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	<title>Arquivos Jurassic World - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Jurassic World - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Jurassic World &#8211; O Mundo dos Dinossauros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2015 11:00:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Bryce Dallas Howard]]></category>
		<category><![CDATA[Chris Pratt]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Jurassic World &#8211; O Mundo dos Dinossauros é um daqueles filmes cuja dimensão afetiva está presente na experiência fílmica e até nos permitimos ao relato pessoal em uma crítica ou qualquer outro texto sobre a obra. Não pelo Jurassic World em si, que é um filme repleto de bons momentos e revitaliza de fato uma franquia, coisa que as sequências anteriores de Jurassic Park não conseguem. O afeto em Jurassic World vem pela memória, por todo um legado que o precede e que o filme, para o [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-jurassic-world-o-mundo-dos-dinossauros/">Crítica: Jurassic World &#8211; O Mundo dos Dinossauros</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_2990" aria-describedby="caption-attachment-2990" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/06/n1l9UFN.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-2990 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/06/n1l9UFN-620x318.jpg" alt="n1l9UFN" width="620" height="318" /></a><figcaption id="caption-attachment-2990" class="wp-caption-text">Revitalização: Novo filme da franquia dá novo ânimo à franquia após as pouco animadoras sequências anteriores.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<div style="color: #000000;">
<p><i>Jurassic World &#8211; O Mundo dos Dinossauros </i>é um daqueles filmes cuja dimensão afetiva está presente na experiência fílmica e até nos permitimos ao relato pessoal em uma crítica ou qualquer outro texto sobre a obra. Não pelo <i>Jurassic World </i>em si, que é um filme repleto de bons momentos e revitaliza de fato uma franquia, coisa que as sequências anteriores de <i>Jurassic Park </i>não conseguem. O afeto em <i>Jurassic World </i>vem pela memória, por todo um legado que o precede e que o filme, para o bem ou para o mal, faz questão de reverenciar.</p>
</div>
<div style="color: #000000;">
<p> Em 1993, tive uma das maiores experiências cinematográficas da minha vida, assisti por duas vezes no cinema <i>Jurassic Park</i>, de Steven Spielberg. Assim como o Dr. Alan Grant (Sam Neill) e  Dra. Ellie Sattler (Laura Dern) ficaram impressionados com a primeira aparição de um braquiossauro, minha geração ficou extasiada com a possibilidade de ver diante dos seus olhos criaturas extintas há milhares de anos atrás, agora vivas em cores, texturas, presença. Vivíamos em uma época na qual os efeitos em CGI não eram tão banalizados no cinema, provavelmente <i>Jurassic Park </i>popularizou o recurso, que daí em diante passou a ser usado não mais para a criação de seres imaginados, como foi o caso de <i>O Exterminador do Futuro 2 </i>ou <i>O Segredo do Abismo</i>, mas também para criaturas reais ou criaturas imaginadas que mimetizavam o real. Além disso, o longa trazia ponderações interessantes sobre a ética na ciência, a relação do homem com os outros seres vivos e até mesmo sua relação com Deus. Enfim, <i>Jurassic Park </i>foi para a minha geração um marco, uma experiência colossal.</p>
<figure id="attachment_2991" aria-describedby="caption-attachment-2991" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/06/jurassic_world_bryce.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-2991 size-full" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/06/jurassic_world_bryce.jpg" alt="jurassic_world_bryce" width="620" height="310" /></a><figcaption id="caption-attachment-2991" class="wp-caption-text">Manda-chuva: Personagem de Bryce Dallas Howard é um dos grandes destaques do quarto filme.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<div>
<p>Assim, mesmo que a experiência de ver <i>Jurassic World</i> não possa ser comparada à sensação de assistir a <i>Jurassic Park </i>pela primeira vez em 1993, se você leitor vivenciou aquela época ou de alguma forma foi impactado pela obra original de Steven Spielberg, é impossível não sentir os pêlos do braço arrepiarem ao ouvir novamente a trilha tema do filme original composta por John Williams quando os garotos Zach e Gray adentram no parque (sim, aquele que na nossa infância ou adolescência era só um projeto de um &#8220;velho maluco&#8221;), agora chamado de Jurassic World. As portas do parque estão finalmente abertas. Isso não é maravilhoso?</p>
