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	<title>Arquivos Pânico - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Pânico - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Pânico (2022)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Feb 2022 19:21:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O longa-metragem que revitalizou o subgênero slasher está de volta aos cinemas e fazendo um sucesso impressionante. Pânico (2022) é o quinto filme da franquia de mesmo título, lançado em 1996. Em menos de um mês no circuito comercial do mundo, Scream (título original) já arrecadou mais de 106 milhões de dólares &#8211; o que já ultrapassou a bilheteria de seu antecessor. As conquistas de Pânico (2022) vão além dos lucros financeiros. A crítica foi majoritariamente positiva, dando ao longa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O longa-metragem que revitalizou o subgênero <i>slasher</i> está de volta aos cinemas e fazendo um sucesso impressionante. <b><i>Pânico</i></b> (2022) é o quinto filme da franquia de mesmo título, lançado em 1996. Em menos de um mês no circuito comercial do mundo, <b><i>Scream</i></b> (título original) já arrecadou mais de 106 milhões de dólares &#8211; o que já ultrapassou a bilheteria de seu antecessor.</p>
<p>As conquistas de <b><i>Pânico</i></b> (2022) vão além dos lucros financeiros. A crítica foi majoritariamente positiva, dando ao longa uma chance de se manter vivo por mais tempo. Antes mesmo de sua estreia, já se haviam conversas sobre continuações. A atriz Neve Campbell (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-arranha-ceu-coragem-sem-limite/"><i>Arranha-Céu: Coragem sem Limite</i></a>, de 2018), que interpreta a famosa <i>final girl</i>, Sidney Prescott, demonstrou publicamente interesse em participar de futuras continuações. Os diretores Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/dica-do-dia-casamento-sangrento-telecine-play/"><i>Casamento Sangrento</i></a>, de 2019) também afirmaram querer participar de novos projetos na franquia.</p>
<p>Mas como o universo das franquias de terror sobrevive graças aos fãs dessas histórias, não seria diferente com <i>Scream</i>. E os comentários sobre o novo filme demonstram que o sopro de vitalidade está marcando presença outra vez na produção. <b><i>Pânico</i></b> (2022) é um presente para aqueles que amam os filmes do Ghostface e é uma esperança para o futuro da produção.</p>
<p>Depois de 11 anos, Woodsboro volta a ser palco de assassinatos terríveis. Neste novo capítulo, Ghostface está fazendo uma trilha de corpos com um grupo de adolescentes da pacata cidade. Mistérios sobre o passado dos jovens vão se revelar e farão com que Sidney (Neve Campbell), Gale (Courtney Cox) e Dewey (David Arquette) se reúnam mais uma vez para confrontar seus traumas e cicatrizes do passado. Só que há algo de diferente: desta vez a ameaça encapuzada está mais violenta e ainda mais chocante.</p>
<p>Um dos principais comentários desde o lançamento do filme foi sobre como Wes Craven estaria orgulhoso dessa nova etapa da história. O finado diretor foi quem, ao lado do roteirista Kevin Williamson, trouxe a franquia <i>Scream</i> para os cinemas, conquistando uma legião de fãs. E esse fascínio criado por Wes e Kevin é graças à metalinguagem presente em seu enredo. <i>Pânico</i> nasceu como uma nova composição narrativa que brinca dos artifícios do próprio gênero cinematográfico para criar o seu terror.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-15180 aligncenter" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/01/scr08714r-750x395.jpg" alt="Pânico (2022)" width="750" height="395" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/01/scr08714r-750x395.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/01/scr08714r-610x321.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/01/scr08714r-770x406.jpg 770w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/01/scr08714r.jpg 1200w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b><i>Pânico</i></b> (2022) honra esse legado metalinguístico e o coloca em um outro patamar. Aqui o espectador vai assistir uma história onde os personagens são mais conscientes com a lógica do slasher e, consequentemente, com o momento de perigo que eles estão vivendo. Os roteiristas James Vanderbilt (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-misterio-do-relogio-na-parede/"><i>O Mistério do Relógio na Parede</i></a>, de 2018, e <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-misterio-no-mediterraneo/"><i>Mistério no Mediterrâneo</i></a>, de 2019) e Guy Busick (<i>Casamento Sangrento</i>) brincam com o raciocínio metalinguístico sem perder de vista os momentos de terror do filme.</p>
