<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Lisa Kudrow - Coisa de Cinéfilo</title>
	<atom:link href="https://coisadecinefilo.com.br/tag/lisa-kudrow/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/lisa-kudrow/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Wed, 25 Sep 2019 18:20:28 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/cropped-favicon3-5-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Lisa Kudrow - Coisa de Cinéfilo</title>
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/lisa-kudrow/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Crítica: Fora de Série</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-fora-de-serie/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-fora-de-serie/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Michel Gutwilen]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Sep 2019 18:20:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Beanie Feldstein]]></category>
		<category><![CDATA[Billie Lourd]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Fora de Série]]></category>
		<category><![CDATA[Kaitlyn Dever]]></category>
		<category><![CDATA[Lisa Kudrow]]></category>
		<category><![CDATA[Olivia Wilde]]></category>
		<category><![CDATA[Trailer]]></category>
		<category><![CDATA[Will Forte]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=11353</guid>

					<description><![CDATA[<p>Tanto clássicos como Clube dos Cinco e Curtindo As Férias Adoidado ou projetos mais recentes como Superbad, Quase 18, Oitava Série, Com Amor, Simon são extremamente aclamados. O cinema, em sua essência, é uma arte jovem, sempre se reinventando e buscando evoluir. Da mesma forma, o gênero de amadurecimento (coming-of-age em inglês) adolescente está passando por mudanças. Juntando-se a lista acima, Fora de Série é mais um furto do coming-of-age, trazendo um novo frescor à categoria e fugindo do clichê. [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-fora-de-serie/">Crítica: Fora de Série</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000000;"><span style="font-weight: 400;">Tanto clássicos como </span><i><span style="font-weight: 400;">Clube dos Cinco </span></i><span style="font-weight: 400;">e </span><i><span style="font-weight: 400;">Curtindo As Férias Adoidado</span></i><span style="font-weight: 400;"> ou projetos mais recentes como </span><i><span style="font-weight: 400;">Superbad</span></i><span style="font-weight: 400;">, </span><i><span style="font-weight: 400;">Quase 18, Oitava Série</span></i><span style="font-weight: 400;">, </span><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-com-amor-simon/"><i><span style="font-weight: 400;">Com Amor, Simon</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> são extremamente aclamados. O cinema, em sua essência, é uma arte jovem, sempre se reinventando e buscando evoluir. Da mesma forma, o gênero de amadurecimento (</span><i><span style="font-weight: 400;">coming-of-age</span></i><span style="font-weight: 400;"> em inglês) adolescente está passando por mudanças. Juntando-se a lista acima, </span><b><i>Fora de Série </i></b><span style="font-weight: 400;">é mais um furto do </span><i><span style="font-weight: 400;">coming-of-age, </span></i><span style="font-weight: 400;">trazendo um novo frescor à categoria e fugindo do clichê.</span></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><span style="font-weight: 400;">Primeiramente, uma pergunta: quantos filme você já assistiu sobre meninos </span><i><span style="font-weight: 400;">nerds</span></i><span style="font-weight: 400;"> que nunca curtiram o Ensino Médio e decidem dar a louca (e perder o BV) antes de irem para a faculdade? Alguns. Em contraste à essa tendência do protagonismo masculino nesse tipo de situação, </span><b><i>Fora de Série</i></b> <span style="font-weight: 400;">traz Molly (Beanie Feldstein, <em>Lady Bird &#8211; A Hora de Voar</em> e irmã de Jonah Hill) e Amy (Kaitlyn Dever, </span><i><span style="font-weight: 400;">Inacreditável</span></i><span style="font-weight: 400;">).</span></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><span style="font-weight: 400;">Juntas, elas formam uma dupla de militantes, socialmente engajadas e que dedicaram toda sua adolescência aos estudos. Após descobrir que todos os outros alunos da escola — os festeiros e baderneiros — foram aprovados em grandes faculdades, Molly surta. Assim, as meninas decidem curtir em uma noite o que não curtiram durante todo o Ensino Médio. O problema? Elas não sabem o endereço da festa que será dada um dia antes da formatura.</span></span></p>