</div>
<div>
<p>Em <i>Jurassic World &#8211; O Mundo dos Dinossauros</i> o sonho de John Hammond torna-se realidade e na Ilha Nublar dinossauros são atrações para vários visitantes que circulam pelo complexo em busca de diversão. Zach e Gray vão para lá em busca não apenas de diversão, mas de momentos mais íntimos com sua tia Claire (Bryce Dallas Howard), atual responsável pela atração, que não vêem há anos. Tudo foge de controle de Claire quando uma espécie de dinossauro geneticamente modificada, o indominus rex, escapa do seu &#8220;cercado&#8221; e invade outras zonas do parque colocando em risco a vida de outras espécies de dinossauros, funcionários e visitantes. Para controlar o animal, a administradora da atração conta com a ajuda de um &#8220;adestrador&#8221; de velociraptors chamado Owen (Chris Pratt).</p>
</div>
<div>
<p><i>Jurassic World </i>sabe que está à sombra do seu antecessor. Esta tentativa de revitalização da franquia após dois filmes pouco expressivos, <i>Jurassic Park &#8211; O Mundo Perdido </i>(1997) e <i>Jurassic Park 3 </i>(2001), dirigida por Colin Trevorrow (<i>Sem Segurança Nenhuma</i>), tem plena consciência de que paira sobre si todo um legado deixado por Steven Spielberg em <i>Jurassic Park</i> Esta noção é um dos grandes trunfos de <i>Jurassic World</i>, mas talvez um dos seus maiores tropeços também. É um aspecto positivo pois permitiu que a equipe de Trevorrow ficasse mais alerta e se esforçasse mais para criar novos elementos de interesse para o público e melhores ganchos na trama, estratégias que tirassem <i>Jurassic World </i>das repetitivas motivações dos filmes anteriores da franquia que sucederam <i>Jurassic Park e </i>que simplificaram suas motivações com o plot &#8220;humanos correndo de dinossauros&#8221;<i>.  </i>Nesse sentido, a própria concretização do parque de John Hammond, assim como a tentativa de utilização de dinossauros como armas de guerra, a &#8220;domesticação&#8221; dos velociraptors e principalmente a concepção de uma espécie geneticamente modificada, o indominus rex, são ideias muito bem-vindas e atestam o esforço da &#8220;não repetição&#8221; por parte de Trevorrow e cia.</p>
<figure id="attachment_2992" aria-describedby="caption-attachment-2992" style="width: 599px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/06/jurassic-world-still-with-chris-pratt-and-bryce-dallas-howard.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-2992 size-full" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/06/jurassic-world-still-with-chris-pratt-and-bryce-dallas-howard.jpg" alt="jurassic-world-still-with-chris-pratt-and-bryce-dallas-howard" width="599" height="337" /></a><figcaption id="caption-attachment-2992" class="wp-caption-text">Referências: A reverência ao filme de 1993 é constante durante toda a projeção.</figcaption></figure>
<div>
<p>&nbsp;</p>
<p>No entanto, <i>Jurassic World </i>acaba se apresentando à plateia como um longa excessivamente referencial, prestando sempre reverência ao filme de 1993 com a realização de sequências parecidas com a do filme de Spielberg (a entrada no parque, o ataque do indominus rex ao veículo das crianças, a sequência final envolvendo o confronto entre os dinossauros) e até mesmo a inserção de personagens que exercem funções parecidas com àquelas exercidas pelos protagonistas do primeiro filme da franquia. Por esta via, a ciência de que faz parte de um grande legado parece paralizar <i>Jurassic World </i>, fazendo com que o mesmo ímpeto que trouxe para o longa alguns dos elementos mais inventivos da série desde o filme de 1993 também seja responsável por travá-lo diante do seu antecessor, não permitindo que ele percorra caminhos mais ambiciosos do que ele potencialmente poderia seguir.</p>
</div>
<div>