<p>O filme é repleto de <i>easter eggs</i> e referências. Os olhos mais atentos vão poder criar teorias sobre quem está por trás dos assassinatos, entender as piadas e referências de filmes passados, além de curtir uma experiência nostálgica em diversos momentos do longa. No entanto, para criar uma nova era, a produção precisou ir além. Para escrever este capítulo, a produção tornou as motivações mais sombrias e as mortes mais violentas. É inevitável se arrepiar na cadeira do cinema ao assistir o Ghostface atacar suas novas vítimas.</p>
<p>E nada melhor para fechar esse mergulho <i>slasher</i> do que o elenco certo. Além do retorno do trio legacy, os novos integrantes da franquia prometem um futuro interessante e cheio de surpresas quando chegar a hora da tocha ser passada para eles. Sidney, Gale e Dewey retornam aos seus marcantes papéis sem tirar o foco do elenco mais novo. A presença deles mostra a maturidade de suas performances e da narrativa.</p>
<p>O filme deixa uma boa impressão e cativa os fãs da franquia com nostalgia, inteligência e um pouco de <i>gore</i>, mas esse não é o ponto principal que fica na cabeça do público. Após a sessão, a pergunta chave é sobre o futuro da franquia. Com um novo capítulo que honra o legado de Wes Craven e Kevin Williamson, é inevitável desejar que hajam novas histórias criativas e prósperas. <b><i>Pânico</i></b> (2022) nada mais é do que um presente para os fãs que aplaudem e pedem bis.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Matt Bettinelli-Olpin  e Tyler Gillett</p>
<p><strong>Elenco: </strong>Melissa Barrera, Jack Quaid, Jenna Ortega, Dylan Minnette, Mikey Madison, Mason Gooding, Jasmin Savoy Brown, Sonia Ben Ammar, Marley Shelton, Courteney Cox, David Arquette e Neve Campbell</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/swzTZ2mQypM" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Especial: Slashers que você pode assistir antes de American Horror Story: 1984</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Aug 2019 18:08:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Popularizado na primeira metade da década de 1980, os slashers são um subgênero do terror caracterizado por histórias de assassinos seriais perseguindo suas vítimas, normalmente, adolescentes. A maioria dos títulos desse nicho eram ambientados em acampamentos de verão, mas há variações curiosas dentro das possibilidades ofertadas pelo gênero. Os slashers serão homenageados pela mais recente temporada de American Horror Story intitulada 1984, que estreia em 18 de setembro desse ano. Títulos como Sexta-Feira 13, Halloween e, posteriormente, na década de 1990 Pânico e Eu Sei o Que [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Popularizado na primeira metade da década de 1980, os <em>slashers </em>são um subgênero do terror caracterizado por histórias de assassinos seriais perseguindo suas vítimas, normalmente, adolescentes. A maioria dos títulos desse nicho eram ambientados em acampamentos de verão, mas há variações curiosas dentro das possibilidades ofertadas pelo gênero.</p>
<p>Os <em>slashers </em>serão homenageados pela mais recente temporada de <em>American Horror Story</em> intitulada <em>1984</em>, que estreia em 18 de setembro desse ano. Títulos como <em>Sexta-Feira 13, </em><em>Halloween</em> e, posteriormente, na década de 1990 <em>Pânico </em>e <em>Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado </em>consagraram o gênero e seus personagens, mas vale a atenção em outras obras, que, por sinal, foram lançadas em DVD recentemente pela Versátil na coleção <em>Slasher</em> que já está no seu quinto volume.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11109" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/Acampamento-Sinistro-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/Acampamento-Sinistro.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/Acampamento-Sinistro-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/Acampamento-Sinistro-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><br />
