<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Kelly Reilly - Coisa de Cinéfilo</title>
	<atom:link href="https://coisadecinefilo.com.br/tag/kelly-reilly/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/kelly-reilly/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Wed, 13 Sep 2023 21:46:54 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/cropped-favicon3-5-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Kelly Reilly - Coisa de Cinéfilo</title>
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/kelly-reilly/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Crítica: A Noite das Bruxas</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-noite-das-bruxas/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-noite-das-bruxas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Sep 2023 21:46:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[A Noite das Bruxas]]></category>
		<category><![CDATA[Camille Cottin]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Jamie Dornan]]></category>
		<category><![CDATA[Jude Hill]]></category>
		<category><![CDATA[Kelly Reilly]]></category>
		<category><![CDATA[Kenneth Branagh]]></category>
		<category><![CDATA[Michelle Yeoh]]></category>
		<category><![CDATA[Riccardo Scamarcio]]></category>
		<category><![CDATA[Tina Fey]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=17165</guid>

					<description><![CDATA[<p>Mais um livro da famosa escritora Agatha Christie ganha uma adaptação cinematográfica. A Noite das Bruxas é uma obra de 1969 que conta um dos casos investigativos do detetive Hercule Poirot, brilhantemente protagonizado por Kenneth Branagh (Belfast), que também dirige o filme. É a terceira produção que o diretor leva aos cinemas, sendo as anteriores Morte no Nilo (2022) e Assassinato no Expresso do Oriente (2017). Aqui em A Noite das Bruxas, temos um tom mais obscuro das obras de [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-noite-das-bruxas/">Crítica: A Noite das Bruxas</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais um livro da famosa escritora Agatha Christie ganha uma adaptação cinematográfica. <em><strong>A Noite das Bruxas</strong></em> é uma obra de 1969 que conta um dos casos investigativos do detetive Hercule Poirot, brilhantemente protagonizado por Kenneth Branagh (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-belfast/"><em>Belfast</em></a>), que também dirige o filme. É a terceira produção que o diretor leva aos cinemas, sendo as anteriores <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-morte-no-nilo/"><em>Morte no Nilo</em></a> (2022) e <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-assassinato-no-expresso-do-oriente/"><em>Assassinato no Expresso do Oriente</em></a> (2017).</p>
<p>Aqui em <strong><em>A Noite das Bruxas</em></strong>, temos um tom mais obscuro das obras de Christie, mesmo que o livro original não ofereça este tipo de alçada. Branagh optou por ir além e criar em cima da obra, aplicando terror, sustos e um pouco de espiritualidade. É um longa definitivamente diferente e distinto dos demais, o que não quer dizer que seja ruim.</p>
<p>Poirot encontra-se aposentado de suas atividades como detetive, curtindo um pouco da paz ensolarada de Veneza. Ele tem sua rotina perturbada quando a escritora Ariadne Oliver (Tina Fey, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-free-guy-assumindo-o-controle/"><em>Free Guy &#8211; Assumindo o Controle</em></a>) aparece com a proposta de investigar melhor uma suposta vidente, interpretada por Michelle Yeoh (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-tudo-em-todo-lugar-ao-mesmo-tempo/"><em>Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo</em></a>), que afirma falar com os mortos e espíritos do passado.</p>
<p>Eles acabam seguindo no dia das bruxas para uma casa famosa por ser assombrada por espíritos de crianças, onde aconteceu um suposto suicídio cheio de mistérios. A partir deste momento, diversos eventos surgem, forçando Poirot a voltar à profissão de detetive.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-17167" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/09/4546020.jpg" alt="A Noite das Bruxas" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/09/4546020.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/09/4546020-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/09/4546020-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/09/4546020-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Como toda história de Agatha Christie, temos uma ou mais mortes e vários suspeitos. Sempre achamos que pode ser um, até que finalmente o verdadeiro é revelado. Nada de muito inovador neste sentido, então o que nos prende enquanto espectador é justamente a forma como esse mistério é desenrolado e como consegue nos confundir. <em><strong>A Noite das Bruxas</strong> </em>consegue fazer isso relativamente bem, ainda que com algumas falhas.</p>