<p>Esta tensão entre o potencial reinventivo da franquia que o filme apresenta e a excessiva reverência dele ao passado torna <i>Jurassic World &#8211; O Mundo dos Dinossauros </i>um exemplar bem mais interessante que as continuações de <i>Jurassic Park, </i>mas não isento de falhas. Trata-se de um filme que não consegue se desapegar do seu passado, ainda que apresente inúmeras vias temáticas que expandem o universo concebido por Steven Spielberg em 1993. A aposta ousada do longa original é substituída por um tímido potencial em <i>Jurassic World</i>. Talvez <i>Jurassic World </i>seja resultado da recepção nada positiva de <i>O Mundo Perdido </i>e <i>Jurassic Park 3. </i>O longa reinventa determinados elementos da série cinematográfica, mas prefere não arriscar tanto e aposta no seu potencial nostálgico, o que só evidencia que apenas <i>Jurassic Park</i> continua irretocável. <i>Jurassic World</i> ocupa um segundo lugar do podium.</p>
</div>
</div>
</div>
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		<title>5 cenas que fizeram de Jurassic Park o evento cinematográfico da década</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2015 21:25:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Jurassic Park]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estreia desta semana no circuito, Jurassic World &#8211; O Mundo dos Dinossauros nos faz retornar a 1993 e lembrar do tempo em que Steven Spielberg fez história no cinema ao trazer à vida, em uma mistura de técnicas avançadas de computação gráfica e robótica, os dinossauros, criaturas que até então só tínhamos uma vaga noção de como eram através de fósseis de museus. Aproveitando a ocasião, selecionamos alguns dos momentos mais marcantes de Jurassic Park para vocês: # 05. Ética e ciência: os desígnios [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Estreia desta semana no circuito, <em><strong>Jurassic World &#8211; O Mundo dos Dinossauros</strong> </em>nos faz retornar a 1993 e lembrar do tempo em que Steven Spielberg fez história no cinema ao trazer à vida, em uma mistura de técnicas avançadas de computação gráfica e robótica, os dinossauros, criaturas que até então só tínhamos uma vaga noção de como eram através de fósseis de museus. Aproveitando a ocasião, selecionamos alguns dos momentos mais marcantes de <em>Jurassic Park </em>para vocês:</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-2950" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/05/JurassicPark_134Pyxurz-1024x745-620x376.jpg" alt="JurassicPark_134Pyxurz-1024x745" width="620" height="376" /></p>
<p><strong># 05. Ética e ciência: os desígnios da natureza</strong></p>
<p>Apesar de <em>Jurassic Park </em>ser em sua essência uma grande aventura escapista, o filme de Steven Spielberg fazia interessantes reflexões sobre a ética na ciência e, consequentemente, os limites da ação humana, sua relação com a natureza (equilíbrio X dominação) e com Deus. Existem diversas cenas nas quais Dr. Alan Grant (Sam Neill), Dra. Ellie Sattler (Laura Dern) e Dr. Ian Malcolm (Jeff Goldblum) questionam John Hammond (Richard Attenborough) sobre o parque jurássico. Uma das mais emblemáticas ocorre no terceiro ato do filme quando Hammond faz uma espécie de inventário da sua experiência mal-sucedida com o Jurassic Park e é recriminado por Ellie Sattler:</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/KQ2OxVzleaE" width="640" height="480" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/06/jurassic-park-2.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-2966" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/06/jurassic-park-2-620x340.jpg" alt="jurassic-park-2" width="620" height="340" /></a></p>
<p><strong># 04. O sublime braquiossauro</strong></p>
<p>Uma das cenas mais memoráveis de <em>Jurassic Park </em>envolve a primeira aparição de um dinossauro aos nossos olhos e aos olhos dos seus protagonistas. Testemunhamos maravilhados, assim como Alan Grant e Ellie Sattler, um braquiossauro caminhar até uma árvore altíssima e se alimentar das suas folhas. O tema musical de <em>Jurassic Park </em>composto por John Williams dá a dimensão da reação dos personagens e traduz a sensação do espectador diante desse milagre da ficção, os dinossauros voltaram à Terra graças ao cinema. Talvez hoje, tecnicamente, a cena seja encarada pelas novas gerações como trivial. Em tempos de <em>Avatar </em>e Discovery Channel, o que é que tem demais vermos um braquiossauro ganhar vida através do CGI? Até 1993, o recurso era pouquíssimo explorado e somente utilizado para criar seres imaginários, como aconteceu em <em>O Exterminador do Futuro 2 </em>ou <em>O Segredo do Abismo</em>. <em>Jurassic Park </em>anunciava uma nova era:</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/PJlmYh27MHg" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/06/Jurassic-Park_Kitchen2.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-2967" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/06/Jurassic-Park_Kitchen2-620x335.jpg" alt="Jurassic-Park_Kitchen2" width="620" height="335" /></a></p>
