<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Liam Hemsworth - Coisa de Cinéfilo</title>
	<atom:link href="https://coisadecinefilo.com.br/tag/liam-hemsworth/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/liam-hemsworth/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Fri, 25 Oct 2024 21:03:09 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/cropped-favicon3-5-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Liam Hemsworth - Coisa de Cinéfilo</title>
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/liam-hemsworth/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Crítica: Amores Solitários</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-amores-solitarios/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-amores-solitarios/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Oct 2024 21:03:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Amores Solitários]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Diana Silvers]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Laura Dern]]></category>
		<category><![CDATA[Liam Hemsworth]]></category>
		<category><![CDATA[Netflix]]></category>
		<category><![CDATA[Susannah Grant]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=18808</guid>

					<description><![CDATA[<p>Tem repercutido internet afora como 2024 foi o ano do intitulado romance com age gap (diferenças de idade) protagonizados por atrizes veteranas. Em Uma Ideia de Você do Prime Video, Anne Hathaway viveu a mãe de uma adolescente apaixonada pelo ídolo da filha, o integrante de uma boy band interpretado por Nicholas Galitzine. Já Tudo em Família da Netflix trouxe Nicole Kidman como uma escritora cujo caso com um astro de cinema egocêntrico interpretado por Zac Efron abala a relação com sua filha, funcionária dele. Agora, é a vez de [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-amores-solitarios/">Crítica: Amores Solitários</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Tem repercutido internet afora como 2024 foi o ano do intitulado romance com age gap (diferenças de idade) protagonizados por atrizes veteranas. Em Uma Ideia de Você do Prime Video, Anne Hathaway viveu a mãe de uma adolescente apaixonada pelo ídolo da filha, o integrante de uma boy band interpretado por Nicholas Galitzine. Já Tudo em Família da Netflix trouxe Nicole Kidman como uma escritora cujo caso com um astro de cinema egocêntrico interpretado por Zac Efron abala a relação com sua filha, funcionária dele. Agora, é a vez de Laura Dern ter um romance com Liam Hemsworth em <em><strong>Amores Solitários</strong></em> uma das adições de outubro do catálogo da Netflix.</p>
<p>Ambientado no Marrocos, <em><strong>Amores Solitários</strong></em> conta a história da renomada escritora Katherine Loewe vivida por Dern. Ela está em um país para viver a experiência de um retiro criativo em um hotel cheio de hóspedes escritores de diferentes gerações. No local, Katherine conhece Owen, papel de Liam Hemsworth, um consultor de finanças acompanhante da namorada no retiro. O jovem casal acaba vivendo uma crise no relacionamento durante o retiro e as brigas dão espaço para que Owen conheça um pouco mais Katherine. Aos poucos, Katherine e Owen descobrem que têm muito em comum e vivem uma experiência romântica nessa viagem.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-18833" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/10/image-7.png" alt="Amores Solitários" width="751" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/10/image-7.png 751w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/10/image-7-360x240.png 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/10/image-7-720x480.png 720w" sizes="(max-width: 751px) 100vw, 751px" /></p>
<p>Em meio a inúmeras conveniências de roteiro, <em><strong>Amores Solitários</strong></em> encontra alguma faísca em sua história através da genuína química construída por Dern e Hemsworth. O longa dirigido e roteirizado por Susannah Grant tem a grande &#8220;sacada&#8221; de não ser muito precoce na concretização da relação amorosa entre seus protagonistas. Parte da narrativa é tomada pelas cenas nas quais Katherine e Owen trocam confidências e descobrem afinidades. Como personagens deslocados em um contexto social que, por diferentes razões, lhe parece indesejável (o caso dela) ou hostil (o caso dele), os personagens criam uma conexão possível apenas porque o filme dedica muitos momentos às conversas conduzidas com muita sintonia por Dern e Hemsworth. A compreensão de Susannah Grant de que a química entre o seu casal precisa ser construída, conquistada, é o que transforma a experiência de <em>Amores Solitários</em> pontualmente singular e envolvente.</p>
