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	<title>Arquivos Odeya Rush - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Odeya Rush - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Deixe a Neve Cair</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Michel Gutwilen]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Nov 2019 01:57:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Conforme Deixe a Neve Cair avançava, eu não parava de me indagar: por que um filme de Natal sendo lançado tão cedo? Posteriormente, como se ouvisse minha voz interior, a narração onisciente de Joan Cusack (Será que Ele É?) responde: &#8220;A neve pode fazer a diferença! Especialmente na véspera de Natal! E às vezes não só na véspera de Natal, é na véspera de tudo, do resto de sua vida&#8221;. Desde o início, o longa baseado no livro de John [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Conforme <em><strong>Deixe a Neve Cair</strong></em> avançava, eu não parava de me indagar: por que um filme de Natal sendo lançado tão cedo? Posteriormente, como se ouvisse minha voz interior, a narração onisciente de Joan Cusack (<em>Será que Ele É?</em>) responde: &#8220;<em>A neve pode fazer a diferença! Especialmente na véspera de Natal! E às vezes não só na véspera de Natal, é na véspera de tudo, do resto de sua vida&#8221;</em>.</p>
<p>Desde o início, o longa baseado no livro de John Green (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-culpa-e-das-estrelas/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>A Culpa é das Estrelas</em></a>) e dirigido pelo estreante Luke Snellin assume um tom fabular. Afinal, não costuma nevar na pequena cidade <em>Laurel</em>, em <em>Illinois</em>. Porém, trazendo sorte e novas oportunidades, ela decidiu cair em 2019. Assim, os jovens desta região são contagiados por este clima otimista e decidem enfrentar seus problemas. Keon (Jacob Batalon, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-homem-aranha-longe-de-casa/"><em>Homem-Aranha: Longe de Casa</em></a>) quer seguir a carreira de <em>DJ</em>; Tobin (Mitchell Hope, <em>Descendentes</em>) é apaixonado por Angie (Kiernan Shipka, <em>O Mundo Sombrio de Sabrina</em>); Addie (Odeya Rush, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-lady-bird-a-hora-de-voar/"><em>Lady Bird</em></a>) é uma namorada possessiva; Dorrie (Live Hewson, <em>Santa Clara Diet</em>) é apaixonada por uma menina que esconde sua sexualidade; e o cantor em ascenção, Stuart (Shameik Moore, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-homem-aranha-no-aranhaverso/"><em>Homem-Aranha no Aranhaverso</em>),</a> conhece a simples Julie (Isabela Merced, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-sicario-dia-do-soldado/"><em>Sicario &#8211; Dia do Soldado</em></a>).</p>
<p>Como ficou claro pela quantidade de personagens, <em><strong>Deixe a Neve Cair</strong></em> tem a missão de contar diversas histórias paralelas. Ainda que cada subtrama possua seu obstáculo e resolução bem definidos, a montagem é problemática ao tentar criar uma homogeneidade e uma unidade geral. Como cada personagem disputa com o outro a atenção do espectador, a constante mudança entre suas aventuras sabota o nosso envolvimento com cada uma delas. Neste caso, fica a impressão que uma série antológica, com um episódio para cada jovem, seria mais eficiente.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11801" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/Deixe-a-Neve-Cair1-750x500.jpg" alt="Deixe a Neve Cair" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/Deixe-a-Neve-Cair1.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/Deixe-a-Neve-Cair1-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/Deixe-a-Neve-Cair1-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Além disso, uma outra consequência desta falta de harmonia, é que surge uma sensação de que certas jornadas são mais &#8220;protagonistas&#8221; do que outras, principalmente o romance entre Tobin e Angie. De mesmo modo, com exceção da lanchonete <em>Waffle Town</em>, não há nenhum elo de conexão entre tais acontecimentos paralelos. Por outro lado, seria possível dizer que há, pelo menos, um tema comum: a autoaceitação e o amadurecimento para chegar amor.</p>