<p><b># 03. Os velociraptor caçam na cozinha</b></p>
<p>Entre as várias criaturas de <em>Jurassic Park</em>, talvez uma das mais interessantes sejam os velociraptors. Rápidos, inteligentes e letais, esta espécie foi responsável por fazer-nos ficar na ponta da poltrona temendo pela vida de Tim (Joseph Mazzello) e Lex (Ariana Richards) em uma caçada em plena cozinha do parque. Além de ser uma das cenas mais apavorantes do filme, esta sequência comprova a qualidade do resultado de anos de pesquisa realizada pela equipe do longa junto com paleontólogos. Para a composição do dinossauro, os responsáveis pelo projeto utilizaram movimentos de aves e ruídos de diferentes animais. Todos as espécies de dinossauro do filme passaram pelo mesmo processo, mas esta sequência atesta o êxito deste percurso percorrido por Spielberg e cia.:</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/dnRxQ3dcaQk" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/06/jurassicpark_trex.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-2976" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/06/jurassicpark_trex-620x348.jpg" alt="jurassicpark_trex" width="620" height="348" /></a></p>
<p># <strong>02.</strong> <b>Confronto final</b></p>
<p>A sequência final que põe tiranossauro rex contra os velociraptors é uma das mais emblemáticas da produção. Dois dos maiores protagonistas de toda a franquia disputam território após Alan, Ellie, Tim e Lex se sentirem encurralados pelos raptors no saguão do centro. Segundo o próprio Spielberg, o tiranossauro só entrou nesta cena após ele perceber durante a filmagem da sequência do ataque do animal aos carros de Tim e Alex que o dinossauro era uma das maiores atrações do longa. Mais incrível que este encontro só mesmo a faixa que cai sobre o tiranossauro após o confronto, &#8220;Quando os dinossauros dominaram a Terra&#8221;:</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/gTWo9oLJOWk" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/05/18jyfksl1kks0jpg.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter  wp-image-2951" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/05/18jyfksl1kks0jpg-599x400.jpg" alt="18jyfksl1kks0jpg" width="620" height="414" /></a></p>
<p><strong># 01.  Primeira aparição do tiranossauro</strong></p>
<p>A cabra desaparece. A água no copo começa a criar círculos. As cordas da cerca elétrica são rompidas. Dela surge um gigante, o tiranossauro rex, que entra de vez para a história do cinema com esta sequência eletrizante. O ataque do tiranossauro aos carros de Tim e Lex foi uma das cenas mais trabalhosas de todo o filme, isso porque o dinossauro não foi concebido apenas em CGI, mas também por um robô em dimensão gigantesca que preocupava a equipe de Spielberg, afinal toda a cena foi feita na chuva. O resultado valeu muito a pena:</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/v5Co3A3fLBo" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/5-cenas-que-fizeram-de-jurassic-park-o-evento-cinematografico-da-decada/">5 cenas que fizeram de Jurassic Park o evento cinematográfico da década</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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		<title>Podcast #01 &#8211; Retrospectiva 2014: Parte 2</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/podcast-01-retrospectiva-2014-parte-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Jan 2015 20:55:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; 2015 tá só começando e nós já estamos aquecendo as turbinas comentando os filmes que mais esperamos nesse ano. Expectativas e dúvidas não faltam. Será que Minions vai vingar? E Cinquenta Tons de Cinza? Ainda há credibilidade nos contos de fadas em live action depois de tantos fiascos? O que esperar de Cinderela? Fanboys (and girls!), Jurassic World ou Star Wars &#8211; O Despertar da Força? E a Julianne Moore? Será que dessa vez ela finalmente leva o Oscar? [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/podcast-01-retrospectiva-2014-parte-2/">Podcast #01 &#8211; Retrospectiva 2014: Parte 2</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_2536" aria-describedby="caption-attachment-2536" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/12/img_917988921.