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	<title>Arquivos Letícia Sabatella - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Letícia Sabatella - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Legalidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Sep 2019 18:44:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O gatilho para a trama de Legalidade, longa de Zeca Brito (Em 97 Era Assim), é o movimento liderado pelo governador do Rio Grande do Sul Leonel Brizola de resistência ao golpe militar de 1964 no Brasil. No longa, essa conhecida figura do cenário político nacional é interpretada por Leonardo Machado (Teu Mundo Não Cabe nos Meus Olhos), ator que sequer viu o seu trabalho na tela pois faleceu no ano passado. No entanto, o chamariz da produção acaba sendo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O gatilho para a trama de <em><strong>Legalidade</strong></em>, longa de Zeca Brito (<em>Em 97 Era Assim</em>), é o movimento liderado pelo governador do Rio Grande do Sul Leonel Brizola de resistência ao golpe militar de 1964 no Brasil. No longa, essa conhecida figura do cenário político nacional é interpretada por Leonardo Machado (<em>Teu Mundo Não Cabe nos Meus Olhos</em>), ator que sequer viu o seu trabalho na tela pois faleceu no ano passado. No entanto, o chamariz da produção acaba sendo outro, a jornalista Cecília Ruiz interpretada por Cleo (<em>Mais Forte Que o Mundo</em>).</p>
<p><em><strong>Legalidade</strong> </em>traz a história de amor entre a correspondente do Washington Post no Brasil e um antropólogo vivido por Fernando Alves Pinto (<em>A Vida Secreta dos Casais</em>) em meio a esse movimento político pré-1964, quando sua história vem à tona graças a uma investigação empreendida pela filha dela, papel de Letícia Sabatella (<em>Querida Mamãe</em>). No fim, acaba sendo um romance inspiracional para o Brizola ou as ações dessa figura pública acabam mobilizando o casal, o certo é que <em><strong>Legalidade</strong> </em>não vem a ser precisamente uma biografia histórica apesar de aparentar.</p>
<p style="text-align: center;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11233" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/1298325.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/1298325.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/1298325.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/1298325.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>A questão é que o filme tem um ar pomposo, construindo uma atmosfera solene e calculadamente artificial ou excessivamente estetizada. Absolutamente tudo em <em><strong>Legalidade</strong> </em>tem que soar como um grande ato, fazendo com que uma figura como Brizola pareça estar em cima de um palanque mesmo quando tem a discussão mais banal com a esposa. Em meio a registros históricos da época e uma trama moldada a partir de trivias enciclopédicas, a produção abraça o folhetinesco no romance entre os personagens de Cleo e Alves Pinto, explorando sobretudo o corpo da atriz, cuja personagem parece existir para estar à serviço de transformações em seus colegas do sexo oposto e nunca para assumir sua própria voz na narrativa (por isso soa tão estranho quando lá pelas tantas o espírito revolucionário da personagem é citado como uma inspiração).</p>
<p>Com diálogos robotizados, <em><strong>Legalidade</strong> </em>parece um daqueles exemplares do cinema histórico da retomada. Poeril, rocambolesco e canastricimamente melodramático, o filme convoca a resistência diante das investidas truculentas da antidemocracia, o problema é a roupagem que utiliza para fazer isso. O longa é cafona, apela para um óbvio nacionalismo, que inclui até mesmo o hino como parte da sua trilha, e não parece ser muito afeito a sutilezas de uma maneira geral.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Zeca Brito<br />
<strong>Elenco:</strong> Cleo, Fernando Alves Pinto, Letícia Sabatella, Leonardo Machado, José Henrique Ligabue</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/vhNpB9fMCa0" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Happy Hour &#8211; Verdades e Consequências</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Mar 2019 17:45:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A mais nova estreia brasileira nos cinemas, Happy Hour &#8211; Verdades e Consequências, vem como um projeto de parceria entre dois países. O Brasil e a Argentina se unem em prol de uma narrativa a qual usa a comédia e os dramas do cotidiano de um casal para discutir e criticar situações contraditórias da sociedade. Esse tom cômico vem personificado pelos trejeitos da personagem de Pablo Echarri – que, ao lado de Luciano Cáceres, compõem o núcleo paspalhão da história. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A mais nova estreia brasileira nos cinemas, <em><strong>Happy Hour &#8211; Verdades e Consequências</strong></em>, vem como um projeto de parceria entre dois países. O Brasil e a Argentina se unem em prol de uma narrativa a qual usa a comédia e os dramas do cotidiano de um casal para discutir e criticar situações contraditórias da sociedade. Esse tom cômico vem personificado pelos trejeitos da personagem de Pablo Echarri – que, ao lado de Luciano Cáceres, compõem o núcleo paspalhão da história. Ao lado de Echarri, para trazer seriedade à trama, Letícia Sabatella desenvolve algumas das poucas cenas com qualidade plena. O público pode conferir essa tortuosa comédia a partir da próxima quinta-feira (28).</p>
