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	<title>Arquivos Oscar 2023 - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Oscar 2023 - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: A Baleia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Mar 2023 22:55:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Baleia é um dos longas indicados ao Oscar 2023 e o favorito para ganhar a categoria de Melhor Ator pela atuação primorosa de Brendan Fraser (A Múmia). E já aviso logo aqui que esse não é o tipo de filme que agrada todo mundo, nem que deve ser visto por todo mundo. Isso porque a temática extremamente pesada da produção pode despertar uma série de gatilhos em alguns espectadores. É preciso estar atento a isso, antes de entrar na [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>A Baleia</strong></em> é um dos longas indicados ao <a href="https://coisadecinefilo.com.br/saiu-a-lista-de-indicados-ao-oscar-2023-confira/"><em>Oscar 2023</em></a> e o favorito para ganhar a categoria de Melhor Ator pela atuação primorosa de Brendan Fraser (<em>A Múmia</em>). E já aviso logo aqui que esse não é o tipo de filme que agrada todo mundo, nem que deve ser visto por todo mundo. Isso porque a temática extremamente pesada da produção pode despertar uma série de gatilhos em alguns espectadores. É preciso estar atento a isso, antes de entrar na sala da cinema.</p>
<p>O diretor Darren Aronofsky (<em>Cisne Negro</em>) traz para o cinema o roteiro de uma peça de teatro homônima e conta com o suporte do dramaturgo Samuel D. Hunter, que assina o roteiro e também foi o criador da produção teatral. Então já podemos imaginar que este é um filme de poucos cenários e muita troca de falas. Ainda assim, isso é uma composição da própria situação do personagem e suas limitações da rotina do dia a dia.</p>
<p>Acompanhamos Charlie (Fraser), um professor de literatura inglesa que vive na reclusão de sua casa por conta do quadro de obesidade severa. Ele apresenta várias patologias associadas e conta com a ajuda da amiga Liz (Hong Chau, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-menu/"><em>O Menu</em></a>), uma enfermeira, para cuidar minimamente de sua saúde, já que ele afirma não ter dinheiro para ir ao hospital. O filme já começa com o desespero de um quase infarto por conta de uma atividade comum, algo que já é muito difícil para ele.</p>
<p>Rapidamente percebemos, em <strong><em>A Baleia</em></strong>, que estamos acompanhando os últimos dias de sua vida, algo que ele demonstra não se importar. A forma como Charlie se acalma através da leitura (que descobrimos ao final do que se trata), mostra que ele ainda tem algum lampejo de gosto pela vida. Nos demais momentos, é a decadência da vontade de viver que o move diariamente aos hábitos totalmente contrários à sua saúde.</p>
<p>Enclausurado, o filme faz questão de passar essa sensação para o espectador. Falta iluminação natural, o tempo é sempre chuvoso, ele está sempre meio suado. É uma percepção de abafamento e angústia que nos preenche, exatamente tal qual acontece com o protagonista. Aronofsky é muito certeiro nesta criação real. Para o bem e para o mal, vamos sentindo as emoções do personagem e mergulhando na dor de privação dele.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-16478" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/02/2577455.jpg" alt="A Baleia" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/02/2577455.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/02/2577455-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/02/2577455-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/02/2577455-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>É um filme extremamente depressivo que trata de suicídio, desistência, morte, angústia, decepção, entre outras temáticas bem difíceis. Então, é bastante possível que o espectador caia em um ou mais gatilhos. Por isso, recomendo fortemente que só assista se estiver num bom dia pois, se assim não for, pode acabar te levando para um lugar obscuro.</p>