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-2536 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/12/img_917988921-620x200.jpg" alt="img_91798892" width="620" height="200" /></a><figcaption id="caption-attachment-2536" class="wp-caption-text">Podcast #01- Retrospectiva 2014: Parte 2</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>2015 tá só começando e nós já estamos aquecendo as turbinas comentando os filmes que mais esperamos nesse ano. Expectativas e dúvidas não faltam. Será que <strong><em>Minions </em></strong>vai vingar? E <strong><em>Cinquenta Tons de Cinza</em></strong>? Ainda há credibilidade nos contos de fadas em <em>live action </em>depois de tantos fiascos? O que esperar de <strong><em>Cinderela</em></strong>? Fanboys (and girls!), <strong><em>Jurassic World </em></strong>ou <strong><em>Star Wars &#8211; O Despertar da Força</em></strong>? E a Julianne Moore? Será que dessa vez ela finalmente leva o Oscar? Dos filmes da atriz, você está aguardando mais <strong><em>Still Alice </em></strong>ou <strong><em>Mapa para as Estrelas</em></strong>?</p>
<p>Ainda deu tempo de finalizar a retrospectiva 2014, iniciada na <a href="http://coisadecinefilo.com.br/podcast-01-retrospectiva-2014-parte-1/">parte 1 do podcast,</a> elencando os piores filmes do ano que passou e Enoe pôde falar enfim sua lista de melhores atuações do ano! Preparem-se, não sobrou pedra sobre pedra. A galera é a mesma, Marcela Gelinski, Wanderley Teixeira e Enoe Lopes Pontes. Esperamos que gostem e comentem sobre o programa nos nossos canais de comunicação já conhecidos!</p>
<p>Trechos do podcast:</p>
<p>00:00 &#8211; Piores filmes de 2014</p>
<p>26: 51 &#8211; Melhores atuações de 2014, segundo Enoe</p>
<p>28:16 &#8211; Perspectivas para 2015</p>
<p><strong>ATENÇÃO! CUIDADO COM EVENTUAIS SPOILERS SOBRE OS FILMES COMENTADOS!</strong></p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/12/microfono_thumb.png"><img decoding="async" class="size-full wp-image-2531 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/12/microfono_thumb.png" alt="microfono_thumb" width="102" height="171" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Ouça </strong><a href="https://www.copy.com/s/gz3DPflkeQhbq3I7/Podcast%20Retrospectiva%202014%20-%20Parte%202.wav" target="_blank">aqui </a><strong>o Podcast #01 &#8211; Retrospectiva 2014: Parte 2</strong></p>
<p><strong>ATENÇÃO! CUIDADO COM EVENTUAIS SPOILERS SOBRE OS FILMES COMENTADOS!</strong></p>
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		<title>Aconteceu na semana (29/03 a 05/04)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Apr 2014 23:41:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Frozen - Uma Aventura Congelante]]></category>
		<category><![CDATA[José Wilker]]></category>
		<category><![CDATA[Jurassic World]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A semana foi marcada pela triste notícia do falecimento do ator José Wilker. Entre as notas internacionais, vale destacar o recorde alcançado por Frozen &#8211; Uma Aventura Congelante nas bilheterias e as imagens conceituais de cenários de Jurassic World, quarto filme da franquia Jurassic Park. Confira as notas a seguir: Morre o ator, diretor e comentarista de cinema José Wilker Na manhã desse sábado (05), os brasileiros foram pegos de surpresa com a notícia do falecimento do ator de 66 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A semana foi marcada pela triste notícia do falecimento do ator José Wilker. Entre as notas internacionais, vale destacar o recorde alcançado por <em>Frozen &#8211; Uma Aventura Congelante </em>nas bilheterias e as imagens conceituais de cenários de <em>Jurassic World</em>, quarto filme da franquia <em>Jurassic Park</em>. Confira as notas a seguir:</p>
<figure id="attachment_577" aria-describedby="caption-attachment-577" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/img-351343-jose-wilker.jpg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-577 " alt="img-351343-jose-wilker" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/img-351343-jose-wilker-620x320.jpg" width="620" height="320" /></a><figcaption id="caption-attachment-577" class="wp-caption-text">Inesperada morte de José Wilker é lamentada por fãs em todo o Brasil</figcaption></figure>
<p style="text-align: center;"><strong>Morre o ator, diretor e comentarista de cinema José Wilker</strong></p>
