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	<title>Arquivos Os Fantasmas se Divertem - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Os Fantasmas se Divertem - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Especial Tim Burton</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Aug 2017 19:26:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[A Noiva Cadáver]]></category>
		<category><![CDATA[Edward Mãos de Tesoura]]></category>
		<category><![CDATA[Frankweenie]]></category>
		<category><![CDATA[Os Fantasmas se Divertem]]></category>
		<category><![CDATA[Sweeney Todd: O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet]]></category>
		<category><![CDATA[Tim Burton]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje, dia 25 de agosto, o cineasta Tim Burton completa 59 anos. A carreira do artista começou no universo das animações. Trabalhando para os estúdios Disney, Burton fez algumas participações nas criações dos desenhos animados da empresa, como O Cão e a Raposa. Mas o fascínio do artista residia no terror. Quando jovem, Burton lia muito Edgar Allan Poe e era fã da filmografia de Edward D. Wood Jr.. Inclusive, esta admiração por Wood rendeu-lhe um longa, intitulado Ed Wood [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje, dia 25 de agosto, o cineasta Tim Burton completa 59 anos. A carreira do artista começou no universo das animações. Trabalhando para os estúdios Disney, Burton fez algumas participações nas criações dos desenhos animados da empresa, como <em>O Cão e a Raposa</em>. Mas o fascínio do artista residia no terror. Quando jovem, Burton lia muito Edgar Allan Poe e era fã da filmografia de Edward D. Wood Jr.. Inclusive, esta admiração por Wood rendeu-lhe um longa, intitulado <em>Ed Wood</em> (1994).</p>
<p>Atualmente, as produções do diretor não têm sido muito bem vistas pela crítica e nem têm sido consideradas um grande sucesso de público. <em>O Lar das Crianças Peculiares</em> (2016) rendeu pouco nas bilheterias, inclusive deu prejuízo de 23 milhões de dólares para seu estúdio, a Twentieth Century Fox. Já <em>Grandes Olhos</em> (2014) obteve um olhar positivo em relação à interpretação de Amy Adams (<em>Encantada</em>) e Christoph Waltz (<em>Bastardos Inglórios</em>), mas ganhou apenas um prêmio no Globo de Ouro de 2015 e Burton não foi indicado em nenhuma das premiações mais célebres.</p>
<p>Apesar de seus altos e baixos, Tim Burton possui obras muito bem elaboradas, com narrativas que fazem o espectador acreditar no mundo fantástico, sombrio e cheio personagens complexas e intensas. Fantasmas, assassinos, loucos ou mal compreendidos, no ambiente ficcional de Burton tudo é possível, tudo pode acontecer! Pensando nisso e na celebração do aniversário do cineasta, o<em><strong> Coisa de Cinéfilo</strong></em> traz uma lista das melhores projeções do artista! Confiram!</p>
<p style="text-align: center;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-8155" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/08/ff20121207a3a.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p><strong>5 &#8211; Frankenweenie (2012) –</strong> Inicialmente a obra foi realizada como um curta-metragem, em 1984. Quase 30 anos depois, Burton retorna para a história, desta vez em formato de longa. Victor Frankestein é um menino isolado e melancólico, que possui apenas um amigo, seu cachorro Sparky. Quando o bichinho morre, o garoto fica inconformado e decide que trará o pet de volta de qualquer jeito. Claramente, o filme é inspirado na obra de Mary Shelley, Frankenstein. Mas, a projeção também traz referências aos filmes B da primeira metade do século XX. O bacana, além do contexto que remete aos elementos famosos do Terror B, é como o cineasta consegue construir bem a relação do protagonista com o animal de estimação, principalmente ao mostrar como o menino é rejeitado, mas sem diálogos expositivos. É na ação desenvolvida na trama que o público conhece Victor. Outro ponto positivo é o jogo de luzes e sombras, que o preto e branco ajuda a elevar, e a direção de arte meticulosa. Filmado em <em>stop-motion</em>, cada detalhe solta aos olhos na tela, sem que a atenção do espectador saia da história.