<em><strong>Acampamento Sinistro (Sleepaway Camp</strong></em><strong>, 1983)</strong></p>
<p>Onde encontrar: Volume 1</p>
<p>Na tradição de <em>Sexta-Feira 13</em>, o filme acompanha um grupo de adolescentes em um acampamento de verão onde estranhos assassinatos começam a acontecer. O longa acompanha sobretudo a história da adolescente Angela, uma garota traumatizada que mal fala. A produção tem um <em>twist </em>no seu terceiro ato bastante original e que até hoje dá o que falar por trazer discussões raras nesse tipo de produção.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11112" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/Chamas-Da-Morte__-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/Chamas-Da-Morte__.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/Chamas-Da-Morte__-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/Chamas-Da-Morte__-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><br />
<strong><em>Chamas da Morte/ A Vingança de Crospy (The Burning</em>, 1981)</strong></p>
<p>Onde encontrar: Volume 1</p>
<p>O filme tem o roteiro e a produção dos irmãos Weinstein antes da Miramax se transformar na empresa que virou na década de 1990. Segundo relatos do diretor de efeitos visuais da produção, Tom Savini, os Weinstein tinham a ideia do filme na gaveta e foram surpreendidos com o lançamento de <em>Sexta-Feira 13 </em>em 1980. Também ambientado num acampamento de verão, o longa acompanhava um grupo de adolescentes aterrorizado por um antigo zelador desfigurado anos antes por um grupo de rapazes que queriam se vingar do seu comportamento perverso na supervisão das atividades.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11105" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/Ojz2f-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/Ojz2f.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/Ojz2f-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/Ojz2f-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><br />
<em><strong>O Pássaro Sangrento </strong></em><strong>(<em>StageFright</em>, 1987)</strong></p>
<p>Onde encontrar: Volume 1</p>
<p>Dirigido pelo italiano Michele Soavi, uma das crias de Dario Argento, <em>O Pássaro Sangrento </em>é um dos títulos mais originais do gênero ao ter no centro da sua ação um grupo de teatro vítima das ações de um assassino durante a montagem de um espetáculo. O longa é marcado por uma riqueza visual que se estende à concepção do próprio assassino da história, que usa durante toda a narrativa uma máscara de coruja.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11111" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/Dia-Dos-Namorados-Macabro-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/Dia-Dos-Namorados-Macabro.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/Dia-Dos-Namorados-Macabro-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/Dia-Dos-Namorados-Macabro-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><br />
<em><strong>Dia dos Namorados Macabro (My Bloody Valentine</strong></em><strong>, 1981)</strong></p>
<p>Onde encontrar: Volume 2</p>
<p>O gênero também é marcado por alguns títulos que fizeram referência a datas comemorativas como <em>Dia dos Namorados Macabro </em>que traz a história de uma série de assassinatos cometidos por um mineiro em uma cidadezinha em pleno dia dos namorados. Como muitos longas da época, o filme ganhou um <em>remake</em> em 2009.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11110" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/Natal-Sangrento-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/Natal-Sangrento.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/Natal-Sangrento-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/Natal-Sangrento-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><br />
<em><strong>Natal Sangrento (Silent Night, Deadly Night</strong></em><strong>, 1984)</strong></p>
<p>Onde encontrar: Volume 3</p>
