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	<title>Arquivos Kevin Hart - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Kevin Hart - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Jumanji &#8211; Bem-Vindo à Selva</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jan 2018 22:03:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Dwayne Johnson]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Jumanji: Bem-Vindo à Selva, ao menos como ele é vendido, é uma versão dos nossos tempos do clássico Jumanji de 1995, dirigido por Joe Johnston. No entanto, na realidade, ele não é atual porque o filme comandado por Jake Kasdan (Sex Tape: Perdido na Nuvem) traduz a aventura da selva para o contexto de um game de RPG, até porque games não são coisa exclusiva da nossa época e jogos de tabuleiro não são relíquias do passado (ainda que o filme faça questão de frisar esta ideia, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p><i>Jumanji: Bem-Vindo à Selva</i>, ao menos como ele é vendido,<i> </i>é uma versão dos nossos tempos do clássico <i>Jumanji </i>de 1995, dirigido por Joe Johnston. No entanto, na realidade, ele não é atual porque o filme comandado por Jake Kasdan (<i>Sex Tape: Perdido na Nuvem</i>) traduz a aventura da selva para o contexto de um <i>game </i>de RPG, até porque <i>games </i>não são coisa exclusiva da nossa época e jogos de tabuleiro não são relíquias do passado (ainda que o filme faça questão de frisar esta ideia, em si já ultrapassada). O mais recente <i>Jumanji </i>é um filme dos nossos tempos porque adere à inesgotável sede da Hollywood atual pelo resgate de cultuados <i>blockbusters </i>de outrora, mas também porque se contenta com muito pouco se comparado ao filme protagonizado por Robin Williams nos anos de 1990. Se contenta com a piada momentânea, com o entretenimento fulgaz, não se preocupa com a longevidade da obra.  Não que <i>Jumanji: Bem-Vindo à Selva </i>seja um desastre, ele não é. No entanto, o filme se conforma com uma zona de segurança típica do <i>blockbuster </i>contemporâneo.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>No longa, um grupo de quatro adolescentes em castigo na detenção escolar descobrem um video game que os transporta para o jogo Jumanji com a missão de resgatar uma pedra mágica das mãos de um mercenário e devolver a paz à fictícia selva. Assumindo a identidade dos <i>avatars </i>que escolheram no jogo, os quatro protagonistas da história terão de enfrentar as fases impostas pelo <i>game </i>e aprenderão a se melhorar como pessoas a partir das características e poderes dos seus personagens no universo Jumanji. Ao fim, todos encontrarão a redenção ao superarem seus medos e encararem seus defeitos.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-8566" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/01/jumanji001-copy.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p><i>Jumanji: Bem-Vindo à Selva </i>tem <i>insights </i>curiosos e que em alguns momentos oferecem lapsos genuinamente originais ao filme. A ideia de converter seu grupo de protagonistas em <i>avatares </i>de um <i>game </i>com características opostas às suas no mundo real, ocasionalmente, tecendo comentários sobre os estereótipos desse universo, é bem aproveitada, sobretudo quando utilizada para traçar uma jornada de amadurecimento para seus quatro protagonistas. Além disso, a troca de identidades fornece momentos bem engraçados quando se tem Dwayne &#8216;The Rock&#8217; Johnson interpretando um nerd e Jack Black vivendo uma patricinha fútil e egocêntrica popular no colégio. No entanto, chega um ponto que esse <i>modus operandi </i>na dinâmica dos personagens desse <i>Jumanji</i> perde o ineditismo e as piadas do filme, junto com seu senso de diversão, se esgota ou anda em círculos.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>É inevitável que as comparações com o longa de 1995 surjam porque o próprio <i>Jumanji: Bem-Vindo à Selva </i>o convoca ao resgatar o jogo de tabuleiro do filme clássico e todos os elementos que o cercam. Assim, ao avaliar esse novo <i>Jumanji </i>é inevitável que ele não pareça supérfluo diante do filme de Joe Johnston que, para além da diversão, oferecia momentos genuinamente emocionantes na construção do arco do seu melancólico protagonista vivido com sensibilidade pelo inesquecível Robin Williams. O que <i>Jumanji: Bem-Vindo à Selva </i>acaba mostrando para o espectador é uma diversão descompromissada que entretém moderadamente, mas que também é muito repetitiva em suas piadas. Está longe de conseguir ser mais do que isso na nossa memória quando olharmos para ele daqui alguns anos. É possível até que tenhamos esquecido do próprio.</p>
