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	<title>Arquivos Kerry Washington - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Kerry Washington - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Batalhão 6888 (Netflix)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Mar 2025 19:35:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Primeiro e único batalhão de mulheres negras na Segunda Guerra Mundial, o 6888 realiza um milagre, organizando milhares de correspondências perdidas das tropas em guerra. Este é o plot da produção da Netflix, Batalhão 6888, que, apesar de irregular, emociona por sua premissa e pelo carisma de seu elenco. Ainda que apele para o exagero emocional, não utilizando o melodrama da melhor maneira, as sequências de luta e de reflexão de gênero, classe e raça elevam a potencialidade do longa-metragem. [&#8230;]</p>
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<p>Primeiro e único batalhão de mulheres negras na Segunda Guerra Mundial, o 6888 realiza um milagre, organizando milhares de correspondências perdidas das tropas em guerra. Este é o plot da produção da Netflix, <strong><em>Batalhão 6888</em></strong>, que, apesar de irregular, emociona por sua premissa e pelo carisma de seu elenco.</p>
<p>Ainda que apele para o exagero emocional, não utilizando o melodrama da melhor maneira, as sequências de luta e de reflexão de gênero, classe e raça elevam a potencialidade do longa-metragem.</p>
<p>Talvez, o grande incômodo aqui seja as interações da protagonista Lena King (Ebony Obsidian), com seu falecido namorado Abram (Gregg Sulkin). Isto porque o roteiro já gasta boa parte do início da projeção para construir a empatia com o casal.</p>
<p>De fato, o amor dos dois e a tragédia da guerra que os separou é o que conecta os detalhes centrais da trama. No entanto, é cansativo e desnecessário acompanhar as visões de Lena do falecido. Além disso, apesar de Ebony ser carismática, a sua personagem não é bem trabalhada.</p>
<p>Toda a sua motivação parece ser apenas Abram. Mesmo que no começo o público saiba que ela sonha ir para a faculdade e que é apegada a mãe a avó, todo o núcleo de sua personalidade parece ser o seu relacionamento amoroso.</p>
<p>Após a sua chegada no treinamento, esse continua sendo seu mote (o boy) e o tom da personagem não se transforma, o que é estranho porque a jovem passa por um treino intenso.</p>
<p>Ao seu redor, as amigas e chefes também não recebem camadas. No entanto, a presença de uma atriz experiente e habilidosa como Kerry Washington (<em>Django Livre</em>) faz toda a diferença. A intérprete aproveita cada momento em cena, mesmo sem falas verbais.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-19236" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/03/image.png" alt="Batalhão 6888" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/03/image.png 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/03/image-360x240.png 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/03/image-720x480.png 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>A postura corporal, os silêncios com trabalho de olhares e respiração e as gradações na voz nos diálogos transformam o seu papel da Major Adams em algo mais significativo para a trama e para a protagonista.</p>
<p>Kerry tem o costume de atuar com uma mescla de olhos marejados e retenção de respiração que, mesmo que seja costumeiro, funciona sempre. Porque, assim, ela consegue convocar um misto de fragilidade e força que aumenta a capacidade de estabelecimento de empatia com a plateia.</p>
<p>Inclusive, a entrada de sua personagem faz diferença durante a sessão, elevando a qualidade da obra. Todavia, este é um dos poucos pontos altos do longa. Além deste, a história verdadeira sobre um batalhão tão revolucionário e importante também acrescenta um caráter de maior relevância para o <strong><em>Batalhão 6888</em></strong>.</p>
<p>Contudo, alguns elementos incomodam consideravelmente. Não a ponto de tirar a vontade de ver o longa, mas de não ter uma fruição tão boa quanto poderia. As temperaturas utilizadas, inserem uma palidez e uma ausência de energia para a narrativa.</p>
<p>O tom melancólico soa exagerado. É uma guerra, coisas ruins acontecem, mas a tragédia dos confrontos não se resumem a algo melancólico apenas. Muito menos é este o foco de Batalhão. Falta uma potência tonal.</p>
