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	<title>Arquivos Michelle Pfeiffer - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Michelle Pfeiffer - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Um. Natal. Surreal. (Prime Video)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Dec 2025 11:35:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Uma comédia de Natal não precisa de muita coisa. Este tipo de produção é feita para rir e relaxar durante os festejos natalinos. O que se espera, tão somente, são personagens carismáticas e alguma profundidade de personagem. Estes elementos são cruciais para a conexão do produto midiático com a plateia. E é justamente nesse quesito básico que Um. Natal. Surreal. falha. Falta aqui trabalhar as personagens e a própria narrativa. O enredo acaba por ser uma junção de ações atrapalhadas, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma comédia de Natal não precisa de muita coisa. Este tipo de produção é feita para rir e relaxar durante os festejos natalinos. O que se espera, tão somente, são personagens carismáticas e alguma profundidade de personagem.</p>
<p>Estes elementos são cruciais para a conexão do produto midiático com a plateia. E é justamente nesse quesito básico que <i>Um. Natal. Surreal</i>. falha. Falta aqui trabalhar as personagens e a própria narrativa.</p>
<p>O enredo acaba por ser uma junção de ações atrapalhadas, sem remendo e camadas. Um exemplo é o conflito entre Claire (Pffeifer) e Channing (Jones). O confronto mãe e filha é um clássico.</p>
<p>No entanto, não existe aqui uma questão de fato entre as duas que justifique o destaque que a tensão ganha na narrativa. Até mesmo o gatilho para a reviravolta da trama parece um exagero.</p>
<p>A família esquece de levar Claire ao show que toda família foi junya. Mas, ela está em casa e de carro. Por que ela não iria ao show? Ok, ok, existe o lado sentimental de tudo isso. Claire comprou os ingressos e foi deixada para trás.</p>
<p>Todavia, seria necessário um estabelecimento de suspensão maior entre os parentes e um conhecimento mais intenso sobre a própria figura central da história para que esse esquecimento fosse motivador do plot twist.</p>
<p>Quem é Claire? Qual seu passado e suas emoções? A produção defende que é necessário que se existam mais filmes natalinos sobre mães.</p>
<p>Contudo, do que adianta realizar um longa com esse foco com um roteiro raso, que não revela as características de sua protagonista?</p>
<p>Desta maneira, <i>Um. Natal. Surreal.</i> deseja trazer para tela uma história que discuta o espaço das mães nas famílias e faça uma homenagem à elas. No entanto, esse intento não é realizado.</p>
<p>Seja porque a figura central do enredo não é explorada ou a sua própria trajetória é demasiadamente simplificada, falta algo que conecte a plateia com o filme.</p>
<p>Além disso, os coadjuvantes também não ganham camadas, tampouco são arquétipos. Por isso, a projeção fica desinteressante e é desafiador chegar ao final da projeção.</p>
<p><strong>Direção: </strong>Michael Showalter</p>
<p><strong>Elenco</strong>: Michelle Pfeiffer, Chloë Grace Moretz, Felicity Jones</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="UM NATAL SURREAL - Trailer Dublado (Oh What Fun) Amazon Prime Vídeo Filme, Chloë Grace Moretz " width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/P42vC-9yXZ0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Crítica: Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Feb 2023 21:03:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania é mais um filme da Marvel que chega aos cinemas com muito alarde e uma recepção bem contraditória. Isso porque a cada dia que passa os marvetes estão mais exigentes e a própria produtora tem colocado cada vez menos esmero nas suas criações. Dito isso, cheguei para assistir ao longa sem qualquer expectativa de qualidade, o que foi ótimo pois acabei me deparando com algo melhor do que poderia imaginar. Neste terceiro filme solo do [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania</strong></em> é mais um filme da Marvel que chega aos cinemas com muito alarde e uma recepção bem contraditória. Isso porque a cada dia que passa os marvetes estão mais exigentes e a própria produtora tem colocado cada vez menos esmero nas suas criações. Dito isso, cheguei para assistir ao longa sem qualquer expectativa de qualidade, o que foi ótimo pois acabei me deparando com algo melhor do que poderia imaginar.</p>
<p>Neste terceiro filme solo do super-herói, Scott Lang (Paul Rudd, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-vingadores-ultimato-sem-spoiler/"><em>Vingadores: Ultimato</em></a>) lida com as mudanças de sua filha, Cassie (Kathryn Newton, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-retorno-de-ben/"><em>O Retorno de Ben</em></a>), que acaba de criar uma ferramenta de comunicação com o reino quântico. O que eles não poderiam imaginar é que os sinais emitidos pelo instrumentos estavam sendo captados, o que os levaria ao reino de fato. A dupla acaba sendo sugada, juntamente com Hope van Dyne (Evangeline Lilly, <em>O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos</em>), Dr. Hank (Michael Douglas, <em>O Método Kominsky</em>) e Janet (Michelle Pfeiffer, <em>Malévola &#8211; Dona do Mal</em>).</p>
<p>Quando chegam ao reino quântico, eles se deparam com muito mais desafios do que poderiam imaginar. Janet escondeu várias informações ao longo de anos, inclusive a sua relação com Kang, O Conquistador (Jonathan Majors, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-os-7-de-chicago-netflix/"><em>Os 7 de Chicago</em></a>), o grande vilão do momento desta nova fase da Marvel. O filme vai fluindo de maneira muito natural, nos apresentando uma equipe, uma crise e um caminho de solução. É algo genérico, claro, mas que funciona muito bem por conta da execução do que é feito. Não há nada de errado em um bom e velho feijão com arroz, contanto que você saiba executar isso de maneira eficiente.</p>
<p>E é isso que acontece aqui em <em><strong>Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania</strong></em>. O longa funciona bem como conexão de outros filmes que já estão lançados e outros tantos que ainda vão estrear. O caminho de construção da figura do vilão Kang está sendo bem razoável e o personagem tem toda a imponência necessária para infringir medo e terror nos personagens. Além disso, ele mantém o perfil que foi traçado desde o início e não apela para um lado cômico, que jamais existiria de fato.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-16465" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/02/5830911.jpg" alt="Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/02/5830911.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/02/5830911-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/02/5830911-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/02/5830911-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Com boas cenas de ação e dosando bem a intensidade dos atos, o filme funciona razoavelmente bem. Acredito que o fato de eu não esperar nada dele me ajudou a compreender a sua simplicidade como algo assertivo. É possível que o espectador mais ansioso tenha se decepcionado em alguns pontos. Mas o filme entretém e entrega o necessário para seguirmos para o próximo capítulo. E isso é mais do que suficiente por aqui.</p>
<p>As cenas pós-crédito (são duas) revelam que o caminho de construção do vilão vai levar a um embate épico no final, o que sustenta as teorias de que possivelmente o Homem de Ferro retorne, ainda que como personagem e não na pele de Robert Downey Jr. Algo que definitivamente elevaria essa fase para outro ponto que é, no momento, inalcançável.</p>
<p>A Marvel vem de um período bem complicado em que seus filmes não são mais tão bem recebidos como antes, mas a culpa recai apenas sobre ela mesma. Na ânsia de criar produções em escala, uma atrás da outra, eles têm deixado de lado a qualidade e o cuidado com as criações. É tudo meio feito de última hora, uma sensação de que não dedicaram a energia suficiente para aquilo ser realizado. Algo como um texto entregue sem revisão. E o espectador, por mais fanático que seja, não é burro e percebe tudo isso acontecendo. Essa certeza de que terá público, independente do que seja feito, é que tem sido o lado traiçoeiro da companhia.</p>