<p>Neste sentido, Snellin consegue assumir bem o tom de <em>Sessão da Tarde</em> de <em><strong>Deixe a Neve Cair</strong></em>, colocando seus personagens para enfrentarem problemas que os amadureçam, mas sem perder aqui o foco infanto-juvenil, como a perseguição de carro ou a partida de hóquei. O que o diretor não consegue, no entanto, é explorar mais deste caráter de fábula que ele propõe criar desde o início do filme. Com uma direção e ambientação bastante protocolares — o que até reforça esta dimensão de filme para televisão — são poucos elementos, além da neve, que indicam a &#8220;mágica&#8221; que o roteiro insiste em assumir. No máximo, apenas pequenas sutilezas, como o figurino de mago de Tobin ou a misteriosa personagem de Joan Cusack, que parece um anjo caído do céu.</p>
<p>Por conta um competente elenco que traz essa leveza e inocência que um filme natalino com ares mágicos pede, <em><strong>Deixe a Neve Cair </strong></em>consegue ter um mínimo de carisma. Justificando sua ida diretamente para o serviço de <em>streaming</em><em>, </em>ele se enrola em suas próprias subtramas, além da falta originalidade. Fica a impressão de que a <em>Netflix</em> consultou em seu algoritmo temas universais e atuais que as pessoas querem assistir. Abordando assuntos que vão desde a alienação causada por celulares até relacionamentos <em>LGBT</em> — que chegam a ter sua superfície arranhada mas não são devidamente aprofundados — é como se o filme fosse uma árvore de Natal coberta de enfeites e adereços, mas falta a estrela no topo que dá a harmonia ao todo.</p>
<p><strong>Diretor: </strong>Luke Snellin</p>
<p><strong>Elenco: </strong>Jacob Batalon, Mitchell Hope, Kiernan Shipka, Odeya Rush, Live Hewson, Shameik Moore, Isabela Merced, Joan Cusack</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p>[youtube https://www.youtube.com/watch?v=_4RecOI_Pds&amp;w=750&amp;h=500]</p>
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		<title>Crítica: Goosebumps &#8211; Monstros e Arrepios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Oct 2015 13:34:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Amy Ryan]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Sucesso da década de 1990 graças à imaginação do escritor R.L. Stine, a série literária de terror juvenil Goosebumps ganha uma nova versão cinematográfica em 2015. Goosebump também já virou série pela Fox, que trazia diversas histórias publicadas em cerca de sessenta livros, cada uma com universos e personagens diferentes. Tratava-se de um apanhado de narrativas feitas para o público infantil e adolescente, trazendo tramas com fantasmas e monstros que não necessariamente metem medo em um público mais experiente. A proposta de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_3832" aria-describedby="caption-attachment-3832" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/10/goosebumps.0.0.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-3832 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/10/goosebumps.0.0-620x349.jpg" alt="goosebumps.0.0" width="620" height="349" /></a><figcaption id="caption-attachment-3832" class="wp-caption-text">Carisma: Através de Jack Black, filme presta sua homenagem ao criador de Goosebumps</figcaption></figure>
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<p>Sucesso da década de 1990 graças à imaginação do escritor R.L. Stine, a série literária de terror juvenil <i>Goosebumps</i> ganha uma nova versão cinematográfica em 2015. <i>Goosebump </i>também já virou série pela Fox, que trazia diversas histórias publicadas em cerca de sessenta livros, cada uma com universos e personagens diferentes. Tratava-se de um apanhado de narrativas feitas para o público infantil e adolescente, trazendo tramas com fantasmas e monstros que não necessariamente metem medo em um público mais experiente. A proposta de Stine é abordar tudo com muito humor em narrativas que geralmente trazem jovens em meio ao universo fantástico proposto pelo autor quando se mudam para um novo bairro e acabam de passar por eventos traumáticos.</p>
