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	<title>Arquivos Nacional - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Nacional - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Teu Mundo Não Cabe Nos Meus Olhos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 May 2018 20:23:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Teu Mundo Não Cabe Nos Meus Olhos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O longa nacional Teu Mundo Não Cabe Nos Meus Olhos traz a história de Vitório, um homem cego que é famoso no bairro do Bixiga, em São Paulo, por fazer uma das pizzas mais gostosas da região. Ele vive bem com a adversidade e construiu uma vida aprendendo a lidar com isso. A partir de uma insatisfação da esposa, ele resolve se sujeitar a uma cirurgia que pode fazer com que ele enxergue. Depois que isso acontece, as coisas vão [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O longa nacional <em>Teu Mundo Não Cabe Nos Meus Olhos</em> traz a história de Vitório, um homem cego que é famoso no bairro do Bixiga, em São Paulo, por fazer uma das pizzas mais gostosas da região. Ele vive bem com a adversidade e construiu uma vida aprendendo a lidar com isso. A partir de uma insatisfação da esposa, ele resolve se sujeitar a uma cirurgia que pode fazer com que ele enxergue. Depois que isso acontece, as coisas vão mudando drasticamente na sua vida.</p>
<p>Quem acompanha o site aqui, pode estranhar a semelhança desta história com uma muito recente. Em <em>Por Trás dos Seus Olhos</em>, filme americano com Blake Lively e Jason Clarke, acontece exatamente isso aí. A diferença é que a vontade da cirurgia parte da própria protagonista. É difícil acreditar que esse filme americano, que é ruim, se torna &#8220;assistível&#8221; depois do nacional.</p>
<p><em>Teu Mundo Não Cabe Nos Meus Olhos</em> é um dos piores filmes nacionais que eu assisti na vida. E olha que eu já assisti o longa da Larissa Manoela. Ele não oferece absolutamente nada ao espectador. O roteiro é péssimo, a história não convence, o arco narrativo é fraco e até as atuações são muito ruins. A todo momento fica parecendo que querem transformar o filme em uma autoajuda, mas isso falha terrivelmente. Os diálogos são fracos e parecem que saíram de uma peça de teatro de baixa qualidade.</p>
<p>A história não envolve o espectador e não oferece absolutamente nenhum ápice. Fiquei procurando o sentido de terem produzido esse filme e simplesmente não encontrei. Uma pena porque, efetivamente, são 90 minutos de minha vida que eu nunca terei de volta.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/s7Ch1pAhHL8" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: O Amor dos Outros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Dec 2016 14:56:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema Baiano]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
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		<category><![CDATA[O Amor dos Outros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O longa nacional O Amor dos Outros é uma produção baiana que está em cartaz no Cine XIV, no Pelourinho, e conta a história da conturbada vida amorosa de um jovem que busca incessantemente se encontrar através do amor. O filme é da produtora +1 Filmes, conhecida, em Salvador, pelos vídeos de humor inspirados na essência da cidade. A produção fica por conta de Moara Rocha e Deo. O Amor dos Outros fica em cartaz até o dia 4 de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O longa nacional <em>O Amor dos Outros</em> é uma produção baiana que está em cartaz no Cine XIV, no Pelourinho, e conta a história da conturbada vida amorosa de um jovem que busca incessantemente se encontrar através do amor. O filme é da produtora +1 Filmes, conhecida, em Salvador, pelos vídeos de humor inspirados na essência da cidade. A produção fica por conta de Moara Rocha e Deo. <em>O Amor dos Outros</em> fica em cartaz até o dia 4 de dezembro, domingo, sempre às 17h. Os ingressos custam R$ 16 (inteira) e R$ 8 (meia), podendo custar R$ 5, se a pessoa apresentar o cupom do filme, morar ou trabalhar na região do Pelourinho.</p>
<p>A narrativa se inicia com um casal discutindo o fim do relacionamento e como aquilo pode (ou não) ter solução. A película é praticamente toda gravada em preto e branco, o que dá uma sensação mais saudosista no enredo e reflete o sentimento do protagonista. Faz todo o sentido, principalmente quando o espectador assiste a primeira e única cena colorida, que é, efetivamente, a cena mais feliz do longa. Ele está frustrado com tudo aquilo que está acontecendo e não faz a menor ideia de que rumo tomar na vida.</p>
<p>Mantendo um estilo reverso, quando o fim é no começo, o roteiro conseguiu transpor isso de forma muito clara para a tela, sem confundir o espectador. Os capítulos são divididos de forma categórica e ajudam a entender toda aquela dinâmica. E tudo tem um motivo. Voltar no tempo é a forma que o personagem encontrou de entender tudo que aconteceu na vida dele. Ou, pelo menos, tentar.</p>