<p>É uma pena que toda a originalidade estabelecida inicialmente não é mantida durante boa parte da narrativa e, como convém a um projeto comercial, <em><strong>Amores Solitários</strong></em> apela para fórmulas em seu terceiro ato. Dos diálogos bobos aos encontros e desencontros batidos no relacionamento entre seus protagonistas, sabotando boa parte da originalidade conquistada durante boa parte da sua trama. Nesse esteio, nem mesmo a sinergia entre Laura Dern e Liam Hemsworth salva o projeto de um desfecho no &#8220;piloto automático&#8221; semelhante a uma dúzia de filmes do gênero. A princípio, Grant acerta bastante ao mirar em uma espécie de Antes do Amanhecer para a geração de espectadores da Netflix, mas logo pasteuriza o seu projeto transformando o seu filme em mais um entre tantos a apostar nos mesmos clichês de sempre.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Susannah Grant</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Laura Dern, Liam Hemsworth, Diana Silvers</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/wYnvZGwJ-Lw?si=q8-O-D3x-ZZlJIPk" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-amores-solitarios/">Crítica: Amores Solitários</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-amores-solitarios/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Independence Day &#8211; O Ressurgimento</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-independence-day-o-ressurgimento/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-independence-day-o-ressurgimento/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jun 2016 23:15:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Bill Pullman]]></category>
		<category><![CDATA[Independence Day]]></category>
		<category><![CDATA[Independence Day - O Ressurgimento]]></category>
		<category><![CDATA[Jeff Goldblum]]></category>
		<category><![CDATA[Liam Hemsworth]]></category>
		<category><![CDATA[Roland Emmerich]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=6285</guid>

					<description><![CDATA[<p>Vamos combinar que Independence Day, de 1996, não era grande coisa. Produto do seu tempo, no qual a oferta de blockbusters não era a mesma de hoje e determinadas marcas narrativas dos filmes catástrofe eram digeridas com menos resistência pelo público, o longa de Roland Emmerich é um título que tem lá a sua parcela de diversão, mas é irremediavelmente datado. Vinte anos após o lançamento do primeiro filme, Independence Day &#8211; O Ressurgimento pretende ampliar os tentáculos da franquia, mas falha ao não atualizar a contento a [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-independence-day-o-ressurgimento/">Crítica: Independence Day &#8211; O Ressurgimento</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Vamos combinar que <i>Independence Day</i>, de 1996, não era grande coisa. Produto do seu tempo, no qual a oferta de <i>blockbusters </i>não era a mesma de hoje e determinadas marcas narrativas dos filmes catástrofe eram digeridas com menos resistência pelo público, o longa de Roland Emmerich é um título que tem lá a sua parcela de diversão, mas é irremediavelmente datado. Vinte anos após o lançamento do primeiro filme, <i>Independence Day &#8211; O Ressurgimento</i> pretende ampliar os tentáculos da franquia, mas falha ao não atualizar a contento a sua lógica interna de entretenimento. Assim, no lugar do tom reverencial e nostálgico que tão bem fizera a <i>Jurassic World</i>, só para citar um exemplo recente, <i>Independence Day &#8211; O Ressurgimento </i>apresenta-se ao seu público como uma cópia dos antiquados esquemas do filme de 1996, a maioria deles camuflados, é verdade. Retornando à direção da continuação,  Emmerich parece querer vender o seu <i>blockbuster </i>como uma repaginação do &#8220;antigo&#8221;, algo que, curiosamente, o título jamais faz.</p>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>A premissa do filme não merece muito floreio, então vamos direto ao ponto. Basicamente, em <i>Independende Day &#8211; O Ressurgimento</i>, após vinte anos dos eventos do primeiro filme, a Terra volta a ser objeto de cobiça de alienígenas. O longa e toda a sua trama gira em torno desse novo ataque e dos esforços empreendidos pela humanidade (leia-se os EUA) no combate à ameaça extraterrestre. No novo longa, Emmerich pensa reescrever determinados elementos de filmes catástrofe que ele mesmo ajudou a popularizar em <i>Independence Day</i>, tais como o exagero na ação, a composição preconceituosa de certos personagens e o patriotismo exacerbado do discurso.</p>