<p>Esse caráter preenche as atuações, as cores selecionadas pela fotografia e pela arte e pela direção. Esta última é perseguida pelo conservadorismo, inclusive. Há uma ausência de coragem em arriscar sair da tonalidade pastel, da câmera fixa e das planificações esperadas. A encenação de 6888 é sua maior falha. O espectador não consegue compreender tão bem a geografia da cena, muito menos sentir emoções mais plurais.</p>
<p>Por fim, o desenho de som do filme poderia também ser mais criativo e mais expressivo. Em algumas sequências, como no treino com gás, a sonoridade soa chapada, sem gradações e camadas. Desta maneira, <strong><em>Batalhão 6888</em></strong> emociona, cria um laço instigante com a Major Adams e emociona por contar uma história real de mulheres tão forte. A produção tem defeitos, mas todos eles parecem pequenos ao final da projeção, por conta da força e coragem deste grupo tão inteligente.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Tyler Perry</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Kerry Washington, Ebony Obsidian, Milauna Jackson</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/TcwEnCIwDE4?si=bw8Lrsp8ctehf-6_" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p><p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-batalhao-6888-netflix/">Crítica: Batalhão 6888 (Netflix)</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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		<title>Crítica: A Festa de Formatura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Dec 2020 12:32:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há sempre certo burburinho quando uma nova obra dirigida e/ou escrita por Ryan Murphy (The Normal Heart) é anunciada. Isto se torna mais intenso quando figuras renomadas do cinema, como Meryl Streep (Adoráveis Mulheres) e Nicole Kidman (O Escândalo), estão envolvidas no projeto. Assim, as expectativas para A Festa de Formatura estavam altas. Talvez, por isso, o espectador desavisado tenha uma experiência mais significativa e prazerosa, por esperar menos, a recepção pode acontecer de maneira mais tranquila. Mas, no geral, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Há sempre certo burburinho quando uma nova obra dirigida e/ou escrita por Ryan Murphy (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-the-normal-heart-hbo/" target="_blank" rel="noopener"><em>The Normal Heart</em></a>) é anunciada. Isto se torna mais intenso quando figuras renomadas do cinema, como Meryl Streep (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-adoraveis-mulheres/"><em>Adoráveis Mulheres</em></a>) e Nicole Kidman (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-escandalo/"><em>O Escândalo</em></a>), estão envolvidas no projeto. Assim, as expectativas para <strong><em>A Festa de Formatura</em></strong> estavam altas. Talvez, por isso, o espectador desavisado tenha uma experiência mais significativa e prazerosa, por esperar menos, a recepção pode acontecer de maneira mais tranquila. Mas, no geral, é possível dizer que o que acontece aqui é a realização de uma produção mediana, sem viço e irregular.</p>
<p>As principais razões para este resultado estão no roteiro e na direção. Baseado na peça homônima da Broadway, esta adaptação peca por suas idas e vindas no seguimento do <em>plot</em> e por colocar uma protagonista que, diferentemente do esperado, não move as ações, deixando-se levar pelas decisões dos outros, na maior parte da projeção. Emma (Jo Ellen Pellman) é uma adolescente que deseja levar sua namorada para a festa de formatura, mas o conselho de pais é homofóbico e faz de tudo para que a jovem não consiga o que quer. Ao mesmo tempo, um quarteto de atores decadentes vê esta informação no <em>Twitter</em> e decide interferir no caso, para conseguir visibilidade para as suas carreiras desafortunadas.</p>
<p>É nisso que o filme mais se complica! Entre tentar desenvolver o romance de Emma e seus percalços para alcançar seu sonho e dos quatro artistas, os roteiristas Bob Martin (<em>Som e Fúria: O Filme</em>) e Chad Beguelin (<em>Elf: Buddy&#8217;s Musical Christmas</em>) se enrolam e não acertam na mão ao contar uma história que apresente uma unidade ou fluxo da trama de maneira equilibrada. Talvez, o mais próximo que cheguem em iniciar e fechar o ciclo narrativo seja com Dee Dee (Streep).  A dupla foi ambiciosa demais ao inserir tantas premissas que não consegue dar conta de suas próprias criações, deixando soluções fáceis e ingênuas para os últimos minutos de projeção, como a repentina mudança de ideia de Mrs. Greene (Kerry Washington) ou a rodada de conclusões de arcos, na qual, praticamente, todos do elenco anunciam que venceram os seus problemas.</p>
