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	<title>Arquivos Kristen Bell - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Kristen Bell - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Frozen 2</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Dec 2019 15:22:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Parece que foi ontem, mas já têm seis anos de Frozen &#8211; Uma Aventura Congelante chegou aos cinemas e deu início a um verdadeiro fenômeno. Até hoje, as crianças são completamente encantadas pela histórias das irmãs Elsa e Anna. Bonecos, fantasias, adereços, festinhas. Tudo no clima de &#8220;você quer brincar na neve&#8221;. Em pleno inverno norte-americano, Frozen 2 chega com a promessa de reforçar ainda mais este grande sucesso. A história desta longa volta um pouco no tempo e mostra [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Parece que foi ontem, mas já têm seis anos de <em>Frozen &#8211; Uma Aventura Congelante</em> chegou aos cinemas e deu início a um verdadeiro fenômeno. Até hoje, as crianças são completamente encantadas pela histórias das irmãs Elsa e Anna. Bonecos, fantasias, adereços, festinhas. Tudo no clima de &#8220;você quer brincar na neve&#8221;. Em pleno inverno norte-americano, <em><strong>Frozen 2</strong> </em>chega com a promessa de reforçar ainda mais este grande sucesso.</p>
<p>A história desta longa volta um pouco no tempo e mostra quando o pai das meninas ainda era príncipe de Arendelle. Tudo isso como um motivo para adentrar ainda mais no enredo das duas e despertar novas aventuras para as irmãs. Elsa começa a ver a possibilidade de descobrir a origem de seus poderes, enquanto Anna encontra seu lugar no mundo.</p>
<p>Fazer a sequência de um filme de tamanho sucesso não é tarefa fácil, mesmo mantendo a mesma equipe de diretores, Jennifer Lee e Chris Buck. O problema principal seria a construção de um novo enredo, uma vez que o primeiro é bem fechadinho em si e não dá grandes margens de continuação. Mas eles conseguem criar um apelo interessante e válido.</p>
<p>Os <em>flashbacks</em> ajudam a ligar os fios soltos que foram deixados no primeiro filme, como o destino dos pais de Anna e Elsa ou a origem de seus poderes. Além disso, <em><strong>Frozen 2</strong> </em>dá uma chance maior para o desenvolvimento dos personagens, como a relação de Anna e Kristoff.</p>
<p>A questão da descoberta de emoções é colocada em pauta de uma maneira muito suave e subliminar. Estamos falando de uma animação com enorme apelo para as crianças, mas isso não a priva de falar sobre emoções, dores, perdas e transformações. É o tipo de filme que passeia facilmente por todas as idades e agrada a todos. Neste quesito, talvez até mais do que o primeiro.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12131" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/12/5683840.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Frozen 2" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/12/5683840.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/12/5683840.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/12/5683840.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>A relação de Anna e Elsa é aprofundada, mas não é o foco. E isso é um acerto tremendo desta continuação, já que o primeiro filme já explana isso muito bem. Já é conhecido o amor que as duas nutrem uma pela outra. O que importa explicar agora é como essa relação impacta em outros setores, como a aceitação das diferenças entre elas ou como o crescimento impõe um afastamento físico.</p>
<p>O ponto altíssimo do filme é, definitivamente, Olaf. O personagem segue sendo o mais engraçado e sem noção de todos. As cenas que focam nele são simplesmente hilárias e arrancam gargalhadas de todos os espectadores. Ainda assim, não há um exagero nesse foco. Ele aparece na medida certa e respeitando o protagonismo dos demais personagens. O mesmo vale para Kristoff, que interpreta momentos divertidos e aleatórios, como o clipe de Backstreet Boys. Quem assistir ao filme, entenderá essa piadinha.</p>
<p>O ponto de desequilíbrio é a progressão do roteiro. Ele começa muito lento, sem pressa, expondo exageradamente a história que vai levar ao clímax. No entanto, quando este momento de ápice chega, é tão rápido que não dá tempo do espectador entender as conexões e se fixar naquela emoção. Perde-se tempo em informações pouco relevantes e acaba sobrando poucos minutos para o que de fato importa.</p>
