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	<title>Arquivos Maya Hawke - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Maya Hawke - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Divertida Mente 2</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Jun 2024 03:22:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entender as emoções não é tarefa fácil. E por mais que Divertida Mente não se proponha a isso, o filme torna tudo mais leve e didático. É como uma grande sessão de terapia que nos abraça e nos desafia ao mesmo tempo. Depois do sucesso que foi o primeiro filme em 2015, voltamos quase 10 anos depois para conferir a chegada de Riley na fase de adolescência e todas as mudanças hormonais e emocionais que a puberdade traz. Ela agora [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Entender as emoções não é tarefa fácil. E por mais que <strong><em>Divertida Mente</em></strong> não se proponha a isso, o filme torna tudo mais leve e didático. É como uma grande sessão de terapia que nos abraça e nos desafia ao mesmo tempo. Depois do sucesso que foi o primeiro filme em 2015, voltamos quase 10 anos depois para conferir a chegada de Riley na fase de adolescência e todas as mudanças hormonais e emocionais que a puberdade traz. Ela agora acredita que tem um maior controle e equilíbrio entre os seus sentimentos e vai se desafiar com uma viagem de fim de semana que é de garotas mais velhas.</p>
<p>Riley agora tem suas amigas e confidentes, uma relação boa com os pais. O que poderia dar errado? Aparentemente tudo. A Alegria está plena na torre de comando quando se depara com a chegada da equipe de reforma para destruir tudo e trazer novidades. Mas ela não sabe que novidades são essas e não está particularmente aberta a descobrir.</p>
<p>No entanto, uma nova emoção chega completamente sem aviso. A Ansiedade chega antes de várias outras emoções. Vergonha, Inveja e Tédio estão ali junto para causar o maior revertério na torre. E assim o fazem.</p>
<p>Não entrando em mais detalhes, o que mais me encanta no mundo de <strong><em>Divertida Mente</em></strong> é a leveza com que eles conseguem tratar de emoções tão intensas e conflituosas. Tudo o que a gente sente no dia a dia. E a chegada da Ansiedade só confirma isso. Todos temos ansiedade dentro de si e não sabemos lidar com ela em diversos momentos. Ela nos sufoca, dói, nos deixa atordoados. Sentir ansiedade não é fácil, mas faz parte da vida. E é isso que o filme quer deixar claro.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-18289" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/06/image-1-3.png" alt="Divertida Mente 2" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/06/image-1-3.png 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/06/image-1-3-360x240.png 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/06/image-1-3-720x480.png 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Com a sutileza necessária, o longa vai se aprofundando em emoções, tal qual o primeiro filme, nos levando a tantas reflexões. E não digo que esse é melhor que o primeiro, porque não é. Mas é tão bom quanto. Uma sessão de terapia suave e gratuita. Riley se torna apenas um veículo para as nossa próprias reflexões e pensamentos. As suas dúvidas, as suas dores. O que percebemos é que precisamos acolher todas as emoções que nos são apresentadas, já que todas são válidas e necessárias.</p>
<p>Ainda que seja um ótimo filme para crianças, quem mais se beneficiam são os adultos que conseguem fazer todas as reflexões que Divertida Mente 2 nos propõe. Essa ideia de dividir as emoções em personagens que querem controlar a torre de comando é uma excelente metáfora para o que acontece dentro de nossas mentes, todos os dias. E é curioso perceber visualmente o que sentimos com frequência. Quem é a primeira emoção a se encantar pela Ansiedade? O Medo. E daí você já percebe a profundidade a que o longa se propõe.</p>
<p>Criei expectativas com <em><strong>Divertida Mente 2</strong></em> e elas se cumpriram. Eu sabia que não haveria a questão inusitada do primeiro, mas queria um bom trabalho. E eles me entregaram um excelente! É notório o suporte científico que a equipe de roteiro teve na criação, já que as peças se conectam perfeitamente com a realidade. Uma salva específica para a dublagem brasileira que deixa tudo ainda mais divertido. Vale a pena conferir essa versão!</p>
<p><strong>Direção:</strong> Kelsey Mann</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Amy Poehler, Kensington Tallman, Maya Hawke</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/yAZxx8t9zig?si=OQtDYnr8QON-WI7A" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: The Kill Room &#8211; Arte Fatal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 May 2024 01:56:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Joe Manganiello]]></category>
		<category><![CDATA[Maya Hawke]]></category>
		<category><![CDATA[Samuel L. Jackson]]></category>
		<category><![CDATA[The Kill Room]]></category>
		<category><![CDATA[The Kill Room - Arte Fatal]]></category>
