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	<title>Arquivos Kaiulane Lee - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Dica do Dia: Cujo (Netflix)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2020 19:05:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Cujo foi um título de terror lançado no início da década de 1980 que até hoje é bastante cultuado, não à toa integra atualmente o catálogo da Netflix. A produção foi dirigida por Lewis Teague, o mesmo de A Joia do Nilo e Olhos de Gato, e rapidamente se transformou em um dos grandes sucessos comerciais do seu estúdio na época, a Warner. Cujo também é uma das melhores adaptações cinematográficas de uma obra de Stephen King já feita para [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Cujo</em> </strong>foi um título de terror lançado no início da década de 1980 que até hoje é bastante cultuado, não à toa integra atualmente o catálogo da Netflix. A produção foi dirigida por Lewis Teague, o mesmo de <em>A Joia do Nilo</em> e <em>Olhos de Gato</em>, e rapidamente se transformou em um dos grandes sucessos comerciais do seu estúdio na época, a Warner. <strong><em>Cujo</em> </strong>também é uma das melhores adaptações cinematográficas de uma obra de Stephen King já feita para as telonas e há duas razões para esse título: a direção de Teague e a simplicidade da história.</p>
<p>Diferente de outras tramas mais complexas com sob o selo do autor, a trama de <strong><em>Cujo</em> </strong>é bastante simples e seu propósito é muito direto. Aqui, acompanhamos a saga de um cachorro são bernardo acometido pela raiva depois de ser picado por um morcego. O dócil animal de repente se transforma numa criatura assustadora que encurrala Donna e seu filho. Presos em um carro, os dois são vigiados por Cujo, que só aguarda o mínimo vacilo para atacá-los.</p>
<p>Ainda que <em><strong>Cujo</strong> </em>nos proporcione algumas leituras sobre temas frequentes nas obras de King, entre eles relações familiares mal arranjadas e a capacidade de superação de traumas e medos do ser humano (aqui, desde o primeiro encontro com Cujo, Donna demonstra seu medo de cães e do contato do seu filho com eles), o material acaba também destacando uma experiência satisfatória de recepção se encarado como uma história centrada na sua ação central, uma mãe e um filho encontrando uma maneira de se safar de uma situação de perigo.</p>
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<p>Nesse sentido, a direção de Lewis Teague é fundamental, sobretudo quando a tensão se instaura em <strong><em>Cujo</em></strong>. O diretor consegue conferir uma atmosfera claustrofóbica e de constante perigo capaz de deixar os nervos do espectador à flor da pele. Isso é eficiente tanto do ponto de vista da <em>mise-en-scène</em> criada quanto na caracterização do próprio Cujo, que gradualmente sai da condição de <em>pet</em> para se transformar numa besta apavorante.</p>
<p>Apesar de todas as leituras possíveis da história, que podem acolher diversas metáforas, <strong><em>Cujo</em> </strong>é mais simples do que outros trabalhos de King, basta pensarmos, por exemplo, na complexidade dos personagens de <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-it-capitulo-2/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>It</em> </a>e O Iluminado e suas relações. King é um autor sempre difícil de transpor para as telas justamente por esse motivo. Essa economia de expedientes para se contar uma história do gênero fez bem à adaptação e permitiu que Teague brilhasse na condução de um longa eficiente em sua capacidade de proporcionar tensão.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Lewis Teague<br />
<strong>Elenco:</strong> Dee Wallace Stone, Danny Pintauro, Daniel Hugh Kelly, Ed Lauter, Kaiulane Lee, Billy Jayne</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
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