<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Matthew McConaughey - Coisa de Cinéfilo</title>
	<atom:link href="https://coisadecinefilo.com.br/tag/matthew-mcconaughey/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/matthew-mcconaughey/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Mon, 02 Feb 2026 12:35:25 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/cropped-favicon3-5-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Matthew McConaughey - Coisa de Cinéfilo</title>
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/matthew-mcconaughey/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Crítica O Ônibus Perdido</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-onibus-perdido/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-onibus-perdido/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Feb 2026 12:35:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[America Ferrera]]></category>
		<category><![CDATA[Apple TV]]></category>
		<category><![CDATA[Matthew McConaughey]]></category>
		<category><![CDATA[O Ônibus perdido]]></category>
		<category><![CDATA[Paul Greengrass]]></category>
		<category><![CDATA[The lost bus]]></category>
		<category><![CDATA[Yul Vazquez]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=20449</guid>

					<description><![CDATA[<p>Paul Greengrass é um bom diretor, de verdade. A trilogia Bourne, Voo United 93, Capitão Phillips, Relatos do mundo etc. podem não ser os melhores longas-metragens do mundo, porém são bem dirigidos. O que acontece com O Ônibus Perdido é que, além da produção conter falhas em diversos setores, não foi o melhor momento da carreira de Greengrass na direção. Em um drama de ação, é árduo para o espectador acompanhar o que acontece ao redor das personagens. A decupagem [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-onibus-perdido/">Crítica O Ônibus Perdido</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Paul Greengrass é um bom diretor, de verdade. A trilogia <em>Bourne</em>, <em>Voo United 93</em>,<em> Capitão Phillips</em>, <em>Relatos do mundo</em> etc. podem não ser os melhores longas-metragens do mundo, porém são bem dirigidos. O que acontece com<em> O Ônibus Perdido</em> é que, além da produção conter falhas em diversos setores, não foi o melhor momento da carreira de Greengrass na direção.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em um drama de ação, é árduo para o espectador acompanhar o que acontece ao redor das personagens. A decupagem não fomenta a atmosfera de tensão e não deixa nítido para quem assiste o que está de fato se passando. Há uma questão grave, dentro de toda a lógica qualitativa do filme: a ausência da possibilidade de fruição verdadeira.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As personagens centrais, Kevin McKay (Matthew McConaughey) e Mary Ludwig (America Ferrera), ficam preocupados com o fogo os cercam, mas o público não compreende o perigo, porque não é posto em cena, através do trabalho de Paul, onde estão os pontos de medo e tensão. No entanto, os problemas parecem já vir do roteiro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Adaptação do livro <em>Paradise: One Town&#8217;s Struggle to Survive an American Wildfire</em>, da escritora Lizzie Johnson, essa é uma história inspirada no que foi, de acordo com a Time, o maior incêndio florestal da Califórnia. Uma das narrativas presentes no material de Johnson é o resgate que o motorista de ônibus Kevin McKay fez de 22 crianças, ao lado da professora Mary Ludwig.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É interessante fazer uma ode aos heróis do cotidiano, que não possuem super poderes e fazem coisas incríveis. Todavia, o longa novo do Greengrass não celebra bem a dupla central. Apesar da rotina intensa de Kevin ser mostrada, ela é reforçada demais e um tempo extenso para a criação de camadas de sua personalidade é perdida.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mary existe na trama quase sem nuance. America tem dificuldade de inserir gradações em um texto que dá chances ínfimas da intérprete ser criativa. As frases da sua personagem são repetitivas e sem espaço para uma performance mais eficiente dentro do ônibus. Kevin até tem vislumbres de complexidade, porém a investigação de sua jornada fica apenas flertando com o profundo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O seu relacionamento com o filho, com a mãe e com a ex-mulher são superficiais. Os seus desejos e sonhos não são revelados. É por isso que tanto McConaughey quanto Ferrera apresentam atuações limitadas, porque eles não têm nem de onde tirar material suficiente para construir algo bom. E para além dos diálogos rasos, a mise-en-scène pouco colabora para essa expansão que poderia acontecer na construção de papel dos dois, caso Greengrass tivesse executado melhor sua função.