<p>Voltando ao ponto de <em><strong>Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania</strong></em>, ele funciona direitinho e nos entrega uma boa produção. A frustração se dá quando vemos um chef de cozinha entregando um feijão com arroz simplório e ficamos tentados a pensar como seria uma produção mais audaciosa e dedicada. Ainda assim, vale conferir nos cinemas e seguir nessa saga que está entregando bem menos do que a fase anterior, mas ainda com algum potencial. Tudo depende da própria Marvel!</p>
<p><strong>Direção:</strong> Peyton Reed</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Paul Rudd, Evangeline Lilly, Michael Douglas, Michelle Pfeiffer, Jonathan Majors, Kathryn Newton, Bill Murray, Katy O&#8217;Brian</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/6jIz_8tokvg" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Os Melhores Papéis de Michelle Pfeiffer no Cinema</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Oct 2019 15:32:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Malévola: Dona do Mal está em cartaz nos cinemas de todo o Brasil e a despeito de ser protagonizado pela atriz Angelina Jolie, marcando seu primeiro trabalho como atriz desde À Beira Mar, drama que dirigiu e co-estrelou ao lado de Brad Pitt em 2015, o filme também traz outra estrela hollywoodiana no elenco, a atriz Michelle Pfeiffer. Tendo em vista o recente movimento de revalorização do protagonismo feminino em filmes desde o movimento #metoo, em contraposição ao marcante descarte [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Malévola: Dona do Mal</strong> </em>está em cartaz nos cinemas de todo o Brasil e a despeito de ser protagonizado pela atriz Angelina Jolie, marcando seu primeiro trabalho como atriz desde <em>À Beira Mar</em>, drama que dirigiu e co-estrelou ao lado de Brad Pitt em 2015, o filme também traz outra estrela hollywoodiana no elenco, a atriz <strong>Michelle Pfeiffer</strong>. Tendo em vista o recente movimento de revalorização do protagonismo feminino em filmes desde o movimento #metoo, em contraposição ao marcante descarte do cinema americano de suas atrizes na faixa dos 50 anos, é inevitável clamar por uma <em>renaissance</em> para a carreira de Pfeiffer.</p>
<p>Um retorno dos holofotes a Pfeiffer seria interessante pois a atriz tem em sua filmografia desempenhos notáveis e também porque suas empreitadas nos cinemas nos últimos vinte anos, apesar de contar com um grupo de entusiastas para títulos isolados como <em>Revelação</em> (2000) <em>Hairspray: Em Busca da Fama</em> (2007) e <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-mae/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">M<em>ãe!</em></a> (2017) não trouxeram o retorno da popularidade que ela merece. Não acredito que <em>Malévola: A Dona do Mal</em> fará muito por isso, então talvez seja importante relembrar alguns dos melhores trabalhos da atriz que justificam um <em>comeback</em> à altura do seu talento.</p>
<h5 style="text-align: left;"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-11627" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Michelle-Pfeiffer-Scarface-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Michelle-Pfeiffer-Scarface.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Michelle-Pfeiffer-Scarface-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Michelle-Pfeiffer-Scarface-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><strong>Elvira Hancock</strong> em<em> Scarface</em> (1983)</h5>
<p><em>Scarface</em>  foi o primeiro grande momento de Pfeiffer nos cinemas. Dirigida por Brian De Palma e atuando ao lado de Al Pacino, a atriz interpretava Elvira Hancock, que ao longo do filme viria se tornar a esposa do protagonista do longa vivido pelo ator. Enquanto muitos críticos chamavam a atenção da beleza de Pfeiffer no filme, os mais atentos perceberia como a atriz criou junto com Pacino uma dinâmica &#8220;esquisita&#8221;, marcada pela falta de romance e pela nebulosidade de sentimentos.</p>
<h5><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-11628" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Michelle-Pfeiffer-Ligacoes-Perigosas-750x500.png" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Michelle-Pfeiffer-Ligacoes-Perigosas.png 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Michelle-Pfeiffer-Ligacoes-Perigosas-610x407.png 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Michelle-Pfeiffer-Ligacoes-Perigosas-360x240.png 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><strong>Madame de Tourvel</strong> em<em> Ligações Perigosas </em>(1988)</h5>
<p>A adaptação do diretor Stephen Frearse para a célebre peça de Pierre Chordelos, rendeu à Michelle sua primeira indicação ao Oscar, na categoria Atriz Coadjuvante. Opondo-se à malícia dos manipuladores personagens de Glenn Close e John Malkovich, Pfeiffer vive uma jovem marcada pela rigidez moral decorrente da sua religiosidade. Ao longo do filme, Pfeiffer retrata com sensibilidade os conflitos inerente à tensão que seus sentimentos pelo personagem de Malkovich lhe trazem.</p>
<h5><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-11629" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/michelle-pfeiffer-fabulous-baker-boys-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/michelle-pfeiffer-fabulous-baker-boys.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/michelle-pfeiffer-fabulous-baker-boys-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/michelle-pfeiffer-fabulous-baker-boys-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><strong>Susie Diamond</strong> em<em> Susie e os Baker Boys </em>(1989)</h5>
<p>Um ano depois de <em>Ligações Perigosas</em>, Michelle Pfeiffer surgia radiante em <em>Susie e os Baker Boys</em>, sua segunda indicação ao Oscar, desta vez na categoria Melhor Atriz. No filme, a atriz interpreta uma aspirante a cantora que acaba integrando as apresentações de dois músicos vividos por Jeff Bridges e Beau Bridges. Susie se envolve em um triângulo amoroso, mas os traços de sua personalidade não são restritos à sua vida amorosa, sendo cheia de carisma.</p>
<h5><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-11630" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Michelle-Pfeiffer-Mulher-Gato-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Michelle-Pfeiffer-Mulher-Gato.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Michelle-Pfeiffer-Mulher-Gato-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Michelle-Pfeiffer-Mulher-Gato-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><strong>Selina Kyle/ Mulher-Gato</strong> em <em>Batman: O Retorno (1992)</em></h5>
<p>Na sequência do sucesso de 1989 de Tim Burton, o cineasta vai ao extremo na sua leitura pessoal e bastante singular sobre o universo de um dos mais populares personagens da DC Comics. Reescrevendo as origens da Mulher-Gato, Burton ao lado de Pfeiffer faz uma das mais brilhantes criações da atriz. Humilhada por uma sociedade misógina representada por seu chefe vivido por Christopher Walken, Selina dá à volta por cima e se transforma na Mulher-Gato.</p>
<p>A personagem trafega por uma linha tênue exercendo um senso de atração e perigo nos demais personagens e no próprio espectador. Uma das melhores interpretações em filmes do gênero até hoje ao lado do Coringa de Heath Ledger em <em>Batman: O Cavaleiro das Trevas</em>. Caso na época de seu lançamento os filmes de super-heróis tivessem o reconhecimento que têm hoje, poderia ser o filme que renderia mais prêmios na carreira de Pfeiffer. Pelo menos, no mesmo ano, a atriz foi indicada novamente ao Oscar de melhor atriz, desta vez por seu desempenho em <em>As Barreiras do Amor</em>.</p>
<h5><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-11631 size-medium" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Michelle-Pfeiffer-A-Epoca-da-Inocencia-750x500.jpg" alt="Michelle Pfeiffer" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Michelle-Pfeiffer-A-Epoca-da-Inocencia.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Michelle-Pfeiffer-A-Epoca-da-Inocencia-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Michelle-Pfeiffer-A-Epoca-da-Inocencia-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><strong>Ellen Olenska</strong> em <em>A Época da Inocência</em> (1993)</h5>
