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	<title>Arquivos O Lobo de Wall Street - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos O Lobo de Wall Street - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Top 5: Filmes sobre Wall Street</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Jan 2016 12:10:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[A Grande Aposta]]></category>
		<category><![CDATA[Fogueira das Vaidades]]></category>
		<category><![CDATA[O Lobo de Wall Street]]></category>
		<category><![CDATA[Psicopata Americano]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nesta quinta-feira (14) estreia o filmaço A Grande Aposta, de Adam McKay (O Âncora). Com algumas indicações e vitórias nesta temporada de prêmios de 2016, o longa conta a história de alguns empresários de Wall Street que previram a crise imobiliária dos Estados Unidos, antes de toda a população. O elenco é composto por nomes bem conhecidos como Brad Pitt, Steve Carell, Ryan Gosling, Christian Bale, Melissa Leo e Maria Tomei. A crítica do filme já foi publicada no site, leia [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-4366" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/01/3055096-inline-i-2-adam-mckay-and-the-big-short-620x349.jpg" alt="3055096-inline-i-2-adam-mckay-and-the-big-short" width="620" height="349" /></p>
<p>Nesta quinta-feira (14) estreia o filmaço <strong><em>A Grande Aposta</em></strong>, de Adam McKay (<em>O Âncora</em>). Com algumas indicações e vitórias nesta temporada de prêmios de 2016, o longa conta a história de alguns empresários de Wall Street que previram a crise imobiliária dos Estados Unidos, antes de toda a população. O elenco é composto por nomes bem conhecidos como Brad Pitt, Steve Carell, Ryan Gosling, Christian Bale, Melissa Leo e Maria Tomei. A crítica do filme já foi publicada no site, <a href="http://coisadecinefilo.com.br/critica-a-grande-aposta/">leia aqui</a>.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/SLDImPR03BI" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>Pensando no clima de Wall Street, o<em> Coisa de Cinéfilo</em> preparou um top 5 de longas que tratam desse universo tenso, cruel e de lógica própria que é o mercado financeiro:</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-4371" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/01/wall-street-money-never-sleeps-003_196215-1280x800-620x388.jpg" alt="wall-street-money-never-sleeps-003_196215-1280x800" width="620" height="388" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>#05. Wall Street &#8211; O Dinheiro nunca Dorme (2010)</strong></p>
<p>Continuação de <em>Wall Street &#8211; Poder e Cobiça</em>, o filme traz novamente Gordon Gekkon (Michael Douglas) , porém ele agora tem o objetivo de fazer do seu futuro genro um parceiro de negócios para retomar o seu lugar em Wall Street. Também dirigido por Oliver Stone, o mesmo diretor do primeiro filme, o longa consegue manter o clima do original e ainda tem a participação de Charlie Sheen, reprisando seu papel da primeira película.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/KrHEPDQaOGU" width="640" height="480" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-4370" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/01/105359.jpg-r_640_600-b_1_D6D6D6-f_jpg-q_x-xxyxx-620x346.jpg" alt="105359.jpg-r_640_600-b_1_D6D6D6-f_jpg-q_x-xxyxx" width="620" height="346" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>#04. A Fogueira de Vaidades (1990) </strong></p>
<p>Baseado no romance de Tom Wolfe, o filme tem o enredo voltado para a personagem Sherman McCoy (Tom Hanks), um empresário de sucesso em Wall Street, que vê sua vida mudar após alguns deslizes em sua vida. Dirigido por Brian de Palma, o longa vale ser conferido por mostrar o avesso do sucesso, um caminho inverso dentro do mundo dos negócios.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/ZIz_RlNZZlg" width="640" height="480" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-4369" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/01/american-psycho-620x349.jpg" alt="american-psycho" width="620" height="349" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong># 03. Psicopata Americano (2000) </strong></p>