<p>Lançado originalmente numa versão com cortes para suavizar as cenas de violência, <em>Natal Sangrento </em>é um <em>slasher </em>que tem como assassino um rapaz fantasiado de Papai Noel traumatizado após passar anos num orfanato depois que seus pais foram assassinados por um homem vestido como o simbólico personagem natalino. O filme parece ter uma clara intenção de desmistificar o imaginário infantil sobre o Papai Noel e isso acabou causando um certo desconforto no ano do seu lançamento comercial.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11108" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/Comunhao-750x500.png" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/Comunhao.png 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/Comunhao-610x407.png 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/Comunhao-360x240.png 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><br />
<em><strong>Comunhão (Alice, Sweet Alice, </strong></em><strong>1976)</strong></p>
<p>Onde encontrar: Volume 4</p>
<p>O mais antigo slasher da nossa lista é um dos títulos seminais do gênero narrando a história de uma garota assassinada durante sua primeira comunhão com todas as suspeitas do ato direcionadas para a sua irmã. A produção traz no elenco Brooke Shields e tem um forte comentário social.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11107" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/261669_full-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/261669_full.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/261669_full-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/261669_full-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><br />
<em><strong>A Morte convida para Dançar </strong></em><em><strong>(Prom Night</strong></em><strong>, 1980)</strong></p>
<p>Onde encontrar: Volume 5</p>
<p>No longa, um assassino mascarado persegue quatro jovens durante um baile de formatura no colegial. As vítimas estão vinculadas a uma brincadeira que resultou na morte de uma garota anos antes. O longa tem nomes como Leslie Nielsen e Jamie Lee Curtis, dois anos depois de estrelar <em>Halloween</em> de John Carpenter. O filme ganhou um remake em 2008 de mesmo título.</p>
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		<title>Especial: Universo Invocação do Mal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Jun 2019 20:57:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A sétima arte transborda uma essência do real e imaginário. Os desejos, medos, verdades, fatos e fascínios humanos são expressos nas obras cinematográficos desde o seu início. O “mal”, por exemplo, sempre foi um fator de encantamento presente no cinema. Em O Grande Roubo do Trem (1903), o diretor estadunidense Edwin S. Porter traz na sequência final uma cena que marcou a história das películas. Porter espantou o público ao colocar o vilão da história para atirar contra a câmera, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A sétima arte transborda uma essência do real e imaginário. Os desejos, medos, verdades, fatos e fascínios humanos são expressos nas obras cinematográficos desde o seu início. O “mal”, por exemplo, sempre foi um fator de encantamento presente no cinema. Em <em>O Grande Roubo do Trem</em> (1903), o diretor estadunidense Edwin S. Porter traz na sequência final uma cena que marcou a história das películas. Porter espantou o público ao colocar o vilão da história para atirar contra a câmera, estabelecendo o primeiro contato direto entre o espectador e o mal. Desde então, a &#8220;semente do mal&#8221; estava plantada no imaginário das pessoas e preparada para crescer e desabrochar num futuro não tão distante.</p>
<p>O cinema transformou-se ao longo do tempo e, atrelado a ele, a maneira como o mal era representado também mudou. Esse foi de bandidos do faroeste à arqui-inimigos de heróis, cientistas insanos, monstros folclóricos até chegar numa nova era. O mal passou a ser representado de maneira sedutora e identificativa. O marco dessa mudança é a grande obra de Alfred Hitchcock, <em>Psicose</em> (1960), que, por ser maneirista, trazia um mocinho impotente, dando espaço para que o vilão ganhasse todos os holofotes. A partir da aparição de Norman Bates, o público começou a se apegar, tentar compreender e até mesmo amar os representantes maléficos nas películas.</p>
