<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Me Chame Pelo Seu Nome - Coisa de Cinéfilo</title>
	<atom:link href="https://coisadecinefilo.com.br/tag/me-chame-pelo-seu-nome/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/me-chame-pelo-seu-nome/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Wed, 30 Nov 2022 14:10:12 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/cropped-favicon3-5-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Me Chame Pelo Seu Nome - Coisa de Cinéfilo</title>
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/me-chame-pelo-seu-nome/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Crítica: Até os Ossos</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-ate-os-ossos/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-ate-os-ossos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Nov 2022 14:10:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Andre Holland]]></category>
		<category><![CDATA[Até os Ossos]]></category>
		<category><![CDATA[Chlöe Sevigny]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[David Gordon Green]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Jessica Harper]]></category>
		<category><![CDATA[Luca Guadagnino]]></category>
		<category><![CDATA[Mark Rylance]]></category>
		<category><![CDATA[Me Chame Pelo Seu Nome]]></category>
		<category><![CDATA[Michael Stuhlbarg]]></category>
		<category><![CDATA[Taylor Russell]]></category>
		<category><![CDATA[Timothée Chalamet]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=16177</guid>

					<description><![CDATA[<p>Em Até os Ossos, Luca Guadagnino aposta no romance entre dois canibais para construir um filme que tensiona o tempo inteiro sensibilidade e violência. Na história, Maren (a excelente Taylor Russell) é uma jovem que descobre desde cedo uma vontade incontrolável de se alimentar de carne humana. Abandonada pelo pai, Maren vive à margem da sociedade e acaba encontrando companhia em Lee, um rapaz que também é canibal e que, assim como ela, teve que aprender desde cedo a lidar [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-ate-os-ossos/">Crítica: Até os Ossos</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em <em><strong>Até os Ossos</strong></em>, Luca Guadagnino aposta no romance entre dois canibais para construir um filme que tensiona o tempo inteiro sensibilidade e violência. Na história, Maren (a excelente Taylor Russell) é uma jovem que descobre desde cedo uma vontade incontrolável de se alimentar de carne humana. Abandonada pelo pai, Maren vive à margem da sociedade e acaba encontrando companhia em Lee, um rapaz que também é canibal e que, assim como ela, teve que aprender desde cedo a lidar com a solidão que sua condição lhe traz. Assim, todo o contexto do canibalismo, através desses personagens marginalizados pela sociedade em função das suas próprias condições, serve para <em>Até os Ossos</em> compor um conto cheio de sensibilidade sobre a solidão, ou o lugar sombrio e melancólico para onde ela nos leva, e a importância do encontro e da partilha com um semelhante para nossa saúde e nosso desenvolvimento pessoal.</p>
<p>Em mais um flerte com o gore (o diretor foi responsável pelo remake de <em>Suspiria</em>), Luca Guadagnino faz um filme cheio de sensibilidade como seu popular <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-me-chame-pelo-seu-nome/"><em>Me Chame pelo seu Nome</em></a> trazendo para o centro do seu conflito um casal principal que representa estratos sociais apartados do convívio em sociedade. Maren e Lee sentem vergonha e repulsa por se alimentarem de carne humana, aliás, são poucos os canibais apresentados no filme que convivem em paz com esse traço de identidade dado pela própria natureza. Nesse sentido, <strong><em>Até os Ossos</em></strong> serve para Guadagnino falar sobre a rejeição em diversas esferas: social, familiar e, claro, a auto rejeição. Aqui, o encontro amoroso entre Maren e Lee é uma espécie de tábua de salvação para uma vida aparentemente condenada a condições precárias de existência.</p>