<p>Também estrelado por Christian Bale. Só que a narrativa segue por um rumo bem diferente daquele de <em>A Grande Aposta</em>, ao invés de tratar sobre as finanças, o longa, dirigido por Mary Harron (<em>Big Love</em>), é um suspense sobre o <em>yuppie</em> nova iorquino Patrick Bateman. O rapaz é um jovem empresário, aparentemente comum, mas com um segredo, ele é um psicopata. Além da interpretação de Bale, o filme vale pelo roteiro intrigante, que apesar de perder o fôlego em seu desfecho, causa algumas tensões no público.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/wPMN21NWj4Q" width="640" height="480" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-4368" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/01/1393706173686-620x349.jpg" alt="1393706173686" width="620" height="349" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong># 02. Wall Street &#8211; Poder e Cobiça (1987) </strong></p>
<p>Filme básico em qualquer lista cinematográfica sobre o tema, o longa narra a trajetória de Buddy Fox (Charlie Sheen) dentro do mundo dos negócios e sua gana em conhecer seu ídolo Gordon Gekko (Michael Douglas), um bem-sucedido empresário de Wall Street. Dirigido por Oliver Stone, a narrativa vale por ser um clássico, por ter um elenco afinado, por conseguir impactar e ter deixado frases icônicas como “O dinheiro nunca dorme”, palavras que entrariam no título da continuação da película.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/FCctqbRrsBQ" width="640" height="480" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-4367" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/01/o-THE-WOLF-OF-WALL-STREET-facebook-620x310.jpg" alt="o-THE-WOLF-OF-WALL-STREET-facebook" width="620" height="310" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong># 01. O Lobo de Wall Street (2013) </strong></p>
<p>Dirigido por Martin Scorsese, o filme é uma adaptação do livro homônimo que conta a história de Jordan Belfort, um empresário fraudulento de Wall Street que se vê no caminho da fortuna através de seus golpes. O longa vale a pena por diversos motivos: o roteiro, de Terence Winter (<em>Família Soprano</em>), mescla tensão e momentos cômicos; a dupla Leonardo DiCaprio e Jonah Hill é impagável; e a direção de Scorsese está na medida, ainda que não seja seu melhor trabalho.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/PoSCUsNQVtw" width="853" height="480" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Podcast # 01 &#8211; Retrospectiva 2014: Parte 1</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Dec 2014 22:03:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[2014]]></category>
		<category><![CDATA[Boyhood - Da Infância à Juventude]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Scarlett Johansson sempre foi uma boa atriz? Falando em Scarlett, Lucy é pretensioso ou uma piração inventiva do Luc Besson? Guardiões da Galáxia é melhor do que Os Vingadores? Jogos Vorazes &#8211; A Esperança: Parte 1 é um dos piores filmes da franquia? De que lado você está em Garota Exemplar? Amy (Rosamund Pike) ou Nick (Ben Affleck)? Qual a relação entre Shailene Woodley e um detergente? Estas foram algumas das questões que surgiram no primeiro podcast do site. A [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_2517" aria-describedby="caption-attachment-2517" style="width: 638px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/12/DZf.1280x7201.jpeg"><img decoding="async" class="wp-image-2517" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/12/DZf.1280x7201-620x216.jpeg" alt="DZf.1280x720" width="638" height="222" /></a><figcaption id="caption-attachment-2517" class="wp-caption-text">Podcast # 01 &#8211; Parte 1: Melhores filmes de 2014</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Scarlett Johansson</strong> sempre foi uma boa atriz? Falando em Scarlett, <strong><em>Lucy</em></strong> é pretensioso ou uma piração inventiva do Luc Besson? <strong><em>Guardiões da Galáxia </em></strong>é melhor do que <em>Os Vingadores</em>? <strong><em>Jogos Vorazes &#8211; A Esperança: Parte 1 </em></strong>é um dos piores filmes da franquia? De que lado você está em <strong><em>Garota Exemplar</em></strong>? Amy (Rosamund Pike) ou Nick (Ben Affleck)? Qual a relação entre <strong>Shailene Woodley</strong> e um detergente? Estas foram algumas das questões que surgiram no primeiro podcast do site. A conversa foi tão longa que teve que ser dividida em duas partes.</p>