<p>Em <i>Ressurgimento</i>, temos uma mulher ocupando a cadeira da presidência e outra na Força Aérea americana. Balela, os personagens masculinos continuam sendo dominantes e mais eficientes no <i>front</i> do que suas parceiras de cena. Sob  uma lógica semelhante, Emmerich retira do seu filme determinados símbolos nacionais e suaviza os discursos inflados, mas de nada adianta porque <i>Independence Day &#8211; O Ressurgimento </i>concentra todas as suas ações importantes e heroicas no quadro de personagens masculinos, brancos e norte-americanos. <i>Ressurgimento </i>tenta se vender como a atualização de um tipo de filme pelo qual Emmerich acabou ficando conhecido, mas, na verdade, é movido por ideias e esquemas do passado. A continuação é, portanto, pior que o antecessor, que, ao menos, era mais honesto em seus propósitos. <i>Ressurgimento </i>tenta camuflar todos os seus discursos equivocados, o que é bastante grave.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-6287" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/06/independenceday.jpg" alt="independenceday" width="610" height="348" /></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Como espetáculo visual, <i>Independence Day &#8211; O Ressurgimento </i>também não se justifica. Diferente do filme de 1996, que, por sinal, tecnicamente, continua eficiente, <i>Ressurgimento </i>não impressiona a plateia nesse departamento. O longa não é um desastre na execução dos seus efeitos de computação gráfica, mas não traz nada que já não tenhamos visto ser aplicado de maneira mais interessante por outros títulos do gênero, inclusive pelo próprio Emmerich em <i>O Dia depois de Amanhã </i>e <i>2012</i>. Nada que possamos dizer, por exemplo, que torne imprescindível o 3D ou que traga algo de significativamente novo nesse formato de experiência espectatorial. Até mesmo o ataque alienígena dessa continuação não tem o mesmo efeito da destruição de Nova York no filme de 1996, uma sequência que segue melhor do que àquela que vemos nessa continuação.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>O tratamento que <i>Ressurgimento </i>reserva aos seus personagens também não é dos melhores. Semelhante ao que fazia no primeiro filme, Emmerich enche esta continuação de sujeitos que não são capazes de gerar empatia (mesmo os protagonistas da trama). O que é pior, o realizador tenta sugerir uma emoção, importância ou profundidade psicológica nessas figuras que jamais é perceptível na tela. Isso ocorre não apenas com os novatos (o jovem núcleo da Força Aérea e um grupo de crianças), mas também com os veteranos, como é o caso do presidente vivido por Bill Pullman, que, estranhamente, torna-se um homem afetado pelos eventos do primeiro filme (quando no longa de 1996 o personagem aparece do início ao fim como um sujeito cheio de vida, energia e até bom humor), e a ex-stripper e agora enfermeira interpretada por Vivica A. Fox, esposa do personagem de Will Smith no primeiro longa e que aqui é vítima de um súbito sumiço, o que só comprova a falta de apreço do realizador pelas personagens femininas, mesmo àquelas pelas quais poderia ter mais afeto.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Jamais conseguindo justificar a sua realização vinte anos depois do lançamento do primeiro filme, <i>Independence Day &#8211; O Ressurgimento </i>é um híbrido esquisito que surge no circuito comercial em uma fase na qual o cinema <i>blockbuster </i>amadureceu muito em seus diferentes formatos e propostas.  Não servindo nem mesmo como um filme que inspire sentimentos nostálgicos, como aconteceu, por exemplo, em <i>Jurassic World</i>, que ainda que se apoie em elementos do passado consegue acenar muito bem para o futuro, <i>Independence Day &#8211; O Ressurgimento </i>é um filme supérfluo. Esta continuação, que sequer é tão aguardada pelo público assim, perdeu uma oportunidade de se revitalizar e apresentar uma releitura das suas próprias marcas. Seja lá quais forem as razões que expliquem o seu resultado, o novo filme de Roland Emmerich optou pela repetição do que é ultrapassado e, o que é pior, uma reiteração escondida sob discursos pretensamente revisionistas. Desperdício total.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p><strong>Assista ao trailer: </strong></p>