<p>Esse melodrama de Martin Scorsese é um dos melhores trabalhos da carreira do cineasta, comprovando que ele não sabe apenas conduzir tramas sobre máfias. O longa é uma adaptação do romance de Edith Wharton e traz Pfeiffer como Ellen Olenska, uma mulher à frente da sociedade. Olenska quer o divórcio do marido, com quem tem um relacionamento extremamente abusivo. Ela se apaixona por Newland Archer, advogado interpretado por Daniel Day-Lewis que é casado com sua prima, vivida por Winona Ryder.</p>
<h5><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-11632 size-medium" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Michelle-Pfeiffer-Um-Dia-Especial-750x500.jpg" alt="Michelle Pfeiffer" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Michelle-Pfeiffer-Um-Dia-Especial.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Michelle-Pfeiffer-Um-Dia-Especial-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Michelle-Pfeiffer-Um-Dia-Especial-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><strong>Melanie Parker</strong> em <em>Um Dia Especial (1996)</em></h5>
<p>Na década de 1990, Michelle Pfeiffer protagonizou filmes de um gênero que acabou se tornando a especialidade da atriz nesse período, o romance. É dessa época títulos como<em> Íntimo e Pessoal</em> (1995), com Robert Redford, e <em>A História de Nós Dois</em>, com Bruce Willis. Entretanto, um dos títulos mais adoráveis é o romance de Michael Hoffman no qual Pfeiffer contracena com George Clooney. A atriz interpreta uma arquiteta que é mãe solo e acaba se apaixonando por um jornalista, também pai solo, durante um dia tumultuado. O filme apresenta uma leveza na medida certa para o gênero e traz Pfeiffer transbordando química ao contracenar com Clooney.</p>
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		<title>Crítica: Vingadores: Ultimato (SEM SPOILER)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Apr 2019 14:45:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A jornada do herói tem seu fim. Vingadores: Ultimato chega aos cinemas com o objetivo de impressionar os fãs do Universo Estendido da Marvel (MCU) a partir de uma narrativa cheia de surpresas e emoção. A grandiosidade do longa-metragem se apresenta desde a sua duração até as pomposas cenas de batalha. A produção tenta seguir a mesma linha de Guerra Infinita (2018) e trabalha a visualidade e a dinâmica dos acontecimentos de tal forma a prender o público desde seus [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A jornada do herói tem seu fim. <strong><em>Vingadores: Ultimato</em></strong> chega aos cinemas com o objetivo de impressionar os fãs do Universo Estendido da Marvel (MCU) a partir de uma narrativa cheia de surpresas e emoção. A grandiosidade do longa-metragem se apresenta desde a sua duração até as pomposas cenas de batalha. A produção tenta seguir a mesma linha de <em>Guerra Infinita</em> (2018) e trabalha a visualidade e a dinâmica dos acontecimentos de tal forma a prender o público desde seus primeiros minutos de tela.</p>
<p>A construção do MCU pode ser analisada através do conceito de Joseph Campbell de monomito – também conhecido como jornada do herói. O ciclo de Campbell é visto em cada uma das três fases do MCU – representando os três atos do caminho a ser trilhado pela figura heroica. A Fase Três da Marvel – iniciada em <em>Guerra Civil</em> (2016) – estabelece as mudanças significativas que desencadeariam os acontecimentos começados em <em>Infinity War</em> cuja conclusão só ocorre em <strong><em>Endgame</em></strong> (título original). O contraponto, a mudança e o confronto final são os focos desse último ato elaborado pela Marvel Studios. Todos os elementos criados até então foram pensados para que os Vingadores vivessem essa última tarefa.</p>
<p>Após Thanos (Josh Brolin) devastar metade da população do universo, os Vingadores encontram-se desmantelados. Os membros da equipe de super heróis que viveram ao estalo estão devastados com a perda da batalha. Mesmo com todo esse sentimento de culpa e dor e sem o Tony Stark (Robert Downey Jr.) – cujo está perdido no espaço com a Nebulosa (Karen Gillan) –, Capitão América (Chris Evans) e Viúva Negra (Scarlett Johansson) continuam a buscar pelo Titã louco para detê-lo e reverter o estrago feito pelas Joias do Infinito. Em meio a isso, a enigmática volta do Homem-Formiga (Paul Rudd) parece trazer uma nova solução para o problema e faz com que os Vingadores remanescentes se reúnam para uma tentativa final de consertar o erro.</p>
<p>No novo longa, o desenvolver do episódio final é dividido em dois momentos: a primeira parte é dinâmica, explicativa e chocante enquanto a segunda é lenta, emocional e cheia de reviravoltas. A narrativa se estabelece a partir da ideia de resolução das questões em aberto. Os primeiros 20 minutos de tela causam uma sensação de desnorteamento pela quantidade de incidentes ocorridos. Apesar do impacto positivo causado nessa espécie de prólogo, existem algumas saídas escolhidas para a história que são mal trabalhadas. O Homem-Formiga saindo do reino quântico e a salvação de Tony Stark e Nebulosa do espaço são exemplos de situações malfeitas. Os <em>plots twists</em>, contudo, conseguem superar esses defeitos da primeira parte do longa e podem acabar passando despercebidos para alguns.</p>
<p>Em seu segundo momento, a produção remonta a força de grandiosidade existente em <em>Guerra Infinita</em> e executa todas as soluções apresentadas pelas personagens. Com todos os percalços óbvios de uma jornada heroica, os Vingadores confrontam sua própria realidade. Existe uma preocupação do filme em amarrar e retomar todos os pontos subentendidos, mal resolvidos e esquecidos dos seus antecessores. A segunda parte do longa, portanto, se atenta com o esclarecimento dessas questões e com o tão esperado confronto final entre os heróis e seu maior inimigo.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10453" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/04/3026181.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="Vingadores: Ultimato" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/04/3026181.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/04/3026181.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/04/3026181.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>O roteiro de Christopher Markus e Stephen McFeely (<em>Guerra Civil</em> e <em>Guerra Infinita</em>) peca em alguns momentos. Diferente do capítulo anterior, nem todas as personagens são bem aproveitadas. Mais uma vez a Marvel insiste na mudança de estilo de Thor – a qual foi sucesso entre alguns fãs em <em>Ragnarok</em> (2017) –, da mesma forma o estúdio, novamente, subaproveitou a Capitã Marvel. Apesar da super heroína ter sido vendida como a solução para os problemas do outro filme, ela foi pessimamente explorada durante a produção. Além disso, existem dúvidas quanto a alguns acontecimentos pontuais dessa produção que ficam sem explicação. Independente dos 181 minutos de duração, a obra conseguiu deixar o público confuso com algumas de suas saídas mal explicadas.</p>
<p>O ritmo da narrativa, contudo, faz do filme uma experiência prazerosa. Apesar das falhas e questões mal trabalhadas no roteiro, o longa-metragem imprime uma qualidade que segue a linha das outras produções. O capítulo final não deixa de cumprir sua função para o universo e tampouco decepcionará os fãs – seja dos filmes ou quadrinhos. Os co-roteiristas souberam usar muito bem os momentos de embate e os <em>plots</em> para criar esse apego a trama. A emoção é constante e bem executada, as personagens que eles se propõem a trabalhar de verdade são bem desenvolvidas e o momento ápice da história carrega a essência dos últimos 11 anos de trabalhos da Marvel Studios.</p>
<p>Mais uma vez os irmãos Russo emplacam o que será, provavelmente, seu maior sucesso. <em><strong>Endgame</strong></em> abrange ideias e caminhos surpreendentes. A condução dessa narrativa é bem regida por Anthony e Joe e proporciona aos fãs um último vislumbre ao que eles conhecem. Os diretores souberam criar uma boa despedida. Existe um clima nostálgico e saudosista do início ao fim da película. A sensibilidade reina durante as três horas de filme – seja pelo teor das cenas, seja pela representatividade que a produção tem para o MCU – e ela conduz o espectador. O público é pego pelo coração pela forma como os irmãos elaboram as cenas, o desencadeamento das ações e a própria emoção.</p>