<p>Os momentos de graça do filme são feitos de maneira muito natural e inseridos sem exagero. É como uma conversa com o espectador, que fica cada minuto mais inserido naquele universo. E sim, é um universo bem baiano. Delicioso ver nosso sotaque, nossas gírias, nosso estilo de falar e pensar exposto de forma verídica na telona. Ainda assim, não é nada tão característico que alguém de fora não possa entender. Existe o equilíbrio.</p>
<p>Ao falar de elenco, sentimos esse equilíbrio também. A equipe funciona entre si, se apoia nas cenas e complementa o roteiro como um todo. Existe uma sintonia e cada personagem tem seu momento de glória, de luz. O próprio protagonista dá espaço aos coadjuvantes.</p>
<p>A finalização do filme, que naturalmente não vou dar spoiler, é surpreendente e muito bem pensada. É como uma evolução de todo aquele ritmo de busca do personagem, tão confuso no começo, mas que vai se encontrando cada vez mais ao final do longa.</p>
<p><em>O Amor dos Outros</em> mostra o imenso potencial que o cinema baiano nos apresenta e que deve ser prestigiado sempre. Uma produção honesta e de qualidade, com atores bons, mostrando que mesmo com baixo investimento é possível colocar o potencial artístico na telona. Basta oportunidade. Prestigiem nosso cinema!</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/5SZADQWqWrU" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><strong>Ficha técnica</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Direção, Roteiro, Edição, Montagem, Direção de Fotografia:</span> Deo<br />
<span style="text-decoration: underline;">Color Granding:</span> Felipe Franca<br />
<span style="text-decoration: underline;">Produção Executiva, Produção Geral, Direção de Arte, Operação de Áudio:</span> Moara Rocha<br />
<span style="text-decoration: underline;">Atores:</span> Vinicius Bustani, Celso Junior, Nely One, Diego Alcantara, Isabela Silveira, Clara Troccoli, Mario Bezerra, Danilo Cairo, Saulo Santos, Deisy Andrade, Naia Pratta, Yanna Vaz, Natielly Santos, Pedro Souza, Evana Jeyssan, Natália Mascarenhas, Mariana Barbosa, Gabys Lima, Jean Pedro</p>
<p><strong>Cupom de desconto</strong></p>
<p style="text-align: center;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-7016" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/12/WhatsApp-Image-2016-12-02-at-10.51.50-419x590.jpeg" alt="whatsapp-image-2016-12-02-at-10-51-50" width="419" height="590" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/12/WhatsApp-Image-2016-12-02-at-10.51.50-419x590.jpeg 419w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/12/WhatsApp-Image-2016-12-02-at-10.51.50.jpeg 909w" sizes="(max-width: 419px) 100vw, 419px" /></p>
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		<title>Crítica: Porta dos Fundos &#8211; Contrato Vitalício</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Jul 2016 12:28:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Porta dos Fundos]]></category>
		<category><![CDATA[Porta dos Fundos - Contrato Vitalício]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando um canal que faz sucesso na internet, no YouTube, resolve ir para o cinema, eu já coloco os dois pés atrás para não criar nenhuma expectativa negativa. Neste caso, Porta dos Fundos me ajudou muito pois demorou tanto para fazer propaganda do filme que quando eu descobri, já estava quase em cima do lançamento. A história narrada é um tanto confusa, um tanto desnecessariamente misturada e muitas coisas acontecem ao mesmo tempo. Ainda assim, eles conseguem manter a essência [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando um canal que faz sucesso na internet, no YouTube, resolve ir para o cinema, eu já coloco os dois pés atrás para não criar nenhuma expectativa negativa. Neste caso, Porta dos Fundos me ajudou muito pois demorou tanto para fazer propaganda do filme que quando eu descobri, já estava quase em cima do lançamento.</p>
<p>A história narrada é um tanto confusa, um tanto desnecessariamente misturada e muitas coisas acontecem ao mesmo tempo. Ainda assim, eles conseguem manter a essência do canal Porta dos Fundos, com seu humor sagaz, sua crítica discreta e contundente e a capacidade de trazer temas comuns do nosso dia a dia para debate. Acredito que por isso, o longa funciona razoavelmente bem. É atrativo para todos os públicos, mas principalmente para o fiel ao canal do YouTube. E sim, vejo que isso é no mínimo fundamental, uma vez que eles devem todo esse sucesso a esses espectadores on-line.</p>
<p>Gosto muito de todos os atores e vejo um grande potencial na equipe como um todo. No entanto, vejo que nem todos têm a oportunidade que poderiam para mostrar o talento. O foco acaba sendo maior em Fábio Porchat e Gregório Duvivier mesmo. Não que eles sejam ruins, mas os demais são tão bons quanto.</p>
<p>Por mais surreal que o roteiro possa parecer à primeira vista, até esse surrealismo propõe uma crítica e uma reflexão há várias questões da sociedade atual. Desde a roupa que eles usam, as falas ditas e até o cenário. Realmente é preciso um olhar crítico para compreender o longa como ele foi pensado. O sarcasmo está em todos os momentos.</p>