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isso poderia vir de outros posicionamentos de câmera, de escolha de enquadramento ou, até mesmo, de movimentação de câmera. Mas, para além do diretor, a montagem também ficou aquém. Talvez, a equipe de edição(Peter Dudgeon, William Goldenberg, Paul Rubell) estivesse com um produto bruto muito ruim nas mãos, porém fica difícil saber quem foi o grande culpado (cineasta ou editores).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O que fica nitidamente perceptível é que os cortes também dificultam o acompanhamento das sequências, principalmente as que são filmadas dentro do coletivo. Desta maneira, por mais que o ato de Mary e Kevin seja belo e honroso, <em>O Ônibus Perdido</em> é uma obra que peca por não saber transformar um enredo forte e relevante em imagem. O resultado final é uma sessão cansativa e confusa.</span></p>
<p><strong>Direção</strong>: Paul Greengrass</p>
<p><strong>Elenco</strong>: Matthew McConaughey, America Ferrera, Yul Vazquez</p>
<p><strong>Assista o trailer!</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="O Ônibus Perdido — Trailer oficial | Apple TV+" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/sayWniZT6wA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-onibus-perdido/">Crítica O Ônibus Perdido</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-onibus-perdido/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Calmaria</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-calmaria/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-calmaria/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Feb 2019 15:56:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Anne Hathaway]]></category>
		<category><![CDATA[Calmaria]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Djimon Hounsou]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Jason Clarke]]></category>
		<category><![CDATA[Matthew McConaughey]]></category>
		<category><![CDATA[Movie]]></category>
		<category><![CDATA[Steven Knight]]></category>
		<category><![CDATA[Trailer]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=10058</guid>

					<description><![CDATA[<p>O roteirista Steven Kinight circula faz algum tempo em Hollywood e impressionou a crítica recentemente com seu segundo longa como diretor, Locke, que só tem o ator Tom Hardy em seu elenco e é centrado em suas ações dentro de um carro. Antes disso, Knight esteve por trás de roteiros dirigidos por gente como Stephen Frears (Coisas Belas e Sujas), pelo qual foi indicado ao Oscar, e David Cronenberg (Senhores do Crime). Estranhamente, alguém com tanta estrada e caminhos abertos [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-calmaria/">Crítica: Calmaria</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O roteirista Steven Kinight circula faz algum tempo em Hollywood e impressionou a crítica recentemente com seu segundo longa como diretor, <em>Locke</em>, que só tem o ator Tom Hardy em seu elenco e é centrado em suas ações dentro de um carro. Antes disso, Knight esteve por trás de roteiros dirigidos por gente como Stephen Frears (<em>Coisas Belas e Sujas</em>), pelo qual foi indicado ao Oscar, e David Cronenberg (<em>Senhores do Crime</em>). Estranhamente, alguém com tanta estrada e caminhos abertos na indústria é capaz de realizar um filme como <em><strong>Calmaria</strong></em>, cujo &#8220;calcanhar de Aquiles&#8221; é justamente o seu roteiro trôpego com direito a um absurdo twist que faria inveja a M. Night Shyamalan nos seus piores dias (algo do nível <em>Fim dos Tempos</em>).</p>
<p><em><strong>Calmaria</strong> </em>tem início quando somos apresentados a Baker Dill, personagem de Matthew McConaughey, e sua obsessão por um peixe. Dill tem um barco chamado &#8220;Calmaria&#8221; cujos clientes, a maioria turistas que estão de passagem pela região litorânea onde mora, parecem pretextos para o solitário marinheiro sair em busca do animal que batiza de &#8220;Justiça&#8221;. Quando Karen, personagem de Anne Hathaway, retorna na vida de Dill lhe oferecendo muito dinheiro em troca de um serviço sujo ele se vê tentado a aceitar a oferta concretizando sua obstinada procura pelo animal.</p>