<p>Dado o alerta, voltamos ao filme em si. Brendan dá absolutamente tudo de si na atuação. Ele varia entre todas emoções que seu personagem solicita, sem parecer que está atuando efetivamente. É um dor que vem de sua alma e que ele consegue transmitir perfeitamente ao espectador. Confirmo que ele é o favorito ao Oscar deste ano e acrescento que será extremamente decepcionante se não ganhar. Sua performance está irretocável!</p>
<p>A inserção da filha de Charlie, Ellie (Sadie Sink, <em>Stranger Things</em>) só comprova os caminhos que o levaram até ali. Ele é um homem que carrega muitas dores e culpas, algo que o consumiu ao longo de anos, o levando até aquele estado. Ele come para engolir as emoções e tentar se sufocar com elas. Essa é a sensação que temos a todo momento e que comprovamos no final. O suicídio pela comida o coloca no lado oposto do que aconteceu com seu companheiro, como se o protagonista o desafiasse na morte.</p>
<p>Ainda que algumas pessoas possam ter a percepção de que <strong><em>A Baleia</em></strong> é um filme que trata da obesidade com um olhar muito enviesado, acredito que várias leituras podem ser feitas. Do meu lado, entender os caminhos que o levaram até ali, humanizar o personagem e suas dores, assim como tirar o elemento &#8220;vilão&#8221; da narrativa, faz com que sejam possíveis reflexões importantes sobre a temática.</p>
<p>Aronofsky nos presenteia, mais uma vez, com um longa difícil de engolir, mas não por sua qualidade, que considero excelente. Mas por tocar em pontos que claramente não queremos pensar no dia a dia. Além disso, ele consegue ainda dar algumas alfinetadas no sistema de saúde estadunidense, assim como nos preconceitos enraizados na sociedade sobre as pessoas fora do padrão que precisam de ajuda e atenção.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Darren Aronofsky</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Brendan Fraser, Sadie Sink, Samantha Morton, Ty Simpkins, Hong Chau</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/vqi1OuxQtJ8" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Especial: Entenda porque Babilônia não tem chances de ganhar Oscar de Melhor Filme</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Jan 2023 12:30:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O novo longa de Damien Chazelle chega nesta quinta-feira (19) aos cinemas brasileiros e, apesar do esforço do diretor, a produção não é capaz de atravessar como primeira na linha de chegada. Mas o que fez Babilônia, um filme tão a cara do Oscar, se distanciar tanto da tão almejada consagração cinematográfica? A trajetória sob os holofotes de Hollywood do diretor, produtor e roteirista franco-americano explica isso. Chazelle começou a sua carreira com longas-metragens no topo. Logo em seu primeiro [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O novo longa de Damien Chazelle chega nesta quinta-feira (19) aos cinemas brasileiros e, apesar do esforço do diretor, a produção não é capaz de atravessar como primeira na linha de chegada. Mas o que fez <b><i>Babilônia</i></b>, um filme tão a cara do Oscar, se distanciar tanto da tão almejada consagração cinematográfica? A trajetória sob os holofotes de Hollywood do diretor, produtor e roteirista franco-americano explica isso.</p>
<p>Chazelle começou a sua carreira com longas-metragens no topo. Logo em seu primeiro projeto não independente, ele conquistou nomeações no Oscar em diversas categorias, inclusive “Melhor Direção” e “Melhor Roteiro Adaptado”. <i>Whiplash: Em Busca da Perfeição</i> (2014) fez com que o jovem cineasta iniciasse a sua vida na grande Hollywood de forma estratosférica.</p>
