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	<title>Arquivos Lukas Gage - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Lukas Gage - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Acompanhante Perfeita</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Feb 2025 19:42:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>2024 foi um ano de inúmeras surpresas positivas nas estreias de histórias originais de terror. Para não ser diferente, 2025 já vem com uma expectativa alta para suas produções. Com inúmeras sequências aguardadas para este ano, como Premonição 6: Laços de Sangue e  Invocação do Mal 4: Os Últimos Ritos, filmes originais precisam surpreender para ganhar espaço entre os fãs. E se você é um dos aficionados por narrativas de horror, não se preocupe porque 2025 já começa muito bem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>2024 foi um ano de inúmeras surpresas positivas nas estreias de histórias originais de terror. Para não ser diferente, 2025 já vem com uma expectativa alta para suas produções. Com inúmeras sequências aguardadas para este ano, como <em>Premonição 6: Laços de Sangue</em> e  <em>Invocação do Mal 4: Os Últimos Ritos</em>, filmes originais precisam surpreender para ganhar espaço entre os fãs. E se você é um dos aficionados por narrativas de horror, não se preocupe porque 2025 já começa muito bem com a estreia de <strong><em>Acompanhante Perfeita</em></strong>.</p>
<p>O longa-metragem mescla elementos de comédia, ficção científica e horror em sua trama. Pode parecer muita coisa, mas o roteiro de Drew Hancock é amarrado o suficiente para brincar com as características dos três gêneros. <strong><em>Acompanhante Perfeita</em></strong> é capaz de unir esses elementos para construir sua narrativa hilária e mortífera sobre relacionamentos e tecnologia. O filme chega aos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (6).</p>
<p>O tom cômico é utilizado por Hancock de forma certeira para contrapor cenas mais sanguinolentas. A comicidade, no entanto, não para por aí. Ela também é frequentemente utilizada para satirizar os exageros do gênero do terror, criando momentos surpreendentemente divertidos. Atrelado a isso, os elementos <em>sci-fi</em> entram apenas como pano de fundo para um futuro não muito distante com avanços tecnológicos e seus perigos. Talvez seja a imprevisibilidade da união desses elementos e temáticas que fazem de <strong><em>Acompanhante Perfeit</em><em>a</em></strong> uma surpresa tão positiva.</p>
<p>A direção de Hancock é interessante. Sua dobradinha como diretor e roteirista permite que as imagens tenham ainda mais força e sejam capazes de construir o choque, o drama e os absurdos vistos em tela. O trabalho dele conduzindo a narrativa parece ser bem coordenado entre equipe e elenco, o que resulta numa divertida trama de sangue, absurdos e boas risadas. O conjunto técnico e artístico competente de <strong><em>Acompanhante Perfeit</em><em>a</em></strong> fazem dele um filme inventivo e interesse do início ao fim.</p>
<figure id="attachment_19151" aria-describedby="caption-attachment-19151" style="width: 750px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-19151" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Acompanhante-Perfeita-1-750x500.jpg" alt="Acompanhante Perfeita (2025)" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Acompanhante-Perfeita-1-750x500.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Acompanhante-Perfeita-1-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Acompanhante-Perfeita-1-720x480.jpg 720w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Acompanhante-Perfeita-1-770x514.jpg 770w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Acompanhante-Perfeita-1.jpg 1312w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption id="caption-attachment-19151" class="wp-caption-text">Sophie Thatcher em cena de &#8216;Acompanhante Perfeita&#8217; (2025)</figcaption></figure>
<p>Por falar em elenco, é impossível não comentar sobre a <em>final girl</em> do longa. Sophie Thatcher (<em>Boogeyman: Seu Medo é Real</em>, de 2023, e <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-herege/"><em>Herege</em></a>, de 2024) já vinha despontando como uma promessa para o futuro do gênero e chancela essa previsão com sua personagem em <strong><em>Acompanhante Perfeit</em><em>a</em></strong>. Sua entrega em cena pela montanha-russa de sentimentos vividos por sua personagem permitem que ela mostre ainda mais seu talento.</p>
<p>Igualmente, a principal contracena de Sophie entrega o que já se espera dele. Jack Quaid (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-panico-2022/"><em>Pânico</em></a>, de 2022, e <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-oppenheimer/"><em>Oppenheimer</em></a>, de 2023) já é um conhecido dos fãs do gênero e parece ter sido elencado por Hollywood para fazer o tipo de antagonista &#8211; ou vilão, para ser mais exato &#8211; canalha. Não sei quem foi a pessoa na indústria que teve esse insight, mas foi brilhante. Em <strong><em>Acompanhante Perfeit</em><em>a</em></strong>, Jack prova que ainda tem muito o que mostrar da sua capacidade de interpretar personagens sádicos e cruéis.</p>
<p>É interessante perceber a evolução do arco narrativo de cada um dos personagens da história, que se completam e encerram os seus ciclos na hora necessária. Drew não deu sobrevida para nenhum personagem e, ainda que o final soe como aberto para uma possível continuação, acredito que a força da sugestão seja a força de seu final. O roteiro de <strong><em>Acompanhante Perfeit</em><em>a </em></strong>tem potência quando ele estica a realidade ao seu máximo e toca na ferida aberta do hoje. Talvez uma continuação acabasse prejudicando a sensação de completude da produção.</p>