<p><span style="font-weight: 400; color: #000000;">Além de inverter gêneros, o roteiro também faz uma genial subversão de expectativas ao colocar Amy e Molly como as verdadeiras pessoas que fazem pré julgamentos naquele mundo. Molly constantemente sente-se superior ao colocar seus colegas em papéis estereotipados como: a menina que fica com todos os meninos é burra; o rapaz só é vice-presidente do Conselho para ser popular; os pichadores de desenhos fálicos em todos os muros da escola são idiotas. No mundo paralelo da estudante, não há como essas pessoas serem merecedoras de uma aceitação em grandes faculdades. O crime delas? Ter uma vida fora da escola.</span><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11354" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/Fora-de-Série1-750x500.jpg" alt="Fora de Série" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/Fora-de-Série1.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/Fora-de-Série1-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/Fora-de-Série1-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p><span style="color: #000000;"><span style="font-weight: 400;">Seguindo a visão completamente deturpada de mundo de Molly, a diretora </span><i><span style="font-weight: 400;">Olivia Wilde </span></i><span style="font-weight: 400;">cria um universo marcado pelo exagero em sua estreia. Logo na primeira cena de </span><b><i>Fora de Série</i></b><span style="font-weight: 400;">, enquanto as protagonistas, de semblante sério, cruzam o corredor da escola, todos os outros estudantes estão festejando o último dia de aula. Igualmente, o diretor do colégio fecha a porta de seu escritório no rosto das meninas quando elas tentam falar sobre uma questão orçamentária com ele. Assim, somos colocado sob o ponto de vista de Molly e acreditamos que mais ninguém parece se importar com os assuntos mais sérios.</span></span></p>
<p><span style="font-weight: 400; color: #000000;">Outro mérito de Wilde está na forma como a diretora usa dessa cosmologia do exagero para expandir o tempo sem soar inverossímil. Afinal, essa é a noite da vida das protagonistas e, portanto, em suas cabeças, deve ser um momento marcante. Mais do que isso, elas querem que seja eterno. Assim, o filme leva a dupla para diversas localizações diferentes em mini-aventuras, algo que não seria plausível em um curto espaço de tempo.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><span style="font-weight: 400;">Na direção, Wilde mostra personalidade em diversas sequências, não só quando treme a câmera para acompanhar um ataque de ansiedade de Molly, como também no poético mergulho de Amy na piscina, em um momento de descoberta para a personagem. Além disso, há o uso de um longo plano-sequência que reflete o sentimento de isolamento de uma das meninas durante a festa, culminando em um dos momentos chaves de </span><b><i>Fora de Série</i></b><span style="font-weight: 400;">.</span></span></p>
<p><span style="font-weight: 400; color: #000000;">Aliás, não há como esquecer que estamos falando de um filme adolescente. Logo, o roteiro possui uma veia cômica muito forte, principalmente pela ultra problematização das protagonistas, o que não deixa de ser uma oportunidade para realmente fazer críticas sociais, como na discussão sobre contribuir para a indústria do pornô, que é, ao mesmo tempo hilária e ácida.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><span style="font-weight: 400;">Portanto, como o humor de </span><b><i>Fora de Série</i></b><span style="font-weight: 400;"> se pauta muito nos diálogos, o </span><i><span style="font-weight: 400;">timing</span></i><span style="font-weight: 400;"> cômico de Dever e Feldstein é perfeito e, juntas, demonstram uma grande química, passando a sensação de que se conhecem há anos. Feldstein é mais hiperativa e faz caras e bocas, além de carregar um enorme potencial dramático quando os acontecimentos exigem mais da personagem. De personalidade oposta, Dever é mais tímida e passa por uma bonita jornada de autoconhecimento. Já no elenco secundário, quem merece menção é Gigi (Billie Lourd, </span><i><span style="font-weight: 400;">Star Wars: Despertar da Força</span></i><span style="font-weight: 400;">), hilária e surtada.