<p>Na primeira parte do podcast <strong>Marcela Gelinski, Wanderley Teixeira</strong> e <strong>Enoe Lopes Pontes</strong> fizeram uma retrospectiva de 2014 nos cinemas e elencaram os seus cinco melhores filmes do ano. Como o programa ficou relativamente longo, decidimos marcar o início da discussão dos principais tópicos para facilitar a experiência de vocês.</p>
<p>00:00 &#8211; Fatos que marcaram em 2014</p>
<p>15:56 &#8211; Sob a Pele</p>
<p>24:08 &#8211; X-Men: Dias de um Futuro Esquecido</p>
<p>28: 49 &#8211; Ela</p>
<p>33:52 &#8211; O Lobo Atrás da Porta</p>
<p>39:17 &#8211; O Abutre</p>
<p>42:18 &#8211; Lucy</p>
<p>47:45 &#8211; Inside Llewyn Davis: Balada de um Homem Comum</p>
<p>55:18 &#8211; Boyhood: Da Infância à Adolescência</p>
<p>60:41 &#8211; Guardiões da Galáxia</p>
<p>65:11 &#8211; O Lobo de Wall Street</p>
<p>69:48 &#8211; Jogos Vorazes: A Esperança &#8211; Parte 1</p>
<p>76:38 &#8211; Garota Exemplar</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/12/microfono_thumb.png"><img decoding="async" class="size-full wp-image-2531 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/12/microfono_thumb.png" alt="microfono_thumb" width="102" height="171" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Ouça</strong> <a href="https://www.copy.com/s/dDy3piL22AbYho2m/Podcast%20-%20Retrospectiva%202014_Parte%201.wav" target="_blank">aqui</a> o <strong>Podcast #01 &#8211; Restrospectiva 2014: Parte 1</strong></p>
<p><strong>ATENÇÃO! CUIDADO COM OS SPOILERS!</strong> Desculpem as falhas na gravação e na edição, prometemos solucioná-las nos próximos.</p>
<p>Aguardamos os seus comentários no site ou por e-mail!</p>
<p>Em breve, disponibilizaremos a parte 2!  ;)</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/podcast-01-retrospectiva-2014-parte-1/">Podcast # 01 &#8211; Retrospectiva 2014: Parte 1</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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		<title>Guia Oscar 2014: Diretores</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/guia-oscar-2014-diretores/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Feb 2014 21:03:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Premiações]]></category>
		<category><![CDATA[12 Anos de Escravidão]]></category>
		<category><![CDATA[Alexander Payne]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>David O. Russell – “Trapaça” O diretor David O. Russel concorre ao Oscar de Melhor Diretor por seu trabalho em “Trapaça”. O cineasta vem, nos últimos anos, apresentando trabalhos extremamente bem sucedidos, como “O Vencedor”, em 2010, e “O Lado Bom da Vida”, em 2012. Em ambos os casos, ele foi indicado na categoria, além do filme concorrer em diversas outras e ganhar algumas premiações. É o caso da parceria com Jennifer Lawrence, que já aconteceu duas vezes e com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/american-hustle-david-o-russel-christian-bale.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-375" alt="american-hustle-david-o-russel-christian-bale" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/american-hustle-david-o-russel-christian-bale.jpg" width="611" height="350" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>David O. Russell</strong> – “<em>Trapaça</em>”</p>