<p>No filme, Guadagnino explora o gore de maneira ostensiva. O diretor não poupa sangue e vísceras em cada cena na qual os canibais atacam suas vítimas. No entanto, o cineasta provoca e explora bastante todas as reverberações desse seu flerte com o fantástico em uma realidade prática. Assim, ao mesmo tempo que <strong><em>Até os Ossos</em></strong> causa asco com suas cenas nas quais os canibais parecem urubus em torno dos corpos que lhes servem de alimento, também é capaz de muita ternura e empatia ao construir dores muito palpáveis para seus protagonistas. O sentimento de solidão e os conflitos morais em torno do canibalismo presentes em toda a jornada de Maren e Lee são críveis para o espectador, é possível senti-los e se colocar no lugar desse casal.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-16184" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/11/ATE-OS-OSSOS-01.jpg" alt="Até os Ossos" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/11/ATE-OS-OSSOS-01.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/11/ATE-OS-OSSOS-01-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/11/ATE-OS-OSSOS-01-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/11/ATE-OS-OSSOS-01-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Dada a fama de Timothée Chalamet e sua parceria pregressa com Guadagnino em <em>Me Chame pelo seu Nome</em>, o ator tem sido o chamariz da campanha de marketing do filme, mas é a atriz Taylor Russell quem se destaca nesse mais recente longa do diretor. Chalamet está ótimo como Lee, uma escalação impecável, não resta dúvidas, mas a alma e o coração de <em><strong>Até os Ossos</strong> </em>é Taylor Russell, revelada para o grande público no drama <em>As Ondas</em>, pouco visto no Brasil por problemas de distribuição. A atriz desenvolve gradativamente e com muita maturidade toda a jornada da sua personagem no filme. Há participações especiais de nomes conhecidos -Michael Stuhlbarg e Chlöe Sevigny, por exemplo -, mas cabe uma menção de destaque entre os coadjuvantes de <em>Até os Ossos</em> para Mark Rylance. O ator interpreta Sully, um canibal que cria uma perturbadora afeição por Maren desde o início da história, levando a relação a extremos ao longo do filme.</p>
<p><strong><em>Até os Ossos</em></strong> é um filme comprometido com a experiência emocional do espectador, mas não se entrega a caminhos óbvios. Flertando com o horror, o romance entre canibais de Luca Guadagnino é mais um ótimo momento de um cineasta que depois do sucesso de <em>Me Chame pelo seu Nome</em> parece não querer se reduzir a um diretor que mira no gosto das grandes premiações, mas que se desafia em histórias que, até então, parecem muito diferentes umas das outras, conversando com gêneros não tão consagrados assim pelas instâncias mais visadas de consagração.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Luca Guadagnino</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Timothée Chalamet, Taylor Russell, Mark Rylance, Michael Stuhlbarg, Andre Holland, Chloë Sevigny, David Gordon Green, Jessica Harper</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/LTPCgWWwTXI" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-ate-os-ossos/">Crítica: Até os Ossos</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-ate-os-ossos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Me Chame Pelo Seu Nome é o destaque nas estreias desta semana (18/01). Confira o que entra em cartaz nos cinemas!</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/me-chame-pelo-seu-nome-e-o-destaque-nas-estreias-desta-semana-18-01-confira-o-que-entra-em-cartaz-nos-cinemas/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/me-chame-pelo-seu-nome-e-o-destaque-nas-estreias-desta-semana-18-01-confira-o-que-entra-em-cartaz-nos-cinemas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jan 2018 15:26:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estreias]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Correndo Atrás de Um Pai]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Estreias da Semana]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Gaby Estrella]]></category>
		<category><![CDATA[Me Chame Pelo Seu Nome]]></category>
		<category><![CDATA[Movie]]></category>
		<category><![CDATA[Pela Janela]]></category>
		<category><![CDATA[Sobrenatural: A Última Chave]]></category>
		<category><![CDATA[Trailer]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=8611</guid>