<p>É um filme sem exageros, que vai direto ao ponto e nos apresenta de cara o caso. Não é à toa que tem apenas 1h40 de duração, o que já anima qualquer pessoa que anda cansada de produções de 3h. Hercule reluta em aceitar a paranormalidade da situação, mesmo que ela se apresente a todo momento. Fica confuso e procura explicações, encontrando-as, na maioria das vezes. À medida que duas novas mortes acontecem, ele vai se soltando ainda mais no ofício de detetive, nos apresentando aquilo que mais gostamos: os detalhes.</p>
<p>Além disso, este toque de espiritualidade promove uma dualidade importante, já que o espectador fica sempre na dúvida se é real ou fruto da imaginação e medo dos personagens. E isso se torna mais um instigador de interesse da trama, que tem personagens bem diversos. A mãe sofrendo a morte da filha, o médico louco, a criança com comportamento adulto, os ajudantes trambiqueiros. Um estilo e perfil de cada para ajudar ainda mais a confundir a nossa mente, na hora de apostar em quem é o assassino real.</p>
<p>O que falta em <em><strong>A Noite das Bruxas</strong></em>, no entanto, é um grande ápice. O filme funciona como uma boa maré que se mantém equilibrada do começo ao fim, mas falha em nos ofertar um pouco mais de emoção em dado momento. Ainda mais para um filme de mistério com toques sinceros de terror, um pico de intensidade seria muito bem-vindo. Isso não prejudica a obra como um todo, mas faz falta.</p>
<p>Mais uma produção de Kenneth Branagh, que tem esmiuçado muito bem as obras da grande escritora Agatha Christie, que tive o prazer de ler durante a minha adolescência. Seguimos na torcida que novos livros sejam adaptados, sempre com um toque do diretor, que tem muito a nos oferecer.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Kenneth Branagh</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Kenneth Branagh, Tina Fey, Camille Cottin, Kelly Reilly, Jamie Dornan, Michelle Yeoh, Jude Hill, Riccardo Scamarcio</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/CLpH3-rcHdQ" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-noite-das-bruxas/">Crítica: A Noite das Bruxas</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-noite-das-bruxas/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Eli</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-eli/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-eli/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Michel Gutwilen]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Oct 2019 15:49:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Netflix]]></category>
		<category><![CDATA[Charlie Shotwell]]></category>
		<category><![CDATA[Ciarán Foy]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Eli]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Kelly Reilly]]></category>
		<category><![CDATA[Lili Taylor]]></category>
		<category><![CDATA[Max Martini]]></category>
		<category><![CDATA[Sadie Sink]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=11641</guid>

					<description><![CDATA[<p>&#8220;A testemunha falsa não ficará sem castigo, e aquele que despeja mentiras perecerá (Provérbios 19:9)&#8221;.  Provavelmente esta frase colada no outdoor que aparece nos dez primeiros minutos de Eli tenha passado desapercebida por muitos. Outra curiosidade que talvez passe batida é que o nome do protagonista significa &#8220;elevadíssimo&#8221;, de origem hebraica e associado ao deus grego do Sol, Hélio. Primeiramente, a trama de Eli parece simples. O menino que carrega o título do filme (Charlie Shotwell, Capitão Fantástico) possui uma rara doença autoimune, fazendo [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-eli/">Crítica: Eli</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>&#8220;A testemunha falsa não ficará sem castigo, e aquele que despeja mentiras perecerá (Provérbios 19:9)&#8221;</em>.  Provavelmente esta frase colada no <em>outdoor</em> que aparece nos dez primeiros minutos de <strong>Eli </strong>tenha passado desapercebida por muitos. Outra curiosidade que talvez passe batida é que o nome do protagonista significa &#8220;elevadíssimo&#8221;, de origem hebraica e associado ao deus grego do Sol, Hélio.</p>