<p style="text-align: center;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-10060" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/1903197.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Calmaria" width="610" height="348" /></p>
<p>Claramente, Steven Knight faz de <strong><em>Calmaria</em> </strong>um filme <em>noir</em> ambientado no litoral americano. McConaughey e Hathaway interpretam figuras conhecidas do gênero, o anti-herói enlaçado por uma trama criminosa apresentada a ele pela<em> femme fatale</em> da atriz exibindo uma inédita (?) madeixa loira. A princípio, o realizador parece apostar no gênero e nessa variação alternativa oferecida por essa ambiência, instigando o espectador a perseverar na história a fim de descobrir o que existe por trás da obsessão do seu protagonista pelo tal peixe e o risco que a moça interpretada por Hathaway irá oferecer a sua vida.</p>
<p>Na medida que a trama avança, vem a grande decepção. Como uma &#8220;carta na manga&#8221;, o realizador traz uma história paralela que faz com que toda a realidade construída até então seja uma verdadeira farsa. No terceiro ato, Knight faz <strong><em>Calmaria</em> </strong>aparentar ser inteligente demais, como se tivesse extraído da &#8220;cartola&#8221; informações para impressionar o público mais desavisado, mas no fim das contas isso tudo só serve para a trama cair na descrença do espectador. <strong><em>Calmaria</em> </strong>acaba esquecendo-se de encerrar &#8220;nós&#8221; da sua história que no final das contas não fazem muito sentido. Fica com a honra de provavelmente ser o filme com o <em>twist</em> mais estapafúrdio do ano.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/brlixT-fPSQ" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-calmaria/">Crítica: Calmaria</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-calmaria/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: A Torre Negra</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-torre-negra/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-torre-negra/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Aug 2017 17:16:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[A Torre Negra]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Idris Elba]]></category>
		<category><![CDATA[Matthew McConaughey]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=8141</guid>

					<description><![CDATA[<p>É profundamente decepcionante quando assistimos um filme que fica na superfície das possibilidades em diversos aspectos. A Torre Negra é justamente assim, só que elevado ao triplo. Uma sucessão de más escolhas, que vai desde o elenco, finalizando com o roteiro. A história basicamente conta que a escuridão é mantida aprisionada no universo por conta de uma Torre que mantém esse equilíbrio. Só que um grupo de pessoas decide destruir essa Torre e espalhar toda a maldade e escuridão existente. [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-torre-negra/">Crítica: A Torre Negra</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>É profundamente decepcionante quando assistimos um filme que fica na superfície das possibilidades em diversos aspectos. <em>A Torre Negra</em> é justamente assim, só que elevado ao triplo. Uma sucessão de más escolhas, que vai desde o elenco, finalizando com o roteiro.</p>
<p>A história basicamente conta que a escuridão é mantida aprisionada no universo por conta de uma Torre que mantém esse equilíbrio. Só que um grupo de pessoas decide destruir essa Torre e espalhar toda a maldade e escuridão existente. É baseado na obra literária homônima de Stephen King e, acredite se quiser, nem isso é suficiente para fazer o filme algo válido.</p>
<p>A escolha de elenco é muito confusa. Matthew McConaughey, apesar de ser um ótimo ator, está super canastrão e exagerado. Ele ainda disputa atenção o tempo todo com Idris Elba, que fica no limítrofe entre apagado e lutando por atenção. O menino Tom Taylor é bom e convincente, mas se perde num roteiro fraco e sem embasamento.</p>
<p>As coisas acontecem sem muita explicação no filme, de forma fantástica e absurda, sem conexão com nada. É o que mais incomoda, porque é como se duvidasse da capacidade do espectador em entender uma história mais complexa ou uma inabilidade do roteirista de ser mais eficiente.</p>