					<description><![CDATA[<p>O sensível e único filho da família americana com ascendência italiana e francesa Perlman, Elio (Timothée Chalamet), está enfrentando outro verão preguiçoso na casa de seus pais na bela e lânguida paisagem italiana. Mas tudo muda quando Oliver (Armie Hammer), um acadêmico que veio ajudar a pesquisa de seu pai, chega. Confira a nossa crítica clicando aqui! Sobrenatural: A Última Chave Direção: Adam Robitel Elenco: Lin Shaye, Leigh Whannell, Angus Sampson Neste quarto filme da franquia Sobrenatural, a doutora Elise [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/me-chame-pelo-seu-nome-e-o-destaque-nas-estreias-desta-semana-18-01-confira-o-que-entra-em-cartaz-nos-cinemas/">Me Chame Pelo Seu Nome é o destaque nas estreias desta semana (18/01). Confira o que entra em cartaz nos cinemas!</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O sensível e único filho da família americana com ascendência italiana e francesa Perlman, Elio (Timothée Chalamet), está enfrentando outro verão preguiçoso na casa de seus pais na bela e lânguida paisagem italiana. Mas tudo muda quando Oliver (Armie Hammer), um acadêmico que veio ajudar a pesquisa de seu pai, chega. Confira a nossa crítica <a href="http://coisadecinefilo.com.br/critica-me-chame-pelo-seu-nome/" target="_blank" rel="noopener"><em><strong>clicando aqui</strong></em></a>!</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/7yCwv8FjidU" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-8610" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/01/5482629.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /><br />
<strong>Sobrenatural: A Última Chave</strong><br />
<strong> Direção:</strong> Adam Robitel<br />
<strong>Elenco:</strong> Lin Shaye, Leigh Whannell, Angus Sampson</p>
<p>Neste quarto filme da franquia Sobrenatural, a doutora Elise Rainier (Lin Shaye) é chamada para resolver o caso de uma assombração no Novo México, localizada justamente na casa em que ela passou a infância. Confira a nossa crítica <a href="http://coisadecinefilo.com.br/critica-sobrenatural-a-ultima-chave/" target="_blank" rel="noopener"><em><strong>clicando aqui</strong></em></a>!</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/WLl3RrjCkrQ" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-8612" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/01/580894.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /><br />
<strong>Correndo Atrás de Um Pai</strong><br />
<strong> Direção:</strong> Lawrence Sher<br />
<strong>Elenco:</strong> Ed Helms, Owen Wilson, Terry Bradshaw</p>
<p>Wilson e Helms são Kyle e Peter Reynolds (Owen Wilson e Ed Helms), irmãos cuja mãe excêntrica os criou para acreditar que seu pai havia morrido quando eram jovens. Quando eles descobrem que isso é uma mentira, eles se juntam para encontrar seu pai real e acabam aprendendo mais sobre sua mãe do que eles provavelmente já quiseram saber.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/Kjo1T4Ns6w0" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-8613" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/01/0776670.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /><br />
<strong>Gaby Estrella</strong><br />
<strong> Direção:</strong> Claudio Boeckel<br />
<strong>Elenco:</strong> Maitê Padilha, Bárbara Maia, Luiza Prochet</p>
<p>Depois do grande sucesso no mundo da música, a adolescente Gaby Estrella (Maitê Padilha) começa a sofrer com a concorrência de um novo ídolo teen, Natasha (Luisa Prochet). Para voltar às paradas de sucesso, ela precisa voltar as suas origens, na cidade do interior Vale Mirim.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/xBZCioVVF5k" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-8614" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/01/096314.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /><br />
<strong>Pela Janela</strong><br />
<strong> Direção:</strong> Caroline Leone<br />
<strong>Elenco:</strong> Magali Biff, Cacá Amaral, Mayara Constantino</p>
<p>O filme conta a história de Rosália (Magali Biff), uma operária de 65 anos que dedicou a vida ao trabalho em um fábrica de reatores da periferia de São Paulo. Ela é demitida, e, deprimida, é consolada pelo irmão José (Cacá Amaral), que resolve levá-la junto com ele em uma viagem de carro até Buenos Aires. Na viagem, Rosália vê pela primeira vez um mundo desconhecido e distante de sua vida cotidiana, começando uma jornada que sutilmente transformará uma parte essencial dela mesma.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/8ILOzEY7P2g" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/me-chame-pelo-seu-nome-e-o-destaque-nas-estreias-desta-semana-18-01-confira-o-que-entra-em-cartaz-nos-cinemas/">Me Chame Pelo Seu Nome é o destaque nas estreias desta semana (18/01). Confira o que entra em cartaz nos cinemas!</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/me-chame-pelo-seu-nome-e-o-destaque-nas-estreias-desta-semana-18-01-confira-o-que-entra-em-cartaz-nos-cinemas/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Me Chame Pelo Seu Nome</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-me-chame-pelo-seu-nome/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-me-chame-pelo-seu-nome/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jan 2018 14:31:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Armie Hammer]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Globo de Ouro]]></category>
