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	<title>Arquivos Kong: A Ilha da Caveira - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Kong: A Ilha da Caveira - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Kong: A Ilha da Caveira é o destaque nas estreias desta semana (08/03). Confira o que entra em cartaz!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Mar 2017 02:13:14 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Kong: A Ilha da Caveira &#8211; Esta aventura fascinante e original do diretor Jordan Vogt-Roberts conta a história de uma diversa equipe de cientistas, soldados e aventureiros que se unem para explorar uma ilha mítica e intocada no oceano Pacífico, tão bela quanto perigosa. Longe de tudo e todos que podem os ajudar, a equipe se aventura no território do poderoso Kong, dando início à maior das lutas entre o homem e a natureza. Quando sua missão de descoberta se [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Kong: A Ilha da Caveira</strong> &#8211; Esta aventura fascinante e original do diretor Jordan Vogt-Roberts conta a história de uma diversa equipe de cientistas, soldados e aventureiros que se unem para explorar uma ilha mítica e intocada no oceano Pacífico, tão bela quanto perigosa. Longe de tudo e todos que podem os ajudar, a equipe se aventura no território do poderoso Kong, dando início à maior das lutas entre o homem e a natureza. Quando sua missão de descoberta se transforma em uma missão de sobrevivência, a equipe deve lutar para escapar de um paraíso primitivo ao qual a humanidade não pertence. Confira a crítica <a href="http://coisadecinefilo.com.br/critica-kong-a-ilha-da-caveira/" target="_blank"><strong><em>clicando aqui</em></strong></a>!</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/TKyYDc-ZXmc" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-7471" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/03/230136.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /><br />
<strong>Fome de Poder</strong><br />
<strong> Direção:</strong> John Lee Hancock<br />
<strong>Elenco:</strong> Michael Keaton, Nick Offerman, John Carroll Lynch</p>
<p>História real do visionário proprietário do McDonald’s. Ray Kroc (Michael Keaton) é um vendedor do estado de Illinois, nos Estados Unidos, que conhece Mac e Dick McDonald e fica impressionado com a velocidade com que os irmãos operam uma hamburgueria no Sul da Califórnia nos anos 50. Kroc vê potencial para a criação de uma franquia e adquire uma participação nos negócios. Pouco a pouco ele assume a rede, transformando a marca McDonald’s em uma das mais expressivas do império alimentício.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/_i8LJEv1d_Y" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-7470" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/03/316903.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /><br />
<strong>Silêncio</strong><br />
<strong> Direção:</strong> Martin Scorsese<br />
<strong>Elenco:</strong> Andrew Garfield, Adam Driver, Liam Neeson</p>
<p>Dois padres jesuítas, Sebastião Rodrigues (Andrew Garfield) e Francisco Garupe (Adam Driver), são enviados ao Japão do século XVII à procura do seu mentor desaparecido (Liam Neeson). Com o país fechado ao mundo exterior, e o Catolicismo proibido, eles enfrentarão perseguição e violência em uma jornada de resgates e descobertas espirituais.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/PgGZbD7wUIQ" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-7469" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/03/459891.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /><br />
<strong>Personal Shopper</strong><br />
<strong> Direção:</strong> Olivier Assayas<br />
<strong>Elenco:</strong> Kristen Stewart, Lars Eidinger, Sigrid Bouaziz</p>
<p>Maureen (Kristen Stewart) é uma jovem americana que vive em Paris, trabalhando como personal shopper de uma celebridade. Ela também tem a habilidade psíquica de se comunicar com espíritos, igual ao seu irmão gêmeo Lewis, que faleceu recentemente. Enquanto espera por um sinal de seu irmão, ela começa a receber mensagens de uma força desconhecida.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/49mBGyTjSYw" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-7468" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/03/253884.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /><br />