<p>Na década de 1970, com consolidação dos <em>slasher</em>, a indústria do medo ganhou força total para focar nessa apreciação do mal. O sucesso das produções levou os estúdios a investirem em novas possibilidades para o universo criando a cultura das franquias. Os monstros e assassinos de qualquer subgênero de terror passaram a ter um tempo de tela maior e, consequentemente, foi oficializado o amor do espectador pelos vilões. Michael Myers, Freddy Krueger, Ghostface e Hannibal Lecter são alguns dos maiores exemplos de “malvados favoritos” do público.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10768" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/355389e56e-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/355389e56e.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/355389e56e-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/355389e56e-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Com direito a onze longas sobre Myers, doze sobre Jason e nove do Krueger – sendo que um dos filmes é um crossover entre <em>A Hora do Pesadelo</em> e <em>Sexta-Feira 13</em> – o gênero viu suas bilheterias caírem gradativamente. A expansão dessas histórias se mostrou frágil, confusa e, na maior parte dos casos, mal elaborada. A produção de filmes com as personagens queridas deixou de ser o suficiente para manter os fãs do gênero satisfeitos. Dessa forma, as franquias, as quais pareciam ser a melhor coisa que já aconteceu com o gênero, tornaram-se seu maior mal.</p>
<p>Somente depois da estreia do primeiro filme da franquia <em>Pânico</em>, dirigida por Wes Craven, o universo do horror conseguiu retomar o seu lugar de destaque. O terror voltou a ter força e passou a produzir cada vez mais filmes com uma atenção voltada para suas novas possibilidades de subgêneros. Os horizontes foram verdadeiramente expandidos e novos nomes como James Wan contribuíram para fortificar essa nova fase. Fazer franquias, contudo, nunca deixou de ser uma realidade da indústria. O sucesso de bilheteria de um projeto diferente imediatamente acarreta na possibilidade da produção de continuações.</p>
<p>Desde a retomada do terror, o gênero tem vivido sucessos e falhas com a escolha de continuar a contar uma mesma história. As franquias <em>Premonição</em>, <em>O Chamado</em>, <em>Jogos Mortais</em>, <em>O Grito</em>, <em>Atividade Paranormal</em>, <em>Cloverfield</em>, <em>Sobrenatural</em> são exemplos de produções que começaram e continuaram por conta da sua inovação e criatividade, mas que, com o tempo, perderam a qualidade. A essência das produções é fortemente atacada com a extensão de sua narrativa. As possibilidades são levadas ao limite, a ponto de, em casos como <em>Premonição 4</em> (2009), alcançarem o ridículo.</p>
<p>Existem outros casos, contudo, que parecem ter achado a fórmula para o sucesso. <em>Invocação do Mal</em> (2013) começou a sua caminhada na indústria como um filme solo que permitia diversas possibilidades de criação – sejam elas sequências ou <em>spin-offs</em>. O sucesso estrondoso do longa-metragem permitiu que a Warner Bros. investisse amplamente na expansão do universo do filme criando uma espécie de franquia ramificada de <em>The Conjuring</em> (título original), o qual funciona basicamente como o Universo Compartilhado Marvel. Hoje, o <em>Conjuring Universe</em> pode ser lido com uma composição de duas franquias estabelecidas (<em>Invocação do Mal</em> e <strong><em>Annabelle</em></strong>), uma em processo de consolidação e expansão (<em>A Freira</em>) e dois <em>spin-offs</em> que podem render continuações (<em>A Maldição da Chorona</em> e <em>The Crooked Man</em>, o qual ainda não tema data de estreia).</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10767" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/2171122-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/2171122.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/2171122-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/2171122-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Apesar de representarem um universo em comum, a caminhada dos filmes foi diferente. <em>The Conjuring</em> tem uma trajetória linear e vitoriosa quando se pensa no sucesso de bilheteria e crítica. Por outro lado, a franquia <strong><em>Annabelle</em></strong> começou seu percurso com um longa cuja arrecadação foi boa, mas sem o mesmo resultado na recepção da crítica. O primeiro filme da franquia é tecnicamente previsível e infantil em suas escolhas narrativas. A construção da atmosfera carrega um certo desleixo quando comparada com <em>Invocação do Mal</em>. A sua sequência conseguiu, para alegria dos fãs, consertar os erros do antecessor e desenvolver o medo que envolve a personagem da boneca.</p>
