<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Nathália Timberg - Coisa de Cinéfilo</title>
	<atom:link href="https://coisadecinefilo.com.br/tag/nathalia-timberg/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/nathalia-timberg/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Fri, 27 Mar 2026 01:19:32 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/cropped-favicon3-5-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Nathália Timberg - Coisa de Cinéfilo</title>
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/nathalia-timberg/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Crítica Velhos Bandidos</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-velhos-bandidos/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-velhos-bandidos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 12:33:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Estreias]]></category>
		<category><![CDATA[Ary Fontoura]]></category>
		<category><![CDATA[Bruna Marquezine]]></category>
		<category><![CDATA[Cláudio Torres]]></category>
		<category><![CDATA[Conspiração Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Fábio Mendes]]></category>
		<category><![CDATA[Fernanda Montenegro]]></category>
		<category><![CDATA[Guida Vianna]]></category>
		<category><![CDATA[Hamilton Vaz Pereira]]></category>
		<category><![CDATA[Hugo Bonemer]]></category>
		<category><![CDATA[Laila Garin]]></category>
		<category><![CDATA[Lázaro Ramos]]></category>
		<category><![CDATA[Mary Sheila]]></category>
		<category><![CDATA[Nathália Timberg]]></category>
		<category><![CDATA[Paris Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Reginaldo Faria]]></category>
		<category><![CDATA[Renan Flumian]]></category>
		<category><![CDATA[Teca Pereira]]></category>
		<category><![CDATA[Tony Tornado]]></category>
		<category><![CDATA[Velhos Bandidos]]></category>
		<category><![CDATA[Vera Fischer]]></category>
		<category><![CDATA[Vladimir Brichta]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=20528</guid>

					<description><![CDATA[<p>Os anos 2000 carregam uma forte memória afetiva do boom do cinema nacional, especialmente com comédias que marcaram gerações, como O Auto da Compadecida (2000), Lisbela e o Prisioneiro (2003), Se Eu Fosse Você (2006), Ó Paí, Ó (2007) e Saneamento Básico, O Filme (2007). Esse estilo de filme parece ter perdido espaço ao longo dos anos, sendo ocupado por longas-metragens de ação e suspense. O cineasta Cláudio Torres (O Homem do Futuro, de 2011), no entanto, parece tentar virar [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-velhos-bandidos/">Crítica Velhos Bandidos</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os anos 2000 carregam uma forte memória afetiva do <em>boom</em> do cinema nacional, especialmente com comédias que marcaram gerações, como <em>O Auto da Compadecida (2000)</em>, <em>Lisbela e o Prisioneiro (2003)</em>, <em>Se Eu Fosse Você (2006)</em>, <em>Ó Paí, Ó (2007)</em> e <em>Saneamento Básico, O Filme (2007)</em>. Esse estilo de filme parece ter perdido espaço ao longo dos anos, sendo ocupado por longas-metragens de ação e suspense. O cineasta Cláudio Torres (<em>O Homem do Futuro</em>, de 2011), no entanto, parece tentar virar esse jogo com o seu mais novo projeto. Produzido pela Conspiração Filmes e distribuído pela Paris Filmes, <em><strong>Velhos Bandidos</strong></em> chega aos cinemas nesta quinta-feira (26) como uma promessa de resgate do tom cômico dos anos 2000.</p>
<p>Recheados de rostos conhecidos, o novo longa de Torres é a união entre o dinamismo de uma ação cinematográfica simples e objetiva com a comicidade das desventuras e atropelos do acaso com o grupo de criminosos liderados por Fernanda Montenegro (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-ainda-estou-aqui/"><em>Ainda Estou Aqui</em></a>, de 2024). Co-escrito pelo diretor e por Renan Flumian (<em>Amores Pandêmicos</em>, de 2023) e Fábio Mendes (<em>Dom</em>, de 2021-24), o filme desenvolve uma narrativa que não inova, nem surpreende com suas reviravoltas, mas que agrada com a entrega de seu elenco. Ainda que conte com situações inusitadas &#8211; algumas que beiram o absurdo -, <em><strong>Velhos Bandidos</strong></em> conta com a qualidade da contracena de seu elenco principal para guiar a história.</p>
<p>A naturalidade e a cumplicidade da troca entre o elenco é a força desse projeto. Conseguir reunir Montenegro, Ary Fontoura (<em>Patos!</em>, de 2023), Vladimir Brichta (<em>Pedaço de Mim</em>, de 2024), Bruna Marquezine (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-besouro-azul/"><em>Besouro Azul</em></a>, de 2023) e Lázaro Ramos (<em>Medida Provisória</em>, de 2022) num enredo leve, engraçado e com o que aparenta ser uma liberdade para brincar em cena é a grande sacada da produção. No auge dos seus 96 anos, dona Fernandona parece estar se deleitando com as cenas. Ao seu lado, Ary também aparenta curtir cada momento de sua participação em <strong><em>Velhos Bandidos</em></strong> e é o carisma dessa dupla que conquista o público logo nos primeiros momentos do longa.</p>