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<p>O longa de Rob Letterman inicia sua história nos apresentando a um desses jovens, Zach, interpretado, Dylan Minnette. Ele acaba de se mudar para Greendale, no estado de Maryland, com sua mãe Gale, personagem da atriz Amy Ryan. Zach e Gale mudam-se para a cidade após um evento traumático na família e têm que se adaptar a nova vida na escola local, onde ele entra como calouro entre os alunos e ela passa a trabalhar na diretoria. A vida de Zach é colocada de cabeça para baixo quando ele conhece o seu estranho vizinho, interpretado pelo ator Jack Black, e sua filha Hannah, por quem o protagonista se apaixona. Inesperadamente, esta relação será o estopim para a libertação de uma série de estranhas criaturas aprisionadas em um outro universo e que passam a infernizar a vida dos moradores de Greendale.</p>
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<figure id="attachment_3835" aria-describedby="caption-attachment-3835" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/10/goosebumps-picture01.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-3835 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/10/maxresdefault-6-620x349.jpg" alt="maxresdefault (6)" width="620" height="349" /></a><figcaption id="caption-attachment-3835" class="wp-caption-text">Abominável monstro das neves: Personagem é uma entre várias criaturas do universo de Stine que aparecem no longa</figcaption></figure>
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<p>Tendo feito sua carreira basicamente na animação, com produções como <i>Monstros vs. Alienígenas</i> e <i>O Espanta Tubarões &#8211; </i>o único trabalho dele com atores de carne e osso foi um nada animador <i>As Viagens de Gulliver</i>, também com Jack Black no elenco &#8211; Rob Letterman demonstra outro fôlego em <i>Goosebumps</i>. <i>Goosebumps &#8211; Monstros e Arrepios</i> é um produto bem mais interessante na carreira do diretor. Com o roteiro de Darren Lemke (<i>Jack, o caçador de gigantes</i>), Letterman faz um filme metalinguístico que se enquadra na mesma categoria de alguns dos melhores filmes do gênero para públicos juvenis e que já se tornaram os icônicos clássicos da &#8220;Sessão da Tarde&#8221; dos anos 90, uma espécie de <i>Jumanji </i>dos nossos tempos, com todas as criaturas concebidas por R.L. Stine invadindo o mundo real e muita correria, <i>gags</i>, adolescentes lidando com a descoberta do amor e um adulto de passado conturbado, mas suavizado pelo humor e pelo carisma de uma figura como Jack Black.</p>
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<p>Estruturalmente, <i>Goosebumps &#8211; Monstros e Arrepios </i>não subverte nenhuma regra, nem precisaria, sua proposta não é essa. A ideia é se apoiar em marcas do modelo de narrativa da &#8220;aventura juvenil&#8221; e entregar um filme que reverencia não apenas a série literária de R. L. Stine como também a série de TV que os contos originaram. Os responsáveis por essa adaptação inseriram figuras icônicas desse universo, incluindo a mais representativa de todas elas, o boneco de ventríloco Slappy, além disso encontram no filme uma forma de homenagear o seu escritor através do personagem de Jack Black.</p>
</div>
<figure id="attachment_3834" aria-describedby="caption-attachment-3834" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/10/goosebumps-picture01.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-3834 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/10/goosebumps-picture01-600x400.jpg" alt="goosebumps-picture01" width="600" height="400" /></a><figcaption id="caption-attachment-3834" class="wp-caption-text">Ecos de Jumanji: Filme dialoga com a aventura juvenil protagonizada por Robin Williams na década de 90</figcaption></figure>
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<p>Divertido e afetuoso, <i>Goosebumps &#8211; Monstros e Arrepios </i>é uma aventura juvenil que demonstra potencial para agradar públicos de diversas faixas e com diversos tipos de relação com a obra original, ou seja, iniciados ou não na série de Stine irão se esbaldar. Rob Letterman conseguiu criar o seu próprio parque de diversões nostálgico com uma pontinha de originalidade e um tratamento interessante a universos já concebidos em outra plataforma. Em suma, ele foi certeiro.</p>
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		<title>Crítica: O Doador de Memórias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Sep 2014 14:12:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Estreias]]></category>