<p>As cenas de ação são ruins e sem inspiração. A narrativa é preguiçosa e não se esforça nem um pouco para ser superior que a média. É como se o diretor não tivesse ambição para se tornar um filme bom. Aliás, é muito complicado porque é possível ver o potencial da trama completamente desperdiçado.</p>
<p>Com o tempo, o espectador sente apenas alívio pelo filme ser curto e não ter que prolongar aquele sofrimento. É lamentável o resultado desse filme e o desperdício de elenco.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/AofNDqij5wU" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-torre-negra/">Crítica: A Torre Negra</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-torre-negra/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Um Estado de Liberdade</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-um-estado-de-liberdade/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-um-estado-de-liberdade/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Nov 2016 03:14:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Gary Ross]]></category>
		<category><![CDATA[Mahershala Ali]]></category>
		<category><![CDATA[Matthew McConaughey]]></category>
		<category><![CDATA[Um Estado de Liberdade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=6917</guid>

					<description><![CDATA[<p>O fazendeiro Newton Knight é o responsável por reunir, durante a Guerra Civil Americana, um grupo de desertores que lutam por melhores condições e reconhecimento de direitos básicos na época. Além disso, o enredo nos apresenta questões raciais e um cenário de décadas de distância, com a descendência do personagem principal. Sim, o filme é tão confuso quanto soa. E tão monótono quanto não deveria ser. Ainda que o diretor Gary Ross se esforce, nos apresenta uma condução de roteiro [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-um-estado-de-liberdade/">Crítica: Um Estado de Liberdade</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O fazendeiro Newton Knight é o responsável por reunir, durante a Guerra Civil Americana, um grupo de desertores que lutam por melhores condições e reconhecimento de direitos básicos na época. Além disso, o enredo nos apresenta questões raciais e um cenário de décadas de distância, com a descendência do personagem principal. Sim, o filme é tão confuso quanto soa. E tão monótono quanto não deveria ser.</p>
<p>Ainda que o diretor Gary Ross se esforce, nos apresenta uma condução de roteiro completamente apática e dispersa, sem sentido e foco preciso. O protagonista começa como um enfermeiro de guerra dedicado e rapidamente evolui para um combatente e desertor. A velocidade com que os fatos se desenvolvem não permitem que a narrativa seja bem construída, confundindo o tempo todo o espectador.</p>
<p>O roteiro é literalmente um vai e vem sem propósito que perpassa por diversos temas até se fixar em um, no finalzinho do longa, quando já cansou o espectador o bastante. E isso apenas contribuiu para que o protagonista seja raso. Matthew McConaughey é um bom ator e conseguimos ver isso ao longo do filme, mas ao mesmo tempo ele nos apresenta a mesma cara de sempre, sem um perfil mais característico daquele personagem, ou um estilo diferenciado. Como disse, a história é tão frenética em tantos aspectos, que a construção do protagonista é deixada completamente de lado.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-6918" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/11/free-state-jones-um-estado-de-liberdade.jpg" alt="free-state-jones-um-estado-de-liberdade" width="610" height="348" /></p>
<p>Outra questão que incomoda bastante é o ponto da escravidão. O filme não começa com essa proposta, mas termina com ela. O tema só começa a ser abordado com mais profundidade da metade para o final e confesso que é nos 30 últimos minutos, e graças a essa temática, que a película tem um pouco de salvação. Ainda assim, não se define como deveria. A exemplo da escrava que consegue &#8220;passear&#8221; todas as noites no pântano e visitar seu namorado. À isso, não é dada qualquer explicação plausível. Dentre tantas outras.</p>
<p>O romance apresentado pelo roteiro também é mal formulado e confusamente trabalhado. Parece ser o foco do filme em muitos momentos, mas de repente alguns personagens somem, ou a guerra vira o foco principal, ou a colheita, ou os impostos. De fato, há algum tempo eu não assisto um filme tão disperso quanto esse.</p>