		<category><![CDATA[Uma Thurman]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A ideia central de The Kill Room &#8211; Arte Fatal lembra a de Toda Arte é Perigosa de Dan Gilroy, lançado em 2018 com Jake Gyllenhaal no elenco. Assim como a produção original da Netflix, o filme da diretora Nicol Paone intenta chacoalhar o mundo das artes e questionar seus esquemas de construção de valor para obras, algo mais contextual e elaborado por publicistas ou &#8220;marqueteiros&#8221; do que imanente à própria arte. De certa forma, Paone consegue realizar isso com The Kill Room, existem [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-the-kill-room-arte-fatal/">Crítica: The Kill Room &#8211; Arte Fatal</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A ideia central de <strong><em>The Kill Room &#8211; Arte Fatal</em></strong> lembra a de Toda Arte é Perigosa de Dan Gilroy, lançado em 2018 com Jake Gyllenhaal no elenco. Assim como a produção original da Netflix, o filme da diretora Nicol Paone intenta chacoalhar o mundo das artes e questionar seus esquemas de construção de valor para obras, algo mais contextual e elaborado por publicistas ou &#8220;marqueteiros&#8221; do que imanente à própria arte. De certa forma, Paone consegue realizar isso com <em>The Kill Room</em>, existem ideias interessantes a serem trabalhadas na comédia. Acontece que o intento, na maioria das vezes, é desarranjado e disperso por uma série de outras pretensões do filme. O longa propõe algo arrojado, mas acaba se entregando ao superficial, revelando-se no fundo como uma trama escapista que se contenta em seguir cartilhas dos gêneros com os quais procura diálogo.</p>
<p>Em <strong><em>The Kill Room &#8211; Arte Fatal</em></strong>, Uma Thurman vive Patrice, uma negociante de arte que trabalha para uma galeria de Nova York e vive uma crise profissional, enfrentando diversos empecilhos no seu trabalho, como artistas pretensiosos, colegas de trabalho temperamentais e a competitividade do meio. Quando Patrice é abordada por Gordon (Samuel L. Jackson) ela acaba transformando a galeria onde trabalha em parte central de um esquema de lavagem de dinheiro. Nas atividades, Patrice acaba conhecendo Reggie (Joe Manganiello), um assassino de aluguel que também trabalha no esquema criminoso de Gordon. A galeria da curadora vivida por Uma Thurman passa então a receber uma série de obras assinadas por Reggie sob o pseudônimo &#8220;The Bagman&#8221; (na tradução, o homem da sacola), todas elas utilizando como matéria prima itens dos seus assassinatos. Eis então que o grupo de criminosos acaba revolucionando a cena artística novaiorquina por caminhos nada éticos ou legais.</p>
<p><strong><em>The Kill Room &#8211; Arte Fatal</em></strong> pretende ser uma trama que procura mesclar sua história sobre o crime organizado com uma comédia sobre o mundo das artes. O roteiro de Jonathan Jacobson tem boas ideias para colocar na mesa. Na medida em que a personagem de Uma Thurman se vê cada vez mais encalacrada no esquema criminoso de Gordon (Jackson), a curadora de arte passa a criar formas cada vez mais inventivas de fomentar a carreira do assassino de aluguel interpretado por Manganiello, utilizando toda uma cartela retórica para convencer os seus clientes sobre o valor da obra do tal &#8220;The Bagman&#8221;. A estratégia acaba funcionando e o próprio assassino de aluguel toma gosto pelo universo das artes, fazendo o filme articular uma ideia muito bem explorada na animação Ratatouille, a de que a arte pode surgir dos lugares menos suspeitos &#8211; claro que, aqui, isso intenta ser desenvolvido com altas doses de ironia tendo em vista que os protagonistas do longa são agentes do crime.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-18072" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/05/image-4.png" alt="The Kill Room" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/05/image-4.png 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/05/image-4-360x240.png 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/05/image-4-720x480.png 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>O filme consegue estabelecer um olhar interessante para as instâncias de consagração da arte, destacando o lugar do discurso de terceiros (publicitários e empresários produzindo argumentos assimilados e difundidos muitas vezes inconscientemente por críticos) na aceitação de determinados movimentos, mostrando como muitas vezes isso pode ser orquestrado por esquemas que em nada tem relação com a criação artística, mas com ramificações do capitalismo. Vemos isso acontecer o tempo todo na indústria do cinema, especialmente a estadunidense, com todo o seu esquema de lançamento de blockbusters que muitas vezes saem da curva e supostamente revelam-se mais do que peças de entretenimento. Algumas vezes, o fenômeno procede, existe de fato coisas de valor sendo produzidas na indústria, mas outras, nem tanto, e não passa de uma retórica engendrada por estúdios para sugerir ao público um outro olhar para coisas feitas com puro intento comercial e nada mais do que isso. <em>The Kill Room </em>deseja falar sobre isso e a articulação com Hollywood me parece mais do que adequada sendo que estamos falando de um filme.</p>
<p>É uma pena que <strong><em>The Kill Room &#8211; Arte Fatal</em></strong> não parece decolar na sua crítica. Quando o roteiro parece ganhar contornos interessantes e desenvolver suas premissas de forma mais radical, o que inclui uma performance de Reggie filmada com câmeras de segurança projetada por Patrice e exibida para seus clientes ricaços que testemunham maravilhados o assassino de aluguel dar fim a mais um sujeito, o longa parece optar por um desfecho menos corajoso que o seu ponto de partida anunciava. <em>The Kill Room</em> encerra seus conflitos com desfechos incompletos para alguns dos seus personagens principais, como é o caso de Reggie, e ainda perde o fio da meada na sua crítica social, cedendo a esquemas da comédia para histórias protagonizadas por personagens com parâmetros éticos questionáveis. No final das contas, <em>The Kill Room</em> acaba sendo um grande desperdício para uma boa premissa.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Nicol Paone</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Samuel L. Jackson, Uma Thurman, Joe Manganiello, Maya Hawke</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/-tD90k9HyB8?si=61m-bp7swDauM4ab" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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