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		<title>Crítica: Os Homens São De Marte&#8230; E É Pra Lá Que Eu Vou</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Jun 2014 13:17:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Estreia]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Os Homens São de Marte... E É Pra Lá Que Eu Vou]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O cinema nacional está tentando se especializar em comédias, principalmente românticas. Agora que o mundo hollywoodiano está dando uma freada no gênero, os brasileiros querem apostar na fórmula clichê que rende boas bilheterias e público há anos. E isso não é um problema, especialmente porque a cada dia que passa a qualidade de roteiro e gravação dos filmes locais sobe a um patamar nunca antes alcançado. Falando de Os Homens São de Marte&#8230; E É Pra Lá Que Eu Vou [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/marte1.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-1184 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/marte1.jpg" alt="marte1" width="531" height="360" /></a></p>
<p>O cinema nacional está tentando se especializar em comédias, principalmente românticas. Agora que o mundo hollywoodiano está dando uma freada no gênero, os brasileiros querem apostar na fórmula clichê que rende boas bilheterias e público há anos. E isso não é um problema, especialmente porque a cada dia que passa a qualidade de roteiro e gravação dos filmes locais sobe a um patamar nunca antes alcançado.</p>
<p>Falando de Os Homens São de Marte&#8230; E É Pra Lá Que Eu Vou especificamente, temos um problema recorrente aqui no Brasil. Não sei se pela ansiedade de mostrar que o filme é engraçado ou na tentativa ensandecida de atrair o público, mas colocaram todas as cenas engraçadas no trailer. Isso mesmo. Tudo o que você ri no trailer é exatamente o que você ri no filme. Pouquíssimas cenas a mais e, ainda assim, não tão engraçadas quanto. Ou seja, é um pouco frustrante. O problema é ainda maior porque o trailer passava no cinema há meses, fazendo uma verdadeira lavagem cerebral no espectador.</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/Os-homens-são-de-marte-e-é-pra-lá-que-eu-vou-4.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-1185 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/Os-homens-são-de-marte-e-é-pra-lá-que-eu-vou-4.jpg" alt="Os-homens-são-de-marte-e-é-pra-lá-que-eu-vou-4" width="530" height="330" /></a></p>
<p>Passada essa questão de anticlímax, o longa é bem legal. A história é sobre Fernanda, uma mulher super bem sucedida, com seu negócio próprio e com tudo em cima. Acontece que ela está beirando os 40 anos e ainda não tem nem um namorado, muito menos um casamento feliz. A situação piora porque ela é organizadora de casamentos, então está sempre lidando com o “felizes para sempre” dos outros. De “fiéis escudeiros”, ela tem o sócio gay e uma amiga piriguete, que participam de todas as suas trapalhadas.</p>
<p>O longa é basicamente sua busca por um verdadeiro amor e companheiro. Ela passa por várias enrascadas e tem comportamentos clássicos de qualquer mulher solteira, como dizer que não vai dormir com o homem na primeira noite, se preocupar com a roupa que vai usar, com a calcinha e tudo mais.</p>
<p>A risada é garantida, mas seria muito mais se o espectador já não tivesse rido de tudo nos trailers. Imagino que alguém que não tenha visto os trailers, tenha amado o filme, porque ele realmente é divertido.</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/Os-Homens-Sao-de-Marte-08.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-1186 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/Os-Homens-Sao-de-Marte-08.jpg" alt="Os-Homens-Sao-de-Marte-08" width="530" height="330" /></a></p>
<p>Existe um certo problema de construção de relacionamento, é bem verdade. Como são muitos casos, eles acabam passando rapidamente no quesito aprofundamento. Ela está com a pessoa hoje, amanhã já está viajando e chamando de namorado. Mas ai o espectador descobre no meio do caminho que este “amanhã” é muito tempo depois, só que o filme não deu pistas nem falou nada sobre isso. Isso fica ainda mais claro no último relacionamento de Fernanda, que é pouquíssimo aprofundado, sendo que é o cara que ela se apaixona, ele se apaixona por ela e eles seguem pro “final feliz”. Acontece muito do nada e decepciona um pouco.</p>
<p>Fora isso, Os Homens São de Marte&#8230; E É Pra Lá Que Eu Vou entretém como comédia romântica e mostra que o Brasil tem potencial para o gênero, basta se empenhar nisso. Deixar um pouco de lado a questão sexual recorrente no cinema nacional e mostrar que sabe fazer piada, mas que também sabe fazer romance.</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-os-homens-sao-de-marte-e-e-pra-la-que-eu-vou/">Crítica: Os Homens São De Marte&#8230; E É Pra Lá Que Eu Vou</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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