<p>Apesar das falhas com figuras como Capitã Marvel e Thor, <strong><em>Ultimato</em></strong> tem uma presença de personas maior que seu antecessor. Mesmo com esse desafio, os irmãos Russo e os co-roteiristas Markus e McFeely decidem por criar mininarrativas dentro do conflito maior. É como se dentro da jornada do herói existisse um embate particular que cada um deles precisa resolver. Gavião Arqueiro, Viúva Negra, Homem de Ferro e Capitão América são algumas das personagens destaque da narrativa cujo aproveitamento foi correto. Cada uma de suas ações e vivências durante o conflito final são extremamente representativas para o universo e para o futuro do MCU e das personagens.</p>
<p>Em meio a toda essa batalha dentro e fora das telonas, a produção acerta com outro trabalho que terá uma vida longa nos multiplex e arrecadará montanhas de dólares. É inevitável pontuar e impossível de não perceber os erros cometidos quando se pensa sob uma perspectiva do que seria uma criação cinematográfica completa. <strong><em>Vingadores: Ultimato</em></strong> finaliza a jornada do herói com alguns tropeços, mas, ainda assim, marcará o gênero. O longa é, entretanto, tecnicamente inferior a <em>Guerra Infinita</em> por comportar uma mesma grandiosidade de tempo, personagens e narrativas paralelas, porém o fazendo com alguma – mesmo que pequena – dificuldade.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Joe Russo, Anthony Russo<br />
<strong>Elenco:</strong> Robert Downey Jr., Chris Evans, Mark Ruffalo, Chris Hemsworth, Scarlett Johansson, Jeremy Renner, Brie Larson, Paul Rudd, Don Cheadle, Karen Gillan, Josh Brolin, Gwyneth Paltrow, Jon Favreau, Chris Pratt, Elizabeth Olsen, Danai Gurira, Benedict Wong, Tessa Thompson, Anthony Mackie, Sebastian San, Chadwick Boseman, Dave Bautista, Evangeline Lilly, Tom Holland, Michelle Pfeiffer, Tilda Swinton, Letitia Wright, Linda Cardellini, Natalie Portman, Rene Russo, Zoe Saldana, Tom Hiddleston, Michael Douglas, Samuel L. Jackson, Stan Lee, Benedict Cumberbatch</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/4QRdB4RAQMs" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Assassinato no Expresso do Oriente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Nov 2017 22:52:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Interessante que, num tempo em que tantas histórias de detetive já foram exploradas nas mais diversas mídias e com os mais diferentes atrativos, ainda é pertinente retornar a um texto tão basilar e caro ao gênero como Assassinato no Expresso do Oriente de Agatha Christie. Adaptá-lo nunca é um movimento supérfluo. Segunda versão cinematográfica do clássico da escritora que concebeu Hercule Poirot, um dos detetives mais celebrados da literatura mundial, Assassinato no Expresso do Oriente de Kenneth Branagh, que também assume o manto do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;">Interessante que, num tempo em que tantas histórias de detetive já foram exploradas nas mais diversas mídias e com os mais diferentes atrativos, ainda é pertinente retornar a um texto tão basilar e caro ao gênero como <i>Assassinato no Expresso do Oriente </i>de Agatha Christie. Adaptá-lo nunca é um movimento supérfluo. Segunda versão cinematográfica do clássico da escritora que concebeu Hercule Poirot, um dos detetives mais celebrados da literatura mundial, <i>Assassinato no Expresso do Oriente </i>de Kenneth Branagh, que também assume o manto do protagonista, acerta ao compreender que junto ao valor do livro como entretenimento, a obra consegue estabelecer discussões interessantes sobre a natureza humana a partir dos códigos de conduta bem claros do seu personagem principal. Ao desvendar o crime que mobiliza todos os passageiros do Expresso do Oriente e os transforma em suspeitos em potencial, Poirot se vê obrigado a agir pesando sua própria compreensão de justiça e ética.</p>
<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;">A história parte de uma premissa semelhante àquela estabelecida no livro. Poirot é um dos passageiros do luxuoso Expresso do Oriente e junto com os demais é surpreendido por uma tempestade de neve que faz com que todos fiquem presos num local até que uma equipe de resgate surja para ajudá-los. Concomitantemente, os passageiros são surpreendidos por um fato ainda mais extraordinário, um deles é assassinado e, obviamente, todos os presentes se transformam em suspeitos potenciais. Caberá ao grande Hercule Poirot descobrir quem é o responsável pelo crime ao desvendar o passado de cada um dos suspeitos e da vítima em questão.</p>
<p data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-8478" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/11/hero_Murder-Orient-Express-2017.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Como diretor, Kenneth Branagh consegue o mérito de fazer com que <i>Assassinato no Expresso do Oriente </i>se apresente ao espectador como uma narrativa de entretenimento que, no terceiro ato, revela que tem muito mais a dizer para o seu público. Na verdade, antes mesmo da resolução do crime por Poirot, o filme de Branagh dá indícios disso com movimentos pontuais do roteiro de Michael Green, de <i>Blade Runner 2049 </i>e <i>Logan</i>, dando conta da personalidade de Poirot e do seu código moral ao construir um <i>background </i>que justifica a atitude do detetive no desfecho da história. O protagonista, por sinal, encontra no próprio Branagh uma ótima encarnação. O ator encontra o equilíbrio entre criar  Poirot como um tipo peculiar sem transformá-lo numa caricatura, uma armadilha fácil para outros atores, imagino. Penso no próprio Johnny Depp, que está no elenco do filme, por exemplo. Tendente a criar tipos, Depp encontraria em Poirot um terreno fértil para suas composições excêntricas. Branagh foge completamente dessa chave e obtém muito êxito.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Como o longa de 1974, a nova versão cinematográfica do livro de Christie também é um deleite para os cinéfilos pelo seu elenco de estrelas. O público contempla ao longo da história as aparições  pontuais de um elenco que desfila pelo vagão do Expresso do Oriente. Reunidos, todos esses atores causam impacto em cena. Temos Judi Dench passando a deixa para Penélope Cruz que é sucedida por Michelle Pfeiffer, Daisy Ridley, Willem Dafoe e assim por diante, culminando em Johnny Depp, que, justificadamente, do ponto de vista pessoal e profissional, não está com muita moral com o público, mas também integra o grupo. Além de Branagh, destacaria Michelle Pfeiffer como a melhor interpretação desta versão da história, sobretudo quando no terceiro ato mais camadas são adicionadas a sua personagem.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Como forma de justificar sua própria existência e diferencial em comparação com a obra de 1974, o que acho uma tolice, o filme de Branagh faz uma mudança pontual no desfecho da história. Se por um lado, dialoga com a maneira como o próprio Poirot enxerga aquilo que nos diferencia de alguém que é capaz de cometer um ato brutal como um assassinato, por outro também acaba trazendo uma contradição para o próprio filme que assume um posicionamento que, suspeito, não era o intencionado, mas enfim, são eventuais leituras que poderão ser feitas sobre a obra, sobretudo em tempos que vivemos, que podem ser frutíferas se discutidas com a complexidade que merecem. Polêmicas à parte, <i>Assassinato no Expresso do Oriente </i>mantém as qualidades de um elegante entretenimento com seu acertado elenco, ainda que não seja uma joia do cinema contemporâneo.</p>
</div>
