<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Kyanna Simone Simpson - Coisa de Cinéfilo</title>
	<atom:link href="https://coisadecinefilo.com.br/tag/kyanna-simone-simpson/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/kyanna-simone-simpson/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Mon, 17 Aug 2020 23:02:23 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/cropped-favicon3-5-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Kyanna Simone Simpson - Coisa de Cinéfilo</title>
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/kyanna-simone-simpson/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Crítica: Power (Netflix)</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-power-netflix/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-power-netflix/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Aug 2020 23:01:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Netflix]]></category>
		<category><![CDATA[Amy Landecker]]></category>
		<category><![CDATA[Ariel Schulman]]></category>
		<category><![CDATA[Courtney B. Vance]]></category>
		<category><![CDATA[Críitca]]></category>
		<category><![CDATA[Dominique Fishback]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Henry Joost]]></category>
		<category><![CDATA[Jamie Foxx]]></category>
		<category><![CDATA[Joseph Gordon-Levitt]]></category>
		<category><![CDATA[Kyanna Simone Simpson]]></category>
		<category><![CDATA[Machine Gun Kelly]]></category>
		<category><![CDATA[Power]]></category>
		<category><![CDATA[Rodrigo Santoro]]></category>
		<category><![CDATA[Streaming]]></category>
		<category><![CDATA[Trailer]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=13081</guid>

					<description><![CDATA[<p>Com o fechamento dos cinemas em 2020 em virtude da pandemia, a Netflix e seus blockbusters têm ocupado essa lacuna das produções mais escapistas de Hollywood, um espaço que antes era preenchido exclusivamente pela Marvel Studios e companhia. Títulos como Resgate, The Old Guard e agora Power têm ocupado essa função, inclusive, demonstrando vontade de se estabelecer como franquias dados os ganchos para segundos capítulos que as três estabelecem em seus desfechos. Entretanto, nem tudo são &#8220;flores&#8221;, assim como Resgate [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-power-netflix/">Crítica: Power (Netflix)</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com o fechamento dos cinemas em 2020 em virtude da pandemia, a Netflix e seus <em>blockbusters</em> têm ocupado essa lacuna das produções mais escapistas de Hollywood, um espaço que antes era preenchido exclusivamente pela <em>Marvel Studios</em> e companhia. Títulos como <em>Resgate</em>, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-the-old-guard-netflix/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>The Old Guard</em></a> e agora <strong><em>Power</em> </strong>têm ocupado essa função, inclusive, demonstrando vontade de se estabelecer como franquias dados os ganchos para segundos capítulos que as três estabelecem em seus desfechos. Entretanto, nem tudo são &#8220;flores&#8221;, assim como <em>Resgate</em> e <em>The Old Guard</em>, <strong><em>Power</em> </strong>exibe fragilidades na condução da sua história que trazem para a produção uma certa efemeridade.</p>
<p>Em <strong><em>Power</em></strong>, tomamos conhecimento de uma realidade hipotética na qual há um intenso tráfico e consumo de uma pílula que confere poderes extraordinários a humanos, como se camuflar, impermeabilizar o corpo contra qualquer objeto letal como balas de armas de fogo, entre outros. A sociedade fica ainda mais caótica com as tais pilulazinhas, com gente mal intencionada lucrando horrores com o seu tráfico e a criminalidade aumentando, ficando praticamente impossível para a polícia conter toda essa desordem. É então que, por força das circunstâncias, um ex-militar em busca da sua filha, uma adolescente e um policial acabam se unindo para desmantelar parte desse esquema.</p>
<p><em><strong>Power</strong> </em>conta com um roteiro original de Mattson Tomlin e consegue construir um universo fantástico e ao mesmo tempo bastante realista com eficiência, algo que David Ayer, por exemplo, penou para concretizar em Bright. A dupla de diretores Henry Joost e Ariel Schulman (de outra produção irregular, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-nerve-um-jogo-sem-regras/"><em>Nerve: Um Jogo sem Regras</em></a>) tem dificuldade para encontrar personalidade na condução e, não fosse seu ótimo elenco, poderia ter o trabalho completamente comprometido.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-13083" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/08/2386527.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Power, Coisa de Cinéfilo" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/08/2386527.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/08/2386527.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/08/2386527.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Jamie Foxx e Joseph Gordon-Levitt são escolhas certeiras para seus papeis, o ex-militar de passado trágico e que veste a manta de herói e o policial safo e que tem consciência de que para ter êxito em suas ações precisa em alguns momentos andar fora da linha, respectivamente. Agora, nada supera a revelação Dominique Fishback, que domina a cena como a jovem traficante Robin. Há ainda uma participação interessante de Rodrigo Santoro como um dos cabeças do tráfico que demonstra, mais uma vez, como o ator brasileiro em diversas de suas empreitadas hollywoodianas procura fugir do lugar óbvio de galã.</p>
<p>O maior tropeço de <strong><em>Power</em> </strong>está no seu terceiro ato, quando a trama perde o fio da meada e esquece todas as suas críticas interessantes sobre o poder na sociedade e a opressão para dar vazão a uma ação genérica que, como de praxe em algumas dessas produções, ocorre no cenário mais previsível possível. A partir daí, o longa se contenta em oferecer para o público o básico nesse tipo de narrativa com direito ao uso extensivo de efeitos visuais e a assunção completa do personagem de Jamie Foxx como o grande salvador. Esse recuo, estratégico pois parece que esse tipo de produto mais popular na <em>Netflix</em> tem plena noção do limite que pode cruzar entre a reiteração do cinema de ação e uma maior inventividade, frustra bastante quem capta as interessantes discussões pinceladas na história pelos ótimos diálogos entre os personagens de Foxx e Fishback. Mais um potencial perdido.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Henry Joost, Ariel Schulman<br />
<strong>Elenco:</strong> Jamie Foxx, Joseph Gordon-Levitt, Dominique Fishback, Rodrigo Santoro, Courtney B. Vance, Amy Landecker, Kyanna Simone Simpson, Machine Gun Kelly</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/4NZhwESwQfk" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-power-netflix/">Crítica: Power (Netflix)</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-power-netflix/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