<figure id="attachment_20530" aria-describedby="caption-attachment-20530" style="width: 750px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-20530" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Velhos-Bandidos-2.jpg.jpg-750x500.jpeg" alt="Velhos Bandidos (2026)" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Velhos-Bandidos-2.jpg.jpg-750x500.jpeg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Velhos-Bandidos-2.jpg.jpg-1536x1024.jpeg 1536w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Velhos-Bandidos-2.jpg.jpg-2048x1365.jpeg 2048w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Velhos-Bandidos-2.jpg.jpg-360x240.jpeg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Velhos-Bandidos-2.jpg.jpg-720x480.jpeg 720w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Velhos-Bandidos-2.jpg.jpg-770x513.jpeg 770w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Velhos-Bandidos-2.jpg.jpg-1400x933.jpeg 1400w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption id="caption-attachment-20530" class="wp-caption-text">Bruna Marquezine e Vladimir Brichta em cena de &#8216;Velhos Bandidos (2026)&#8217;</figcaption></figure>
<p>Ao lado de Montenegro e Fontoura, Brichta e Marquezine também são responsáveis por ajudar com o apelo carismático. O <em>timing</em> cômico de Vladimir já é de conhecimento do espectador por conta de sua carreira e ele é conduzido pelos seus mestres em cena para um divertimento que chega em quem está assistindo. Bruna, apesar de ser a mais nova do quinteto principal, tem um vasto currículo e esteve se debruçando em projetos que lhe deram as ferramentas para aproveitar esse longa e se mostrar uma atriz inteligente em cena. Com o quarteto numa sintonia hilária, só falta observar o antagonista deles em <em><strong>Velhos Bandidos</strong></em>: o policial interpretado por Lázaro Ramos.</p>
<p>Ramos, ao contrário de seus colegas, é contraponto da narrativa. Um investigador obstinado que aparenta não descansar até desmascarar os bandidos, custe o que custar. Mesmo com sua extensa experiência com comédia, Lázaro acaba sendo, por boa parte do filme, a sobriedade que a narrativa pede para se manter fiel a ideia da ação policial. No entanto, seus momentos de troca com o restante do elenco desenham ainda mais o abismo entre tons que o longa carrega &#8211; o que, ora gera momentos engraçados, ora gera um leve desconforto por soar deslocado. Ainda assim, <em><strong>Velhos Bandidos</strong></em> se mantém funcionando por ter no <em>front</em> esse quinteto de qualidade que guia o filme.</p>
<p>A produção da Conspiração Filmes ainda conta com um elenco secundário de peso, um alto investimentos em efeitos especiais e um jogo de ação através da direção que prende a atenção. Ao fim da sessão, mesmo que sem nenhuma grande inovação ou surpresa, <em><strong>Velhos Bandidos </strong></em>acaba por agradar. É um filme Sessão da Tarde para arrancar algumas boas risadas por conta do seu elenco. A ação é bem executada dentro da proposta, mas o forte mesmo do projeto é o valor da contracena do quinteto e como eles se deliciam ao estarem em cena. Cada troca é um convite ao público para relaxar na poltrona e aproveitar a troca equilibrada que eles entregam.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Direção:</strong> Cláudio Torres</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Fernanda Montenegro, Ary Fontoura, Vladimir Brichta, Bruna Marquezine, Lázaro Ramos, Reginaldo Faria, Nathalia Timberg, Laila Garin, Vera Fischer, Tony Tornado, Teca Pereira, Hugo Bonemer, Mary Sheila, Guida Vianna e Hamilton Vaz Pereira</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/PRaDV-PaG4s?si=9SS3aZB2WS5Ns9xO" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-velhos-bandidos/">Crítica Velhos Bandidos</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-velhos-bandidos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Festival é Tudo Verdade: Zimba</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/festival-e-tudo-verdade-zimba/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/festival-e-tudo-verdade-zimba/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Apr 2021 16:20:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Camila Amado]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Documentário]]></category>
		<category><![CDATA[Festival É tudo Verdade]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Joel Pizzini]]></category>
		<category><![CDATA[Nathália Timberg]]></category>
		<category><![CDATA[Nicette Bruno]]></category>
		<category><![CDATA[Ziembinski]]></category>
		<category><![CDATA[Zimba]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=14033</guid>

