<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Megan Fox - Coisa de Cinéfilo</title>
	<atom:link href="https://coisadecinefilo.com.br/tag/megan-fox/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/megan-fox/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Sun, 19 Jun 2016 14:43:13 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/cropped-favicon3-5-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Megan Fox - Coisa de Cinéfilo</title>
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/megan-fox/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Crítica: As Tartarugas Ninja &#8211; Fora das Sombras</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-as-tartarugas-ninja-fora-das-sombras/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-as-tartarugas-ninja-fora-das-sombras/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jun 2016 18:20:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[As Tartarugas Ninja - Fora das Sombras]]></category>
		<category><![CDATA[As Tartarugas Ninjas]]></category>
		<category><![CDATA[Laura Linney]]></category>
		<category><![CDATA[Megan Fox]]></category>
		<category><![CDATA[Stephen Amell]]></category>
		<category><![CDATA[Will Arnett]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=6172</guid>

					<description><![CDATA[<p>Em 2014, a versão do produtor Michael Bay para As Tartarugas Ninja estreava nos cinemas recebendo duras e merecidas críticas negativas. Equivocado na maneira como interpretava os icônicos personagens das HQs e da série animada e seu universo, o filme dirigido por Jonathan Liebesman (do igualmente ruim Invasão do Mundo &#8211; Batalha de Los Angeles) conferia um caráter sombrio e sério a uma trama que possuia elementos inverossímeis e exigia do seu realizador um tom mais irreverente e cartunesco. As Tartarugas Ninja de 2014 se apresentava ao público como uma interpretação dos [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-as-tartarugas-ninja-fora-das-sombras/">Crítica: As Tartarugas Ninja &#8211; Fora das Sombras</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Em 2014, a versão do produtor Michael Bay para <i>As Tartarugas Ninja </i>estreava nos cinemas recebendo duras e merecidas críticas negativas. Equivocado na maneira como interpretava os icônicos personagens das HQs e da série animada e seu universo, o filme dirigido por Jonathan Liebesman (do igualmente ruim <i>Invasão do Mundo &#8211; Batalha de Los Angeles</i>) conferia um caráter sombrio e sério a uma trama que possuia elementos inverossímeis e exigia do seu realizador um tom mais irreverente e cartunesco. <i>As Tartarugas Ninja </i>de 2014 se apresentava ao público como uma interpretação dos personagens que ia na leva de <i>blockbusters</i> marcados pela crença de que o tom certo para qualquer título do seu nicho é a seriedade e o caráter sombrio que tanto fizera bem ao Batman e seu universo na trilogia <i>O Cavaleiro das Trevas</i>, de Christopher Nolan. Acontece que as tartarugas ninja mutantes adolescentes (!!!!!!) Michelangelo, Donatello, Raphael e Leonardo estão longe de se aproximar da figura trágica e soturna que é Bruce Wayne e o tom do filme passava a ser esquisito e descolado das demandas da sua própria história.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p><i>As Tartarugas Ninja &#8211; Fora das Sombras </i>não vai corrigir por completo os problemas do filme de 2014, mas ao menos esta continuação, que foi parar nas mãos do diretor Dave Green (de <i>Terra para Echo</i>), consegue ser muito mais coerente com a história que pretende contar e com o caráter absurdo dos seus personagens que o antecessor. No longa, as tartarugas lidam com as consequências do anonimato das suas ações heróicas e com o desejo de se tornarem humanos quando se deparam com uma ameaça fruto das ações dos vilões Destruidor e Krang.</p>
</div>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;"> <img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-6175" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/06/teenage.jpg" alt="teenage" width="610" height="348" /></div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p><i>As Tartarugas Ninja &#8211; Fora das Sombras </i>é levemente superior ao anterior por abraçar o humor e a despretensão cartunesca que o material exige e que tanto lhe fez falta no primeiro. A entrada de personagens clássicos como os capangas Bebop e Rocksteady, um javali e um rinoceronte, respectivamente, trouxe um pouco da comédia que a franquia precisava. Ao mesmo tempo, o filme também consegue aplicar leveza e humor &#8220;retardado&#8221;, se é que podemos assim defini-lo, no tratamento dos demais personagens e suas relações, como é perceptível nas dinâmicas entre o grupo de tartarugas, entre os vilões Destruidor e Krang e na adição de Casey Jones (personagem de Stephen Amell, da série <i>Arrow</i>) ao grupo de