</div>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/LwgF3bmQ1rE" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-independence-day-o-ressurgimento/">Crítica: Independence Day &#8211; O Ressurgimento</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-independence-day-o-ressurgimento/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Radar do Oscar: Trailers de The Dressmaker e Joy</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/radar-do-oscar-assista-aos-trailers-de-the-dressmaker-e-joy/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/radar-do-oscar-assista-aos-trailers-de-the-dressmaker-e-joy/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2015 15:35:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Trailers]]></category>
		<category><![CDATA[Bradley Cooper]]></category>
		<category><![CDATA[David O. Russell]]></category>
		<category><![CDATA[Jennifer Lawrence]]></category>
		<category><![CDATA[Joy]]></category>
		<category><![CDATA[Kate Winslet]]></category>
		<category><![CDATA[Liam Hemsworth]]></category>
		<category><![CDATA[Robert DeNiro]]></category>
		<category><![CDATA[The Dressmaker]]></category>
		<category><![CDATA[Trailer]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=3156</guid>

					<description><![CDATA[<p>&#160; Com a chegada do segundo semestre, a temporada de blockbuster cede lugar à temporada dos filmes com cheiro de Oscar nos Estados Unidos. Esta semana, dois deles tiveram seus trailers divulgados. Ambos são estrelados por atrizes que já ganharam a estatueta na categoria principal. A primeira delas é Kate Winslet (O Leitor), que nos últimos anos não foi muito feliz em suas tentativas, haja vista a repercussão moderada de Refém da Paixão e Um Pouco de Caos. A inglesa protagoniza The Dressmaker, drama sobre [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/radar-do-oscar-assista-aos-trailers-de-the-dressmaker-e-joy/">Radar do Oscar: Trailers de The Dressmaker e Joy</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/Fashionable-Fridays-Kate-Winslet-Dressmaker-Australian-Couture.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-3157" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/Fashionable-Fridays-Kate-Winslet-Dressmaker-Australian-Couture-620x324.jpg" alt="Fashionable-Fridays-Kate-Winslet-Dressmaker-Australian-Couture" width="620" height="324" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com a chegada do segundo semestre, a temporada de blockbuster cede lugar à temporada dos filmes com cheiro de Oscar nos Estados Unidos. Esta semana, dois deles tiveram seus trailers divulgados. Ambos são estrelados por atrizes que já ganharam a estatueta na categoria principal.</p>
<p>A primeira delas é Kate Winslet (<em>O Leitor</em>), que nos últimos anos não foi muito feliz em suas tentativas, haja vista a repercussão moderada de <em>Refém da Paixão </em>e <em>Um Pouco de Caos</em>. A inglesa protagoniza <em><strong>The Dressmaker</strong>, </em>drama sobre uma australiana que retorna a sua cidade natal, um povoado rural, para mostrar a todos que conseguiu vencer na vida como uma estilista de alta costura.</p>
<p>O filme é dirigido e roteirizado por Jocelyn Moorhouse (<em>Colcha de Retalhos</em>) e tem Judy Davis (<em>Para Roma com Amor</em>), Liam Hemsworth (<em>Jogos Vorazes &#8211; A Esperança: Parte 1</em>) e Hugo Weaving (<i>V de Vingança</i>) no elenco.</p>
<p>Assista ao trailer abaixo:</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/uPCyjqGH914" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/joyheader.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-3158" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/joyheader-620x344.jpg" alt="joyheader" width="620" height="344" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O segundo trailer é de <em>Joy</em>, terceira parceria entre o diretor David O.Russell, os atores Bradley Cooper e Robert DeNiro e a vencedora do Oscar Jennifer Lawrence. Após <em>O Lado bom da Vida </em>e <em>Trapaça </em>o quarteto se reunirá para contar a história real de uma jovem que tornou-se uma pioneira no mundo dos negócios por conseguir conciliar a maternidade com a sua vida como empresária formando uma das maiores dinastias de empreendedoras dos EUA.</p>