<p>Outro fator que chama atenção no longa é a ausência de ritmo. Veja bem, existe uma ideia forte no imaginário das pessoas que velocidade é sinônimo de qualidade rítmica. Contudo, é o equilíbrio entre aceleração, lentidão, intensidade e alívio que imprime uma boa dinâmica neste quesito. A direção de Murphy é uma das maiores responsáveis por esta sensação. Os giros de câmera e uma quantidade incontável de zoom in e out podem cansar o público logo nos primeiros minutos de exibição. É como se ele quisesse, constantemente, chamar a atenção para algo. Mas, quando se utiliza um recurso tantas vezes fica difícil não deixar as ações diluídas. Poucos respiros visuais são inseridos, dificultando o engajamento com a própria história.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-13602" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/201211-the-prom-netflix-ew-305p_1b7b20b1bc6468f75bbba783f3514f59.jpg" alt="A Festa de Formatura" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/201211-the-prom-netflix-ew-305p_1b7b20b1bc6468f75bbba783f3514f59.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/201211-the-prom-netflix-ew-305p_1b7b20b1bc6468f75bbba783f3514f59-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/201211-the-prom-netflix-ew-305p_1b7b20b1bc6468f75bbba783f3514f59-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/201211-the-prom-netflix-ew-305p_1b7b20b1bc6468f75bbba783f3514f59-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Neste frenesi, esta espécie de Romeu e Julieta lésbico contemporâneo, com toques de musical tradicional da Broadway, se perde por tentar ser muito e alcançar pouco. No entanto, apesar das falhas gerais, um dos destaques positivos é a atuação de Kerry Washington. Dentro de um contexto monocórdico, consegue evocar nuance em sua interpretação. Washington colore as palavras com tônicas distintas, está sempre trabalhando os seus gestos e olhares com destreza, pois circula entre o maior e o menor.</p>
<p>Os outros intérpretes não estão ruins, porém a maioria se entrega a forma – incluindo Meryl Streep. Numa impossibilidade de ir mais adiante dentro do que o próprio enredo traz, eles são mais tipos do que qualquer coisa. Nicole Kidman escapa um pouco desta dinâmica, mas, é preciso salientar como seu papel é subaproveitado. A atriz mostra todo seu potencial na sequência na qual canta “Zazz” e em todas as suas contracenas. Ela sabe jogar com seus colegas e reage na medida aos acontecimentos ao seu redor. Ou seja, Kidman está atenta as emoções de sua personagem e o que ocorre perto dela, mas não tira a atenção do que está sendo mostrado no ecrã.</p>
<p>No final das contas, <strong><em>A Festa de Formatura</em></strong> é ok. Se quem assiste tiver paciência para suportar as partes entediantes, alguns momentos irão valer a pena. Para as mulheres lésbicas e bissexuais há algum ganho, porque ninguém morre, é trocada por um homem ou possui qualquer final trágico do tipo – sim, é o mais comum no cinema, nas séries e nos livros. De acordo com o Salon.com, além dos desfechos tristes recorrentes, desde 1976, 67% das personagens femininas lésbicas ou bissexuais faleceram na ficção. Este avanço é um tanto pequeno, mas não deixa de ser importante. Além disso, instantes de fofura vos esperam! Rápidos, porém significativos.</p>
<p><strong>Direção</strong>: Ryan Murphy</p>
<p><strong>Elenco</strong>: Meryl Streep, Nicole Kidman, Jo Ellen Pellman, James Corden, Kerry Washington, Tracey Ullman, Keegan-Michael Key, Andrew Rannells, Ariana DeBose</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/_udCjJu4DpQ" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p><p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-festa-de-formatura/">Crítica: A Festa de Formatura</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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		<title>Crítica: American Son</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Michel Gutwilen]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 Nov 2019 01:05:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Netflix]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sendo adaptado de uma peça teatral da Broadway de mesmo nome, American Son não deixa de ser uma extensão deste espetáculo. Primeiramente, porque o elenco e o diretor são os mesmos. Não só isso, como ele também se passa todo em um único cenário, na infindável sala de espera de uma delegacia de polícia. Assim, é claro que toda sua força