					<description><![CDATA[<p>Contando a trajetória do ator e diretor Zbigniew Ziembinski, o documentário Zimba procura trazer um apanhado geral da vida do artista. Seja por momentos mais práticos – nos quais pedaços da sua vinda para o Brasil e todas as consequências disso aparecem –, ou nos instantes mais etéreos, com detalhes e sensações de sua produção, existe aqui um cuidado narrativo em tentar ambientar o espectador. Através de um roteiro conciso, no geral, o filme transmite, majoritariamente, o que ele parece [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/festival-e-tudo-verdade-zimba/">Festival é Tudo Verdade: Zimba</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Contando a trajetória do ator e diretor Zbigniew Ziembinski, o documentário <strong><em>Zimba</em></strong> procura trazer um apanhado geral da vida do artista. Seja por momentos mais práticos – nos quais pedaços da sua vinda para o Brasil e todas as consequências disso aparecem –, ou nos instantes mais etéreos, com detalhes e sensações de sua produção, existe aqui um cuidado narrativo em tentar ambientar o espectador. Através de um roteiro conciso, no geral, o filme transmite, majoritariamente, o que ele parece desejar: toda a complexidade criativa de Ziembinski, seu talento e a sua paixão pelo teatro e pelo cinema.</p>
<p>Ziembinski possui uma grande relevância para as artes cênicas do país e é considerado como um dos criadores do Teatro Moderno brasileiro. Para contar isto para o público, a projeção utiliza alguns recursos positivos, que constroem e elevam uma atmosfera do ambiente teatral, algo importante pelo fato das Artes Cênicas estarem presentes em sua carreira. Assim, há um bom uso de intérpretes entrevistadas, juntamente com outros atores que representam personagens de obras dirigidas pelo encenador. A iluminação é o ponto alto aqui, pois ela direciona o olhar para a cena e aumenta a potencialidade sensível, seja pelo o próprio tom  melancólico selecionado (azul) ou como o foco é trabalhado, por vezes iluminando toda a mise-en-scène ou parte dela.</p>
<p>O segundo elemento destacável em <em><strong>Zimba</strong> </em>são as narrações e os depoimentos feitos por três nomes conhecidos do audiovisual e/ou dos palcos, sendo elas: Nathália Timberg, Nicette Bruno e Camila Amado. Por elas serem atrizes experientes, é perceptível o trato que elas dão para as suas leituras e como contam cada história . Este fato é ainda mais presente em Amado. A textura que ela dá aos textos, incluindo quando ela diz alguns pedaços de obras dramatúrgicas, revelando a sua consciência de criação de imagem através da fala. A dinâmica do trio, que aparece separadamente, faz as sensações crescerem e emocionam e empolgam quem assiste.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-14039" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/04/zimba-documentario-imagem.jpg" alt="Zimba" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/04/zimba-documentario-imagem.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/04/zimba-documentario-imagem-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/04/zimba-documentario-imagem-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/04/zimba-documentario-imagem-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Por fim, pode-se falar sobre como a escolha das imagens de arquivo, juntamente com a forma como estas são colocadas, contribuem para a compreensão do estilo artístico de Ziembinski, bem como funcionavam seus processos. Além disso, fica nítida a amplitude de seu trabalho, quando são mostradas cenas e sequências de suas performances como ator, deixando para gerações novas, ou para quem o desconhecia, um material cuidadoso e extenso, que consegue abarcar esta pluralidade de <strong>Zimba</strong>.</p>
<p>No entanto, duas questões são incômodas aqui. A começar pelo trato um tanto plano sobre a figura de Ziembinski. É compreensível que agora ele seja visto como um mito do teatro ou, talvez seja intencional esta perspectiva mítica. No entanto, as suas emoções são poucos exploradas. As relações de Ziembinski com a família e amigos são mencionadas, mas sem a mesma profundidade do restante.</p>
<p>Assim, a decisão de colocar a sua vida pessoal no documentário poderia ser distinta. Manter seu passado na seara mais íntima, mas realmente falando dele ou retirá-lo. O fato é que chega raso em quem assiste. Com esta ausência de equilíbrio na abordagem dos aspectos da jornada de Ziembinski, o final da projeção chega um tanto truncado. Sem uma amarração mais efetiva, a sessão termina abruptamente e deixa uma sensação de que não houve uma conclusão ali. Esta não haveria de ser óbvia ou qualquer coisa semelhante. Ou poderia existir uma espécie de continuidade deixada no ar. Contudo, não parece proposital a falta de mão para terminar o longa.</p>
<p><strong>Direção</strong>: Joel Pizzini</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/p59FWpxcAnk" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p><strong>Confira nossas críticas de festivais <a href="https://coisadecinefilo.com.br/tag/festival/"><em>aqui</em></a>!</strong></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/festival-e-tudo-verdade-zimba/">Festival é Tudo Verdade: Zimba</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/festival-e-tudo-verdade-zimba/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