</span></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><span style="font-weight: 400;">Mostrando que é possível fazer humor sem ser desrespeitoso, </span><b><i>Booksmart</i></b><span style="font-weight: 400;"> transcende essa camada. É um convite a todos que criam pré-concepções de alguma pessoa que mal conhecem;  aos que valorizam uma amizade verdadeir; e para falar sobre sexualidade de maneira natural. Por mais que não condene aqueles que escolhem passar a vida estudando, o filme mostra que não há nada de errado com aqueles que preferiram se dedicar a outras atividades. Afinal, ser adolescente é isto. Rebeldia, impulsividade, exploração. </span></span></p>
<p><strong>Direção:</strong> Olivia Wilde<br />
<strong>Elenco:</strong> Kaitlyn Dever, Beanie Feldstein, Billie Lourd, Lisa Kudrow, Will Forte</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/kPNlvxfwJXQ" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-fora-de-serie/">Crítica: Fora de Série</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-fora-de-serie/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Casal Improvável</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-casal-improvavel/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-casal-improvavel/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Jun 2019 21:00:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Alexander Skarsgård]]></category>
		<category><![CDATA[Andy Serkis]]></category>
		<category><![CDATA[Bob Odenkirk]]></category>
		<category><![CDATA[Casal Improvável]]></category>
		<category><![CDATA[Charlize Theron]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Jonathan Levine]]></category>
		<category><![CDATA[June Diane Raphael]]></category>
		<category><![CDATA[Lisa Kudrow]]></category>
		<category><![CDATA[O'Shea Jackson Jr.]]></category>
		<category><![CDATA[Ravi Patel]]></category>
		<category><![CDATA[Seth Rogen]]></category>
		<category><![CDATA[Trailer]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=10731</guid>

					<description><![CDATA[<p>O cinema atual está muito focado em determinados gêneros. Super-heróis, terror e adaptações cinematográficas de livros juvenis é o que mais rende filmes ultimamente, especialmente porque é uma certeza de bilheteria um pouco maior. Diferente da década de 1990, a comédia romântica foi esquecida e relegada a projetos simplórios e rasos. É por isso que fui ao cinema assistir Casal Improvável com uma mistura de ansiedade e descrença. Na trama, o jornalista Fred Flarsky (Seth Rogen) reencontra por acaso sua [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-casal-improvavel/">Crítica: Casal Improvável</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O cinema atual está muito focado em determinados gêneros. Super-heróis, terror e adaptações cinematográficas de livros juvenis é o que mais rende filmes ultimamente, especialmente porque é uma certeza de bilheteria um pouco maior. Diferente da década de 1990, a comédia romântica foi esquecida e relegada a projetos simplórios e rasos. É por isso que fui ao cinema assistir <em><strong>Casal Improvável</strong> </em>com uma mistura de ansiedade e descrença.</p>
<p>Na trama, o jornalista Fred Flarsky (Seth Rogen) reencontra por acaso sua primeira paixão, Charlotte Field (Charlize Theron). Enquanto Flarsky cresceu e se tornou um redator impulsivo, Charlotte ocupa o cargo de Secretária de Estado norte-americana, sempre rodeada por assessores de sua confiança. O caminho dos dois vai se cruzar profissionalmente e render uma longa história.</p>
<p>Comentei no <a href="https://coisadecinefilo.com.br/especial-5-comedias-romanticas-imperdiveis/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em><strong>Especial: Cinco Comédias Românticas Imperdíveis</strong> </em></a>que a principal receita para uma comédia romântica de qualidade é o equilíbrio nas duas partes do gênero. O espectador tem que ser ofertado com muita comédia e muito romance, tudo na medida certa e respeitando o espaço dos dois. O que vem acontecendo nos longas deste estilo nos últimos anos é que a comédia sobrepõe o romance, dando pouco espaço para apaixonar o espectador.</p>
