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	<title>Arquivos Luiz Villaça - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Luiz Villaça - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>De Onde Eu Te Vejo &#8211; Altos e Baixos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Apr 2016 00:18:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[De onde eu te vejo]]></category>
		<category><![CDATA[Denise Fraga]]></category>
		<category><![CDATA[Domingos Montagner]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Villaça]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De Onde Eu Te Vejo entrou em cartaz nessa semana e é sempre empolgante para uma cinéfila patriota conferir a estreia de um filme nacional. Dirigido por Luiz Villaça (Por trás do Pano), o longa é uma comédia romântica, ambientada em São Paulo. O enredo do filme se baseia na separação de um casal, que após o divórcio passam a morar em frente ao outro. A partir disso, Ana Lúcia (Denise Fraga) e Fábio (Domingos Montagner) precisam conviver com essa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>De Onde Eu Te Vejo</em> entrou em cartaz nessa semana e é sempre empolgante para uma cinéfila patriota conferir a estreia de um filme nacional. Dirigido por Luiz Villaça (Por trás do Pano), o longa é uma comédia romântica, ambientada em São Paulo. O enredo do filme se baseia na separação de um casal, que após o divórcio passam a morar em frente ao outro.</p>
<p>A partir disso, Ana Lúcia (Denise Fraga) e Fábio (Domingos Montagner) precisam conviver com essa mistura de aproximação e distanciamento. Durante o filme, a dupla se questiona sobre os vinte anos que estiveram casados, o que eles sonhavam para suas vidas e o que de fato acabou sendo a realidade dos dois. Em meio aos diversos clichês do gênero e frases cafonas, Fraga e Montagner conseguem dar algum dinamismo para a película e diminuir o tédio do público.</p>
<p>Pensando nos altos e baixos da projeção, o Coisa de Cinéfilo resolveu selecionar o que tem de melhor e pior em <em>De Onde eu Te Vejo</em>.</p>
<p style="text-align: center;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-5912" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/04/B089_C002_0215IZ-foto-por-Alexandre-Ermel.jpeg" alt="B089_C002_0215IZ-foto-por-Alexandre-Ermel" width="610" height="348" /></p>
<p><strong>Melhor:</strong></p>
<p>As melhores características do longa de Villaça, ainda que não consigam salvar o filme, são um alívio para o espectador. O primeiro destaque fica para a dinâmica de Denise Fraga e Domingos Montagner. A dupla é carismática e a cena cresce quando eles estão juntos, principalmente quando estavam apenas os dois.</p>
<p>Outro ponto positivo é forma como eles mostram uma São Paulo empoeirada, meio bege, que está se transformando com o tempo. A ideia de fazer o público sentir essa transição da cidade é bem explorada e realizada. Ponto para a película!</p>
<p><strong>Pior: </strong></p>
<p>Agora vem a melhor parte! Sabe aquela sensação de que você está vendo uma declamação malfeita? Pois <em>De Onde Eu Te Vejo</em> traz uma hora e meia de pessoas recitando o roteiro, o que fica estranho, já que as situações são cotidianas e parece que Luiz Villaça optou pelo realismo. Outra questão que incomoda bastante é a obviedade da trama. Apesar da tentativa de tratar de um relacionamento que está no fim e não no começo, o espectador pode prever o próximo passo das personagens e isso gera um forte tédio. Por fim, a trilha sonora repetitiva. Na verdade, durante o longa só existe a mesma música de fundo. Chega a ser irritante a quantidade de vezes que a canção se repete.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Bônus:</strong> </span>Um ponto estranho do longa é a presença da personagem Marcelo (Marcello Airoldi), paquera da Ana Lúcia. O rapaz é claramente um stalker de primeira e o filme trata a atitude dele sem susto. Primeiro ele encontra o celular da moça e afirma que só devolverá se ela se encontrar com ele, segue Ana, coloca aplicativo de rastreamento no aparelho dela. É bem perturbador!</p>
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		<title>Crítica: De onde eu te vejo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Apr 2016 00:59:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[De onde eu te vejo]]></category>
		<category><![CDATA[Denise Fraga]]></category>
		<category><![CDATA[Domingos Montagner]]></category>