<p>O diretor David O. Russel concorre ao Oscar de Melhor Diretor por seu trabalho em “<em>Trapaça</em>”. O cineasta vem, nos últimos anos, apresentando trabalhos extremamente bem sucedidos, como “<em>O Vencedor</em>”, em 2010, e “<em>O Lado Bom da Vida</em>”, em 2012. Em ambos os casos, ele foi indicado na categoria, além do filme concorrer em diversas outras e ganhar algumas premiações. É o caso da parceria com Jennifer Lawrence, que já aconteceu duas vezes e com sucesso, rendendo à jovem sua primeira estatueta em tão pouco tempo de profissão. Ele também já trabalho três vezes com Mark Wahlberg, como no filme “<em>Três Reis</em>”, de 1999, “<em>Huckabees &#8211; A Vida é uma Comédia</em>”, de 2004, e “<em>O Vencedor</em>”, ao lado de Christian Bale, que levou o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante. Apesar do pouco tempo de produção e direção, o cineasta já mostrou para o que veio e está entrando no rol de melhores da sua geração. “Eu faço todo filme e cena como se fossem meus últimos”, pontuou certa feita. Seu trabalho em “<em>Trapaça</em>”, no entanto, não é memorável e dificilmente levará a melhor no prêmio.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/gravity3.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-376" alt="gravity3" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/gravity3.jpg" width="611" height="350" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Alfonso Cuarón</strong> – “<em>Gravidade</em>”</p>
<p>O cineasta Alfonso Cuarón começou como um dos favoritos para ganhar o prêmio de Melhor Diretor no Oscar, mas recentemente perdeu espaço para Steve McQueen, com “<em>12 Anos de Escravidão</em>”. O mexicano eclético pode ser visto na direção de filmes com orçamento independente, como “<em>Biutiful</em>” e “<em>O Labirinto do Fauno</em>”, e até em grandes produções cinematográficas, como “<em>007 – Quantum of Solace</em>” e “<em>Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban</em>”, provando que consegue fazer excelentes trabalhos sob qualquer circunstância. Em “<em>Gravidade</em>”, ele mostra uma produção bem diferente e propriamente sua, com um filme que consegue prender o espectador com apenas um personagem e basicamente o mesmo cenário o tempo todo. Vale ressaltar que ele já levou o Globo de Ouro por seu trabalho neste filme e ainda “disputa” para levar o Oscar. Nos resta aguardar para saber.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/3944.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-377" alt="3944" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/3944.jpg" width="611" height="350" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Steve McQueen</strong> – “<em>12 Anos de Escravidão</em>”</p>
<p>O diretor Steve McQueen é o atual favorito para o Oscar de Melhor Diretor por “<em>12 Anos de Escravidão</em>”. Apesar de seu trabalho ter sido criticado em muitos momentos e divido opiniões de público e imprensa, o cineasta prova que a dedicação leva à perfeição. Com apenas três filmes no seu acervo cinematográfico, com “<em>Fome</em>”, de 2008, e “<em>Shame</em>”, de 2011, a qualidade do seu trabalho mostra que ele é grande merecedor da indicação. Em todos os casos, o britânico lidou com orçamentos apertados, com US$ 20 milhões em “<em>12 Anos de Escravidão</em>”, por exemplo, sendo que os filmes costumam ter mais de US$ 100 milhões para a produção. Ainda assim, ele mostra um filme emocionante e com conteúdo forte, trazendo à tona mais uma vez, porém com diferencial, o debatido tema da escravidão e relação com os negros nos Estados Unidos. Como ator favorito declarado, ele tem Michael Fassbender, que esteve presentes em todos os seus trabalhos nos principais papéis e concorre ao Oscar como Melhor Ator Coadjuvante.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/nebraska-bruce-dern-alexander-payne.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-379" alt="????????" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/nebraska-bruce-dern-alexander-payne.jpg" width="611" height="350" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Alexander Payne</strong> – “<em>Nebraska</em>”</p>
<p>O diretor Alexander Payne ficou conhecido por seu trabalho em “<em>Sideways – Entre Umas e Outras</em>” e “<em>Eleição</em>”. Nos dois filmes, o cineasta foi indicado a diversas premiações, como Melhor Roteiro Adaptado no Oscar, tanto para “<em>Sideways – Entre Umas e Outras</em>”, quanto para “<em>Os Descendentes</em>”, com quem fechou parceria com George Clooney e também concorreu como Melhor Diretor. Nascido na cidade de Omaha, no estado de Nebraska, o diretor traz um filme com apelo pessoal e a sutileza do uso de preto e branco na tela, que reforça a narrativa do longa, que conta a história de um senhor que recebeu uma carta de promoção e acredita ter ganhado uma bolada em dinheiro. Apontado como um de seus melhores trabalhos, “<em>Nebraska</em>” concorre a seis indicações e conta com o apoio de críticos especializados, que ressaltam a delicadeza do filme e personagens envolventes.