heróis. Ainda assim, mesmo que a continuação se incline mais para a comédia de ação do que o seu estranho e soturno antecessor, a sensação que fica em <i>As Tartarugas Ninja &#8211; Fora das Sombras </i>é que os idealizadores da nova franquia ainda não têm a coragem de abraçar por completo a gramática do desenho animado e permanecem se sustentando em uma estética realista, o que enfraquece um pouco o resultado dos seus esforços. Tudo ainda é muito sombrio, sujo, realista&#8230;</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Tendo como prioridade o talento dramático de uma atriz como Megan Fox, que não interpreta April O&#8217;Neal, mas simplesmente vive a imagem de um fetiche adolescente, e utilizando como participação de luxo uma profissional do calibre de Laura Linney, o foco de <i>As Tartarugas Ninja &#8211; Fora das Sombras </i>é mesmo nos seus personagens animados. Em razão disso e por não se desapegar por completo dessa estética realista e sombria, esta continuação ainda não se apresenta como um exemplar satisfatório sobre seus personagens e suas histórias para as novas gerações. Mesmo que estes seres fantásticos ganhem mais humor e estejam muito mais na zona do absurdo do que no filme anterior, a insistência da franquia em construir um contexto que não &#8220;lhe cai bem&#8221; é uma sombra. <i>As Tartarugas Ninja &#8211; Fora das Sombras </i>está mais próximo do que se esperava de um filme como esse, mas ainda não é exatamente aquilo que o seu material-base demanda.</p>
</div>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p><strong>Assista ao trailer: </strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/NgYefBWDFnc" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-as-tartarugas-ninja-fora-das-sombras/">Crítica: As Tartarugas Ninja &#8211; Fora das Sombras</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-as-tartarugas-ninja-fora-das-sombras/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: As Tartarugas Ninja</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-as-tartarugas-ninja/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-as-tartarugas-ninja/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 Aug 2014 15:20:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[As Tartarugas Ninjas]]></category>
		<category><![CDATA[Jonathan Liebesman]]></category>
		<category><![CDATA[Megan Fox]]></category>
		<category><![CDATA[Michael Bay]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=1757</guid>

					<description><![CDATA[<p>&#160; Costuma-se dizer que o universo sombrio e realista das franquias O Cavaleiro das Trevas e X-Men, de Christopher Nolan e Bryan Singer, influenciou todos os filmes de super-heróis que os seguiram. De repente, todo longa protagonizado por indivíduos com super-poderes precisam justificar sua urgência colocando seus personagens em dramas existenciais e associações com problemas políticos e sociais como o terrorismo e o preconceito. Muitas vezes isso não é necessário, já que Batman e o grupo do Professor Xavier se [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-as-tartarugas-ninja/">Crítica: As Tartarugas Ninja</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_1758" aria-describedby="caption-attachment-1758" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/08/teenage-mutant-ninja-turtlest-13.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-1758 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/08/teenage-mutant-ninja-turtlest-13-620x292.jpg" alt="teenage-mutant-ninja-turtlest-13" width="620" height="292" /></a><figcaption id="caption-attachment-1758" class="wp-caption-text">Ícones da cultura pop: Michelangelo, Leonardo, Rafael e Donatello retornam de um jeito mais sério do que o esperado.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Costuma-se dizer que o universo sombrio e realista das franquias <em>O Cavaleiro das Trevas </em>e <em>X-Men</em>, de Christopher Nolan e Bryan Singer, influenciou todos os filmes de super-heróis que os seguiram. De repente, todo longa protagonizado por indivíduos com super-poderes precisam justificar sua urgência colocando seus personagens em dramas existenciais e associações com problemas políticos e sociais como o terrorismo e o preconceito. Muitas vezes isso não é necessário, já que Batman e o grupo do Professor Xavier se apresentam assim porque seus contextos exigem isso deles. Em muitos casos, a única coisa que se exige desses longas é que eles entretenham e embarquem no teor fantástico de suas respectivas premissas, claro que tudo isso obedecendo às &#8220;regras&#8221; básicas de qualquer filme que anseia ser qualificado enquanto cinema: desenvolvimento de personagens, dinamicidade do roteiro e apuro técnico. Afinal, entretenimento não significa burrice ou desleixo. Dito isso, vamos a <em>As Tartarugas Ninja</em>, um filme que preferiu buscar a inspiração em toda sorte de histórias de super-heróis, menos na sua própria origem.</p>