<p>Quanto aos <em>spin-offs</em>, tanto <em>A Freira</em> (2018) como <em>A Maldição da Chorona</em> (2019) seguem um caminha semelhante ao do primeiro <strong><em>Annabelle</em></strong>. O roteiro é fraco e tem suas falhas, os momentos de maior tensão são quebrados por <em>jump scare</em> previsíveis e a entidade central da trama não tem sua história pregressa bem trabalhada. Esses últimos resultados abaixo da média deixam os fãs do <em>Conjuring Universe</em> preocupados com a próxima estreia.</p>
<p>O final do mês de junho será presenteado com o lançamento mundial do terceiro capítulo da história da boneca <strong><em>Annabelle</em></strong>. Na próxima quinta-feira (26), os fãs de terror poderão enfim assistir o confronto entre os Warren e todo o mal que há em sua casa. A possibilidade de pôr as maiores figuras do universo de <em>Invocação do Mal</em> juntas é a própria <em>Guerra Infinita</em> do terror. <strong><em>Annabelle 3: De Volta para Casa</em></strong>, dirigido e co-roteirizado por Gary Dauberman, divide a opinião do público. Existe uma parcela de fãs que está eufórica com a possibilidade da interação entre os artefatos sobrenaturais e os demonologistas, contudo, existem aqueles que temem pela qualidade do filme. O histórico recente do universo e de franquias de terror não garante a qualidade esperada pelo espectador. Apesar de Wan e a Warner prometerem uma experiência de terror inesquecível, as dúvidas só serão anuladas com a estreia da produção.</p>
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		<title>Morre, aos 76 anos, Wes Craven, diretor de Pânico e A Hora do Pesadelo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Aug 2015 12:20:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[A Hora do Pesadelo]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Diretor]]></category>
		<category><![CDATA[Morte]]></category>
		<category><![CDATA[Pânico]]></category>
		<category><![CDATA[Terror]]></category>
		<category><![CDATA[Wes Craven]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma grande perda para o cinema hollywoodiano. O diretor Wes Craven, mais conhecido por suas obras de terror como Pânico (todos os quatro) e A Hora do Pesadelo, faleceu neste domingo, dia 30 de agosto, aos 76 anos. Segundo o site Daily Beast, ele tinha câncer de cérebro e lutava há anos contra a doença. Ele era natural de Cleveland, no estado de Ohio, nos Estados Unidos. Antes de ficar conhecido pelo seu trabalho com terror, o cineasta chegou a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_3482" aria-describedby="caption-attachment-3482" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/wes_craven.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-3482" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/wes_craven.jpg" alt="Comunidade lamenta perda do grande diretor" width="610" height="348" /></a><figcaption id="caption-attachment-3482" class="wp-caption-text">Comunidade lamenta perda do grande diretor</figcaption></figure>
<p>Uma grande perda para o cinema hollywoodiano. O diretor Wes Craven, mais conhecido por suas obras de terror como <em>Pânico</em> (todos os quatro) e <em>A Hora do Pesadelo</em>, faleceu neste domingo, dia 30 de agosto, aos 76 anos. Segundo o site Daily Beast, ele tinha câncer de cérebro e lutava há anos contra a doença.</p>
<p>Ele era natural de Cleveland, no estado de Ohio, nos Estados Unidos. Antes de ficar conhecido pelo seu trabalho com terror, o cineasta chegou a trabalhar na indústria pornográfica, assinando alguns filmes sob pseudônimos. Seu primeiro longa de terror foi Aniversário Macabro, em 1972. Ele é o criador de um dos mais famosos personagens assustadores do cinema, Freddy Krueger, de <em>A Hora do Pesadelo</em>.</p>
<p>Com <em>Pânico</em> ele criou uma série de muito sucesso, tendo seu quarto filme lançado em 2011 e com grande aprovação do público e imprensa. O longa tornou-se um clássico. Toda comunidade cinematográfica lamentou a morte do diretor, assim como nós. Vamos ficar com sua última mensagem no Twitter, no dia 27 de julho:</p>
<p style="text-align: center;"><em><strong>&#8220;Pegue o primeiro trabalho que conseguir na indústria que quer entrar. O trabalho não importa, colocar o seu pé na porta é o que importa&#8221;</strong></em></p>
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