<p>Mesmo com alguns tropeços, <strong><em>Frozen 2</em> </strong>é um ótimo longa que vai divertir o espectador e fazê-lo sentir (ironicamente) aquele quentinho no coração que o primeiro filme fez. Traz temáticas importantes completamente envoltas na magia e fantasia da história. Definitivamente é uma ótima escolha para as férias, que vai agradar toda a família.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Jennifer Lee, Chris Buck<br />
<strong>Elenco:</strong> Kristen Bell, Idina Menzel, Josh Gad, Jonathan Groff, Sterling K. Brown, Evan Rachel Wood, Martha Plimpton<a href="https://coisadecinefilo.com.br/confira-a-lista-de-indicados-ao-globo-de-ouro-2020/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">,</a> Rachel Matthews</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/TTIbWKEUPnc" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Perfeita É A Mãe!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Aug 2016 13:00:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Christina Applegate]]></category>
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		<category><![CDATA[Jada Pinkett Smith]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Falar de libertação feminina requer muito cuidado. A linha entre ser feminista ou machista é muito tênue e exige muito cuidado por parte do roteirista de um filme. Em Perfeita É A Mãe!, existe uma espécie de malabarismo, onde a trama ora tende para um lado e ora tende para o outro. Em meio a confusão do espectador, o mesmo consegue, no mínimo, dar umas risadas. A história gira em torno da personagem de Mila Kunis, que tem dois filhos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Falar de libertação feminina requer muito cuidado. A linha entre ser feminista ou machista é muito tênue e exige muito cuidado por parte do roteirista de um filme. Em <em>Perfeita É A Mãe!</em>, existe uma espécie de malabarismo, onde a trama ora tende para um lado e ora tende para o outro. Em meio a confusão do espectador, o mesmo consegue, no mínimo, dar umas risadas.</p>
<p>A história gira em torno da personagem de Mila Kunis, que tem dois filhos e um marido inútil que não a ajuda em nada e ela tem que se virar sozinha com todos os afazeres da casa. Na tentativa de ser perfeita em tudo, ela simplesmente vive chegando atrasada em todos os lugares, além de viver constantemente estressada. É quando ela conhece duas outras mães que têm sede de libertação desta rotina burocrática e decidem, juntas, mudar as regras desta sociedade vil.</p>
<p>O plot principal é interessante, não fosse o exagero que algumas situações nos mostram. Mesmo no esforço natural de ir até o completo oposto da situação para depois encontrar o equilíbrio, algumas cenas soam forçadas. E em muitos casos é nesta &#8220;forçação de barra&#8221; que reside o machismo oculto. Principalmente ao mostrar que ou a mãe é perfeita e cumpre todos os protocolos ou ela é completamente equilibrada. O mesmo acontece quando o ex-marido dela surge em dado momento para &#8220;resgatar os filhos&#8221; das loucuras que a mãe está fazendo, por não seguir as regras.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-6501" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/08/032439.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p>Ainda assim, momentos de feminismo surgem também e conseguem atenuar alguns absurdos que assistimos. Talvez por isso eu consiga afirmar que o problema do filme é ficar em cima do muro. Não é lá nem cá. E sim, você consegue rir. Realmente é hilário ver como as mães conseguem se desdobrar em mil para atender todas as suas necessidades, as dos filhos e as da casa (além das de alguns maridos inúteis). Mas mesmo assim, o filme fica apenas nisso, sem nos trazer nenhuma reflexão mais aprofundada, nenhuma risada mais forte ou qualquer cena memorável. Não fossem algumas cenas que mencionam drogas, aposto que viraria um clássico da Sessão da Tarde.</p>
<p>Partindo para o elenco, o choque. Sim, ele é ótimo. Temos Mila Kunis com toda sua naturalidade, Jada Pinkett Smith, Christina Applegate, Kristen Bell, Kathryn Hahn. Adoro elas e as acho ótimas atrizes. E tudo isso torna o filme muito melhor do que ele seria se tivesse um elenco medíocre. Faz com que a gente saia do cinema com a mínima sensação de que pelo menos valeu a pena o ingresso. Ainda assim, alguns potenciais desperdiçados.</p>
<p>Acredito que tudo poderia ter sido diferente se um filme com uma proposta tão feminina fosse dirigido por mulheres, porque, pasmem, ele é dirigido por dois homens. Talvez isso justifique a pequena confusão entre se libertar das amarras da sociedade machista com ser completamente insana.</p>
<p>Confira o trailer!</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/EK4ce3IRHCU" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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