		<category><![CDATA[Me Chame Pelo Seu Nome]]></category>
		<category><![CDATA[Movie]]></category>
		<category><![CDATA[Premiação]]></category>
		<category><![CDATA[Timothée Chalamet]]></category>
		<category><![CDATA[Trailer]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=8604</guid>

					<description><![CDATA[<p>Em tempos de discussão sobre homofobia e preconceitos em geral, Me Chame Pelo Seu Nome chega aos cinemas para trazer um lado da moeda pouco explorado. Estamos acostumados a ver filmes em que homossexuais são discriminados pelos outros e sofrem com a sociedade ao redor. Neste longa, o foco é a dificuldade de aceitação do próprio personagem, o acolhimento dos pais e a descoberta do amor. O longa conta a história de Elio, um jovem francês que passa as férias [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-me-chame-pelo-seu-nome/">Crítica: Me Chame Pelo Seu Nome</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em tempos de discussão sobre homofobia e preconceitos em geral, <em>Me Chame Pelo Seu Nome</em> chega aos cinemas para trazer um lado da moeda pouco explorado. Estamos acostumados a ver filmes em que homossexuais são discriminados pelos outros e sofrem com a sociedade ao redor. Neste longa, o foco é a dificuldade de aceitação do próprio personagem, o acolhimento dos pais e a descoberta do amor.</p>
<p>O longa conta a história de Elio, um jovem francês que passa as férias de verão com a família no sul da Itália. Os pais recebem um jovem acadêmico para hospedar por um tempo e ajudar o pai em uma pesquisa. A chegada do estranho muda completamente a dinâmica da casa e, especialmente, de Elio.</p>
<p>Baseado no romance homônimo do escritor André Aciman, o filme narra o envolvimento de Elio e Oliver, desde o começo da conversa, quando ele apenas rejeita a atração instantânea que sente pelo estranho. O longa é um presente aos olhos do espectador, que se encanta com as tomadas de cena no verão italiano, cheio de sol e cenários belíssimos.</p>
<p>O ritmo do filme escolhido pelo diretor Luca Guadagnino é agradável e consegue envolver ainda mais o espectador. Ele não tem pressa ao mostrar o envolvimento dos protagonistas, as descobertas, o sentimento que vai crescendo. Quando as coisas finalmente começam a acontecer, o espectador já está tão envolvido que torce ferozmente para que tudo se resolva. É definitivamente apaixonante.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-8606" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/01/591268.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p>Aliás, acredito que uma boa definição do filme seria: um filme de amor puro e delicado, que acontece de ser entre homossexuais. Embora uma coisa não possa ser dissociada da outra, a relação ser gay ou não é mais um detalhe na trama, que trata muito mais do sentimento. Majoritariamente, embora o filme fale do preconceito, da aceitação e das escolhas feitas em prol da sociedade, o foco principal é o sentimento amor.</p>
<p>O roteiro é muito cuidadoso ao tratar da temática. Você se envolve com cada sentimento que vai surgindo, entendendo o protagonista e suas dúvidas. Ele nega a sexualidade no começo, pois ele mesmo tinha preconceito com isso, como é mostrado em determinada cena. Mas a evolução de percepção também é explicada. Desde a tentativa de Elio de se interessar por mulheres, até a aceitação de que realmente está se apaixonando por Oliver.</p>
<p>O filme é encantador e apaixonado. O espectador se envolve tanto que chora e torce em todas as cenas. A atuação dos protagonistas é excelente, especialmente de Armie Hammer, que finalmente está recebendo a oportunidade de mostrar todo seu potencial. A combinação dele como o jovem Timothée Chalamet deu muito certo, trazendo ainda mais sinceridade aos sentimentos que envolvem a trama.</p>
<p><em>Me Chame Pelo Seu Nome</em> é um romance e um drama cuidadoso e cheio de lindos cenários para envolver ainda mais o espectador. O filme é digno de suas indicações ao Globo de Ouro 2018 e promete ser visto ainda em outras premiações.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/7yCwv8FjidU" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-me-chame-pelo-seu-nome/">Crítica: Me Chame Pelo Seu Nome</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-me-chame-pelo-seu-nome/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