<p>Além de Lawrence e Cooper, o elenco de <em>Joy </em>trará Virginia Madsen (<em>Sideways &#8211; Entre umas e outras</em>), Isabella Rossellini (<em>O Homem Duplo</em>) e  Édgar Ramírez (<em>A Hora mais Escura</em>).</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/SN4MLMHET7w" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>Tanto <em>Joy </em>quanto <em>The Dressmaker </em>não têm previsão para chegar nos cinemas brasileiros em 2015. É possível que, como de praxe, suas distribuidoras deixem para lançá-los na proximidade do Oscar 2016, ou seja, no início de 2016.</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/radar-do-oscar-assista-aos-trailers-de-the-dressmaker-e-joy/">Radar do Oscar: Trailers de The Dressmaker e Joy</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/radar-do-oscar-assista-aos-trailers-de-the-dressmaker-e-joy/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-jogos-vorazes-a-esperanca-parte-1/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-jogos-vorazes-a-esperanca-parte-1/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Nov 2014 12:56:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Estreias]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Jennifer Lawrence]]></category>
		<category><![CDATA[Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1]]></category>
		<category><![CDATA[Josh Hutcherson]]></category>
		<category><![CDATA[Julianne Moore]]></category>
		<category><![CDATA[Liam Hemsworth]]></category>
		<category><![CDATA[Philip Seymour Hoffman]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=2359</guid>

					<description><![CDATA[<p>Eis que finalmente chega a estreia de um dos filmes mais aguardados do ano. Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1 é o terceiro capítulo da série de sucesso que traz a talentosa Jennifer Lawrence como protagonista, ao lado dos também bons atores Josh Hutcherson e Liam Hemsworth. A expectativa, no entanto, atua como vilã da história, que não atende ao alvoroço causado principalmente pelos fãs dos livros. Neste filme, a mocinha Katniss Everdeen segue abalada pelos acontecimentos do Massacre [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-jogos-vorazes-a-esperanca-parte-1/">Crítica: Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_2360" aria-describedby="caption-attachment-2360" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/11/018257.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-2360 size-full" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/11/018257.jpg" alt="018257" width="610" height="348" /></a><figcaption id="caption-attachment-2360" class="wp-caption-text">Jennifer Lawrence é a protagonista do longa</figcaption></figure>
<p style="text-align: left;">Eis que finalmente chega a estreia de um dos filmes mais aguardados do ano. <em>Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1</em> é o terceiro capítulo da série de sucesso que traz a talentosa Jennifer Lawrence como protagonista, ao lado dos também bons atores Josh Hutcherson e Liam Hemsworth. A expectativa, no entanto, atua como vilã da história, que não atende ao alvoroço causado principalmente pelos fãs dos livros.</p>
<p style="text-align: left;">Neste filme, a mocinha Katniss Everdeen segue abalada pelos acontecimentos do Massacre Quaternário do longa anterior. Ela agora habita o Distrito 13, ao lado de sua mãe e de sua irmã, além de Gale Hawthorne, parte do triângulo amoroso principal. Ela continua preocupada com o destino de Peeta Mellark, que foi capturado pela Capital. Plutarch Heavensbee e a presidente Alma Coin querem que Katniss assuma o papel de líder da revolução, mas a moça não aceita. Sua decisão muda ao descobrir que Peeta está vivo e, aparentemente, defendendo os ideais do governo.</p>