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-8154" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/08/FT1.png" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p><strong>4 – Edward Mãos de Tesoura (1991) –</strong> Estrelado pelos famosos Johnny Depp (<em>Piratas do Caribe</em>) e Winona Ryder (<em>Garota Interrompida</em>), o filme conta a história de um rapaz que ganhou de um cientista (Vincent Price) mãos afiadas, como já se é dito no título. A partir dessa situação, fica posto que o protagonista não pode se aproximar das outras pessoas, pois poderia feri-las. Porém, a jovem Peg (Ryder) o encontra e leva ele para a sociedade. Os destaques aqui são a interpretação de Depp, a direção e o cenário. Edward é um homem considerado estranho, mas, apesar de Johnny Depp não ter um estilo suave de atuação, ele consegue passar com sensibilidade, carisma e cuidado na construção da personagem a sensação que Burton deseja passar. O “mãos de tesoura” é um <em>outsider</em>, diferente, porém isto não faz dele uma pessoa ruim. Os sustos que o principal toma quando machuca alguém podem emocionar o público, pois ali se vê um olhar genuíno de decepção e medo. Os planos mais abertos nos moradores de um subúrbio dos Estados Unidos e os mais fechados em Ed, estabelecem um clima de tensão, como se algo estivesse sempre prestes a explodir. O olhar cuidadoso de Tim Burton também paira na concepção dos dois universos, o colorido, brega e, teoricamente, feliz, das pessoas comuns e o sombrio de Edward. Esta ideia do diretor fica mais visível na direção de arte, na qual os figurinos e elementos de cena vibram em cores de um lado e possui a ausência delas de outro.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-8153" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/08/maxresdefault-3.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p><strong>3- Noiva Cadáver (2005) –</strong> Em um dos melhores filmes de Tim Burton, a lógica das cores é invertida. Enquanto no mundo dos vivos tudo é pálido e cinzento, no dos mortos é colorido e alegre. A história segue a trajetória de Victor. O rapaz está prestes a realizar um casamento que lhe foi arranjando quando é capturado na floresta por criaturas fantásticas. Mais uma vez Burton traz uma animação em<em> stop-motion</em>, porém aqui é sua melhor performance. As expressões faciais e os movimentos das personagens são bem detalhados. O público pode conseguir ver cada emoção na tela. O roteiro é bem amarrado e responde tudo que se propõe. Ele não segue nenhum caminho novo, mas, de forma simples na escrita, conta uma história sobre amor. Talvez esse seja o ganho maior de <em>Noiva Cadáver</em>. Sem muitas firulas textuais e um super ganho imagético, o longa se equilibra.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-8152" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/08/sweeneytodd2.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p><strong>2 – Sweeney Todd: O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet (2007) –</strong> Baseada na peça homônima da Broadway, Tim Burton aqui surpreende com a escolha de dirigir um musical. Ok, é uma história sombria, bizarra e cheia de assassinatos. Ainda assim, é um gênero que ainda não havia passado na carreira do cineasta. A narrativa mostra o retorno de Benjamin Barker. O rapaz perdeu tudo no passado, quando foi expulso da cidade e retorna desejando vingança. A primeira questão que precisa ser pontuada é a interpretação de Helena Bonham Carter (<em>As Sufragistas</em>). A sua Senhora Lovett é repleta de nuances e a atriz criou uma personagem bem completa. Os olhares, a postura do corpo, o tom da voz – até quando está cantando. A direção de arte, que precisou retratar a Inglaterra do século XIX, traz as ruas sujas e sombrias de Londres, figurinos bem elaborados, não apenas pelo fator de serem “de época”, mas nos detalhes como na diferença do passado e presente e até mesma em uma suposta cena de felicidade, na qual escolhem a cor branca como predominante, sem deixar os tons de preto presentes. A montagem é bem feita, principalmente por ela conseguir dar ritmo ao longa. Existem muitos aspectos bacanas na projeção que renderiam uma crítica solo de <em>Sweeney Todd</em>, mas o que pode ser dito neste breve texto é que esse é um dos melhores trabalhos de Burton e a obra mais bacana de 2007!</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-8151" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/08/Beetlejuice-Netflix2.