (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-robo-selvagem/"><em>Robô Selvagem</em></a>, de 2024) embarcam numa busca pela mudança política de Roma, enquanto a personagem de Connie ainda precisa também se confrontar com seu passado.</p>
<p>A terceira frente é &#8211; e essa merece um destaque especial &#8211; a linha narrativa de Denzel Washington (<em>O Protetor: Capítulo Final</em>, de 2023) com sua ascensão e desejo de poder. Denzel é um show à parte. Ele está claramente usando sua experiência com o teatro shakespeariano para dar vida a sua tragédia particular dentro da narrativa macro de <strong><em>Gladiador II</em></strong>. E é com isso que o ator entrega uma das melhores performances masculinas do ano, até então &#8211; ao lado de Nicolas Cage em <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-longlegs-vinculo-mortal/"><em>Longlegs &#8211; Vínculo Mortal (2024)</em></a>.</p>
<p><strong><em>Gladiador II</em></strong> é uma surpresa positiva tanto para os fãs do original como do diretor. Esse longa foi feito para agradar gregos e troianos por carregar em si uma estrutura e narrativa bem definidas e amarradas, ao mesmo tempo que agrada com o entretenimento do <em>star system</em> e a escolha do elenco. Ao final da sessão, a pergunta sobre a necessidade ou não de uma continuação do filme de Scott de 2000 passa a ser desimportante. O que fica e se torna relevante é que o cineasta foi capaz de entregar uma continuação à altura do original e do subgênero.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Ridley Scott</p>
<p><strong>Elenco: </strong>Paul Mescal, Pedro Pascal, Joseph Quinn, Fred Hechinger, Lior Raz, Derek Jacobi, Connie Nielsen e Denzel Washington</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/tRLyeDklHx4?si=-j469S0ivdreb6Rb" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Robô Selvagem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Oct 2024 22:25:23 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dos estúdios DreamWorks, a animação Robô Selvagem é dirigida por Chris Sanders, o mesmo que foi responsável por um dos melhores exemplares da casa, o primeiro Como treinar o seu dragão, e na  Disney pelo sucesso Lilo &#38; Stitch. A nova produção do estúdio tem o punch emocional que falta a boa parte das produções recentes da Pixar/Disney, conhecida em seus primeiros anos por esta característica, mas que está imersa na última década em roteiros formulaicos e anseios para estabelecer franquias. Ainda que pareça um pouco dispersa [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Dos estúdios DreamWorks, a animação <strong><em>Robô Selvagem</em></strong> é dirigida por Chris Sanders, o mesmo que foi responsável por um dos melhores exemplares da casa, o primeiro Como treinar o seu dragão, e na  Disney pelo sucesso Lilo &amp; Stitch. A nova produção do estúdio tem o punch emocional que falta a boa parte das produções recentes da Pixar/Disney, conhecida em seus primeiros anos por esta característica, mas que está imersa na última década em roteiros formulaicos e anseios para estabelecer franquias. Ainda que pareça um pouco dispersa nas diversas frentes temáticas que sua fábula abre, <em>Robô Selvage</em>m emociona e constrói de forma exemplar a sua trama central.</p>
<p><strong><em>Robô Selvagem</em></strong> conta a história de Roz, uma robô extremamente inteligente perdida em uma ilha selvagem habitada por diversas espécies de animais. Ela acaba estabelecendo uma relação maternal com um filhote de ganso hostilizado pelos demais da sua própria espécie. Junto com uma raposa solitária, Roz acaba transmitindo ensinamentos e valores para o filhote órfão, preparando-o para as responsabilidades da vida adulta.</p>
<p>Com este filme, o diretor e roteirista Chris Sanders constrói um conto terno a partir de duas perspectivas: a dos pais e dos filhos. Por um lado, <strong><em>Robô Selvagem</em></strong> é um longa sobre o processo da criação de um filho, sobretudo o equilíbrio necessário entre proteção e a preparação para a vida. Isso acontece na medida em que Roz, com os recursos que estão à sua disposição (afinal, ela é uma robô) ensina seu filhote a voar e juntar-se aos seus naquilo que lhe é predestinado. Também é uma narrativa com uma abordagem sobre o duro processo de acompanhar a passagem do tempo a partir do envelhecimento dos nossos pais. Conforme o gansinho criado por Roz constrói sua autonomia, a robô atravessa um processo de desgaste das suas peças, sinalizando uma inevitável perda da sua capacidade de funcionamento. É nesse momento que a pequena ave constata que a mãe adotiva pode não estar ali para sempre para ampará-lo e a robô também percebe que é necessário criar uma autonomia maior no seu filhote.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-18825" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/10/image-4.png" alt="Robô Selvagem" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/10/image-4.png 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/10/image-4-360x240.png 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/10/image-4-720x480.png 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Em meio a toda a beleza dessa construção sobre a relação entre pais e filhos do roteiro de Sanders, <strong><em>Robô Selvagem</em></strong> acaba se dispersando em temáticas paralelas, como preocupações ambientais frente aos avanços tecnológicos ou mesmo a urgência de entendimento entre diferentes grupos sociais representados pelos animais da ilha. Aquele coletivo não se entende, cada um possui seus próprios interesses e pontos de vista, desejando impô-los aos demais, mas só chegam a um consenso pelas ações conciliadoras da robô Roz. Aqui, <em>Robô Selvagem</em> acaba inflando suas demandas e perde um pouquinho do seu poderoso e emocionante plot central familiar, mas ainda consegue proporcionar momentos igualmente pulsantes no tratamento desses temas transversais, não prejudicando muito a experiência com a obra como um todo.</p>