<p><strong>Assista ao trailer:</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/1LqXLJEq4sw" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Mãe!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Sep 2017 12:18:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Darren Aronofsky]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Darren Aronofsky é um cineasta de extremos. As tramas, personagens e universos de seus filmes quase sempre representam muito mais do que aquilo que as imagens denunciam, ele é um cineasta eminentemente metafórico e possivelmente Mãe! é o seu trabalho mais radical nesse sentido. O diretor e roteirista não está interessado numa narrativa linear e que se contenta com a sucessão de eventos e personagens realistas oferecidos ao espectador. Aronofsky quer usar seu filme e suas tramas para discutir temas variados, todos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;"></div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Darren Aronofsky é um cineasta de extremos. As tramas, personagens e universos de seus filmes quase sempre representam muito mais do que aquilo que as imagens denunciam, ele é um cineasta eminentemente metafórico e possivelmente<em> Mãe!</em><b data-blogger-escaped-style="font-style: italic;"> </b>é o seu trabalho mais radical nesse sentido. O diretor e roteirista não está interessado numa narrativa linear e que se contenta com a sucessão de eventos e personagens realistas oferecidos ao espectador. Aronofsky quer usar seu filme e suas tramas para discutir temas variados, todos eles vinculados à natureza humana e seus conflitos psicológicos, representando no mundo externo  àquilo que seus personagens vivenciam internamente, como ocorreu em <i>Réquiem para um Sonho </i>e <i>Cisne Negro</i>. Em <i>Mãe! </i>isso é convertido em divagações pessoais sobre a muitas vezes impiedosa experiência de estar vivo. Aronofsky aparenta querer conversar conosco por meio de alegorias em seu cinema sempre metafórico.</p>
<p>Ao mesmo tempo, Darren também é um diretor que costuma burlar alguns manuais do cinema, indo na contramão de convenções técnicas e estéticas no que diz respeito aos seus roteiros, composições de planos etc. Assim, não surpreende que <i>Mãe! </i>seja um filme divisivo como tantos outros de sua carreira. Aronofsky segue abusando da rebeldia, questionando dogmas cinéfilos e traçando o seu próprio manual de linguagem cinematográfica com uma assinatura narrativa e estética que lhe é peculiar. Contudo, pouco do que já foi vivenciado até aqui na carreira do diretor pode preparar o espectador para o que será visto nesse longa protagonizado pela atriz Jennifer Lawrence &#8211; e olha que estamos falando de títulos controversos como <i>Réquiem para um Sonho</i>, <i>Cisne Negro, Fonte da Vida </i>e até <i>Noé. </i>Por ser alegórico ao extremo, não espere de <i>Mãe!</i> um suspense ou horror ambientado numa casa mal assombrada como denunciam os trailers, o filme não é nada disso, mas também não vá ao cinema esperando algo similar aos exemplares da carreira do diretor, as marcas do seu cinema são preservadas nesse longa, mas ele surge aqui muito mais &#8220;fora da casinha&#8221; que o habitual.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>No filme, Lawrence e Javier Bardem interpretam um casal que começa a receber estranhas visitas na casa que reformaram. Os primeiros hóspedes são um médico e sua esposa, vividos por Ed Harris e Michelle Pfeiffer, respectivamente, ambos bastante esquisitos, por sinal. Conforme a trama do longa avança, novos personagens surgem e a jovem interpretada por Lawrence passa a ficar às voltas com a maternidade, mas também extremamente incomodada com a exagerada hospitalidade do esposo no tratamento dos intrusos. Adiantar mais do que isso seria estragar a experiência do leitor com o filme, então, por precaução, acredito ser recomendável parar qualquer descrição por aqui. A partir das próximas linhas trarei detalhes do longa e possíveis <b>SPOILERS</b> que podem evitar, caso queiram uma experiência com o longa mais &#8220;crua&#8221;.</p>
</div>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-8223" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/09/mother.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p>Como <i>Cisne Negro </i>e <i>Requiém para um Sonho</i>, <i>Mãe! </i>tem alguns dos méritos da direção e do roteiro de Aronosfky, o principal deles é o manejo que o cineasta tem na construção do estado inebriante e delirante de tensão em espiral que seus protagonistas experimentam. Assim como a bailarina Nina de Natalie Portman em <i>Cisne Negro </i>entrava em colapso com toda sorte de fatores que interferiam no seu processo de afirmação profissional e os  <i>junkies </i>de <i>Réquiem para um Sonho </i>eram corroídos pelos efeitos alucinógenos das drogas que consumiam, a personagem de Jennifer Lawrence experimenta uma tensão crescente e insuportável na medida em que aquilo que ocorre na sua casa lhe foge do controle. Isso traz para o filme um desempenho muito intenso da atriz, talvez um dos mais fortes da sua carreira junto com <i>Inverno da Alma</i>. O espectador presenciará na tela uma exaustiva e complicada jornada psicológica, mas também física, desenvolvida com muito cuidado por um desempenho inspirado da precoce vencedora do Oscar.</p>
<p>Aronofsky explora também a fisicalidade da casa, um organismo vivo em ebulição, como estímulo para a interpretação de Lawrence. Além disso, a dinâmica da personagem da atriz com os demais personagens que surgem em cena são importantes para o crescente e inquietante estado de tensão do longa. Os principais deles são aqueles vividos por Javier Bardem e a esposa do médico interpretada por Michelle Pfeiffer. Enquanto Bardem interpreta uma figura aparentemente dócil e amorosa, se revelando posteriormente um ególatra perigoso, Pfeiffer vive um momento inspirado na sua carreira dando vida a uma provocadora intrusa que desestabiliza as convicções da protagonista.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-8224" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/09/jennifer-lawrence-mother-sickest-movie-ever-made-disgusting-torture-porn-c.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>O estado febril da personagem de Lawrence toma conta da própria história na medida em que Aronofsky transforma a estrutura de <i>Mãe! </i>em algo que possui estreita vinculação com a Bíblia aliado a reflexões sobre o próprio percurso da humanidade na Terra. Há passagens no filme que tornam claras estas vinculações como a vivência de Adão e Eva no Paraíso, a vinda do Messias, o fanatismo religioso a partir da idolatria a uma figura e a barbárie humana. Fazendo as vezes de mãe natureza, Lawrence vive um símbolo da esperança de um novo ciclo na Terra, completamente destroçada pela gradual corrupção, inveja e violência que arruina por completo o mundo que concebera com a melhor das intenções, ou seja, a casa sempre referenciada na obra. Assim, Aronofsky nos põe em contato com um processo, que, pelo caminhar do seu desfecho, é cíclico, mas também não significa que se repetirá, apesar de dar a entender que tudo aquilo que vivenciamos foi mais uma tentativa frustrada de fazer o mundo dar certo. Quem sabe na próxima?</p>
<p><i><br />
</i>Além da corrupção do homem e seu dom de destruir qualquer fagulha de esperança que sua vista alcance, <i>Mãe!</i> também pode ser interpretado como um filme que quer abordar a maternidade ou o casamento e como, na sociedade em que vivemos, muitas vezes, essa jornada é marcada por perdas violentas para a mulher (sua juventude, inocência, vivacidade), enquanto que ao homem é reservada a possibilidade de recomeçar. Uma interpretação que, por sinal, não deixa de dialogar com aquela que anteriormente traçamos. Fica claro, portanto, que qualquer interpretação de <i>Mãe! </i>não pode ser encarada como uma leitura cerrada do filme, afinal, como já expus, é uma obra que demanda revisões constantes e um tempo maior de maturação da sua experiência espectatorial. Assim, cada espectador terá a sua leitura, que, por sua vez, pode mudar perfeitamente numa segunda visita ao filme e aí está a riqueza desse novo trabalho de Darren Aronofsky.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Ao nos depararmos com um filme como <i>Mãe!</i>, a certeza que temos diante de tantas interrogações em forma de exclamações visuais e inquietações deixadas pela obra é que quando o assunto é o cinema de Darren Aronofsky estaremos sempre em contato com os traços da arte de um <i>enfant terrible</i>. Autoral em cada fibra dos seus filmes, goste deles ou não, Aronofsky é um artista genuíno numa cinematografia cada vez menos afeita a causar o tipo de comoção que sua obra gera. O cinema do diretor é antes de mais nada provocador. Como traço do caráter da filmografia do realizador até então, <i>Mãe! </i>é um filme que tende a ter uma passagem complicada pelos cinemas, indignando espectadores que talvez sintam uma certa dificuldade no enfrentamento de uma obra tão alegórica. O que posso garantir é que se o leitor der um pouquinho de abertura ao teor de abstração da história de <i>Mãe!</i> se deparará com o tipo de longa que grudará na cabeça por muito tempo, já que é extremamente tentador retornar a ele e pensar um pouco mais sobre suas pistas.</p>