<p>Horácio (Pablo Echarri), um professor universitário comum, tem uma reviravolta em sua vida quando ele acidentalmente ajuda a prender um notório criminoso da cidade. Após se tornar uma celebridade, Horácio decide contar a sua esposa, Vera (Letícia Sabatella), sobre o seu desejo de se relacionar com outras mulheres fora do casamento. A fama, os holofotes e essa nova revelação chegam para Vera no pior momento de sua carreira: quando ela está prestes a se candidatar à prefeitura do Rio de Janeiro. O turbilhão de acontecimentos vai elevar o atrito do casamento pondo a relação dos dois em cheque.</p>
<p>A primeira impressão ao iniciar o longa é: o que está acontecendo? O público não consegue lidar com a quantidade excessiva de informações que são jogadas de uma só vez nos primeiros minutos. A trama já começa dividida em três núcleos diferentes. Ou seja, existe uma dificuldade clara no filme: alcançar a inteligência criativa desejada por meio de um excesso de artifícios. A vontade de debater diversas problemáticas sociais e a tentativa de fazer isso através de metáforas fizeram desse longa-metragem um trabalho atrapalhado e incompleto. A sensação que o espectador tem é semelhante ao preparo de uma comida com os restos que tem na geladeira, feito por alguém com pouca experiência na cozinha. O resultado é intragável.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10334" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/03/3783732-750x500.jpg" alt="Happy Hour - Verdades e Consequências" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/03/3783732.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/03/3783732-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/03/3783732-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Apesar do tom cômico se perder em alguns momentos, ele é bem-vindo a narrativa. As críticas sociais – sejam a política, ao machismo ou aos relacionamentos – também cabem na situação proposta pelo roteiro. A costura escolhida para unir isso e outras questões é que foi equivocada. O que existe em <em><strong>Happy Hour</strong></em> é uma cama de gato que afeta diretamente a história. Eduardo Albergaria, Ana Cohan, Carlos Arthur Thiré e Fernando Velasco criam um roteiro tão atrapalhado quanto a sua personagem principal. A existência de Horácio parece um efeito colateral da confusão criada pelo próprio roteiro.</p>
<p>Para não se distanciar da aura que rege a produção, o elenco é um outro núcleo de confusões. Quando se pensa nas cenas de <em><strong>Happy Hour</strong></em>, existem três cenários. O primeiro é comandado pela versão física e pitoresca da personagem de Pablo Echarri, onde todas as suas ações são atrapalhadas e exageradas. O segundo cenário é composto pelo teor de seriedade que Letícia Sabatella tenta agregar ao longa. Apesar dos seus esforços, a sua atuação sutil e de qualidade não é suficiente para colocar esse trem descarrilhado de volta aos trilhos. Por fim, o terceiro e mais problemático cenário é orquestrado por uma segunda versão do Horácio, uma versão que funciona como uma espécie de narrador-personagem. As suas aparições trazem uma atmosfera assustadoramente etérea que não combina com nada da película.</p>
<p>Há uma atmosfera de confusão orquestrada por Eduardo Albergaria. Não existe consonância entre as partes da narrativa. O que se vê é um <em>frankenstein</em> de ideias, costurado com metáforas extremamente deslocadas da trama. O projeto dirigido por Albergaria não passa de um caldeirão de ideias mal executadas. A proposta base da narrativa é interessante, mas se perde em meio as ideias. As ideias são essenciais para uma narrativa inteligente e engajada, mas não são bem elaboradas e distribuídas ao longo da história. Tudo isso enrolado por uma personagem principal esquizofrênica que vagueia entre duas personalidades opostas – e ainda, em uma delas, se comunica através de metáforas sobre, por exemplo, pertencimento e destino. <em><strong>Happy Hour &#8211; Verdades e Consequências</strong></em> acaba, então, como uma decepção aos entusiastas de um cinema moderna, onde a sétima arte é utilizada para brincar com questões reais e subjetivas.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Eduardo Albergaria<br />
<strong>Elenco:</strong> Letícia Sabatella, Pablo Echarri, Luciano Cáceres, Juliana Carneiro da Cunha</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/TRZwqEp1InA" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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