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p><strong>1 – Os Fantasmas se Divertem (1988) –</strong> Tim Burton já gosta de mudar as perspectivas das situações dentro de filmes. Ao invés de mostrar uma família assombrada por fantasmas, aqui o foco é nos mortos e como o lar deles é “invadido” por vivos. Com um elenco cheio de atores conhecidos do período (Winona Ryder, Michael Keaton, Geena Davies e Alec Baldwin), o filme é uma comédia de humor sombrio. Os pontos altos do longa são as interpretações, a maquiagem (vencedora do Oscar em 1989), o figurino e os efeitos sonoros. Curiosamente, a combinação de todos esses elementos é o que fazem com que a narrativa brilhe e a história seja bem contada. O destaque no elenco é Geena Davis (<em>Thelma e Louise</em>). Famosa nos anos 1980/1990, aqui talvez seja sua melhor atuação. Isto porque ela é a artista que mais conseguiu acompanhar em sua atuação a complexidade que o texto pede. Davies consegue trazer para a tela o <em>timing</em> cômico juntamente com o tom ácido e trágico da situação que ela e seu marido (Baldwin) se encontram. As roupas e maquiagem acrescentam o tom fantasmagórico da projeção. Sem buscar seguir algum tipo de realismo, a equipe faz jus à sensação que Burton geralmente quer passar: os estranhos são na verdade os mais humanos. Por isso, a aparência dos falecidos é, na maioria das cenas, a mais comum dentro do padrão da sociedade. Enquanto os seres vivos trajam tons mais escuros e melancólicos. <em>Os Fantasmas se Divertem</em> ocupa a primeira colocação da lista por ser bem executado tecnicamente, possuir uma discussão complexão e intensa – a das questões materiais, a importância dada para a propriedade e a reflexão sobre o pertencimento de cada um dentro da sociedade – e saber balancear bem a comédia com o drama. Além disso, ele é um clássico de sessão da tarde e aposto que muitas crianças da década de 1990 tiveram muitos pesadelos depois de assisti-lo!</p>
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		<title>5 filmes com Winona Ryder</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Jul 2016 13:30:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[Adoráveis Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[As Bruxas de Salém]]></category>
		<category><![CDATA[Drácula de Bram Stoker]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Stranger Things, a nova série da Netflix já chegou trazendo burburinhos entre o público nerd e a crítica especializada. A série é um retrato fiel às obras de suspense e ficção científicas dos anos 1980, cheia de referências às histórias Stephen King e aos filmes de Steven Spielberg. Porém, existe um outro fator que chama bastante atenção na série:  Sim, Winona Ryder. O retorno da atriz a grandes projetos era esperado por seus fãs e ela escolheu o produto certo para regressar ao mundo hollywoodiano. Em Stranger [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Stranger Things</em></strong>, a nova série da Netflix já chegou trazendo burburinhos entre o público nerd e a crítica especializada. A série é um retrato fiel às obras de suspense e ficção científicas dos anos 1980, cheia de referências às histórias Stephen King e aos filmes de Steven Spielberg. Porém, existe um outro fator que chama bastante atenção na série:  Sim, <strong>Winona Ryder</strong>. O retorno da atriz a grandes projetos era esperado por seus fãs e ela escolheu o produto certo para regressar ao mundo hollywoodiano. Em <em>Stranger Things</em>, Ryder interpreta Joyce Byers, mãe dedicada que tem um de seus filhos capturado e precisa fazer de tudo para reencontrar a criança.</p>
<p>A personagem de Ryder é ótima no seriado, cheia de vigor em cena e é perceptível uma construção consciente em cada detalhe da sua criação numa mão trêmula, num olhar lento ou rápido para definir em que situação se encontra Joyce (perigo, medo, tensão, esperança) ou o corpo meio desajeitado e cansado que mostra para o espectador a dificuldade da sua rotina exaustiva de trabalho.</p>
<p>Pensando na volta da atriz com <em>Stranger Things </em>e em seus filmes marcantes das décadas passadas, o Coisa de Cinéfilo traz uma lista com os melhores longas de Winona:</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-6470" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/07/little-women.jpg" alt="little women" width="610" height="348" /></p>
