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	<title>Arquivos Matthew Goode - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Matthew Goode - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Segredos Oficiais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Oct 2019 02:05:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Até onde vai o senso de ética e justiça de uma pessoa? Você colocaria em risco a sua liberdade individual em prol do bem-estar de outras pessoas que nem conhece? A finalidade justifica os meios? Seguindo esta linha de raciocínio, Segredos Oficiais se desenvolve como uma densa trama sobre o privilégio da informação e o que fazer com ele. Baseado em uma história real, o enredo traz a tradutora Katharine Gun (Keira Knightley, Orgulho e Preconceito), uma mulher comum que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Até onde vai o senso de ética e justiça de uma pessoa? Você colocaria em risco a sua liberdade individual em prol do bem-estar de outras pessoas que nem conhece? A finalidade justifica os meios? Seguindo esta linha de raciocínio, <strong><em>Segredos Oficiais</em></strong> se desenvolve como uma densa trama sobre o privilégio da informação e o que fazer com ele.</p>
<p>Baseado em uma história real, o enredo traz a tradutora Katharine Gun (Keira Knightley, <em>Orgulho e Preconceito</em>), uma mulher comum que trabalha em um importante setor estratégico do governo. Em meio aos vários documentos que recebe diariamente, ela acaba descobrindo que o Reino Unido, juntamente com os EUA, pretende articular informações para forçar a guerra contra o Iraque, em 2003. Sua vida acaba virando um completo caos depois que ela decide vazar esse conteúdo para a imprensa.</p>
<p>O longa traz discussões pertinentes sobre política, justiça e a importância da imprensa. Especialmente no momento que vivemos atualmente. Fica bem claro desde o início que nada disso teria acontecido se não fosse a atuação presente da imprensa investigativa, que efetivamente comprou a ideia de denunciar a informação descoberta e buscar respostas para os fios que ficaram soltos. O papel do jornalista é decisivo na manutenção da democracia e no que se almeja dela. <em><strong>Segredos Oficiais</strong></em> expõe isso de maneira categórica e contundente.</p>
<p>Pelo viés da justiça, será que vivemos em uma sociedade que está preocupada com a comunidade ou apenas com as pautas individuais? A informação vazada por Gun afetava centenas de milhares de pessoas. A forma como a guerra foi fabricada e sua motivação forçada mostra o quanto que os dois governos em questão estavam dispostos a colocar culpa em países que não eram o alvo principal. Tudo isso em benefício de seus interesses particulares.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11712" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/OS_02904-750x500.jpg" alt="Segredos Oficiais" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/OS_02904.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/OS_02904-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/OS_02904-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>As jogadas de poder expostas pelo filme mostra o quanto que vivemos constantemente sendo subjugados e colocados de lado nas decisões que nossos próprios governos tomam. Além disso, não seria obrigação da justiça defender o que é correto? A mesma se mostra limitada por contratos firmados de maneira equivocada e mal intencionada. Cabe aos advogados apenas minimizar o impacto da escolha feita por Katharine, mesmo que na prática seu erro tenha sido mínimo, comparado ao benefício a que se propunha.</p>
<p>Este é o ponto primordial da trama. Um erro cometido para um benefício imensamente maior pode ser justificado? Ao espectador, parece que sim. Falta, no entanto, esmiuçar melhor qual a motivação para que Gun tenha tomado essa decisão. Embora o roteiro explore isso com relação ao marido estrangeiro e sem visto oficial, pouco tempo se dá para que a ideia se fundamente de uma maneira mais profunda. Desta forma, por um longo período, fica a sensação de que ela apenas teve um rompante de ética.</p>
<p>Com um elenco formidável, formado ainda por Matt Smith (<em>The Crown</em>), Adam Bakri (<em>Omar</em>), Matthew Goode (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-downton-abbey-o-filme/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Downton Abbey</a>), Ralph Fiennes (<em>Harry Potter</em>) e Rhys Ifans (<em>Um Lugar Chamado Notting Hill</em>), toda cena de <strong><em>Segredos Oficiais</em></strong> é realizada no seu potencial máximo. Knightley está despida de qualquer trejeito que ela pudesse ter e se entrega completamente à protagonista, com todas as suas dores, medos e angústias. As emoções de Gun são exploradas de maneira inteligente e certeira pelo diretor Gavin Hood (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-decisao-de-risco/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Decisão de Risco</em></a>).</p>
<p><em><strong>Segredos Oficiais</strong> </em>é um longa bem trabalhado, amparado por excelente elenco e construção de clímax coerente. O fato de ser baseado em uma história real e ser tão próximo da atualidade, também é um importante elemento para o resultado final. Vale muito a pena conferir!</p>
<p><strong>Direção:</strong> Gavin Hood<br />
<strong>Elenco:</strong> Keira Knightley, Matt Smith, Adam Bakri, Matthew Goode, Ralph Fiennes, Rhys Ifans</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/9YJxqYbAy40" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Downton Abbey &#8211; O Filme</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Oct 2019 18:33:06 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Chegou aos cinemas nacionais esta semana o longa <em><strong>Downton Abbey &#8211; O Filme</strong></em>, uma sequência da história criada pelo seriado de televisão homônimo, que chegou ao fim em 2015. Embora o estilo de público da série não seja do tipo que acompanha a posteridade e torce para uma <em>reunion</em>, o longa acabou tendo um grande alvoroço e gerou expectativa. Talvez porque <em>Downton Abbey</em> tenha sido uma das séries históricas mais bem sucedidas de todos os tempos, com diversos troféus e premiações importantes.</p>