<p>Ao final, o que temos é um conjunto de atuações desperdiçadas por um roteiro fraco, confuso e disperso, proporcionando uma alteração no tempo tão surreal que as duas horas de sessão parecem ter quatro horas de duração. O desespero em falar de várias questões ao mesmo tempo acabou levando o filme a deixar várias linhas soltas no vento, sem uma conclusão apropriada. Lamentável.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/6tyGzixMqbs" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-um-estado-de-liberdade/">Crítica: Um Estado de Liberdade</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-um-estado-de-liberdade/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Interestelar</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-interestelar/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-interestelar/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Nov 2014 19:57:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[Anne Hathaway]]></category>
		<category><![CDATA[Christopher Nolan]]></category>
		<category><![CDATA[Interestelar]]></category>
		<category><![CDATA[Jessica Chastain]]></category>
		<category><![CDATA[Matthew McConaughey]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=2302</guid>

					<description><![CDATA[<p>&#160; Em algum lugar entre o existencialismo de 2001 &#8211; Uma Odisseia no Espaço e a simplicidade de Gravidade encontra-se Interestelar, novo filme de Christopher Nolan. E esse lugar intermediário não é uma qualidade do filme não, muito pelo contrário, revela uma indefinição, uma ausência de organização e de norte do realizador com o seu próprio projeto. Nolan pretende em Interestelar fazer uma ficção científica com teorias e conceitos fincados na Física, mas ao mesmo tempo quer ser filosófico e [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-interestelar/">Crítica: Interestelar</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_2303" aria-describedby="caption-attachment-2303" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/11/Interstellar_02.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-2303 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/11/Interstellar_02-620x348.jpg" alt="Interstellar_02" width="620" height="348" /></a><figcaption id="caption-attachment-2303" class="wp-caption-text">No espaço, personagens de Matthew McConaughey e Anne Hathaway tentam encontrar uma solução para os problemas da Terra</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em algum lugar entre o existencialismo de <em>2001 &#8211; Uma Odisseia no Espaço </em>e a simplicidade de <em>Gravidade </em>encontra-se <em>Interestelar</em>, novo filme de Christopher Nolan. E esse lugar intermediário não é uma qualidade do filme não, muito pelo contrário, revela uma indefinição, uma ausência de organização e de norte do realizador com o seu próprio projeto. Nolan pretende em <em>Interestelar </em>fazer uma ficção científica com teorias e conceitos fincados na Física, mas ao mesmo tempo quer ser filosófico e emotivo, uma característica mal administrada e presente com timidez nos seus filmes anteriores, mas que aqui surge como a força motriz de sua narrativa. No final, não consegue satisfazer a nenhuma dessas suas pretensões e deixa seu projeto à deriva, como um filme apenas promissor em sua premissa.</p>
<p><em>Interestelar </em>traz como cenário uma Terra sem esperanças. Cooper, personagem de Matthew McConaughey, é um antigo astronauta, hoje fazendeiro, que se preocupa com o futuro dos seus dois filhos  nesse planeta sem a menor perspectiva de  vida no futuro. Ele então recebe uma oferta para ir ao espaço junto com um grupo de astronautas e buscar alternativas em outros sistemas. A viagem de Cooper o afasta de seus filhos, mas ele deixa a promessa de retornar para buscá-los um dia e proporcionar a eles uma perspectiva melhor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<figure id="attachment_2304" aria-describedby="caption-attachment-2304" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/11/interstellar_movie_still_4.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-2304 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/11/interstellar_movie_still_4-620x323.jpg" alt="interstellar_movie_still_4" width="620" height="323" /></a><figcaption id="caption-attachment-2304" class="wp-caption-text">A salvação: Personagem de Jessica Chastain tem a chave para a solução dos problemas que os demais tanto procuram.