<p><strong># 05. Adoráveis Mulheres</strong> (Little Women, 1994)</p>
<p>Baseado na obra de Louisa May Alccott, inspirada em sua própria vida, o filme conta a história da família March marcada por quatro meninas vivendo numa época difícil, a Guerra Civil dos Estados Unidos, entre 1861 e 1865. Quando o pai das garotas vai para a guerra, Meg (Trini Alvarado), Jo (Winona), Beth (Claire Danes) e Amy (Kirsten Dunst), juntamente com a mãe (Susan Sarandon), superam muitas dificuldades e descobrem algumas alegrias durante esse processo. Ryder interpreta a protagonista Jo March com carisma e sutileza. Pelo papel, Winona foi indicada ao Oscar de melhor atriz.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-6471" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/07/Girl-Interrupted-Movie-Still-girl-interrupted-16264613-2280-1500.jpg" alt="Girl-Interrupted-Movie-Still-girl-interrupted-16264613-2280-1500" width="610" height="348" /></p>
<p><strong># 04. Garota, Interrompida</strong> (Girl, Interrupted, 1999)</p>
<p>Winona Ryder é Susanna Kaysen, uma menina mandada para uma clínica psiquiátrica por supostamente apresentar uma doença chamada de Borderline, um transtorno de personalidade. Durante sua estadia na instituição, ela conhece várias garotas, o que inclui Lisa Rowe, interpretada por Angelina Jolie. Rowe acaba tramando um plano de fuga, para libertar todas as jovens ali presas. O filme é uma produção da própria Winona e rendeu a Angelina Jolie o Oscar de melhor atriz coadjuvante.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-6472" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/07/dracula.jpg" alt="WINONA RYDER, GARY OLDMAN" width="610" height="348" /></p>
<p><strong># 03. Drácula de Bram Stoker</strong> (Bram Stoker`s Dracula, 1992)</p>
<p>Gary Oldman (<em>Batman Begins</em>) é o Drácula e Winona a mocinha. Só de poder assistir a contracena destes dois, o filme vale a pena. Baseado no livro de Bram Stoker, o longa é sobre o Conde Drácula, que em sua vida pregressa tinha sido um líder romeno, chamado Vlad Tepes. Após o suicídio de sua noiva, vivida por Winona, ele abandona a crença em Deus e passa a consumir sangue sendo condenado ao vampirismo. Após muito tempo, ele reencontra uma moça idêntica ao amor de sua vida, interpretada pela mesma Ryder. Dirigido por Francis Ford Coppola, a obra é um clássico do terror e uma ótima oportunidade de ver Ryder como uma mocinha de uma película do gênero.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-6473" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/07/bruxas.jpg" alt="bruxas" width="610" height="348" /></p>
<p><strong># 02. As Bruxas de Salém</strong> (The Crucible, 1996)</p>
<p>Com um elenco de peso (Daniel Day-Lews, Jeffery Jones, Joan Allen), a estrela do longa é Winona Ryder e a sua Abby maldosa e manipuladora. Dirigido por Nicolas Hytner (do recente <em>A senhora da Van</em>), o filme tem uma ambientação sombria e tensa. Passado no século XVII, o enredo fala sobre bruxaria e o poder da Igreja. Sem deixar muitos<em> spoilers</em>, a película ocupa a segunda colocação principalmente pela atuação de Ryder que provoca múltiplas sensações no espectador e conduz os acontecimentos chave da trama.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-6474" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/07/beetlejuice-ryder.jpg" alt="beetlejuice-ryder" width="610" height="348" /></p>
<p><strong># 01. Os Fantasmas se Divertem</strong> (Bettlejuice, 1988)</p>
<p>Um casal do subúrbio dos Estados Unidos sofre um acidente de carro e acaba falecendo. Os dois, interpretados por Geena Davies e Alec Baldwin, são presos na casa onde moravam e descobrem que ficarão por ali pelos próximos cinquenta anos. Nesse meio tempo, uma família de novos-ricos compra a residência. É a partir daí que tudo se desenrola, a amizade de Lydia (Winona) com os fantasmas, os sustos que a dupla dá nos pais da garota (Catherine Keener e Jeffrey Jones) e, claro, os planos assustadores do Bettlejuice (Michael Keaton). O longa é um clássico e quem foi criança na década de 1990, com certeza não perdia essa Sessão da Tarde!!!!</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/critica-stranger-things-1a-temporada/">Clique aqui </a><strong>e leia a crítica da primeira temporada de <em>Stranger Things. </em></strong></p>
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