<p>Seu filme seguinte, o premiado <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-la-la-land-cantando-estacoes/"><i>La La Land &#8211; Cantando Estações</i></a> (2016), conquistou um espaço ainda maior e concedeu a Chazelle o seu primeiro Oscar. Apesar do inesquecível erro do prêmio de “Melhor Filme” ter sido anunciado para <i>La La Land</i>, o segundo longa de Damien não conquistou a estatueta. Assim, ele saiu da maior premiação do cinema, mais uma vez, sem esse louro.</p>
<p>A terceira produção do diretor claramente foi uma resposta dele para a Academia, uma investida para conquistar os votantes na empreitada de alcançar o que quase conseguiu na cerimônia de 2017. No entanto, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-primeiro-homem/"><i>O Primeiro Homem</i></a> (2018) foi uma tentativa falha e se tornou o filme mais esquecível da carreira de Chazelle. <b><i>Babilônia</i></b>, no entanto, pareceu ter vindo como uma outra chance. A cartada final do cineasta em busca do desejado reconhecimento pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas.</p>
<p>O problema do novo truque de Damien em direção aos principais prêmios do Oscar está justamente em seu desejo. <b><i>Babilônia</i></b> funciona como uma orgia intelectual de amantes do cinema. Tudo no filme é pretensioso. Desde os elementos que deveriam até os que se tornam um erro. A dramédia sobre o período de transição do cinema muda para o falado, tenta mirar sua estética num visual absurdo e exagerado, tal qual foi feito por Baz Luhrmann em <i>Moulin Rouge &#8211; Amor em Vermelho</i> (2001) e <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-elvis/"><i>Elvis</i></a> (2022), mas se torna uma produção de excessos que cansa o espectador.</p>
<p>Diferente dos feitos de Luhrmann, Chazelle usa essa estética do absurdo em cada segundo dos longos 189 minutos de duração. Não apenas mantém esse exagero presente o tempo inteiro como também o utiliza em cada etapa e processo da produção. Por um lado, ele conseguiu entregar ao público um filme deslumbrante do ponto de vista visual e com uma unidade clara. Por outro, Chazelle fez <b><i>Babilônia</i></b> se perder.</p>
<figure id="attachment_16358" aria-describedby="caption-attachment-16358" style="width: 750px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-16358" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/01/Babilonia-2-1-750x500.jpg" alt="Babilônia (2022)" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/01/Babilonia-2-1-750x500.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/01/Babilonia-2-1-1536x1024.jpg 1536w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/01/Babilonia-2-1-2048x1365.jpg 2048w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/01/Babilonia-2-1-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/01/Babilonia-2-1-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/01/Babilonia-2-1-720x480.jpg 720w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/01/Babilonia-2-1-770x513.jpg 770w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/01/Babilonia-2-1-1400x933.jpg 1400w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption id="caption-attachment-16358" class="wp-caption-text">Margot Robbie em cena de &#8220;Babilônia&#8221; (2022)</figcaption></figure>
<p>O que era para ser o maior filme de sua carreira &#8211; superando até mesmo o brilhante <i>Whiplash</i> &#8211; se tornou um dos mais exaustivos. É verdadeiramente cansativo passar pelas três horas de duração do filme. E uma vez sabendo onde Chazelle queria chegar, o tempo da sessão de <b><i>Babilônia</i></b> se mostra ainda mais desnecessário. O roteiro se perde na tragédia de erros dos artistas. O drama existencial e a discussão das dificuldades adaptativas do mercado são trocados por um pastiche cômico sem razão.</p>