<p><strong>Assista ao trailer:</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/XhU_9m87rXM" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
</div>
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		<title>Crítica: Um Espião e Meio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Aug 2016 14:59:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Aarol Paul]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Comédia]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Dwayne Johnson]]></category>
		<category><![CDATA[Jason Bateman]]></category>
		<category><![CDATA[Kevin Hart]]></category>
		<category><![CDATA[Melissa McCarthy]]></category>
		<category><![CDATA[The Rock]]></category>
		<category><![CDATA[Um Espião e Meio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Antes de entrar numa sala de cinema, é muito importante se informar sobre o propósito daquele filme que vai assistir. Isso faz toda a diferença na expectativa que é criada e na análise do resultado. Sabendo que Um Espião e Meio era uma proposta de comédia sem grande aprofundamento de roteiro e risos mais leves, definitivamente não houve decepção quanto ao resultado. Dwayne Johnson faz o papel de Bob, um jovem que sofre bullying no colégio e tem um episódio [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Antes de entrar numa sala de cinema, é muito importante se informar sobre o propósito daquele filme que vai assistir. Isso faz toda a diferença na expectativa que é criada e na análise do resultado. Sabendo que <em>Um Espião e Meio</em> era uma proposta de comédia sem grande aprofundamento de roteiro e risos mais leves, definitivamente não houve decepção quanto ao resultado.</p>
<p>Dwayne Johnson faz o papel de Bob, um jovem que sofre bullying no colégio e tem um episódio de vergolha na frente de todos os alunos na festa de fim de ano. Já Calvin (Kevin Hart) é o popular e querido por todos, a promessa de futuro da escola. Anos depois, as coisas estão um pouco diferentes. Bob está lindo, forte e rico, enquanto Calvin não teve tanto sucesso assim. Eles acabam se encontrando e vivendo momentos de pura adrenalina em uma corrida para descobrir quem está falando a verdade.</p>
<p>Partindo do pressuposto que eu falei acima, ele cumpre muito bem o objetivo de ser uma comédia apenas para rir, sem grandes enredos. E olha que este até possui uma história interessante por trás. Um tanto instigante, até. Dwayne mostra mais uma vez seu lado cômico, provando que vai além dos músculos. Neste filme especificamente, ele até meio que tira sarro disso, protagonizando um personagem com gosto de moda bastante duvidoso e que não tem consciência da sua sexualidade.</p>
<p>Já Hart tenta sair do esterótipo de baixinho engraçado para ser o importante da história, mas não consegue este sucesso todo. Ele navega entre o protagonista e coadjuvante, mas acaba sempre na última opção. Uma tentativa um pouco frustrada de reverter as situações.</p>
<p>No mais, o longa é bastante divertido e faz o espectador rir em diversos momentos. Tem uma escolha de elenco que tem sintonia, o que favorece bastante o resultado. Gratas surpresas como Aaron Paul, que poderia ter um pouco mais de destaque, mas se apresenta bem no papel de vilão, Jason Bateman, que faz o papel de babaca da escola e Melissa McCarthy, que aparece tão rápido que não se deram nem o trabalho de creditar.</p>
<p>Para divertir o fim de semana, é sim uma boa pedida. Apenas vá assistir consciente do estilo de filme que te aguarda</p>
<p><strong>Assista ao trailer:</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/USbqQ99qoBM" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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