		<category><![CDATA[Juca de Oliveira]]></category>
		<category><![CDATA[Laura Cardoso]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Villaça]]></category>
		<category><![CDATA[Marisa Orth]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O diretor Luiz Villaça é conhecido por trazer para o público histórias marcadas por protagonistas de carne-e-osso, ou seja, pessoas com problemas e dilemas reais. De onde eu te vejo não fugiria a uma regra que trouxe para o espectador o filme Cristina quer Casar e a série exibida no Fantástico Retrato Falado, ambos protagonizados por Denise Fraga, esposa do realizador. Assim, ainda que De onde eu te vejo se apresente muito bem ao público como uma agradável comédia romântica, utilizando [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;">O diretor Luiz Villaça é conhecido por trazer para o público histórias marcadas por protagonistas de carne-e-osso, ou seja, pessoas com problemas e dilemas reais. <i>De onde eu te vejo </i>não fugiria a uma regra que trouxe para o espectador o filme <i>Cristina quer Casar </i>e a série exibida no Fantástico <i>Retrato Falado</i>, ambos protagonizados por Denise Fraga, esposa do realizador. Assim, ainda que <i>De onde eu te vejo </i>se<i> </i>apresente muito bem ao público como uma agradável comédia romântica, utilizando com segurança as marcas do gênero cinematográfico, o filme de Villaça tem muito mais a dizer do que as fronteiras desse nicho de produção acabam apresentando aos olhos do espectador.</p>
<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;">No longa, Villaça nos apresenta a Ana Lúcia e Fábio, papéis de Denise Fraga e Domingos Montagner, um casal que decide se separar após anos de relacionamento mas que opta por viver muito próximo um do outro, já que o apartamento de um tem como vista o apartamento do outro. Através desse arranjo, Ana Lúcia passa a acompanhar a rotina de Fábio em sua nova vida e vice-versa. Ao longo do filme, os personagens passam a refletir sobre o término do relacionamento, mas também sobre a forma como conduzem as suas próprias vidas.</p>
<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-5851" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/04/deondeeutevejo1-750x422.jpg" alt="deondeeutevejo1" width="675" height="380" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/04/deondeeutevejo1-750x422.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/04/deondeeutevejo1.jpg 1280w" sizes="(max-width: 675px) 100vw, 675px" /></p>
<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;">Ambientado em São Paulo, a grande metrópole brasileira é praticamente um personagem do filme, repleta de memórias e simbologias em cada esquina para Ana Lúcia e Fábio. O longa de Villaça se apropria muito bem desse recurso para narrar uma crônica do cotidiano de pessoas comuns através de reflexões marcadas pela simplicidade e pelo humor sobre a maneira como encaramos o encerramento de alguns ciclos de nossas vidas (e sobretudo o apego que temos com o conforto que determinadas situações nos trazem), mas também como nos reinventamos para dar início a outros. <i>De onde eu te vejo </i>é recheado de <i>insights </i>pontuais a respeito dos relacionamentos humanos (não apenas amorosos), que a despeito de soarem clichês ou superficiais, estão mais para simples (e não simplórias) ponderações sobre a vida. E como negar que, muitas vezes, a sabedoria e a resposta para nossas principais angústias estão nas conversas mais banais com amigos, mães, pais, filhos, colegas de trabalho, que, por vezes, através das analogias mais esdrúxulas ou clichês são capazes de fornecer a verdadeira solução para os nossos momentos mais dolorosos?</p>
<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;">É através desse motor que <i>De onde eu te vejo </i>funciona, oferecendo ao público ainda a longeva e bem-sucedida parceria entre Denise Fraga e Luiz Villaça, que se entendem como ninguém no set, ao lado de um ótimo Domingos Montagner e um elenco que dispensa elogios, todos em ótima forma. Agradável, leve e carinhoso com o seu público por jamais subestimar a força e a profundidade que os momentos mais simples da nossas vidas possuem, <i>De onde eu te vejo</i> é um filme repleto de virtudes e acertos.</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-de-onde-eu-te-vejo/">Crítica: De onde eu te vejo</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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