está nas atuações e nos diálogos, em detrimento dos outros elementos cinematográficos. Kendra (Kerry Washington, a Olivia Pope de Scandal) é uma mãe [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-american-son/">Crítica: American Son</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Sendo adaptado de uma peça teatral da <em>Broadway </em>de mesmo nome, <em><strong>American Son </strong></em>não deixa de ser uma extensão deste espetáculo. Primeiramente, porque o elenco e o diretor são os mesmos. Não só isso, como ele também se passa todo em um único cenário, na infindável sala de espera de uma delegacia de polícia. Assim, é claro que toda sua força está nas atuações e nos diálogos, em detrimento dos outros elementos cinematográficos.</p>
<p>Kendra (Kerry Washington, a Olivia Pope<em> </em>de <em>Scandal</em>) é uma mãe que, após seu filho adolescente ter desaparecido de casa, vai até uma delegacia. De madrugada, ela aguarda ansiosamente em uma sala de espera vazia até a chegada do detetive principal, enquanto o burocrático recruta Paul (Jeremy Jordan, <em>Supergirl) </em>esgota sua paciência. Contudo, mais do que os trâmites legais e o tédio, a tensão racial vai se escalando naquele ambiente, uma vez que ela é negra e o oficial é branco.</p>
<p>Similarmente ao longa <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-fratura/"><em>Fratura</em></a>, <em><strong>American Son</strong></em><strong> </strong>cria um ambiente bolha que faz emergir um sentimento claustrofóbico e de agonia naquele que está assistindo. Tudo é muito limpo e vazio. Não há nenhum barulho, além da constante chuva que bate na janela e os esporádicos raios que iluminam o cenário. Assim, a espera de Kendra — que já é longa — parece infindável naquela sala higienizada e opressora.</p>
<p>Logo, essa simplicidade no <em>design</em> de produção faz com que o público não se distraia do que realmente importa: a história e as atuações. Neste sentido, a direção de Kenny Leon vai alternando entre planos fechados, quando se exige maior emoção dos atores, ou abre a câmera, mostrando toda a sala, quando a movimentação dos personagens importam. Cada passo aqui é calmamente calculado, como em um jogo de xadrez.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11735" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/American-Son-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/American-Son.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/American-Son-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/American-Son-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Após o estabelecimento de toda essa simplicidade técnica e minimalista, o peso é completamente transferido para os diálogos. Cada frase repleta de racismo estrutural ganha um impacto maior ainda. Por outro lado, apesar de ser um personagem naturalmente caricatural, há também uma ingenuidade típica do policial caucasiano, que não tem ideia da força de suas palavras, algo visível na atuação de Jordan.</p>
<p>Ainda em atuação, a força que Kerry Washington carrega é extremamente impactante. Tanto a maneira como reage a cada fala racista dita, como se não acreditasse no que estivesse ouvindo, quanto como sua luta interna para não perder a paciência e o controle, mostram esse contraste força-fragilidade da protagonista.</p>
<p>Não há dúvidas de que <em><strong>American Son </strong></em>é um filme-denúncia e, até por isso, a teatralidade e as atuações bastante dramáticas contribuem para aumentar a tensão narrativa gradualmente até seu ápice catártico no terceiro ato. É uma obra que quer postergar sua mensagem para além do filme e que suas palavras se prolonguem no espectador após os créditos surgirem.</p>
<p>Enfim, é como a espera naquela sala estivesse fora de uma dimensão temporal definida. É interminável e desesperador, como se o relógio estivesse parado. Ao mesmo tempo, há um conforto oculto naquele palco teatral que permite a protagonista extravasar toda sua dor e sofrimento. Enquanto a notícia definitiva não chega, seu filho pode estar tanto vivo quanto morto, e é essa dualidade que move <em><strong>American Son</strong></em>. É um grande gato de <em>Schrödinger</em>.</p>
<p><strong>Direção: </strong>Kenny Leon</p>
<p><strong>Elenco: </strong>Kerry Washington, Steven Pasquale, Jeremy Jordan, Eugene Lee</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p>[youtube https://www.youtube.com/watch?v=dbKZlSwAS3M&amp;w=750&amp;h=500]</p>
<p>&nbsp;</p>
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