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	<title>Arquivos Nell Tiger Free - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: A Primeira Profecia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Apr 2024 15:42:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>No cenário em que O Exorcista: O Devoto foi um dos títulos de terror mais decepcionantes de 2023, o resultado positivo de A Primeira Profecia é a grande surpresa de 2024. O longa retoma outra franquia bastante celebrada do gênero, A Profecia, cujo primeiro filme lançado em 1976 sob a direção de Richard Donner gerou continuações e remakes ao longo dos anos. A Primeira Profecia é uma prequela e narra eventos que antecederam os fatos abordados no filme de 1976 ao trazer as origens e o nascimento [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No cenário em que O Exorcista: O Devoto foi um dos títulos de terror mais decepcionantes de 2023, o resultado positivo de <em><strong>A Primeira Profecia</strong></em> é a grande surpresa de 2024. O longa retoma outra franquia bastante celebrada do gênero, A Profecia, cujo primeiro filme lançado em 1976 sob a direção de Richard Donner gerou continuações e remakes ao longo dos anos.</p>
<p><em><strong>A Primeira Profecia</strong></em> é uma prequela e narra eventos que antecederam os fatos abordados no filme de 1976 ao trazer as origens e o nascimento do garoto Damien, o anticristo adotado pelo casal de americanos vividos outrora por Gregory Peck e Lee Remick. Em <em>A Primeira Profecia</em> acompanhamos a chegada da noviça Margaret a um convento em Roma para iniciar sua trajetória religiosa. Nos primeiros dias da sua estadia, Margaret é surpreendida por estranhos acontecimentos no local, todos eles vinculados a uma jovem nascida no convento e mantida sob vigilância pelas freiras em virtude do seu comportamento arredio.</p>
<p>A diretora Arkasha Stevenson, mais conhecida pelo seu trabalho na televisão com séries como Vingança sabor Cereja e Legião, faz um trabalho extraordinário de profundo conhecimento das engrenagens do gênero terror. Apoiada por um roteiro de sua co-autoria que desenvolve de maneira consistente a mitologia em torno do anticristo e toda uma trama conspiratória envolvendo a Igreja Católica e sua predisposição a usar o medo como forma de manter a instituição viva e relevante para seus fiéis, Stevenson faz um ótimo trabalho na construção de uma cenário de &#8220;gelar a espinha&#8221; da sua protagonista e do público. <em><strong>A Primeira Profecia</strong></em> mantém o espectador atento a tudo o que acontece no filme e surpreende o público com o desenrolar dos seus eventos e com as imagens que corajosamente exibe para um contexto do audiovisual estadunidense cada vez mais tendente a assepsia.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-17936" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/04/image-1-2.png" alt="A Primeira Profecia" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/04/image-1-2.png 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/04/image-1-2-360x240.png 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/04/image-1-2-610x407.png 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/04/image-1-2-720x480.png 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Conforme mergulha nas tramoias engendradas pelos seus superiores, o cardeal interpretado por Bill Nighy e a madre superiora vivida por Sonia Braga, ambos ótimos e com grande destaque, a protagonista Margaret percorre um arco interessante de amadurecimento. Arkasha Stevenson realiza uma condução impecável, seja nos momentos em que deve ser sutil e não revelar muito para o espectador, seja nas passagens nas quais <em><strong>A Primeira Profecia</strong></em> flerta com o gore. Impossível, por exemplo, esquecer duas cenas de parto presentes na história, ambas apavorantes e de prender o fôlego.</p>
<p>Existe em <em><strong>A Primeira Profecia</strong></em> um eco da geração da década de 1970, daquilo que aqueles diretores imprimiam a essas histórias e que elevou o status do horror. É evidente que em cada decisão artística de Stevenson ela &#8220;conversa&#8221; com trabalhos marcantes da década, como é o caso do próprio A Profecia, O Exosrcista e, uma década antes, O Bebê de Rosemary. <em>A Primeira Profecia</em> tem uma coragem em abraçar o gênero, em explorar as nuances sociológicas das suas histórias e o potencial imagético do horror. Isso está presente na trilha sonora, no uso da luz e da sombra, na forma como o filme representa figuras demoníacas etc. Quem celebra essa filmografia, certamente se sentirá contemplado por esse longa.</p>
<p><em><strong>A Primeira Profecia</strong></em> é prova de como Hollywood pode explorar suas principais marcas preocupando-se com a qualidade nessas empreitadas, não é algo muito difícil. A direção bem aplicada de Arkasha Stevenson nesse longa reverencia o clássico e toda uma base do cinema de horror faz <em>A Primeira Profecia</em> aproveitando os melhores elementos dessa geração e utilizá-los de forma criativa, mas também sabe seguir os seus próprios caminhos, criando uma obra revigorante para quem gosta do gênero. Há boas lições a serem aprendidas com o resultado de <em>A Primeira Profecia</em> e Hollywood deveria tomar nota para que casos como este sejam mais frequentes do que desastres da proporção de O Exorcista: O Devoto.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Arkasha Stevenson</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Nell Tiger Free, Bill Nighy, Sônia Braga</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
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