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/margot-robbie-leonardo-dicaprio-and-martin-scorsese-on-set-of-the-wolf-of-wall-street.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-380" alt="margot-robbie-leonardo-dicaprio-and-martin-scorsese-on-set-of-the-wolf-of-wall-street" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/margot-robbie-leonardo-dicaprio-and-martin-scorsese-on-set-of-the-wolf-of-wall-street.jpg" width="611" height="350" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Martin Scorsese</strong> – “<em>O Lobo de Wall Street</em>”</p>
<p>Martin Scorsese retoma a muitíssimo bem sucedida parceria com Leonardo DiCaprio e apresenta “<em>O Lobo de Wall Street</em>”, um filme que passeia pela ironia e sátira de uma realidade bem americana. Apesar de ter sido indicado a premiações diversas vezes, entre Globo de Ouro, Oscar e BAFTA, o cineasta conquistou pela primeira vez o Oscar de Melhor Diretor apenas em 2007, com o filme “<em>Os Infiltrados</em>”. No seu acervo, grandes sucessos do cinema como “<em>A Invenção de Hugo Cabret</em>”, “<em>O Aviador</em>”, “<em>Gangues de Nova York</em>”, “<em>A Ilha do Medo</em>”, entre outros. A parceira com DiCaprio aconteceu pela primeira vez em “<em>Gangues de Nova York</em>”, em 2002, e já se repetiu por outros quatro filmes, substituindo seu antigo pupilo, que era o ator Robert De Niro. Com quase 3h de duração, “<em>O Lobo de Wall Street</em>” prova que quando o filme é excelente, o tempo torna-se irrelevante e traz para DiCaprio a tão sonhada possibilidade de ganhar seu primeiro Oscar de Melhor Ator.</p>
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		<title>O Lobo de Wall Street traz um Martin Scorsese contundente e irônico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Feb 2014 21:35:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Leonardo DiCaprio]]></category>
		<category><![CDATA[Martin Scorsese]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/leonardo-dicaprio-wolf-of-wall-street.jpg"><img decoding="async" class=" wp-image-256 alignleft" alt="THE WOLF OF WALL STREET" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/leonardo-dicaprio-wolf-of-wall-street-600x400.jpg" width="360" height="240" /></a>Dirigindo-se a um auditório cheio de indivíduos ávidos por uma resposta para seus problemas financeiros, Jordan Belfort oferece a cada um uma caneta e pede para que eles o convençam a comprá-la de alguma maneira. Belfort não ouve uma única resposta convincente, um fala sobre as qualidades estéticas do objeto, o outro fala sobre a sua durabilidade, mas nenhum deles lança a resposta que o jovem palestrante recém saído da cadeia e em condicional queria ouvir e que ele mesmo daria para a questão caso fosse indagado: &#8220;Compre a caneta porque você precisa dela!&#8221;. Essa sequência que encerra O Lobo de Wall Street traz a ideia que norteia toda a crítica à sociedade do consumo que Martin Scorsese, esbanjando a mesma vitalidade cinematográfica de alguns dos seus mais icônicos trabalhos, traz para um filme que não mede esforços ao mostrar o que existe de pior no ser humano, a sua ganância, moldada pela dependência por necessidades de consumo artificiais fabricadas por uma logística financeira que não poupa ninguém.</p>
<p>O Lobo de Wall Street traz a ascensão do jovem Jordan Belfort no mercado financeiro em Wall Street na década de 1980, logo após o fatídico episódio da &#8220;Segunda-feira Negra&#8221;, que fez a bolsa de Nova York despencar cerca de 500 pontos. Em meio a esse cenário, através de transações ilegais, Jordan consegue acumular uma fortuna, o que acaba chamando muita atenção para sua vida cheia de excessos e tornando-o a peça central de uma investigação promovida pelo FBI. Baseado nas memórias do próprio Belfort, Scorsese faz do longa uma narrativa episódica repleta de passagens do seu protagonista pelo mundo das drogas, dos crimes de colarinho branco, da prostituição e das festas cheias de ostentações e excentricidades, acompanhando todos esses relatos até a sua derrocada no início dos anos de 1990.