<p>Uma coisa interessante do filme é o seu primeiro <em>plot</em>, já dado no trailer do filme. Fui para a sessão sem ter visto nada e a surpresa foi espetacular. Não acredito que estrague a experiência assistir ao trailer antes de ir ao cinema assistir, mas talvez sua experiência seja mais interessante desde o minuto um se você for completamente livre de qualquer informação. O que realmente é preciso saber sobre o filme é que ele é redondo, interessante e extremamente divertido. Para os fãs de terror, vale a pena começar o ano com <strong><em>Acompanhante Perfeit</em><em>a</em></strong>.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Drew Hancock</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Sophie Thatcher, Jack Quaid, Lukas Gage, Megan Suri, Harvey Guillén e Rupert Friend</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/vlYE15g_ZjQ?si=5bqjiVi1yR7GHmy3" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Sorria 2</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Oct 2024 00:21:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na continuação de Sorria, o cineasta Parker Finn retorna à função de diretor e roteirista contando a história da cantora pop Skye Riley, a nova personagem amaldiçoada pela entidade que fez da vida da psiquiatra Rose Cotter um inferno. Skye é mais um elo da corrente formada por uma sucessão de mortes assistidas por personagens que têm alucinações com pessoas encarando-as bizarramente com um grande sorriso no rosto. Sorria 2 é bem mais robusto do que o primeiro longa da nova franquia [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Na continuação de <em>Sorria</em>, o cineasta Parker Finn retorna à função de diretor e roteirista contando a história da cantora pop Skye Riley, a nova personagem amaldiçoada pela entidade que fez da vida da psiquiatra Rose Cotter um inferno. Skye é mais um elo da corrente formada por uma sucessão de mortes assistidas por personagens que têm alucinações com pessoas encarando-as bizarramente com um grande sorriso no rosto.</p>
<p><em><strong>Sorria 2</strong></em> é bem mais robusto do que o primeiro longa da nova franquia de horror. Já estabelecida as bases desse universo, Parker Finn quer extrapolar alguns limites e explorar temáticas mais ambiciosas.  Há na continuação uma proposta temática bastante clara. Com a história da diva pop Skye Riley, interpretada por Naomi Scott (a princesa Jasmine do live action de Aladdin), Finn constrói uma eficiente representação da paranoia que o universo da fama pode causar na vida de uma celebridade e o triste destino que este tormento psicológico potencialmente concretiza.</p>
<p>Distorções sobre a própria imagem, desconfiança de pessoas próximas e adições fazem parte de uma série de distúrbios adquiridos pela protagonista de <em><strong>Sorria 2</strong></em>. Skye é uma jovem mobilizada pelas pressões de ser vista e demandada por todos através de lentes que a registram o tempo todo. A maldição do &#8220;sorriso&#8221; surge como uma alegoria para Parker Finn conduzir a temática das neuroses da fama injetando uma dose fantástica em uma vivência que, na prática, parece próxima do horror. Nesse sentido, <em>Sorria</em> 2 é fruto de uma construção bem mais sofisticada que o primeiro longa. Flertando, em alguns momentos, até com o fenômeno cultural de 2024 <em>A Substância</em>.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-18862" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/10/image-2-2.png" alt="Sorria 2" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/10/image-2-2.png 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/10/image-2-2-360x240.png 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/10/image-2-2-720x480.png 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Como no filme de 2022, Finn sabe oferecer ao gênero aquilo que ele demanda. O diretor sustenta com habilidade o suspense de suas sequências ao mesmo tempo que oferece um horror gráfico inventivo quando as coisas precisam ser reveladas. Parker Finn também conta com uma ótima atuação de Naomi Scott. A atriz sustenta muito bem todas as demandas físicas e emocionais que o papel exige. Estando presente durante a maior parte da projeção, era fundamental que Finn fizesse mais um acerto com a protagonista desta sequência (sucessora de Sosie Bacon, a psiquiatra do primeiro filme) e Scott faz um trabalho muito consistente como Skye, levando a personagem com muita credibilidade em todas as suas reações ao horror externo.</p>
<p>Conforme o longa chega ao seu desfecho, a narrativa de <em><strong>Sorria 2</strong></em> se perde um pouco em meio a twists que desgastam a experiência, é verdade. No entanto, é exemplar como o segundo filme leva uma série cinematográfica de grande apelo comercial a lugares extremamente ambiciosos no âmbito da realização artística e da proposição de temas que &#8220;conversam&#8221; com a realidade.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Parker Finn</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Naomi Scott, Rosemarie DeWitt, Lukas Gage</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/_e-yvJV9NpM?si=MSicAnw5R-GpxgTC" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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