<p>Primeiramente, a trama de <strong>Eli </strong>parece simples. O menino que carrega o título do filme (Charlie Shotwell, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-capitao-fantastico/?utm_source=rss&amp;utm_medium=rss"><em>Capitão Fantástico</em></a>) possui uma rara doença autoimune, fazendo ele queimar ao entrar em contato com o ar o Sol — não fica muito claro o que é exatamente. Por isso, sua maior parte da vida é dentro de casa e, quando precisa sair, usa um uniforme quase de astronauta. Entretanto, sua mãe, Rose (Kelly Reilly, <em>Sherlock Holmes</em>), e o pai, Paul (Max Martini, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-cinquenta-tons-de-cinza/"><em>Cinquenta Tons de Cinza</em></a>), decidem levá-lo para um tratamento alternativo em uma casa isolada com a Dra. Horn (Lili Taylor, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-freira/"><em>A Freira</em></a>). Assim, à medida que seu tratamento avança, Eli começa a ver coisas bem estranhas.</p>
<p>Certamente, o que salva o longa dirigido por Ciarán Foy (<em>A Entidade 2</em>) de ser mais um terror genérico é a virada surpreendente em seu rumo. Neste sentido, o roteiro coescrito por Chirchirillo, Naing e Goldberg consegue desviar a atenção do espectador eficientemente, apesar das pequenas dicas dadas. De resto, <strong>Eli </strong>é apenas um exercício de gênero funcional, com seus <em>jumpscares </em>ocasionais e um crescente clima de paranoia. Assim como a criança, o espectador se vê confuso em relação ao que é real ou não, sendo esta ambiguidade marcada principalmente pela misteriosa figura de Haley (Sadie Sink, <em>Stranger Things</em>), que conversa com o rapaz pelo vidro da casa.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-11645" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Eli1.jpg" alt="Eli" width="674" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Eli1.jpg 674w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Eli1-610x453.jpg 610w" sizes="(max-width: 674px) 100vw, 674px" /></p>
<p>Todavia, este mesmo roteiro possui seus altos e baixos no que se refere a sua lógica interna e as construções de personagens. Visto que não entrarei em território de <em>spoilers</em>, cabe apenas dizer que muitas atitudes pretéritas dos pais soam contraditórias uma vez que a narrativa é esclarecida. Além disso, diversas subtramas são flertadas mas jamais assumidas, como a relação conturbada entre Rose e Paul. O diretor Foy tenta ao máximo estabelecer isso de maneira gestual e posicional em sua <em>mise-en-scène,</em> como as mãos que se desentrelaçam e as costas viradas.</p>
<p>Por outro lado, todos os atores estão excelentes em seus papéis. Ainda no início, quando Eli tira o uniforme ao entrar na casa hermeticamente fechada, as emoções dele e da mãe soam genuínas. Tanto a atuação de Shotwell quanto de Reilly passam o peso de como um mísero furo no uniforme do garoto pode ser fatal. Aliás, o ator mirim está excelente, mostrando como é multifacetado, evoluindo de um estado de inocência até a pura loucura. Já a escalação de Max Mardini e Sadie Sink mostram-se um acerto, pois casam perfeitamente nos papéis clichês do pai durão e da garota misteriosa, respectivamente. Similarmente, Lili Taylor abraça o mistério que é a doutora, deixando uma dúvida de suas intenções.</p>
<p>Por fim, <strong>Eli </strong>tem até algo a dizer sobre excessos no cuidado parental e da negação da ciência pela fé, mas nada muito complexo. Com uma tensão baseada nos típicos sustos de alguma coisa aparecendo no reflexo do espelho, é um terror esquecível. No fundo, o que mantém o espectador até o final do filme é a curiosidade sobre o que de fato está acontecendo naquela casa. Assim, somado as fortes atuações, sua inventividade no roteiro permite que esta produção da Netflix não seja um completo desperdício de tempo. Em um momento do filme, Haley chama Eli de Houdini, pois o garoto gosta de brincar de mágica. E no fundo, o diretor Foy é um grande ilusionista também, fazendo com que você olhe para sua mão direita enquanto seu grande truque está na esquerda.</p>
<p><strong>Direção: </strong>Ciarán Foy</p>
<p><strong>Elenco: </strong>Charlie Shotwell, Lili Taylor, Max Martini, Sadie Sink, Kelly Reilly</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p>[youtube https://www.youtube.com/watch?v=qfSTiAw1rkM&amp;w=750&amp;h=500]<br />
&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-eli/">Crítica: Eli</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-eli/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