</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/the-wolf-of-wall-street-leonardo-dicaprio-margot-robbie.jpg"><img decoding="async" class=" wp-image-257 alignright" alt="THE WOLF OF WALL STREET" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/the-wolf-of-wall-street-leonardo-dicaprio-margot-robbie-600x400.jpg" width="378" height="252" /></a>Diferente do que vêm se argumentando na imprensa norte-americana, O Lobo de Wall Street não é uma carta apaixonada de Martin Scorsese a indivíduos como Jordan Belfort, que não hesitam em cometer as maiores barbaridades em prol do benefício próprio e sequer demonstram um pingo de compaixão pelo próximo. A abordagem de Scorsese é expositiva, sem maiores interferências ou tentativas de sugerir conclusões para o seu espectador. A mensagem é muito mais sutil do que as aparências, o que o cineasta quer é através do exagero e da exposição ao ridículo dos seus personagens fazer o espectador refletir sobre a própria engrenagem de lucro, consumo e trabalho que acaba nos tornando escravos fora de si, indivíduos cegos, frios, incontrolavelmente repulsivos e sem freios. Não há adesão ou fascínio do diretor por aquele universo, muito pelo contrário. Scorsese acaba enredando o público nessa alegoria repleta de cores e atrativos para em seguida nos questionar: é por esse tipo de vida e por esse tipo de gente que vocês estão mesmo fascinados? Esse é o principal êxito de O Lobo de Wall Street.</p>
<p>Os personagens do filme são basicamente definidos por suas ações, indistintos em personalidade como uma manada de animais ensandecidos. Não há propriamente individualidades, mas o trabalho conjunto de um elenco afiado formado por Leonardo DiCaprio, Jonah Hill (os dois protagonizam uma das cenas mais absurdas já vistas no cinema e que envolve o efeito colateral de uma das drogas consumidas pela dupla), Margot Robbie, Matthew McConaughey (em participação espirituosa) e Jean Dujardin (o vencedor do Oscar por O Artista dando conta do recado). Scorsese conferiu um tom uníssono de histrionice que está à serviço da própria proposta da sua obra. Claro que Leonardo DiCaprio é o grande destaque por liderar essa embarcação que parece ter saído de um manicômio, mas não há construção individualizada de personagens multidimensionais já que todos tornam-se animais irracionais utilizando os mais baixos recursos para conseguir mais e mais dinheiro, mais e mais poder. Ou seja, mais uma decisão certeira na direção de Scorsese. Talvez a única distinção feita nesta seara seja para o personagem de Kyle Chandler, o agente do FBI que investiga Belford, não por acaso, um dos poucos corretor do grupo (aliás, uma interpretação subestimada e pouco comentada).</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/the-wolf-of-wall-street-leonardo-dicaprio-jon-bernthal.jpg"><img decoding="async" class=" wp-image-258 alignleft" alt="THE WOLF OF WALL STREET" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/the-wolf-of-wall-street-leonardo-dicaprio-jon-bernthal-600x400.jpg" width="378" height="252" /></a>Sem querer parecer saudosista, os anos de 1970 e 1980, somando-se a essas décadas o brilhante Os Bons Companheiros, continuam sendo a melhor fase de Martin Scorsese. No entanto, O Lobo de Wall Street por manter diálogo com algumas das melhores obras do diretor ganha lugar de destaque na sua recente filmografia. Excessivo e sem concessões, Scorsese expõe o lado mais asqueroso do ser humano através do ridículo, da ironia, e não há nenhuma apologia a isso. Caso a pura diversão e a idolatria dos personagens dominem a plateia, sem a mínima reflexão sobre os seus atos, já não é mais problema do cineasta pois ele mesmo oferece mecanismos para irmos no sentido contrário. A adesão ou não ao estilo de vida de Jordan Belford é algo que não está nas mãos de O Lobo de Wall Street, que, por sinal, traz, através do humor, muito mais uma crítica a esse tipo de comportamento do que uma carta de amor incondicional aos seus principais agentes.</p>
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