<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Love Lies Bleeding: O Amor Sangra - Coisa de Cinéfilo</title>
	<atom:link href="https://coisadecinefilo.com.br/tag/love-lies-bleeding-o-amor-sangra/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/love-lies-bleeding-o-amor-sangra/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Thu, 16 May 2024 18:19:11 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/cropped-favicon3-5-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Love Lies Bleeding: O Amor Sangra - Coisa de Cinéfilo</title>
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/love-lies-bleeding-o-amor-sangra/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Crítica: Love Lies Bleeding: O Amor Sangra</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-love-lies-bleeding-o-amor-sangra/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-love-lies-bleeding-o-amor-sangra/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 May 2024 18:19:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Estreias]]></category>
		<category><![CDATA[Ed Harris]]></category>
		<category><![CDATA[Katy O'Brian]]></category>
		<category><![CDATA[Kristen Stewart]]></category>
		<category><![CDATA[Love Lies Bleeding]]></category>
		<category><![CDATA[Love Lies Bleeding: O Amor Sangra]]></category>
		<category><![CDATA[Rose Glass]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=18089</guid>

					<description><![CDATA[<p>O metafórico, o bizarro e o cômico entram em um bar…No meio de clichês de relacionamentos sáficos – quem vive/viveu sabe –, uma família mafiosa, um caso de abuso doméstico, fisiculturismo, ação e o lúdico vindo de alucinações, Love Lies Bleeding: O Amor Sangra é insano! Contudo, adjetivos em críticas precisam ser justificados, não é mesmo? Mas, como explicar que Kristen Stewart faz uma atendente de academia, que se apaixona por uma fisiculturista e a dupla passa a cometer loucuras, em [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-love-lies-bleeding-o-amor-sangra/">Crítica: Love Lies Bleeding: O Amor Sangra</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O metafórico, o bizarro e o cômico entram em um bar…No meio de clichês de relacionamentos sáficos – quem vive/viveu sabe –, uma família mafiosa, um caso de abuso doméstico, fisiculturismo, ação e o lúdico vindo de alucinações, </span><strong><i>Love Lies Bleeding: O Amor Sangra</i></strong><span style="font-weight: 400;"> é insano! Contudo, adjetivos em críticas precisam ser justificados, não é mesmo? </span><span style="font-weight: 400;">Mas, como explicar que Kristen Stewart faz uma atendente de academia, que se apaixona por uma fisiculturista e a dupla passa a cometer loucuras, em nome da paixão, do amor, de parentes, dos sonhos e da justiça?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> Em meio ao ambiente um tanto kitsch dos anos 1980, Lou (Stewart) precisa lidar com o fato de que sua irmã é casada com um homem violento e sem caráter. </span><span style="font-weight: 400;">Ao mesmo tempo, o seu pai é um bandido abusivo, que possui uma casa de tiros, entre outras propriedades. Uma delas é a academia de ginástica, na qual Lou trabalha, conhece Jackie (Katy O&#8217;Brian), apaixona-se por ela e oferece anabolizantes para a amada ter um melhor desempenho em seus treinos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Eu sei, é muita informação e, talvez, fosse necessário fazer uma terceira explicação sobre este enredo, porque ele é, de fato, repleto de escolhas curiosas, que propiciam uma gama ampla de construção de sentido. </span><span style="font-weight: 400;">O fato dos músculos de Jackie se expandirem, de forma a transformá-la em uma espécie de <em>She Hulk</em>, por exemplo, é o ápice destes caminhos inventivos. Todavia, o mais importante de se observar em todo esse contexto de leds e luzes oitentistas, vilões masculinos, heroínas femininas, é o quanto a extrapolação do real com o cotidiano não soa artificial. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Este é o ponto alto de <em>Love Lies</em>: a sua coragem em explorar o insano, sem ser um mero flerte, porém um mergulho no surreal, no lúdico do irreal (que pode salvar a nós mulheres, como em uma história em quadrinhos, como em uma ficção no qual as sáficas vencem o patriarcado branco cisgênero criminoso e opressor). </span><span style="font-weight: 400;">Ainda que se perca em voltas narrativas desnecessárias e demore para chegar ao cerne da questão, enrolando para dar start ao que é a premissa, verdadeiramente, a alucinação que é este longa-metragem faz com que a sessão valha a pena. