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	<title>Arquivos Nabhaan Rizwan - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: A Última Carta de Amor (Netflix)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Aug 2021 14:18:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Depois do sucesso de Como Eu Era Antes de Você, a escritora britânica Jojo Moyes retorna às telas com A Última Carta de Amor, longa lançado na Netflix e que conta com Shailene Woodley (série Big Little Lies) e Felicity Jones (Rogue One: Uma História Star Wars) nos papéis principais. Se no primeiro precisamos lidar com a frustração de um amor interrompido para sempre, neste conseguimos vislumbrar os percalços que um casal pode passar ao longo dos anos e como [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois do sucesso de <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-como-eu-era-antes-de-voce/"><em>Como Eu Era Antes de Você</em></a>, a escritora britânica Jojo Moyes retorna às telas com <strong><em>A Última Carta de Amor</em></strong>, longa lançado na Netflix e que conta com Shailene Woodley (série <em>Big Little Lies</em>) e Felicity Jones (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-rogue-one-uma-historia-star-wars/"><em>Rogue One: Uma História Star Wars</em></a>) nos papéis principais. Se no primeiro precisamos lidar com a frustração de um amor interrompido para sempre, neste conseguimos vislumbrar os percalços que um casal pode passar ao longo dos anos e como isso interfere no tipo de vida que eles acabam tendo.</p>
<p>Em duas histórias paralelas que se conectam, temos a jovem Jennifer Stirling, que acorda sem memória de um acidente de carro nos anos 1960 e o roteiro começa a contar o que aconteceu para que a levasse até ali: um romance proibido fora do casamento de fachada. Já nos tempos atuais, temos a jornalista Ellie Haworth, que casualmente encontra as cartas deste amor do passado e decide investigar sobre a vida dos envolvidos, juntamente com um colega de trabalho. Enquanto isso, lida com questões pessoais de relacionamentos amorosos.</p>
<p>Diferente do sucesso de 2016, esse filme tem um pouco de dificuldade de envolver o público justamente pela dividida de atenções. É como se as relações se privassem de grandes aprofundamentos o tempo todo em função do roteiro principal de envolver dois caminhos diferentes. E não é como se a história em si não fosse aprofundada. Conseguimos conhecer muito do que acontece nos tempos atuais e nos anos 1960 (mais neste último, que acaba sendo o foco).</p>
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<p>No entanto, a relação dos dois casais fica um pouco prejudicada em termos de amor verdadeiro, já que resta pouco tempo para cenas de close nos rostos apaixonados. Para além disso, o uso excessivo de clichês frustra o espectador, que pode ter vindo com grande expectativa depois de <em>Como Eu Era Antes de Você</em>.</p>
<p>O ritmo do filme consegue um bom trabalho em termos de equilíbrio nas duas histórias, sabendo exatamente em que momentos elas devem se contrapor. O diretor Augustine Frizzell foi assertivo neste sentido, mesmo não contanto com o roteiro original da própria Jojo Moyes, como foi o caso do primeiro longa dela. Ainda assim, falta entusiasmo, emoção, paixão.</p>
<p>Este tipo de romance proposto tem que arrancar suspiros do público, sorrisos encantados, mas não é o que acontece. Seguimos numa maré quase monótona de emoções esperando um pulo no peito que nunca vem. <strong><em>A Última Carta de Amor</em></strong> é um filme ruim? Longe disso. É um longa interessante mas com perda de potencial, que atribuo muito mais ao roteiro do que à obra original em si. Deixa um sentimento de frustração do que poderia ser.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Augustine Frizzell</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Shailene Woodley, Felicity Jones, Joe Alwyn, Callum Turner, Ben Cross, Ann Ogbomo, Nabhaan Rizwan</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
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