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Estruturalmente, <em>Interestelar </em>é dividido em três atos, com diferenças abismais de qualidade em cada um deles. O primeiro nos apresenta Cooper, sua família e nos contextualiza sobre essa realidade distópica que Nolan quer oferecer ao público. Nele, tudo é muito disperso, confuso, os didatismos costumeiros do diretor (explicar tudo o que acontece através de diálogos  e somente diálogos) irritam e soam artificiais, como se cada um dos personagens estivesse sempre apresentando o resultado de uma tese em um congresso. No segundo momento do longa, o mais interessante e inspirado de <em>Interestelar</em>, acompanhamos a expedição de McConaughey e cia., existe ritmo e a gente, progressivamente, começa a entender onde o Nolan pretende chegar, a gente compreende a ordem de preocupações dos personagens. No entanto, quando chegamos no desfecho do filme, o realizador parece perder a mão e une o seu didatismo ao teor emotivo do projeto, culminando em uma cena absurda na qual a personagem de Anne Hathaway tenta explicar racionalmente (!!!!!!!) o amor, sem falar no desfecho insatisfatório e mal amarrado.</p>
<p>Não é que Nolan não consiga cumprir o desafio de realizar uma obra mais emocional que o costume, mas é que como ele tende a ser um realizador que preza pela engenharia de um roteiro apoiado nas palavras e na construção de uma trama engenhosa calcada em conceitos por vezes complexos, acaba por teorizar e complicar sentimentos que talvez sejam simples demais e não necessitem de um reforço através da verbalização como faz aqui. Há interpretações dedicadas e delicadas, sobretudo do trio central formado por McConaughey, Hathaway e Jessica Chastain, mas Nolan faz questão de se complicar, de se perder em distrações e armadilhas que ele mesmo cria para a sua própria história. Enfim, ele se auto-sabota.</p>
<figure id="attachment_2305" aria-describedby="caption-attachment-2305" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/11/ef118340-ea83-469a-bf9e-58800b56e569.jpeg"><img decoding="async" class="wp-image-2305 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/11/ef118340-ea83-469a-bf9e-58800b56e569-620x348.jpeg" alt="-ef118340-ea83-469a-bf9e-58800b56e569" width="620" height="348" /></a><figcaption id="caption-attachment-2305" class="wp-caption-text">A família: Mote do filme é a relação de Cooper (McConaughey) e seus filhos.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nolan que sempre foi conhecido pela máxima &#8220;In Nolan We Trust!&#8221;, que evidencia o culto exacerbado ao cineasta pelas gerações mais novas, como se ele fosse uma força super-humana, incapaz de errar, tem seu primeiro projeto relativamente questionável depois de <em>Insônia</em>, com Robin Williams, Al Pacino e Hilary Swank. <em>Interestelar </em>é a prova de que Nolan é humano e de que pode se equivocar sim e não há demérito algum nisso, só o engrandece. Bobagem o público não assumir os vacilos de <em>Interestelar </em>como se admitir as falhas fosse de alguma forma desmerecer um cineasta tão interessante e pertinente como ele. Não dá para esquecer que Christopher Nolan é o homem responsável por projetos que contorceram nosso cerébro e nos desafiaram intelecutualmente como <em>Amnésia </em>ou <em>A Origem</em>, nem dá para esquecer que ele foi o responsável definitivo por conferir maturidade ao universo subestimado dos quadrinhos no cinema com a trilogia <em>O Cavaleiro das Trevas</em>. <em>Interestelar </em>é um ponto desviante, não dá para negar, outros cineastas, melhores e mais experientes que o Nolan, já cometeram seus deslizes. Da próxima, quem sabe, ele retorna ao seu prumo?</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-interestelar/">Crítica: Interestelar</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-interestelar/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Guia Oscar 2014: Atores</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/guia-oscar-2014-atores/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/guia-oscar-2014-atores/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Feb 2014 19:53:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Premiações]]></category>
		<category><![CDATA[Bruce Dern]]></category>
		<category><![CDATA[Chiwetel Ejiofor]]></category>
		<category><![CDATA[Christian Bale]]></category>
		<category><![CDATA[Indicados]]></category>
		<category><![CDATA[Leonardo DiCaprio]]></category>
		<category><![CDATA[Matthew McConaughey]]></category>
		<category><![CDATA[Melhor Ator]]></category>
		<category><![CDATA[Oscar]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=395</guid>