<p>O novo longa baseado nos icônicos personagens de Peter Laird e Kevin Eastman retomam a gênese dos heróis, tartarugas mutantes com incríveis habilidades para técnicas de luta oriental que vivem no esgoto e atuam clandestinamente como vigilantes. Eles são descobertos pela repórter de TV April O&#8217;Neil, que enxerga neles a sua chance de ser levada a sério no trabalho, deixando de cobrir pautas frívolas de entretenimento. No entanto, April descobre que Michelangelo, Raphael, Leonardo e Donatello têm uma conexão com o seu passado e com o trabalho do seu falecido pai.</p>
<figure id="attachment_1759" aria-describedby="caption-attachment-1759" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/08/teenage-mutant-ninja-turtles-2.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-1759 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/08/teenage-mutant-ninja-turtles-2-620x310.jpg" alt="teenage-mutant-ninja-turtles-2" width="620" height="310" /></a><figcaption id="caption-attachment-1759" class="wp-caption-text">Os humanos April O&#8217;Neil (Megan Fox) e Vernon (Will Arnett): Piadas isoladas em um universo muito mais sombrio do que as origens dos personagens sugerem.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Produzido por Michael Bay, o homem responsável pela franquia <em>Transformers</em>, entre outras bombas cinematográficas, <em>As Tartarugas Ninja</em> foi dirigido por Jonathan Liebesman, de <em>Invasão do Mundo &#8211; Batalha de Los Angeles</em> e <em>Fúria de Titãs 2</em>, mas isso é um mero detalhe. Do início ao fim, <em>As Tartarugas Ninja </em>se apresenta como um autêntico produto &#8220;Michael Bay&#8221;, exibindo as marcas nada agradáveis da filmografia do diretor, desde a inserção nada discreta da publicidade, como no momento em que o mestre Splinter oferece aos tartarugas uma pizza de uma cadeia de restaurantes famosa em todo o mundo, até o machismo com que costuma tratar suas personagens femininas, em dado momento de extremo perigo, por exemplo, eles têm tempo de fazer uma &#8220;brincadeira&#8221; com o traseiro de April O&#8217;Neil, uma Megan Fox que, por sinal, surge visualmente impecável (para que tanta maquiagem???) nos momentos menos propícios. Sem falar nas extensas e hiperbólicas sequências de ação e nos momentos em que a câmera filma os seus personagens de cima para baixo, um recurso utilizado sem a menor justificativa.</p>
<p>Contudo, o que mais incomoda em <em>As Tartarugas Ninja </em>é o fato do filme se levar a sério demais. Tendo como protagonistas tartarugas (!), ninjas (!!), mutantes (!!!), adolescentes (!!!!) apaixonadas por pizza (!!!!!) e treinadas por um rato que as adota como pai (!!!!!!!!!) era de se esperar que o longa utilizasse isso a seu favor e &#8220;brincasse&#8221; mais com o espectador e com o próprio universo, como a série animada e os filmes anteriores faziam. No entanto, Bay e Liebesman preferem transformar <em>As Tartarugas Ninja </em>em um filme sombrio com um leve teor trágico, ou seja, erraram por completo no tom da história, pegaram pesado demais.</p>
<figure id="attachment_1760" aria-describedby="caption-attachment-1760" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/08/teenagemutant2ndtrailer-imagemdestacada-660x330.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-1760 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/08/teenagemutant2ndtrailer-imagemdestacada-660x330-620x310.jpg" alt="teenagemutant2ndtrailer-imagemdestacada-660x330" width="620" height="310" /></a><figcaption id="caption-attachment-1760" class="wp-caption-text">Splinter enfrenta o Destruidor: Confrontos do filme são exagerados e extensos como sempre acontece nos filmes do seu produtor, Michael Bay.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>As Tartarugas Ninja </em>, no final das contas, acaba sendo um projeto sintomático de uma prática recorrente entre realizadores cinematográficos e estúdios. Os envolvidos na adaptação de um clássico da nossa infância preferiram olhar para o que já deu certo em outros contextos, sem levar em consideração que esses filmes que se tornaram referência no universo dos super-heróis e tiveram êxito porque atenderam a demandas do próprio material que tinham em mãos. Se Michael Bay e Jonathan Liebesman voltassem seus olhos para <em>As Tartarugas Ninja </em>em primeiro lugar e não para o que está fora do projeto em si, talvez concebessem um filme que, no mínimo, nos fizesse lembrar da essência da história original. Do jeito que foi feito, parece um <em>As Tartarugas Ninja </em>querendo ser o que não é, o Batman.</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-as-tartarugas-ninja/">Crítica: As Tartarugas Ninja</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-as-tartarugas-ninja/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