<p style="text-align: left;">A história continua sendo muito interessante, mas sofre, como diria meu querido colega Wanderley Teixeira, do mal das séries que dividem os últimos filmes em duas partes. A primeira normalmente se arrasta. E isso é muito verdade neste longa. Durante boa parte do filme a protagonista fica decidindo se vai ou não representar a revolução perante os distritos. Quando ela finalmente aceita, acontece algo que a faz dar para trás. E isso se repente por algumas vezes, cansando o espectador. É como se o filme ficasse naquela de quase engrenar, mas não engrena.</p>
<p style="text-align: left;">Entenda que <em>Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1</em> não é nem de longe ruim. Mas poderia ter sido muito mais bem trabalhado se não fosse dividido, por exemplo. O filme é de ação, basicamente, embora o mote principal envolva um romance, como a maioria das séries juvenis. Só que esta ação é colocada de lado neste terceiro episódio, o que deixa a desejar, neste sentido.</p>
<figure id="attachment_2361" aria-describedby="caption-attachment-2361" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/11/Jogos-Vorazes-A-Esperanca-15mai2014-02.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-2361" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/11/Jogos-Vorazes-A-Esperanca-15mai2014-02.jpg" alt="Philip Seymour Hoffman  contracena junto com Julianne Moore" width="610" height="348" /></a><figcaption id="caption-attachment-2361" class="wp-caption-text">Philip Seymour Hoffman contracena junto com Julianne Moore</figcaption></figure>
<p style="text-align: left;">É com relação a este romance que tenho ponderações a fazer, também. É um triângulo amoroso, certo? Mas me incomoda o fato como as partes são tratadas. Neste filme, vemos muito mais Katniss com Gale, afinal, Peeta está na Capital. No entanto, eles quase não interagem entre si e isso chega a ser irritante. Por mais que o filme induza que eles são quase namorados e tudo mais, os dois quase não se tocam, mal se falam, não trocam momentos de tensão. Simplesmente existem um ao lado do outro. O que instiga muito o espectador a pensar que Katniss vai realmente ficar com Peeta, uma vez que ela pula da cadeira toda vez que o vê na televisão. Acho isso chato porque dá o final antes do filme realmente chegar ao final. Mas assim, se ela ficar com Gale realmente será uma surpresa.</p>
<p style="text-align: left;">As demais partes da história, a resistência, os distritos e a Capital em si ficam muito no vácuo ao longo do filme. Vai se construindo os passos para o fim da saga, mas ao mesmo tempo é muito lento. A sensação que fica é que este filme terminou no mesmo ponto que o anterior, o que faz dele completamente dispensável. Outro detalhe que não contribuiu favoravelmente para a série foi o tempo de intervalo entre o segundo filme e este. Um ano é tempo demais para algumas séries e ouvi várias pessoas comentando que não se lembravam de boa parte da história do longa anterior. Visualizo que isso será um problema também para o último episódio, que só estreia daqui a um ano.</p>
<p style="text-align: left;">Quero que entendam, no entanto, que o filme é bom. As atuações se destacam, como de costume. A escolha de atores segue muito acertada. Lawrence tem uma facilidade de chorar impressionante e sua naturalidade comprova porque ela é tão nova e já foi indicada ao Oscar duas vezes. Josh Hutcherson também atua super bem no filme, conseguindo ir do passivo ao transtornado em segundos. Liam Hemsworth não consegue se destacar tanto. Não sei se pela passividade do personagem ou por ele não saber se posicionar de verdade. Fica a dúvida. Philip Seymour Hoffman está fantástico em um de seus últimos filmes, partilhando cenas com a também maravilhosa Julianne Moore.</p>
<p style="text-align: left;">O filme, como um todo, deixa a sensação de quero mais, de querer descobrir o que efetivamente acontecerá no final. Ao mesmo tempo, dá uma lição para as demais franquias que possam surgir nos próximos anos. Não é realmente necessário dividir todos os últimos episódios. Sei que o dinheiro fala mais alto, mas me parece um crime colocar como monótona uma história tão interessante. As pessoas tem que entender que, afinal, nem todas as histórias são como a de<em> Harry Potter</em>.</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-jogos-vorazes-a-esperanca-parte-1/">Crítica: Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-jogos-vorazes-a-esperanca-parte-1/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