<p>Felizmente, <strong><em>Casal Improvável</em></strong> acerta perfeitamente neste equilíbrio. Começamos com um ritmo acertado de risos exacerbados e cenas toscas, evoluindo lentamente para o romance que vai surgindo entre o casal principal. Acredito que um dos maiores ganhos do longa é que ele respeita o momento de romance, sem interferir com a risada. Em uma das cenas mais lindas quando o casal principal dança nos bastidores de uma festa, nós podemos curtir aquele momento, se apaixonar pela música e pelos dois. Não temos o clímax interrompido.</p>
<p>Diferente do que a ideia do filme pode propor, este não é um filme sobre um cara bosta que consegue a mulher maravilha. O que seria péssimo porque isso é muito triste de se ver em cena e alimenta um comportamento muito comum na sociedade, onde mulheres incríveis se rebaixam para se relacionar com homens medíocres. O enredo é muito mais sobre pessoas diferentes em comportamento e personalidade, se relacionando. Ele é jornalista investigativo impulsivo que perde o emprego porque não aceita a nova gerência e suas imposições. Ela é uma secretária de Estado que não deixa nem um fio solto porque está com o objetivo de concorrer à presidência. Então tudo é milimetricamente pensado e estudado.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10732" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/2008046.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/2008046.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/2008046.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/2008046.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>A maneira como eles se encontram, inclusive, é o que torna o romance possível. Em um mundo comum, onde eles não se conhecessem previamente, Charlotte jamais olharia para Fred com algum interesse. Ela já está condicionada a direcionar o olhar dela para outros estilos de homem. Então o histórico de infância dos dois torna tudo mais real.</p>
<p>Ainda que com toques de realismo, o filme não se propõe a ser menos lúdico. Momentos de ação, por exemplo, são inseridos como artifício para impulsionar o relacionamento do casal e funciona muito bem. O mesmo vale para resultados meio absurdos no final, que sabemos que não aconteceriam na vida real. Mas a ideia do filme é justamente ficar nesse limiar entre a realidade e a ficção.</p>
<p>Na pele do casal principal, a combinação de atores tão improvável quanto seus personagens. Seth Rogen (<em>Ligeiramente Grávidos</em>) é a cara do clássico nerd: barbudo com o cabelo sem cortar, roupas largas, barrigudo e com cara de que não curte um banho. Já Charlize Theron (<em>Mad Max: Estrada da Fúria</em>) é a definição de perfeição de beleza. Elegante, sedutora, se veste bem, sabe se portar em todos os ambientes e dedicada. A química dos dois é suave e verdadeira, deixando as cenas ainda mais emocionantes. Eles nos convencem a todo momento sobre o surgimento do amor da dupla.</p>
<p>Podemos dizer que<strong><em> Casal Improvável</em></strong> é uma comédia romântica raiz, na melhor definição do termo. Ela possui todos os elementos para deixar o espectador completamente envolvido na história. O amigo maravilhoso que acredita no protagonista, o vilão suave que separa o casal principal, encontros emocionantes, o surgimento de uma paixão improvável e uma trilha sonora envolvente. Somos agraciados com todas essas emoções, que nos levam a rir muito, se apaixonar e chorar.</p>
<p>Há muito tempo (muito tempo mesmo) eu não assistia uma comédia romântica tão maravilhosa quanto essa. E quem vos fala é uma das maiores fãs de comédia romântica possível. Então acreditem quando eu digo: <strong><em>Casal Improvável</em></strong> é incrível e vale cada segundo da sessão. Assistam!</p>
<p><strong>Direção:</strong> Jonathan Levine<br />
<strong>Elenco:</strong> Charlize Theron, Seth Rogen, O&#8217;Shea Jackson Jr., Andy Serkis, June Diane Raphael, Bob Odenkirk, Ravi Patel, Alexander Skarsgård, Lisa Kudrow</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/asxSt10ZQac" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-casal-improvavel/">Crítica: Casal Improvável</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-casal-improvavel/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