</div>
<p><strong>Assista ao trailer:</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/ugn1gqGl7rs" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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</div>
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		<title>Como 2018 pode ser o ano das atrizes veteranas no Oscar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Aug 2017 20:36:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Premiações]]></category>
		<category><![CDATA[Glenn Close]]></category>
		<category><![CDATA[Jane Fonda]]></category>
		<category><![CDATA[Meryl Streep]]></category>
		<category><![CDATA[Michelle Pfeiffer]]></category>
		<category><![CDATA[Oscar 2018]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entra ano, sai ano, a máxima de que as categorias de interpretação feminina do Oscar consagram uma jovem estrela do momento que com a estatueta galga mais um degrau na sua ascendente carreira &#8220;persegue&#8221; a Academia. Por tal ímpeto, tivemos vitórias recentes como as de Alicia Vinkander (A Garota Dinamarquesa), Brie Larson (O Quarto de Jack) e Emma Stone (La La Land). Me entendam, não estou &#8220;falando mal&#8221; do desempenho de nenhuma dessas atrizes em seus respectivos filmes ou mesmo diminuindo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Entra ano, sai ano, a máxima de que as categorias de interpretação feminina do Oscar consagram uma jovem estrela do momento que com a estatueta galga mais um degrau na sua ascendente carreira &#8220;persegue&#8221; a Academia. Por tal ímpeto, tivemos vitórias recentes como as de Alicia Vinkander (<i>A Garota Dinamarquesa</i>), Brie Larson (<i>O Quarto de Jack</i>) e Emma Stone (<i>La La Land</i>). Me entendam, não estou &#8220;falando mal&#8221; do desempenho de nenhuma dessas atrizes em seus respectivos filmes ou mesmo diminuindo seu talento, mas é fato que Hollywood se transforma num território espinhoso para atrizes com mais de 40 anos.</p>
<p>No geral, seus papeis de protagonistas no cinema acabam diminuindo drasticamente por uma falta de interesse de estúdios, diretores e roteiristas de endossarem histórias com personagens nessa faixa etária. Tudo isso acaba se refletindo no Oscar.</p>
<p>Notamos, no entanto, que 2018 tem tudo para mudar esse cenário e como a agitação em torno das especulações para o prêmio já começaram nesse segundo semestre com a proximidade da estreia de alguns desses títulos em circuito comercial e em alguns festivais, elencamos 10 nomes de veteranas que podem ser alvo de indicações da Academia. Para a nossa felicidade, a lista ainda deixou de fora muitas outras possibilidades!</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-8091" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/08/annette_bening_getty_h_2016.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p><b>#01. Annette Bening</b></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Por pouco a veterana indicada quatro vezes ao prêmio (<i>Minhas Mães e Meu Pai</i>, <i>Adorável Julia</i>, <i>Beleza Americana </i>e <i>Os Imorais</i>) não foi nomeada por seu trabalho em <i>Mulheres do Século 20</i>. Sua ausência na seleção de melhores atrizes do ano passado foi sentida por muitos e como Annette é muito bem relacionada em Hollywood e há anos sua vitória bate na trave é bem possível que esse ano surja mais uma indicação e, quem sabe, até uma vitória.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>No longa <b><i>Film Stars Don&#8217;t Die in Liverpool</i></b>, Bening interpreta a estrela do cinema <i>noir</i> Gloria Grahame, vencedora do Oscar em 1953 pelo filme <i>Assim Estava Escrito</i>, que viveu um romance com o jovem ator Peter Turner e escandalizou Hollywood. O longa é dirigido por Paul McGuigan, cujas credenciais são <i>Xeque-Mate </i>e <i>Heróis</i>, longas que fogem completamente da abordagem desse drama, mas que pode surpreender. O parceiro de cena de Annette no longa é Jamie Bell. Ainda em 2018, Bening também pode surgir na categoria coadjuvante já que terá um papel coadjuvante na adaptação de <i>A Gaivota </i>de Tchekov, com Saoirse Ronan e Elisabeth Moss no elenco.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-8090" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/08/1490729748907.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p><b>#02. Michelle Pfeiffer</b></p>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Desde que vimos o trailer de <i><b>Mãe!</b></i> de Darren Aronofsky (<a href="http://coisadecinefilo.com.br/assista-ao-trailer-do-horror-mae-de-darren-aronofsky-com-jennifer-lawrence-no-elenco/" data-blogger-escaped-target="_blank">veja o trailer aqui</a>), estamos indóceis! O papel de Pfeiffer parece ter uma importância significativa nesse horror delirante do diretor de <i>Cisne Negro </i>e promete não ser uma ponta como a participação de Winona Ryder no longa que rendeu o Oscar a Natalie Portman. <i>Mãe! </i>é veículo para Jennifer Lawrence, sua protagonista incontestável, mas Pfeiffer ofereceu momentos sinistros no trailer e, a depender de como for a trajetória do longa na temporada de premiações, pode render uma indicação e, quem sabe, uma vitória a atriz na categoria coadjuvante (pensa em como a Academia, pontualmente, abraça personagens e filmes assim nessas categorias como o próprio <i>Cisne Negro </i>ou mesmo <i>Elle </i>do ano passado e <i>Reino Animal</i>, não em casos como os de <i>Precisamos Falar sobre o Kevin</i>, que excluiu Tilda Swinton da festa). Em <i>Mãe!</i>, Pfeiffer vive uma das hóspedes <i>creepies</i> que os personagens de Lawrence e Javier Bardem recebem em casa.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Caso as coisas não andem como desejado em <i>Mãe!</i>, Pfeiffer ainda estará em 2017 na mais recente versão de <i>Assassinato no Expresso do Oriente</i>, também em papel coadjuvante. Há ainda <i>Where is Kyra</i>?, a única possibilidade da atriz concorrer na categoria principal dos prêmios de atuação. Porém, como nessa altura dos acontecimentos o filme ainda encontra-se com distribuidor incerto, fica difícil saber como sobreviverá diante de uma concorrência tão acirrada.  Qualquer coisa também, <i>Where is Kyra</i>? pode ficar para o próximo ano.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Em sua carreira, Pfeiffer já recebeu indicações por <i>Ligações Perigosas</i>, <i>Susie e os Baker Boys </i>e <i>As Barreiras do Amor</i>. Assim como Bening, apesar de ser uma das atrizes mais celebradas da sua geração, nunca ganhou a estatueta do Oscar.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-8089" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/08/meryl-streep.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p><b>#03. Meryl Streep</b></p>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Streep é uma das poucas atrizes que podem se gabar de ganhar indicações a prêmios mesmo que seus filmes não sejam lá essas coisas. Ela até já ganhou um Oscar por <i>A Dama de Ferro</i>! Além disso, Streep tem um talento incontestável e conta com uma <i>fanbase </i>enorme nos bastidores dos processos de votação dessas premiações. Claro que no meio disso tudo há merecimento, mas não podemos negar que quando o assunto é Streep há todo um contexto que a favorece.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p><i><b>The Papers</b></i>, o próximo trabalho da veterana que possui 3 estatuetas no bolso, é dirigido por ninguém mais ninguém menos do que Steven Spielberg, outro queridinho da Academia não importa o trabalho que faça (alô, <i>Cavalo de Guerra</i>!) portanto, as chances são reais.