<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Mattia Garaci - Coisa de Cinéfilo</title>
	<atom:link href="https://coisadecinefilo.com.br/tag/mattia-garaci/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/mattia-garaci/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Sun, 01 Aug 2021 15:19:58 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/cropped-favicon3-5-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Mattia Garaci - Coisa de Cinéfilo</title>
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/mattia-garaci/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Crítica: Irmãos à Italiana</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-irmaos-a-italiana/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-irmaos-a-italiana/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Aug 2021 15:13:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Claudio Noce]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Francesco Gheghi]]></category>
		<category><![CDATA[Irmãos à Italiana]]></category>
		<category><![CDATA[Mattia Garaci]]></category>
		<category><![CDATA[Pierfrancesco Favino]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=14350</guid>

					<description><![CDATA[<p>Baseado na própria infância do diretor Claudio Noce (Aria), Irmãos à Italiana é um filme que procura contar fatos intensos sob uma perspectiva doce e juvenil. Passado no final dos 1970, momento no qual a Itália passava por um momento político complicado, que ficou conhecido como Anos de Chumbo, o ponto principal aqui é que esta é uma obra que procura mostrar todos os seus acontecimentos pelo olhar do pequeno Valério (Mattia Garaci). Ele é um garoto de dez anos que [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-irmaos-a-italiana/">Crítica: Irmãos à Italiana</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Baseado na própria infância do diretor Claudio Noce (<em>Aria</em>), <strong><em>Irmãos à Italiana</em></strong> é um filme que procura contar fatos intensos sob uma perspectiva doce e juvenil. Passado no final dos 1970, momento no qual a Itália passava por um momento político complicado, que ficou conhecido como Anos de Chumbo, o ponto principal aqui é que esta é uma obra que procura mostrar todos os seus acontecimentos pelo olhar do pequeno Valério (Mattia Garaci). Ele é um garoto de dez anos que vê seu pai, Alfonso (Pierfrancesco Favino), sofrer um atentado.</p>
<p>Entre tiros e sangues presenciados, é na poesia dos dias de sol e da bola de futebol batida no chão que o longa-metragem posiciona seu foco. Mais ainda, é na relação de Valério e seu novo amigo Christian (Francesco Gheghi) que o público passa a entender os sentimentos mais profundos, intensos e espontâneos de seu protagonista. Além do medo de perder ou se afastar do pai, o ciúme e a rebeldia são traços que surgem na tela, tornando a figura do menino mais complexa e explorada.</p>
<p>A dinâmica entre o emocional de Valério e o perigo que cerca sua família são bem elaboradas narrativamente. O jogo de suspensão com relaxamento imprime uma mescla que faz com o que o espectador nunca esqueça duas coisas: esta é a perspectiva de Valério e a qualquer momento o jogo pode virar e algo de ruim pode acontecer. Neste sentido, os atores conseguem colaborar para a instauração destas atmosferas.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-14366" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/07/5846187.jpg-r_1280_720-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Irmãos à Italiana" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/07/5846187.jpg-r_1280_720-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/07/5846187.jpg-r_1280_720-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/07/5846187.jpg-r_1280_720-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/07/5846187.jpg-r_1280_720-f_jpg-q_x-xxyxx-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>A dinâmica de contracena é algo que chama atenção em <strong><em>Irmãos à Italiana</em></strong>, pois os intérpretes parecem imersos naquela realidade, evocando uma organicidade que traz fluidez para as cenas. A contenção é algo bastante trabalhado aqui, o que faz com que os rompantes e sensações mais fortes se destaquem quando acontecem. Um bom exemplo disto é na cena em que Valério e Christian conversam sobre pular de um abismo, após o <em>plot twist</em> do enredo. Alfonso surge desesperado e abraça o filho.</p>
<p>Neste momento, existem gradações nas tonalidades utilizadas pelos artistas, o que confere um equilíbrio para toda sequência, elevando seu potencial. Além disto, a decupagem, ainda que seja bastante tradicional e até pouco arriscada, dialoga diretamente com o roteiro. Parece que o objetivo ali é fazer com que a história se sobressaia mais do que qualquer outro elemento da obra, algo que é alcançado em sua totalidade. Ainda assim, a sua fotografia acaba saltando aos olhos.</p>
<p>A presença constante de uma forte iluminação, com cores mais abertas, passa a sensação de leveza e inocência. Este fator reforça esta ideia de que tudo é visto e sentido por Valério, é o seu olhar para o mundo, a sua infância repleta de sol, mesmo com o temor do desconhecido e do futuro de seus parentes. Em paralelo a isso, os instantes nos quais são mostrados a vida adulta de Valério são mais cinzentos e azulados, como se aquela luz inteira estivesse nos olhos daquele garoto.</p>
<p>Talvez, o único incômodo em <strong><em>Irmãos à Italiana</em></strong> seja o final de seu segundo ato até o início do terceiro, quando as situações parecem se esgarçar. Não é nada que comprometa a sua totalidade, porém parte da produção fica truncada e repetitiva, quando situações são recorrentes e há uma demora em avançá-las.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Claudio Noce</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Mattia Garaci, Francesco Gheghi, Pierfrancesco Favino</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/__XxQrHTVVE" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-irmaos-a-italiana/">Crítica: Irmãos à Italiana</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-irmaos-a-italiana/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