<p>Com isso, Chazelle mostrou que nem sempre sabe como concluir uma narrativa. Diferente do seu primeiro longa-metragem ou de <i>La La Land</i>, o final do novo filme do diretor se arrasta por cerca de 30 minutos, o que faz com que a sensibilidade de sua apoteótica montagem final perca a força. <b><i>Babilônia</i></b> seria outro filme se o desejo de chegar no Olimpo das premiações não estivesse dominando as decisões do cineasta.</p>
<p>Ao menos uma coisa é certa, Damien Chazelle não errou o título do seu novo projeto. <b><i>Babilônia</i></b> é o nome perfeito para descrever a essência do filme. O que é vista em tela pelo espectador é uma profusão de informações. Sejam elas estéticas, visuais ou sonoras, o projeto é uma experiência de excessos do início ao fim. Chazelle até tenta associar essa escolha aos eventos narrados, uma pena que isso não é o suficiente para sustentar a ideia.</p>
<p>No fim da equação, <b><i>Babilônia</i></b> passa da conta com uma quantidade exagerada de artifícios. Ainda que tenha uma fotografia, direção de arte, maquiagem e figurinos excepcionais, a montagem, trilha e o roteiro se perdem. Com isso, a própria direção de Chazelle não consegue ser um dos pontos altos do longa-metragem. A ânsia de fazer um filme metalinguístico que serve de ode ao início do cinema que conhecemos hoje cai por terra por conta desse vislumbre no prêmio.</p>
<p><b><i>Babilônia</i></b> deve ser lembrado no Oscar, mas nas categorias relacionadas ao departamento de arte (“Melhor Design de Produção”, “Melhor Figurino” e “Melhor Cabelo e Maquiagem”) e, talvez, uma indicação pela fotografia. Desses, os prêmios mais possíveis estão na arte. É claro que o nome do longa pode sair entre os indicados a “Melhor Filme”, mas é um candidato muito fraco e não hegemônico entre os votantes para ganhar. Parece que o desejo excessivo em realizar o que quase conseguiu em 2017 atrapalhou a direção e o que seria mais um roteiro inteligente e criativo de Chazelle. Assim, o projeto entra no doloroso <i>hall</i> de filmes que tinham o potencial de alcançar os voos mais altos, mas desabaram do alto.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Damien Chazelle</p>
<p><strong>Elenco: </strong>Brad Pitt,  Margot Robbie,  Diego Calva,  Jean Smart,  Jovan Adepo e  Li Jun Li</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p>[youtube https://www.youtube.com/watch?v=kHRxUylmwqs]</p>
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		<title>Confira a lista de indicados ao Globo de Ouro 2023!</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/confira-a-lista-de-indicados-ao-globo-de-ouro-2023/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Dec 2022 13:01:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood anunciou, na última segunda-feira (12), os indicados do Globo de Ouro 2023. São cinco filmes em cada uma das 27 categorias da premiação, que envolvem séries e filmes. Nos destaques, temos o filme Os Banshees de Inisherin, recebendo oito indicações, seguido de Tudo em todo lugar ao mesmo tempo, indicado em seis categorias. Já na categoria de prêmios para TV, destaque para Abbott Elementary&#8221;, com 5 indicações. Cinco séries empataram com quatro indicações: [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood anunciou, na última segunda-feira (12), os indicados do Globo de Ouro 2023. São cinco filmes em cada uma das 27 categorias da premiação, que envolvem séries e filmes.</p>
<p>Nos destaques, temos o filme <em>Os Banshees de Inisherin</em>, recebendo oito indicações, seguido de <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-tudo-em-todo-lugar-ao-mesmo-tempo/"><em>Tudo em todo lugar ao mesmo temp</em></a>o, indicado em seis categorias.</p>
<p>Já na categoria de prêmios para TV, destaque para Abbott Elementary&#8221;, com 5 indicações. Cinco séries empataram com quatro indicações: <em>The Crown</em>, <em>Dahmer: Um Canibal Americano</em>, <em>Only Murders in the Building</em>, <em>Pam &amp; Tommy</em> e <em>White Lotus</em>, que está rendendo o maior burburinho nos últimos dias.</p>