<p style="text-align: left;">Na manhã desse sábado (05), os brasileiros foram pegos de surpresa com a notícia do falecimento do ator de 66 anos José Wilker. Nascido em Juazeiro do Norte, Wilker começou a carreira como locutor de rádio e logo foi para o cinema, sua grande paixão, contracenando com Fernanda Montenegro em <em>A Falecida</em>. O ator popularizou-se na TV com icônicos personagens em telenovelas como <em>Roque Santeiro, </em>na qual interpretava o personagem título, contracenando com Regina Duarte e Lima Duarte, e <em>Senhora do Destino</em>, trabalho em que popularizou o bicheiro Giovanni Improtta, que chegou a ganhar um longa metragem dirigido e protagonizado pelo próprio Wilker em 2012. No cinema, a carreira dele foi definida por marcos da cinematografia nacional como <em>Bye Bye Brasil</em>, de Cacá Diegues, e <em>Dona Flor e seus Dois Maridos</em>, de Bruno Barreto. O amor de Wilker pelo cinema fez com que ele se aventurasse como comentarista participando de programas especiais da rede Telecine e da transmissão da cerimônia do Oscar anualmente pela Rede Globo desde 2005. O ator ainda foi diretor da distribuidora de filmes do Rio de Janeiro, Rio Filme. A causa atribuída ao falecimento de Wilker foi enfarte. O ator deixou três filhas.</p>
<figure id="attachment_572" aria-describedby="caption-attachment-572" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/Frozen-Annie.jpg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-572  " alt="Frozen-Annie" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/Frozen-Annie-620x387.jpg" width="620" height="387" /></a><figcaption id="caption-attachment-572" class="wp-caption-text">Frozen: animação que faturou duas estatuetas do Oscar (melhor animação e melhor canção para &#8220;Let It Go&#8221;) bate recorde de Toy Story 3</figcaption></figure>
<p style="text-align: center;"><em><strong>Frozen &#8211; Uma Aventura Congelante</strong> </em><strong>é a animação com a maior arrecadação na história do cinema</strong></p>
<p style="text-align: left;"> A popularidade de <em>Frozen &#8211; Uma Aventura Congelante </em>acaba de ser atestada através de um recente levantamento feito sobre a arrecadação da animação da Disney desde o seu lançamento em dezembro do ano passado. O longa já chegou ao incrível número de US$ 1,072 bilhão depois do final de semana passado e já conseguiu entrar para a lista das dez maiores bilheterias da história do cinema, passando a perna no seu predecessor <em>Toy Story 3</em>. Um final feliz para a Disney que depois de um período nebuloso começa a traçar novos caminhos no mercado.</p>
<figure id="attachment_575" aria-describedby="caption-attachment-575" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/jurasssicworld4.jpg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-575 " alt="jurasssicworld4" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/jurasssicworld4-620x354.jpg" width="620" height="354" /></a><figcaption id="caption-attachment-575" class="wp-caption-text">Jurassic World: Resort de luxo é construído em meio ao cenário que um dia foi (é) habitado por dinossauros</figcaption></figure>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/dwawefwaed_large.jpg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-573 aligncenter" alt="dwawefwaed_large" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/dwawefwaed_large-620x343.jpg" width="620" height="343" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Arte conceitual mostra novo cenário idealizado para <em>Jurassic World</em></strong></p>
<p style="text-align: left;">Com as filmagens prestes a serem engatadas em meados de abril, algumas informações da produção de <em>Jurassic World</em>, quarto filme da franquia <em>Jurassic Park,</em> foram divulgadas na internet. A mais nova são algumas imagens ilustrativas do cenário que foi construído para a produção. O que se vê é que o longa trará uma espécie de resort de luxo na famosa ilha Nublar. O trabalho de direção de arte é assinado pelos mesmos responsáveis por <em>Os Vingadores </em>e <em>Star Trek. </em>Com sinopse ainda mantida em sigilo, o longa será protagonizado por Chris Pratt (do inédito <em>Guardiões da Galáxia</em>) e Bryce Dallas Howard (<em>Histórias Cruzadas</em>) e terá a direção de Colin Trevorrow (do inédito no Brasil <em>Safety Not Guaranteed</em>). A estreia está prevista para 2015.</p>
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