					<description><![CDATA[<p>Matthew McConaughey – &#8220;Clube de Compras Dallas&#8220; O ator Matthew McConaughey ficou bastante conhecido por seus papéis em comédias românticas como “Como Perder Um Homem em 10 Dias”, onde contracenou com Kate Hudson (“O Noivo da Minha Melhor Amiga”) pela primeira vez. A parceria se repetiu, porém sem tanto sucesso, no filme “Um Amor de Tesouro”. Depois ele resolveu focar seus esforços em longas de ação como “Killer Joe &#8211; Matador de Aluguel” e “O Poder e a Lei”. Em [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/guia-oscar-2014-atores/">Guia Oscar 2014: Atores</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/427111.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-396" alt="427111" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/427111.jpg" width="602" height="400" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/427111.jpg 602w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/427111-100x65.jpg 100w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/427111-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 602px) 100vw, 602px" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Matthew McConaughey</strong> – &#8220;<em>Clube de Compras Dallas</em>&#8220;</p>
<p>O ator Matthew McConaughey ficou bastante conhecido por seus papéis em comédias românticas como “<em>Como Perder Um Homem em 10 Dias</em>”, onde contracenou com Kate Hudson (“<em>O Noivo da Minha Melhor Amiga</em>”) pela primeira vez. A parceria se repetiu, porém sem tanto sucesso, no filme “<em>Um Amor de Tesouro</em>”. Depois ele resolveu focar seus esforços em longas de ação como “<em>Killer Joe &#8211; Matador de Aluguel</em>” e “<em>O Poder e a Lei</em>”. Em “<em>Clube de Compras Dallas</em>”, ele vive o protagonista que descobre que está com AIDS em um período que tanto o tratamento quando a informação das pessoas eram bem precários. Sua dedicação ao personagem é impressionante e as cenas em que ele aparece chocam pela magreza literalmente doentia em que ele se encontra. Forte candidato a levar o prêmio, mas perde um pouco de brilho pela fantástica performance do coadjuvante Jared Leto. Vale ressaltar que ele também participa de “<em>O Lobo de Wall Street</em>” junto com Leonardo DiCaprio (“<em>A Origem</em>”), onde vive o homem que serve de exemplo para o personagem de Leo.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/NEBRASKA.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-397" alt="NEBRASKA" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/NEBRASKA.jpg" width="600" height="400" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/NEBRASKA.jpg 600w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/NEBRASKA-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Bruce Dern</strong> – &#8220;<em>Nebraska</em>&#8220;</p>
<p>Bruce Dern já foi indicado ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante por sua atuação no filme “<em>Amor Regresso</em>”. Ele também é conhecido por trabalhar em clássicos como “<em>O Grande Gatby</em>&#8220;, de 1974, e “<em>Trama Macabra</em>”, do diretor Alfred Hitchcock. Mais recentemente ele participou brevemente de “<em>Django Livre</em>” e “<em>Monster – Desejo Assassino</em>”, ao lado de Charlize Theron (“<em>Jovens Adultos</em>”). Em “<em>Nebraska</em>”, ele protagoniza o bom velhinho que acreditou ter ganhado US$ 1 milhão, ao receber uma carta de propaganda pelo correio. Ele então parte em uma empreitada para conseguir retirar o dinheiro e desperta a curiosidade e cobiça por onde passa. Dern chama atenção por sua atuação e carrega o filme com força, agradando e cativando o telespectador. Ele consegue ser ao mesmo tempo duro e delicado. Apesar da boa performance, este ano é o que podemos chamar de “difícil” no mundo do Oscar, já que todos os indicados são fortes. Lembrando que ele é pai de Laura Dern (“<em>Jurassic Park</em>”), que pode ser vista na aguardada adaptação “<em>A Culpa É Das Estrelas</em>”.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/12-ANOS-DE-ESCRAVIDÃO-CRÍTICA-DO-FILME.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-398" alt="??????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/12-ANOS-DE-ESCRAVIDÃO-CRÍTICA-DO-FILME.jpg" width="600" height="400" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/12-ANOS-DE-ESCRAVIDÃO-CRÍTICA-DO-FILME.jpg 600w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/12-ANOS-DE-ESCRAVIDÃO-CRÍTICA-DO-FILME-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Chiwetel Ejiofor</strong> – &#8220;<em>12 Anos de Escravidão</em>&#8220;</p>