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Em<i> The Papers</i>, Streep vive a primeira editora de jornais dos EUA, Kay Graham do <i>Washington Post</i>. Junto com seu colega de trabalho, o também editor Ben Bradlee (Tom Hanks), Kay enfrenta uma batalha contra todo um sistema para publicar documentos que comprovaram a papel do governo americano na Guerra do Vietnã.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-8088" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/08/olive-kitteridge-hbo-premiere.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p><b>#04. Frances McDormand</b></p>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Vencedora do prêmio de melhor atriz por <i>Fargo </i>em 1997, Frances McDormand chega esse ano com o mais recente título do cineasta Martin McDonagh (o mesmo de <i>Na Mira do Chefe </i>e <i>Sete Psicopatas e um Shih Tzu</i>), <i><b>Three Billboards Outside Ebbing, Missouri</b></i>. Como os longas anteriores do realizador, o título é bem incomum, parece uma comédia dramática de humor negro que traz a atriz como uma mulher em busca de vingança pelo assassinato brutal de sua filha. Para a missão, a personagem de McDormand contrata um grupo de pistoleiros a fim de matar o responsável pelo crime. O trailer já foi divulgado,<a href="https://www.youtube.com/watch?v=IBLIowfucCs" data-blogger-escaped-target="_blank"> assista aqui</a>. O longa faz parte da seleção do Festival de Veneza desse ano.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Não acredito que o tom do filme seja um obstáculo para McDormand como costuma versar o senso comum quando o assunto é Oscar (&#8220;ah, o material é muito <i>dark </i>para Oscar&#8221;). Assim como o caso de Pfeiffer em <i>Mãe!, </i>a Academia já deu provas de que abraça histórias &#8220;difíceis&#8221; e tons &#8220;sombrios&#8221; sobretudo em categorias de interpretação.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-8086" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/08/judi-dench.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p><b>#05. Judi Dench</b></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Dench chegará na temporada de prêmios com um filme com o autêntico selo Harvey Weinstein, produtor que endossou alguns dos seus principais trabalhos indicados ao Oscar como <i>Philomena </i>e <i>Shakespeare Apaixonado</i>, pelo qual ganhou a estatueta de melhor atriz coadjuvante em 1999. Dame Dench protagoniza <i><b>Victoria e Abdul: O Confidente da Rainha</b></i>, no qual interpreta a rainha Vitória numa época específica da sua vida quando se tornou grande amiga de um empregado indiano chamado Abdul Karim. Já tem trailer disponível, <a href="https://www.youtube.com/watch?v=hAjR1vy9NJI" data-blogger-escaped-target="_blank">assista aqui</a>.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Perceba a combinação de elementos atrativos para a Academia: o filme é dirigido por Stephen Frears (mesmo de <i>Philomena </i>e <i>Sra Henderson Apresenta</i>, ambos renderam indicações para a atriz, além de <i>A Rainha</i>, que deu a Helen Mirren o prêmio de melhor atriz) e Dench interpreta uma rainha!</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Caso não seja indicada por <i>Victoria e Abdul</i>, Dench pode ter chances como coadjuvante de <i>Assassinato no Expresso do Oriente</i>, como sua colega Michelle Pfeiffer.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-8087" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/08/glenn-close1.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p><b>#06. Glenn Close</b></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>É um absurdo Glenn Close ser uma das maiores da sua geração e não ter sequer um prêmio em sua estante sendo que já foi indicada sete vezes ao Oscar. E tem gente que ainda acha que Leonardo DiCaprio ou Amy Adams são os maiores injustiçados da história da Academia&#8230; Olha o currículo dessa mulher!</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Na próxima temporada, Close traz ao público o drama <i><b>The Wife</b></i>, no qual interpreta uma mulher casada há anos com um homem controlador, escritor premiado. Por força dessa relação, a personagem de Close nunca se dedicou à sua carreira de escritora. Quando o marido está prestes a receber o Prêmio Nobel de Literatura, ela decide abandoná-lo e cuidar da sua própria vida profissional.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Em 2011 quase achamos que Close finalmente colocaria as mãos na bendita estatueta do Oscar por <i>Albert Nobbs</i>, projeto pelo qual fora premiada no teatro e que foi gestado por anos pela própria atriz, mas que nos cinemas se mostrou levemente decepcionante, ainda que tenha lhe rendido uma nomeação. Vamos torcer para que dessa vez tudo corra bem com nossa eterna Alex Forrest.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-8085" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/08/BERLIN-FILMFESTIVAL_.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p><b>#07. Kristin Scott Thomas</b></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>É incrível constatar que em anos de carreira, a Academia só tenha reconhecido uma atriz do calibre de Kristin Scott Thomas por sua interpretação em <i>O Paciente Inglês</i>, única indicação no currículo da inglesa. Na próxima temporada, Thomas chega aos cinemas com <i><b>O Destino de uma Nação</b></i>, drama político de Joe Wright (de <i>Desejo e Reparação</i>) sobre os anos do governo Winston Churchill, a ser vivido por Gary Oldman (<a href="http://coisadecinefilo.com.br/trailer-comentado-o-destino-de-uma-nacao/" data-blogger-escaped-target="_blank">veja o trailer aqui</a>). No longa, Thomas interpreta a esposa do político, Clementine Churchill, e parece ter um papel fundamental na trama.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>E só torcemos para que o gosto amargo pela não indicação da atriz por <i>Há tanto tempo que te amo </i>em 2010 não se repita. Caso seja indicada por <i>O Destino de uma Nação</i>, é provável que Thomas concorra na categoria atriz coadjuvante.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-8081" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/08/Halle-Berry-Kingsman-2.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p><strong>#08. Halle Berry</strong></p>
<p class="separator">Ela foi a primeira (e única) negra a vencer um Oscar de melhor atriz por sua atuação no filme <i>A Última Ceia </i>de 2001, mas desde então Hollywood não tem sido muito grata a Halle Berry condenando a atriz a um número sem fim de papeis pouco expressivos no cinema. Aos 50, nem mesmo a tentativa de ir para a TV com a série <i>Extant</i>, que sobreviveu a apenas duas temporadas, fez jus ao que a eterna Tempestade de <i>X-Men </i>pode nos oferecer.</p>
<p class="separator">Na primeira incursão da diretora de <i>Cinco Graças </i>em solo americano, <i><b>Kings</b>, </i>Halle interpreta uma mulher moradora de uma região marginalizada de Los Angeles ajudada por um policial interpretado por Daniel Craig. O filme trata do clima na cidade após o violento assassinato de um taxista negro sem motivo por policiais locais (quem assistiu o documentário <i>OJ Made in America </i>e a minissérie <i>O Povo contra OJ Simpson: American Crime Story </i>está familiarizado com o caso). Correm boatos de quem está próximo da produção de que a atuação de Berry é uma das melhores de sua carreira.</p>