<p>Essa é 80ª edição da premiação, que retorna à sua exibição em TV, após os escândalos do ano passado (confira aqui). A cerimônia acontece no dia 10 de janeiro.</p>
<p>Confira a lista completa de indicados!</p>
<h4><strong>CINEMA</strong></h4>
<p><strong>Melhor Filme de Drama</strong><br />
Avatar: O Caminho da Água<br />
Elvis<br />
Os Fabelmans<br />
Tár<br />
Top Gun: Maverick</p>
<p><strong>Melhor Atuação de Atriz em Filme de Drama</strong><br />
Cate Blanchett &#8211; Tár<br />
Olivia Colman &#8211; Império da Luz<br />
Viola Davis &#8211; A Mulher Rei<br />
Ana de Armas &#8211; Blonde<br />
Michelle Williams &#8211; Os Fabelmans</p>
<p><strong>Melhor Atuação de Ator em Filme de Drama</strong><br />
Austin Butler &#8211; Elvis<br />
Bendan Fraser &#8211; A Baleia<br />
Hugh Jackman &#8211; O Filho<br />
Bill Nighy &#8211; Living<br />
Jeremy Pope &#8211; A Inspeção</p>
<p><strong>Melhor Filme Musical ou de Comédia</strong><br />
Babilônia<br />
The Banshees of Inisherin<br />
Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo<br />
Glass Onion: Um Mistério Knives Out<br />
Triângulo da Tristeza</p>
<p><strong>Melhor Atuação de Atriz em Filme Musical ou de Comédia</strong><br />
Lesley Manville &#8211; Sra. Harris Vai Para Paris<br />
Margot Robbie &#8211; Babilônia<br />
Anya Taylor-Joy &#8211; O Menu<br />
Emma Thompson &#8211; Boa Sorte Para Você, Leo Grande<br />
Michelle Yeoh &#8211; Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo</p>
<p><strong>Melhor Atuação de Atriz em Filme Musical ou de Comédia</strong><br />
Duego Calva &#8211; Babilônia<br />
Daniel Craig &#8211; Glass Onion: Um Mistério Knives Out (Netflix)<br />
Adam Driver &#8211; Ruído Branco<br />
Colin Farrell &#8211; The Banshees of Inisherin<br />
Ralph Fiennes &#8211; O Menu</p>
<p><strong>Melhor Filme de Animação</strong><br />
O Pinóquio de Guilhermo Del Toro<br />
Inu-Oh<br />
Marcel the Shell with Shoes On<br />
O Gato de Botas: O Último Desejo<br />
Red: Crescer é uma Fera</p>
<p><strong>Melhor Filme de Língua Estrangeira</strong><br />
Nada de Novo no Front &#8211; Alemanha<br />
Argentina, 1985 &#8211; Argentina<br />
Close &#8211; França<br />
Decisão de Partir &#8211; Coreia do Sul<br />
RRR &#8211; Índia</p>
<p><strong>Melhor Atuação de Atriz Coadjuvante</strong><br />
Angela Bassett &#8211; Pantera Negra: Wakanda para Sempre<br />
Kerry Condon &#8211; The Banshees of Inisherin<br />
Jamie Lee Curtis &#8211; Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo<br />
Dolly De Leon &#8211; Triângulo da Tristeza<br />
Carey Mulligan &#8211; Ela Disse</p>
<p><strong>Melhor Atuação de Ator Coadjuvante</strong><br />
Brendan Gleeson &#8211; The Banshees of Inisherin<br />
Barry Keoghan &#8211; The Banshees of Inisherin<br />
Brad Pitt &#8211; Babilônia<br />
Ke Huy Quan &#8211; Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo<br />
Eddie Redmayne &#8211; O Enfermeiro da Noite</p>
<p><strong>Melhor Diretor</strong><br />
James Cameron &#8211; Avatar: O Caminho da Água<br />
Daniel Kwan, Daniel Scheinert &#8211; Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo<br />
Baz Luhrmann &#8211; Elvis<br />
Martin McDonagh &#8211; The Banshees of Inisherin<br />
Steven Spielberg &#8211; Os Fabelmans</p>
<p><strong>Melhor Roteiro</strong><br />
Todd Field &#8211; Tár<br />
Daniel Kwan e Daniel Scheinert &#8211; Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo<br />
Martin McDonagh, &#8211; The Banshees of Inisherin<br />
Sarah Polley &#8211; Entre Mulheres<br />
Steven Spielberg, Tony Kushner &#8211; Os Fabelmans</p>
<p><strong>Melhor Trilha Sonora Original</strong><br />
Cartes Burwell &#8211; The Banshees of Inisherin<br />
Alexandre Desplat &#8211; O Pinóquio de Guilhermo Del Toro<br />
Hilgur Guenadóttir &#8211; Mulheres Conversando<br />
Justin Hurwitz &#8211; Babilônia<br />