<p><strong><em>Robô Selvagem</em></strong> é marcado por uma narrativa cheia de humanidade e por aquilo que os melhores contos infantis conseguem fazer, estabelecer paralelos entre suas tramas lúdicas e situações inerentes ao nosso processo de formação, algo que é extremamente valioso como experiência cinematográfica que os pais podem proporcionar a seus filhos. Mesmo disperso em demandas a mais que não precisariam ser assumidas, o filme é exitoso pela sensibilidade com a qual aborda seus personagens e suas relações e pela organicidade com a qual conduz tudo isso em uma trama original (é impossível conter as emoções em determinados momentos, para citar um dos mais memoráveis, destacamos a cena em que a robô Roz despede-se do filho em seu primeiro voo com o grupo de gansos. Enfim, levem os lencinhos e preparem os corações.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Chris Sanders</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Lupita Nyong&#8217;o, Pedro Pascal, Kit Connor</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/TbLVc8fnw7c?si=UHise_rYRtyz4qOo" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: O Peso do Talento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 May 2022 15:47:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em uma cena de O Peso do Talento, Nicolas Cage, que, para quem ainda não sabe, interpreta ele mesmo no filme, passeia maravilhado por um cômodo repleto de lembranças marcantes da sua carreira. O ator vencedor do Oscar (melhor ator em 1996 por Despedida em Las Vegas), que já protagonizou longas de diretores como David Lynch (Coração Selvagem) e Spike Jonze (Adaptação), passou um tempo considerável da sua carreira aceitando qualquer roteiro para pagar algumas dívidas, o que lhe trouxe [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em uma cena de <em><strong>O Peso do Talento</strong></em>, Nicolas Cage, que, para quem ainda não sabe, interpreta ele mesmo no filme, passeia maravilhado por um cômodo repleto de lembranças marcantes da sua carreira. O ator vencedor do Oscar (melhor ator em 1996 por Despedida em Las Vegas), que já protagonizou longas de diretores como David Lynch (<em>Coração Selvagem</em>) e Spike Jonze (<em>Adaptação</em>), passou um tempo considerável da sua carreira aceitando qualquer roteiro para pagar algumas dívidas, o que lhe trouxe uma questionável fama de &#8220;ator canastrão&#8221; ou &#8220;ímã de bombas cinematográficas&#8221;. Recentemente, Cage deu a volta por cima com longas bem aceitos pela crítica, como Mandy e Pig, ganhando um status de cult pela cinefilia.</p>
<p>A cena de <em><strong>O Peso do Talento</strong></em> que descrevemos anteriormente, com o seu tom de autodeboche, indício de que a uma altura dessa do campeonato nem o próprio Cage se leva a sério, e reverência por um legado que de fato existe sintetiza um inventário da carreira do ator. O longa de Tom Gormican (da comédia Namoro ou Liberdade com Zac Efron) tem seus melhores momentos quando se dedica a parodiar o próprio star power de Nicolas Cage e sua carreira de altos e baixos, sem nunca desmerecê-lo por seus deslizes artísticos, afinal, eles fazem parte da sua trajetória &#8211; e, como ele encara, são &#8220;ossos do ofício&#8221;.</p>
<p>No longa de Gormican, Cage encontra-se em uma crise de meia idade após perceber que não tem as melhores opções em um futuro tão próximo em Hollywood. Além dos dilemas profissionais, o astro passa por um momento delicado na relação com sua filha adolescente. No meio desse turbilhão de eventos, o ator decide se aposentar e aceita como último trabalho uma proposta que lhe é ofertada por um fã (papel de Pedro Pascal, de <em>Mulher Maravilha 1984</em>).</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-15491" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/05/o-peso-do-talento-1.jpg" alt="O Peso do Talento" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/05/o-peso-do-talento-1.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/05/o-peso-do-talento-1-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/05/o-peso-do-talento-1-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/05/o-peso-do-talento-1-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Na paródia de si, Nicolas Cage se esbalda. O astro está despojado em cena, sem o menor compromisso de oferecer qualquer seriedade ao projeto. Como antecipamos, os melhores momentos de <em><strong>O Peso do Talento</strong></em> estão nos meta-comentários do filme, geniais, sobretudo, quando o ator conversa com uma versão ególatra e e surtada de si. Além disso, Cage encontra em Pedro Pascal um coadjuvante que lhe rende momentos bem inspirados na dinâmica fã e ídolo, fazendo inúmeras referências a obras marcantes na sua carreira. Esses momentos são tão inspirados que fica inevitável lamentar que o longa não ceda completamente ao mito Nick Cage e se torne no fim das contas mais uma comédia de ação protocolar.</p>
<p>É inegável que <em><strong>O Peso do Talento</strong></em> é entretenimento garantido. É verdade também que nem sempre esta diversão é garantida e que os fãs do ator serão os que aproveitarão melhor a experiência. No entanto, a sacada de trazer Nicolas Cage interpretando uma versão de si traz constatações que engrandecem o longa de Tom Gormican: Nick Cage está em um dos seus melhores momentos, tão maduro que consegue apresentar-se mais relaxado em cena, empoderando-se do seu legado e dos seus recursos artísticos. Fosse mais radical na sua proposta, seria genial.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Tom Gormican</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Nicolas Cage, Demi Moore, Pedro Pascal, Alessandra Mastronardi, Jacob Scipio, David Gordon Green, Sharon Horgan, Neil Patrick Harris</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
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