		<category><![CDATA[Alexander Skarsgård]]></category>
		<category><![CDATA[Brenton Thwaites]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Doador de Memórias é o tipo do filme que cria toda uma expectativa principalmente pelo fato de ter Meryl Streep. O que por si só, vamos combinar, já é o suficiente para tirar qualquer pessoa de sua casa para ir ao cinema. Mas nem mesmo Meryl consegue sustentar sozinha um filme mediano que se propõe muito além do que efetivamente cumpre. O enredo conta a história de uma sociedade futurista, onde a humanidade atingiu a perfeição e ninguém passa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/09/3.jpeg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-1918 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/09/3.jpeg" alt="3" width="610" height="348" /></a></p>
<p>O Doador de Memórias é o tipo do filme que cria toda uma expectativa principalmente pelo fato de ter Meryl Streep. O que por si só, vamos combinar, já é o suficiente para tirar qualquer pessoa de sua casa para ir ao cinema. Mas nem mesmo Meryl consegue sustentar sozinha um filme mediano que se propõe muito além do que efetivamente cumpre.</p>
<p>O enredo conta a história de uma sociedade futurista, onde a humanidade atingiu a perfeição e ninguém passa fome, nem fica doente, nem briga, nem nada. Tudo isso foi possível, no entanto, graças à exclusão de sentimentos dos humanos. Diariamente eles tomam uma injeção que os impede se sentir e com isso, as pessoas não brigam, não iniciam guerras nem nada. As pessoas não sabem de nada do passado, nenhum detalhe, nem uma parte da história. Tudo isso é designado ao doador de memórias. Ele é representado por um homem que abriga todas as memórias do mundo, toda a história que ninguém lembra e serve de conselheiro dos anciãos, dizendo que decisões devem ser tomadas.</p>
<p>Quando os jovens atingem determinada idade, eles são escolhidos para representar papéis na sociedade. Têm as mães, os professoras, os esportistas e por aí vai. O protagonista, interpretado por Brenton Thwaites (o príncipe encantado de “Malévola”), é escolhido para ser o próximo doador de memórias e deve passar os próximos meses aprendendo o ofício. Acontece que ele começa a se chocar com essa nova realidade e entrar em confronto com a própria sociedade.</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/09/DF-03407R.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-1919 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/09/DF-03407R.jpg" alt="DF-03407R" width="610" height="348" /></a></p>
<p>Em tese, a história já é comum o suficiente para segurar um filme inteiro. Toda a fotografia é em preto e branco e vai ganhando cores à medida que Jonas vai descobrindo as memórias. Ok, se não fosse o fato de que esse é um dos maiores ápices do longa. Aliás, reside aí o grande problema do enredo. Ele não tem um pico em momento nenhum. O filme segue morno o tempo todo e de repente acaba. O espectador fica esperando por algo que nunca acontece.<br />
É incrível dizer que a própria atuação de Meryl Streep fica bem apagada diante de todo o cenário sem graça da narrativa. Ela é ótima como sempre, mas passa facilmente despercebida. Jeff Bridges é outro que tem a interpretação abafada pelo enredo ruim. Uma grande pena.</p>
<p>Aliás, no geral, ninguém se sobressai no filme. Temos pessoas interessantes como Katie Holmes e Alexander Skarsgård, mas o espectador não consegue descobrir qual a deles o longa todo.</p>
<p>Talvez a falta de um vilão efetivo seja uma justificativa plausível para toda calmaria do filme. Ninguém é exatamente ruim nem se contrapõe totalmente ao protagonista. Por isso, certamente, que o filme acaba sem que tenha um confronto final nem nada do tipo. A sensação que fica é uma espécie de conto, que não sustenta as quase duas horas de filme.</p>
<p>No final das contas, O Doador de Memórias não é ruim, não. É legal e ponto. Mas esse ponto é que decepciona quem assiste, já que poderia ser um filme infinitamente melhor e mais bem trabalhado. Nada se sobressai, trilha sonora, fotografia, atuações, nada. Uma grande pena e desperdício de elenco.</p>
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