<strong>Negação</strong><br />
<strong> Direção:</strong> Mick Jackson<br />
<strong>Elenco:</strong> Rachel Weisz, Timothy Spall, Tom Wilkinson</p>
<p>Deborah E. Lipstadt (Rachel Weisz) é uma conceituada pesquisadora que, em seu livro, ataca veementemente o historiador David Irving (Timothy Spall), que prega que o Holocausto não existiu e é uma invenção dos judeus para lucrar mais. Julgando-se prejudicado pelo que foi publicado, Irving entra com um processo por difamação contra Deborah. Só que, pelas leis britânicas, em casos do tipo é a ré quem precisa provar a veracidade da acusação. Logo ela se vê em uma disputa judicial que, mais do que envolver dois estudiosos da História, pode colocar em dúvida a morte de milhares de judeus durante a Segunda Guerra Mundial. Com informações do Adoro Cinema.</p>
<p style="text-align: center;">x=<iframe src="https://www.youtube.com/embed/9xZSfHQkxRo" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-7467" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/03/575534.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /><br />
<strong>Souvenir</strong><br />
<strong> Direção:</strong> Bavo Defurne<br />
<strong>Elenco:</strong> Isabelle Huppert, Kévin Azaïs, Johan Leysen</p>
<p>Estrelado por Isabelle Huppert e Kevin Azaïs, com direção de Bavo Defurne. Sinopse: Liliane já teve seus dias de glória como promissora estrela da música, ficando em segundo lugar em um famoso show de novos talentos da Europa, em 1974. Após anos esquecida pelo público e trabalhando em uma fábrica, a sua vida vira do avesso quando ela se apaixona por Jean, um boxeador de 21 anos que a leva a sonhar com a volta aos palcos.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/Sa6aofJ3B4c" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Kong &#8211; A Ilha da Caveira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Mar 2017 14:09:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Brie Larson]]></category>
		<category><![CDATA[John C. Reilly]]></category>
		<category><![CDATA[John Goodman]]></category>
		<category><![CDATA[King King]]></category>
		<category><![CDATA[Kong: A Ilha da Caveira]]></category>
		<category><![CDATA[Samuel L. Jackson]]></category>
		<category><![CDATA[Tom Hiddleston]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>O cinema <i>blockbuster </i>do nosso tempo é grande devedor do pioneirismo de <i>King Kong, </i>dirigido por Merian C. Cooper e Ernest B. Schoedsack em 1933. O longa trazia uma equipe de cinema que ia para a Ilha da Caveira para realizar um filme no cenário e se deparava com um vasto universo de criaturas e com uma tribo que oferecia jovens como sacrifício para um grande gorila adorado pela mesma como um deus. <i>King Kong </i>foi inaugural na exploração dessa narrativa em tom aventuresco com pitadas de tensão e fantasia. Seria natural que em uma época em que Hollywood tem se retroalimentado, resgatando franquias de duas décadas atrás e repaginando-as para as novas gerações (<i>Star Wars</i>, <i>Mad Max</i>, <i>Jurassic Park</i>), Kong fosse resgatado do passado e ganhasse mais uma versão nas telas e dessa vez com a promessa de uma reunião futura com Godzilla, já revisto na produção americana de 2014, se unindo ao monstro japonês em um grande evento cinematográfico.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Diferente do <i>remake </i>de Peter Jackson de 2005, que tem o seu valor (vale frisar, sobretudo por estarmos em tempos de descarte tão precoce de obras passadas pelo frissom de novas propostas),<i>  Kong: A Ilha da Caveira </i>não tem como enfoque a expedição de uma equipe de cinema nem um encantamento do protagonista por uma linda donzela. O longa é ambientado nos anos de 1970, quando um grupo de militares convocados por uma organização secreta chamada Monarch resolve entrar na Ilha da Caveira para averiguar a presença de novas espécies no local. Quando chegam lá, eles se deparam com um gorila gigante chamado de Kong pela tribo local que trava um conflito com criaturas denominadas<i> skullcrawlers</i>, responsáveis outrora pelo extermínio da sua espécie.