<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Paula Beer - Coisa de Cinéfilo</title>
	<atom:link href="https://coisadecinefilo.com.br/tag/paula-beer/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/paula-beer/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Thu, 29 Jun 2017 14:10:05 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/cropped-favicon3-5-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Paula Beer - Coisa de Cinéfilo</title>
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/paula-beer/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Festival Varilux: Frantz</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-frantz/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-frantz/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Jun 2017 22:38:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Festival Varilux de Cinema Francês]]></category>
		<category><![CDATA[François Ozon]]></category>
		<category><![CDATA[Frantz]]></category>
		<category><![CDATA[Paula Beer]]></category>
		<category><![CDATA[Pierre Niney]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=7787</guid>

					<description><![CDATA[<p>Não é fácil ter um olhar singular para os conflitos mundiais do século passado com tantas obras cinematográficas que já trataram do assunto (e que são tão boas). Retornando a questões que são inevitáveis sobre o contexto histórico, fazendo um recorte na Primeira Guerra Mundial, François Ozon faz de Frantz um belíssimo exemplar do alcance que os temas relativos a guerra conseguem ter e o faz indo na direção mais acertada: buscando no conflito mundial temas de compreensão universal. Em linhas gerais, Frantz é [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-frantz/">Festival Varilux: Frantz</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Não é fácil ter um olhar singular para os conflitos mundiais do século passado com tantas obras cinematográficas que já trataram do assunto (e que são tão boas). Retornando a questões que são inevitáveis sobre o contexto histórico, fazendo um recorte na Primeira Guerra Mundial, François Ozon faz de <i>Frantz </i>um belíssimo exemplar do alcance que os temas relativos a guerra conseguem ter e o faz indo na direção mais acertada: buscando no conflito mundial temas de compreensão universal.</p>
<p>Em linhas gerais, <i>Frantz </i>é um romance que conta a história de Adrien (Pierre Niney), um jovem musicista francês de passagem pela Alemanha para conhecer a família de um amigo que morreu no <i>front </i>de batalha. Lá ele acaba se afeiçoando por Anna (Paula Beer), a ex do falecido, mas uma série de questões serão colocadas no caminho dos dois.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Com sua fotografia predominantemente em preto e branco, Ozon nos oferta o cenário melancólico de dois países, França e Alemanha, se recompondo das consequências de uma guerra e se preparando para uma próxima. A ausência de cores e o clima social de luto encontram diálogo com os sentimentos dos personagens de <i>Frantz</i> no pós-guerra: Adrien vive o trauma do combatente, Anna convive com a viuvez precoce e os Hoffmeister procuram administrar a ausência do filho cujo corpo sequer conseguiram resgatar. Em momentos breves do filme, nos quais os personagens conseguem encontrar alguma brecha de felicidade, Ozon recupera as cores dando um poético e simbólico efeito para a sua narrativa em transições cromáticas.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Em meio a suas reviravoltas e tom melodramático, Ozon quer falar sobre a superação da dor. Entre todos os personagens de <i>Frantz </i>apenas um consegue se reerguer em meio a cinzas que não conseguem recompor os demais. Com seu mais recente filme, Ozon não está inclinado a oferecer um <i>happy end</i>  e nem poderia, essa não seria uma reviravolta apropriada para a sua história. Contudo, é tocante perceber como mesmo diante da melancolia no desenlace amoroso e de mentiras mantidas a fim de evitar sofrimentos ainda mais implacáveis, Ozon consegue fazer de <i>Frantz </i>uma obra sobre a esperança em meio ao luto e sobre a importância, para aqueles que ficam, de dar prosseguimento em suas vidas.</p>
<p>Obs.: O filme está em cartaz na programação do Festival Varilux de Cinema Francês que está ocorrendo em várias cidades brasileiras. Para ficar por dentro dos horários das sessões desse e de outros títulos que estão na programação do evento, <a href="http://www.variluxcinefrances.com.br/">clique aqui. </a></p>
<p><strong>Assista ao trailer do filme:</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/xNKWz-6GKXI" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;"></div>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-frantz/">Festival Varilux: Frantz</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-frantz/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