<p class="separator">Berry tem retornado às conversas com suas declarações sobre a falta de diversidade entre os indicados ao Oscar e até mesmo sobre o que sua vitória de fato representou para mudar o quadro. Uma indicação para a atriz agora poderia oferecer uma narrativa de <i>comeback </i>interessante na temporada.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-8084" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/08/P_Fonda_PS.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p><b>#09. Jane Fonda</b></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Jane Fonda dominou as manchetes com uma cena de <i>Juventude </i>em 2015, mas isso não foi o suficiente para chamar a atenção da Academia naquele ano. A vencedora de duas estatuetas do Oscar (<i>Klute: O Passado Condena </i>e <i>Amargo Regresso</i>) chega na próxima temporada de prêmios com o romance produzido pela Netflix <b><i>Our Souls at Night</i>,</b> atuando ao lado de Robert Redford.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>O que tem sido dito sobre o longa é que nele há ecos de <i>As Pontes de Madison</i>. Já tratamos dele aqui no blog (v<a href="http://coisadecinefilo.com.br/netflix-lanca-o-teaser-de-our-souls-at-night-com-jane-fonda-e-robert-redford/" data-blogger-escaped-target="_blank">eja aqui</a>). O longa promete trazer uma parceria entre os dois atores veteranos que interpretam viúvos que se apaixonam.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Todo mundo tá cansado de saber como Fonda tem trânsito livre no corpo a corpo com os votantes do Oscar, mas para ser nomeada por esse trabalho precisa vencer uma resistência ainda a ser quebrada na Academia: o prêmio vai finalmente ceder aos apelos dos títulos lançados diretamente via <i>streaming</i>? O elogiado <i>Beasts of No Nation</i>, por exemplo, não conseguiu quebrar essa resistência, nem mesmo quando em 2015 diversos previsores da temporada apontavam Idris Elba como vencedor natural dos prêmios de melhor ator coadjuvante.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-8083" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/08/download.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p><b>#10. Melissa Leo</b></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Muita gente torce o nariz para Melissa Leo pelo seu comportamento na campanha do Oscar de 2011, quando venceu o prêmio de melhor atriz coadjuvante por seu desempenho em <i>O Vencedor</i>, de David O.Russell, mas não podemos negar que ela é uma atriz maravilhosa e destacar o fato de que, diferente de muitas de suas colegas, ela tem o feito de construir sua carreira basicamente na maturidade. Leo acaba de receber muitos elogios por seu desempenho em <i><b>Novitiate</b> </i>no qual interpreta a freira diretora de um convento lidando com as transformações da Igreja Católica em plena década de 1960, quando alguns movimentos começaram a abordar a questão da sexualidade feminina (<a href="https://www.youtube.com/watch?v=o6QrP53BEug" data-blogger-escaped-target="_blank">veja o trailer do filme aqui).</a></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Há a dúvida se o nome de Leo será sugerido como protagonista ou coadjuvante desse longa já que a trama da sua personagem é atravessada pela de uma noviça interpretada por Margaret Qualley (da série <i>The Leftovers</i>). Os trailers indicam que Leo tem nas mãos uma personagem densa que parece dominar as atenções. <i>Novitiate </i>é a estreia da diretora Margaret Betts.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-8092" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/08/nicole-kidman.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>&nbsp;</p>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p><b>Mais alguns nomes fortes para 2018:</b></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Salma Hayek, <i>Beatriz at the Dinner</i>;</p>
<p><strong>Nicole Kidman por <i>O Estranho que Nós Amamos</i>, <i>The Killing of a Sacred Deer </i>e <i>How to Talk to Girls at Parties;</i></strong></p>
<p>Debra Winger por The Lovers<i>;</i></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Julianne Moore por <i>Suburbicon </i>ou <i>Sem Fôlego;</i></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Holly Hunter por <i>The Big Sick </i>ou <i>Strange Weather;</i></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Lois Smith, por <i>Marjorie Prime; </i></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Lesley Manville por <i>Phantom Thread;</i></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Emma Thompson, por <i>The Children Act;</i></p>
<p>Catherine Keener por <i>Corra!;</i></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Kate Winslet por <i>Wonder Wheel;</i></p>
<p>Octavia Spencer por <i>The Shape of Water</i>;</p>
<p>Mary J. Blidge por <i>Mudbound</i>;</p>
<p>Carrie Coon por <i>The Papers</i>;</p>
<p>Sarah Paulson por <i>The Papers</i>;</p>
<p>Sally Hawkins por <i>Maudie </i>ou <i>The Shape of Water</i>;</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Penélope Cruz por <i>Loving Pablo </i>ou <i>Assassinato no Expresso do Oriente.</i></p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-8080" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/08/jlaw.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p><b>Jovens que podem &#8220;estragar&#8221; a festa:</b></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Emma Stone por <i>Battle of the Sexes;</i></p>
<p>Rooney Mara por <i>Mary Magdalene</i>;</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Jessica Chastain por <i>Womans Walks Ahead</i>, <i>The Death and Life of John F. Donovan</i><b> </b>ou <i>Molly&#8217;s Game;</i></p>
<p><b>Jennifer Lawrence por <i>Mãe!;</i></b></p>
<p>Carey Mulligan por <i>Mudbound</i>;</p>
<p>Florence Pugh por <i>Lady Macbeth</i>;</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Michelle Williams por <i>The Greatest Showman</i>, <i>Sem Fôlego </i>ou  <i>All the Money in the World;</i></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Tatiana Maslany por <i>Stronger;</i></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Margot Robbie por <i>Goodbye Christopher Robbin;</i></p>
<p>Betty Gabriel por <i>Corra</i>!;</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Rebecca Fergusson por <i>Boneco de Neve </i>ou <i>The Greatest Showman;</i></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Claire Foy por <i>Breathe;</i></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Saoirse Ronan por <i>On Chesil Breach</i>, <i>Lady Bird </i>ou <i>The Seagull.</i></p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
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		<title>Assista ao trailer do horror Mãe!, com Jennifer Lawrence</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Aug 2017 11:53:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Trailers]]></category>
		<category><![CDATA[Darren Arono]]></category>
		<category><![CDATA[Ed Harris]]></category>
		<category><![CDATA[Javier Bardem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Divulgado na rede nesta terça-feira (08) o primeiro trailer de Mãe!, mais recente longa do diretor Darren Aronofsky com a atriz Jennifer Lawrence (da franquia Jogos Vorazes) no papel principal. Ainda envolta de muito mistério, a trama parece trazer muitos elementos do horror e uma abordagem psicológica e estilizada dos eventos como o diretor fez em sua carreira em títulos como Réquiem para um Sonho e Cisne Negro. O que sabemos por ora sobre a história de Mãe! é que o longa acompanha um casal, formado por Lawrence [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Divulgado na rede nesta terça-feira (08) o primeiro trailer de <i>Mãe!</i>, mais recente longa do diretor Darren Aronofsky com a atriz Jennifer Lawrence (da franquia <i>Jogos Vorazes</i>) no papel principal. Ainda envolta de muito mistério, a trama parece trazer muitos elementos do horror e uma abordagem psicológica e estilizada dos eventos como o diretor fez em sua carreira em títulos como <i>Réquiem para um Sonho </i>e <i>Cisne Negro</i>.</p>
<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;">O que sabemos por ora sobre a história de <i>Mãe! </i>é que o longa acompanha um casal, formado por Lawrence e Javier Bardem (<i>007: Operação Skyfall</i>), e alguns convidados não desejados em sua casa. No elenco ainda estão Michelle Pfeiffer (<i>A Família</i>), Ed Harris (<i>Noite sem Fim</i>), Domhnall Gleeson (<i>Brooklyn</i>) e Kristen Wiig (<i>Caça-Fantasmas</i>).</p>
<p data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;">O melhor de tudo é que o público brasileiro nem esperará muito para conferir o resultado do novo trabalho de Aronofsky. O filme estreia em 21 de setembro nos cinemas do Brasil.</p>
<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;"><b>Assista ao trailer legendado do filme: </b></p>
<p style="text-align: center;" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/ugn1gqGl7rs" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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