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Existe algo dentro do cinema, principalmente hollywoodiano, que é a necessidade de acúmulo de capital simbólico para que se possa nadar no oceano do fantástico. Sobretudo quando o assunto são diretoras mulheres. </span><span style="font-weight: 400;">Quem seria Rose Glass (</span><i><span style="font-weight: 400;">Saint Maud</span></i><span style="font-weight: 400;">) para poder arriscar assim, não é mesmo? O fato é que a cineasta é habilidosa e consegue transmitir com sua construção imagética, o que criou em seu roteiro, ao lado de Weronika Tofilska (<em>Bebê Rena</em>).</span></p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-18095" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/05/image-1-1.png" alt="Love Lies Bleeding" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/05/image-1-1.png 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/05/image-1-1-360x240.png 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/05/image-1-1-720x480.png 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Há muito de emocional/sentimental presente nos close-ups, banhados de “sangue” – a.k.a, gelatina vermelha –, de sombras e luzes, de cores vibrantes. </span><span style="font-weight: 400;">A sua câmera é majoritariamente parada. É no jogo de enquadramentos, que Glass saboreia a investigação – e o surto – de suas personagens. Todavia, apesar de toda esta adrenalina de suor de musculação e sexo, de assassinatos, mistério e fugas, <strong><i>Love Lies Bleeding: O Amor Sangra</i></strong> falha em manter a sua vibração, proposta por sua própria estética. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A progressão dos acontecimentos é grande, mas o desenvolvimento, as justificativas e resoluções não seguem o mesmo rumo de grandiosidade. A ultrapassagem do cotidiano, que deveria ser usada para manter a elaboração de camadas da trama e suas personagens, parecem se esgarçar e ser utilizada para um chiste tolo. </span><span style="font-weight: 400;">As intenções das personagens se afrouxam e a condução do que vinha sendo construído vai se esmaecendo, deixando o terceiro ato mais fraco que o restante. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Saídas mágicas passam a ser convocadas, motivações esquecidas e a criatividade parece ter se esgotado nas roteiristas, enquanto as mesmas foram avançando na escrita. </span><span style="font-weight: 400;">O fôlego se esgota, porém o encerramento da sessão, com a sequência do embate entre Lou e seu pai, Lou Sr. – Ed Harris em um dos seus melhores trabalhos, senão o melhor de sua carreira – acabam deixando uma boa impressão sobre a produção, ao final da exibição. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isto porque a montagem e a direção pedem pela atenção extrema do público, que no jogo de plano/contraplano de Kristen e Ed, perde o ar, esperando a resolução de um conflito aparentemente impossível de ser solucionado. </span><span style="font-weight: 400;">Assim, entre as metáforas cartunescas, os relacionamentos sáficos emocionados, a bandidagem mafiosa febril, vil e sangrenta, a plateia tem contato com uma história criativa e quase coesa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ainda há o plus, que é a musicalidade do pop e do pop/rock dos anos 1980 (com pitadas de outras décadas, claro, para evocar ainda mais a nostalgia dos tempos menos efêmero da música &#8211; mas essa é outra discussão, não é? São por estas razões que <strong><i>Love Lies Bleeding: O Amor Sangra</i></strong> prende a atenção, gera empatia na plateia (pelo menos naquelas mais receptiva aos absurdos da ficção) e entrega um título preenchido de certa bravura, que tem faltado no cinema (higiênico/corretinho/insosso) destes últimos tempos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Direção:</strong> Rose Glass</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Elenco:</strong> Kristen Stewart, Katy O&#8217;Brian, Ed Harris</span></p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/BF_J3-DmiS0?si=_TMjGUVYvwumsvga" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-love-lies-bleeding-o-amor-sangra/">Crítica: Love Lies Bleeding: O Amor Sangra</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-love-lies-bleeding-o-amor-sangra/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