John Williams &#8211; Os Fabelmans</p>
<p><strong>Melhor Música Original</strong><br />
“Carolina” de Taylor Swift &#8211; Um Lugar Bem Longe Daqui<br />
“Ciao Papa” de Alexandre Desplat &#8211; O Pinóquio de Guilhermo Del Toro<br />
“Hold My Hand” de Lady Gaga, BloodPop, Benjamin Rice &#8211; Top Gun: Maverick<br />
“Lift Me Up” de Tems, Rihanna, Ryan Coogler, Ludwig Göransson &#8211; Pantera Negra: Wakanda Para Sempre<br />
“Naatu Naatu” de MM Keeravani &#8211; RRR</p>
<h4><strong>TELEVISÃO</strong></h4>
<p><strong>Melhor Série de drama</strong><br />
Better Call Saul<br />
The Crown<br />
A Casa do Dragão<br />
Ozark<br />
Ruptura</p>
<p><strong>Melhor Atuação de Atriz em Série de Drama</strong><br />
Emma D’Arc &#8211; A Casa do Dragão<br />
Laura Linney &#8211; Ozark<br />
Imelda Stauton &#8211; The Crown<br />
Hilary Swank &#8211; Alaska Daily<br />
Zendaya &#8211; Euphoria</p>
<p><strong>Melhor Atuação de Atriz em Série de Drama</strong><br />
Jeff Bridges &#8211; The Old Man<br />
Kevin Costner &#8211; Yellowstone<br />
Diego Luna &#8211; Andor<br />
Bod Odenkirk &#8211; Better Call Saul<br />
Adam Scott &#8211; Ruptura</p>
<p><strong>Melhor Série Musical ou de Comédia</strong><br />
Only Murders in the Building<br />
Abbott Elementary<br />
O Urso<br />
Hacks<br />
Wandinha</p>
<p><strong>Melhor Atuação de Atriz em Série Musical ou de Comédia</strong><br />
Quinta Brunson &#8211; Abbott Elementary<br />
Kaley Cuoco &#8211; The Flight Attendant<br />
Selena Gomez &#8211; Only Murders in the Building<br />
Jenna Ortega &#8211; Wandinha<br />
Jean Smart &#8211; Hacks</p>
<p><strong>Melhor Atuação de Ator em Série Musical ou de Comédia</strong><br />
Martin Short &#8211; Only Murders in the Building<br />
Steve Martin &#8211; Only Murders in the Building<br />
Donald Glover &#8211; Atlanta<br />
Bill Hader &#8211; Barry<br />
Jeremy Allen White &#8211; O Urso</p>
<p><strong>Melhor Minissérie</strong><br />
Black Bird<br />
Dahmer: Um Canibal Americano<br />
The Dropout<br />
Pam &amp; Tommy<br />
The White Lotus</p>
<p><strong>Melhor Atuação de Atriz em Minissérie</strong><br />
Jessica Chastain &#8211; George &amp; Tammy<br />
Julia Garner &#8211; Inventando Anna<br />
Lily James &#8211; Pam &amp; Tommy<br />
Julia Roberts &#8211; Gaslit<br />
Amanda Seyfried &#8211; The Dropout</p>
<p><strong>Melhor Atuação de Ator em Minissérie</strong><br />
Taron Egerton &#8211; Black Bird<br />
Colin Firth &#8211; The Staircase<br />
Andrew Garfield &#8211; Em Nome do Céu<br />
Evan Peters &#8211; Dahmer: Um Canibal Americano<br />
Sebastian Stan &#8211; Pam &amp; Tommy</p>
<p><strong>Melhor Atuação de Atriz Coadjuvante em Minissérie</strong><br />
Jennifer Coolidge &#8211; The White Lotus<br />
Claire Danes &#8211; A Nova Vida de Toby<br />
Daisy Edgar-Jones &#8211; Em Nome do Céu<br />
Niecy Nash &#8211; Dahmer: Um Canibal Americano<br />
Aubrey Plaza &#8211; The White Lotus</p>
<p><strong>Melhor Atuação de Ator Coadjuvante em Minissérie</strong><br />
F. Murray Abraham &#8211; The White Lotus<br />
Domhnall Gleeson &#8211; The Patient<br />
Paul Walter Hauser &#8211; Black Bird<br />
Richard Jenkins &#8211; Dahmer: Um Canibal Americano<br />
Seth Rogen &#8211; Pam &amp; Tommy</p>
<p><strong>Melhor Atuação de Atriz Coadjuvante em Série Musical, Dramática ou de Comédia</strong><br />
Elizabeth Debicki &#8211; The Crown<br />
Hannah Einbinder &#8211; Hacks<br />
Julia Garner &#8211; Ozark<br />
Janelle James &#8211; Abbott Alementary<br />
Sheryl Lee Ralph &#8211; Abbott Alementary</p>
<p><strong>Melhor Atuação de Ator Coadjuvante em Série Musical, Dramática ou de Comédia</strong><br />
John Lithgow &#8211; The Old Man<br />
Jonathan Pryce &#8211; The Crown<br />
John Turturro &#8211; Ruptura<br />
Tyler James Williams &#8211; Abbott Elementary<br />
Henry Winkler &#8211; Barry</p>
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