<p>Para dar um contexto, a série conta a história de uma família aristocrática inglesa, os Crawley, e seus criados, no início do século XX, a partir de 1912. Com receio de perder o título nobre, já que só tem filha mulher, o patriarca resolve investir na ideia de casar as moças e conseguir garantir o seu legado. Enquanto isso, os empregados da casa, que são em maior número do que a própria família, fazem com que a residência, que mais parece um castelo, funcione plenamente.</p>
<p>Parece uma história simplória, se não fosse o fato de que o roteirista e criador Julian Fellowes (<em>A Jovem Rainha Vitória</em>) dá diversos tons sociais ao debate travado. O que foi dito anteriormente é apenas um pano em branco para tecer diversas narrativas, como a luta de classes, ascensão da mulher no mercado de trabalho, machismo, preconceitos, supremacia e etc. De uma maneira sutil &#8211; porém nem tanto &#8211; ele vai esmiuçando cada temática de maneira cuidadosa e empenhada. Além disso, a série foi efetivamente gravada na casa que é dita como Downton Abbey, com pouco uso de estúdio. O figurino foi tão elogiado que rendeu prêmios.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11684" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/2668175.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="Downton Abbey - O Filme" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/2668175.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/2668175.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/2668175.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Mas e o filme? Bom, tendo em mente todo esse cenário de criação da história e levando em consideração que ela foi bem finalizada ao fim da série, qual seria o benefício de um longa que funciona como uma continuação? <strong><em>Downton Abbey &#8211; O Filme</em> </strong>é como os especiais de Natal que tinham ao final de todas as temporadas (um episódio mais longo e de finalização do conteúdo). Particularmente, eram os meus favoritos. Dito isso, sim, eu adorei o filme.</p>
<p>É delicioso poder adentrar novamente na narrativa bem construída de <em>Downton Abbey</em>. Os diálogos bem afiados, o figurino impecável, o cenário perfeito. Tudo está de volta, como se nenhuma peça tivesse sido tirada do lugar desde a última gravação, em 2015. O cuidado com a continuidade é admirável, principalmente do ponto de vista técnico.</p>
<p>Outro detalhe muito importante é que eles conseguiram reunir todo o elenco novamente. Uma das grandes dificuldades em transformar uma série em filme é a rejeição de alguns artistas em participar deste novo modelo. Veja o caso de <em>Friends</em>, onde as meninas do grupo querem um revival e os rapazes são sempre relutantes. Neste caso específico, se um ou outro ator não topasse, talvez não mudasse tanto a história. Mas definitivamente faria falta. Então é maravilhoso quando vemos todos ali, desde os mais coadjuvantes até os principais.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11685" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/0753914.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="Downton Abbey - O Filme" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/0753914.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/0753914.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/0753914.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Se reunir o elenco original é um dos pontos mais altos, o outro definitivamente é a inserção de novos personagens. Aliás, de uma específica. A atriz Imelda Staunton (<em>Harry Potter e a Ordem da Fênix</em>) entra como a prima distante da personagem de Maggie Smith (franquia <em>Harry Potter</em>). Maud Bagshaw é ácida e não poupa termos para falar o que pensa para Violet Crawley. Essa, por sua vez, já é conhecida pela língua afiada e senso crítico desmedido. Juntas, elas protagonizam as melhores cenas do longa, com picos de atuação e emoção. É sensacional de se ver.</p>
<p>Então não há defeito em <em><strong>Downton Abbey &#8211; O Filme</strong></em>? Claro que há. A própria proposta do filme é um pouco vaga demais. A motivação para o alvoroço na casa é a chegada repentina do Rei, que funciona até certo ponto, mas acaba se estendendo por tempo demais. Pode soar um pouco superficial em alguns momentos. Nada disso, no entanto, tira o brilho deste retorno triunfal.</p>
<p><em><strong>Downton Abbey &#8211; O Filme</strong></em> é um longa feito para os poucos, porém fieis, fãs da série, que almejam entrar mais uma vez neste universo da aristocracia britânica e se deliciar com um bom roteiro, excelentes atuações e cenário incrível. Quem for assistir desavisado vai perder grande parte do contexto de todas as informações e até das muitas piadas que acontecem. É um filme para os fãs, definitivamente. E esses ficarão imensamente felizes com o resultado.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Michael Engler<br />
<strong>Elenco:</strong> Michelle Dockery, Hugh Bonneville, Maggie Smith, Imelda Staunton, Jim Carter, Elizabeth McGovern, Laura Carmichael, Allen Leech, Tuppence Middleton, David Haig, Geraldine James, Simon Jones, Kate Phillips, Stephen, Campbell-Moore, Matthew Goode, Kevin Doyle, Joanne Froggatt, Rob James-Collier</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/H4yjIptbosk" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-downton-abbey-o-filme/">Crítica: Downton Abbey &#8211; O Filme</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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