<p>O ator britânico é o protagonista de um dos filmes que mais recebe atenção nas últimas semanas. Ejiofor interpreta Solomon Nothup, um negro livre do norte dos Estados Unidos, que é sequestrado e obrigado a servir como escravo em fazendas do sul. Ajudado pela excelente direção de Steve McQueen (“<em>Hunger</em>”), ele consegue trazer sofrimento e intensidade aos momentos, mas não surpreende em sua atuação. Na verdade, ele tem o holofote roubado por Michael Fassbender (“<em>Shame</em>”) e a novata Lupita Nyong&#8217;o, que simplesmente arrasam, deixando a performance de Ejiofor bem a desejar. Você pode ver ele também no filme “<em>Salt</em>”, com Angelina Jolie (“<em>Malévola</em>”) e “<em>2012</em>”, aquele do fim do mundo. Se ele ganhar esse Oscar, será mais pelo conjunto da obra que participa, do que por sua atuação em si.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/the-wolf-of-wall-street-dicaprio.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-399" alt="???????????????????????" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/the-wolf-of-wall-street-dicaprio.jpg" width="600" height="400" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/the-wolf-of-wall-street-dicaprio.jpg 600w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/the-wolf-of-wall-street-dicaprio-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Leonardo DiCaprio</strong> – “<em>O Lobo de Wall Street</em>”</p>
<p>Não sei ao certo como começar a falar de Leonardo DiCaprio. Despontou no sucesso em “<em>Titanic</em>” e logo embarcou parcerias de peso como “<em>Prenda-me Se For Capaz</em>”, de Steven Spielberg, e “<em>A Praia</em>”, de Danny Boyle. Logo ele se tornou o queridinho de Martin Scorsese e já fez cinco filmes do diretor. Além desses, Christopher Nolan, Quentin Tarantino e Ridley Scott são alguns dos grandes cineastas que tiveram o prazer de trabalhar com DiCaprio. Digo prazer de trabalhar com ele, porque o menino magro que interpretava Jack na tragédia do naufrágio, agora sustenta o porte de um homem que virou sinônimo de filme bom. Bastou ele estar no elenco, o longa já tem meio caminho andado para o sucesso. Não por isso, ele é a alma e a essência de “<em>O Lobo de Wall Street</em>”, apresentando o papel mais espetacular de sua carreira. Ele se supera em todos os momentos e surpreende pela facilidade com que atua. Não minto ao dizer que ele brilha do primeiro minuto ao último do filme e carrega a trama nas costas. Se a Academia tem rixa com ele? Não podemos afirmar ao certo. Esta é a quarta indicação na categoria e, até o momento, nenhuma estatueta. Mas se rede social e internet servem de termômetro, Leo ganha essa de lavada.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/266504.jpg-r_640_600-b_1_D6D6D6-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-400" alt="266504.jpg-r_640_600-b_1_D6D6D6-f_jpg-q_x-xxyxx" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/266504.jpg-r_640_600-b_1_D6D6D6-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" width="600" height="400" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/266504.jpg-r_640_600-b_1_D6D6D6-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 600w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/266504.jpg-r_640_600-b_1_D6D6D6-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Christian Bale</strong> – “<em>Trapaça</em>”</p>
<p>Christian Bale é outro ator que vem se especializando cada vez mais e tornando-se sinônimo de filme bom. Ele é mais conhecido por seu papel na trilogia “Batman”, mas também teve importantes papéis em “<em>Inimigos Públicos</em>”, com Johnny Depp, e “<em>O Vencedor</em>”, pelo qual, diferente de DiCaprio, foi agraciado com o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante. Em “<em>Trapaça</em>”, ele se destaca a todo instante pela dedicação ao personagem. Ele brilha em todos os momentos e consegue tornar um filme relativamente normal, em algo muito melhor. Só o fato dele engordar 20 quilos por conta própria, só porque acha que iria combinar com o seu papel, mostra o quanto ele entra na alma e aposta tudo nas performances. Ainda assim, é o que podemos chamar novamente de “ano difícil”. Talvez em outra edição, ele ganhasse. Mas Leonardo DiCaprio não deixou brecha para concorrentes.</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/guia-oscar-2014-atores/">Guia Oscar 2014: Atores</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/guia-oscar-2014-atores/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