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Conduzido por Jordan Vogt-Roberts, que até então havia realizado trabalhos de menor escopo, como o filme <i>Os Reis do Verão </i>de 2013, <i>Kong</i>: <i>A Ilha da Caveira</i> nos apresenta a eventos que se restringem ao <i>habitat </i>do gorila, a ilha que dá título ao filme. Destacando-se das histórias sobre o primata que foram contadas até hoje, o longa contextualiza sua época, evocando consequências do pós-Segunda Guerra e Vietnã e incorporando-as a sua própria trama e desenvolvimento de personagens. Há referências visuais óbvias a <i>Apocalypse Now</i>, de Francis Ford Coppola, como as artes do longa já indicavam, mas é um alívio perceber que nenhuma delas são aleatórias e demonstram a percepção do diretor e dos seus roteiristas Dan Gilroy, Max Borenstein e Derek Connolly em compor e mover seus personagens na trama a partir daquilo que eles vivenciaram nesses conflitos, o que torna o filme mais interessante e o retira de um terreno confortável de segurança que poderia levá-lo a um caminho pouco produtivo e já explorado em outras produções. Há, inclusive, dois personagens importantes na trama vividos por John C. Reilly e Samuel L. Jackson, os destaques do elenco, que acabam polarizando uma situação advinda dessa contextualização das guerras e da presença americana nelas.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-7462" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/03/KongSkullIsland_Clip_Graveyard.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Executando sua ação com destreza e destacando o seu excelente design de produção, responsável por criar um Kong que anatomicamente nos faz lembrar o gorila do filme dos anos de 1930, <i>Kong: A Ilha da Caveira</i>, contudo,<i> </i>cai na armadilha de escalar dois atores do momento, Tom Hiddleston (o vilão Loki dos filmes da Marvel) e Brie Larson (recém oscarizada por <i>O Quarto de Jack</i>) para viverem personagens que são praticamente nulos na história somente pelo prazer de tê-los em seu elenco, o que é uma pena, já que ambos renderiam muito caso tivessem um trabalho consistente para trabalhar. Com Brie, o filme ainda procura evocar a dinâmica antecedente entre Kong e a atriz Ann Darrow, vivida em filmes diferentes por Naomi Watts, Jodi Benson, Jessica Lange e Fay Wray, já Hiddleston parece uma presença opaca na história.  Ainda assim, o longa tem o mérito de incorporar reflexões sobre a guerra, sobre a postura americana nos conflitos que surgem como fantasmas para seus personagens humanos e, de quebra, ainda consegue inserir um ponto de vista sobre a ação predatória do homem que potencialmente gera um desequilíbrio na própria natureza, ainda que a mesma crie maneiras de colocar as coisas em ordem novamente nas ações por vezes heróicas de um macaco gigante.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>O grande mérito de <i>Kong: A Ilha da Caveira </i>está em assumir aquilo que é. Diferente do <i>Godzilla </i>de Gareth Edwards que mascarava seu propósito de entreter com uma associação a temas que extrapolavam a ordem da fantasia, desejavam o melodrama familiar e dialogavam com o mundo real, oferecendo muito pouco em termos de espetáculo ao seu público, <i>Kong: A Ilha da Caveira</i> contextualiza com o real, mas compreende sobretudo que o grande protagonista da sua fita é Kong e que sua razão de existir é mergulhar o público em suas dinâmicas sequências de ação nas quais vemos o gorila estraçalhar as criaturas que habitam a Ilha da Caveira. A essência desse tipo de projeto é mesmo o espetáculo e qualquer coisa que neutralize ele, como ocorrera em <i>Godzilla</i>, é um esforço vão de transformar o filme em algo que ele não é. <i>Kong: A Ilha da Caveira </i>oferece ao seu público exatamente aquilo que ele espera do mesmo.</p>
<p><strong>Assista ao trailer do filme:</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/p7SvLHjSfBc" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
</div>
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